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Obras de reconstrução de casas populares estariam abandonadas em Senador Guiomard

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O presidente da Câmara de Vereadores de Senador Guiomard, Gilson da Funeraria (PP), realmente é a flecha no calcanhar de Aquiles do prefeito André Maia (PSD). O parlamentar agora denunciou que as nove casas populares que ficou para a atual administração terminar, estão abandonadas e a construtora contratada nunca nem apareceu no conjunto Chico Paulo.

O Vereador também destaca a falta de limpeza no conjunto e afirmam que tudo se encontra abandonado pelo poder público municipal. Gilson diz ao mostrar a imagem de parte do conjunto que tudo que vem acontecendo no município é “brincadeira com dinheiro público”.

O valor da obra para terminar as noves casas que falta cobertura, pintura e alguns janelas é estipulado em R$ 223.395,06. O início dos serviços pela empresa de acordo com a placa de informações dos dados da obra foi dia 9 de outubro de 2017, com prazo de execução até o dia 9 de fevereiro de 2018.

De forma irônica, Gilson ressalta que o prefeito garante que vai entregar a obra em apenas trinta dias. “O prefeito está confiante do que está fazendo. Ele é um prefeito muito bom, podemos ver tudo largado, as casas cheias de mato e tudo cheio de lixo. Acho que sabe o que está fazendo. Espero que as autoridades mais competentes possam está vendo esse vídeo”, destacou o vereador.

A reportagem fez contato com o prefeito André Maia que explicou que o convênio realizado para a reconstrução remanescente das obras de casas populares aguarda somente as telhas exigidas para que a obra seja concluída.

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Grupo chefiado por Nil Figueiredo desviou combustíveis e diárias para comprar votos, diz PF

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As investigações da Polícia Federal, no âmbito da Operação Democracria, deflagrada nesta sexta-feira, dia 19, comprovam que um grupo criminoso chefiado pelo diretor-presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), Glenilson Figueiredo [O Nil] saqueou a instituição para tentar eleger o petista que foi candidato a deputado estadual nas últimas eleições.

Além de imagens registradas pela própria Polícia Federal, interceptações telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário mostram que pessoas ligadas a Nil, incluindo servidores públicos efetivos e comissionados, um deles André Vinício, pessoa próxima ao gestor, coordenavam um esquema de corrupção organizado e com tarefas bem divididas.

Além de imagens registradas pela própria Polícia Federal, interceptações telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário confirmam que várias pessoas ligadas a Nil estavam envolvidas no esquema que tinha como um dos coordenadores o servidor André Vinício Assis, braço direito de Nil, e que atuava como um dos coordenadores do esquema.

“Eles estavam reunidos com divisões de tarefas para cometerem vários crimes durante o período eleitoral. Nos constatamos que o gasto de combustível do Iteracre, somente no mês de setembro, foi superior ao gasto de todo o ano de 2017, comprovando os indícios que nós tínhamos de que o combustível estava sendo desviados para a campanha”, revela o delegado Eduardo Maneta.

A Polícia Federal flagrou membros do grupo comprando votos no dia 06 de outubro, sábado, véspera da eleição. No domingo, o mesmo aconteceu. Eles distribuíam gasolina e, como contou o delegado, na véspera da eleição [o áudio comprova], uma das servidoras ligadas a Nil diz, por telefone, que é preciso tirar a gasolina da casa da mãe dela, para evitar que a polícia encontre algo.

Em uma das ligações, Nil é avisado sobre a compra de voto, e o servidor ligado ao diretor-presidente informa que deu dinheiro para ele, visto que 10 votos estariam garantidos. Nil, na sequência, comemora, e diz que não pode perder a eleição.

“Eu ajeitei ali pro cara ajeitar 10”, diz o cabo eleitoral de Nil, que responde em seguida: “Ah, maravilha, ótimo Manda bala, manda bala. Tem que ganhar, não pode perder não, meu irmão. Tu é doido, é?”, completa a conversa, ao ser questionado pelo cabo: “Aí eu deixei… já deixei o dinheiro po cara, já. O menino lá, o meu irmão”, finaliza. Em nenhum momento, Nil repreende o homem com quem conversa.

Operação Democracia prende oito pessoas no Acre

A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira, dia 19, um total de 8 mandados de prisão, 22 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de condução coercitiva de testemunhas.

Todas as ordens foram assinadas pela Justiça Eleitoral do Acre. As investigações iniciaram com os indícios de que recursos públicos estavam sendo colocados à disposição da campanha de Nil Figueiredo.

O esquema funcionava com a intenção de obter apoio eleitoral para a campanha do diretor-presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre) e envolvia o pagamento de diárias a servidores para custeio de viagens que não eram realizadas.

Foi constatado também que, durante o atual período eleitoral, diversas instalações públicas, inclusive uma escola, e vários veículos oficiais do Iteracre foram utilizados para beneficiar a campanha eleitoral do responsável pelo Instituto, que foi candidato a deputado estadual.

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Secretário de Sebastião Viana é levado a sede da Polícia Federal; 8 são presos durante operação

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A Polícia Federal no Acre deflagrou nesta sexta-feira, dia 19, a Operação Democracia, com a finalidade de combater a prática de crimes eleitorais de compra de votos, transporte irregular de eleitores, uso ilegal de instalações públicas para fins eleitorais, peculato e associação criminosa.

Estão sendo cumpridos 8 mandados de prisão, 22 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de condução coercitiva de testemunhas, expedidos pela Justiça Eleitoral do Acre. Até o momento a PF não divulgou o nome das pessoas presas, mas o que se sabe é que o diretor-presidente do Iteracre, NIl Figueiredo, candidato a deputado estadual pelo PT derrotado nas eleições, foi levado a Sede da Polícia Federal para prestar esclarecimentos. 

As investigações tiveram início a partir da constatação de um esquema de desvio de recursos públicos que ocorria dentro do ITERACRE, o órgão estadual responsável pela política fundiária no Acre.

Esse esquema funcionava com a intenção de obter apoio eleitoral para a campanha do diretor-presidente do ITERACRE e envolvia o pagamento de diárias a servidores para custeio de viagens que não eram realizadas.

Foi constatado também que, durante o atual período eleitoral, diversas instalações públicas, inclusive uma escola, e vários veículos oficiais do ITERACRE foram utilizados para beneficiar a campanha eleitoral do responsável pelo Instituto, que foi candidato a deputado estadual.

A Polícia Federal conseguiu identificar que o grupo criminoso ligado a esse candidato era formado majoritariamente por servidores públicos e ocupantes de cargos em comissão do ITERACRE, e que cometeu diversos outros crimes eleitorais, organizando-se e transportando eleitores, desviando combustível do órgão para benefício eleitoral e oferecendo vantagens indevidas em troca de votos nas eleições do último dia 7 de outubro.

Estão sendo cumpridos 8 mandados de prisão, 22 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de condução coercitiva de testemunhas, expedidos pela Justiça Eleitoral do Acre. Até o momento a PF não divulgou o nome das pessoas presas.

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Policia Federal prende 8 pessoas envolvidas em crimes eleitorais que ocorriam dentro do Iteracre

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A Polícia Federal no Acre deflagrou nesta sexta-feira, dia 19, a Operação Democracia, com a finalidade de combater a prática de crimes eleitorais de compra de votos, transporte irregular de eleitores, uso ilegal de instalações públicas para fins eleitorais, peculato e associação criminosa.

As investigações tiveram início a partir da constatação de um esquema de desvio de recursos públicos que ocorria dentro do ITERACRE, o órgão estadual responsável pela política fundiária no Acre.

Esse esquema funcionava com a intenção de obter apoio eleitoral para a campanha do diretor-presidente do ITERACRE e envolvia o pagamento de diárias a servidores para custeio de viagens que não eram realizadas.

Foi constatado também que, durante o atual período eleitoral, diversas instalações públicas, inclusive uma escola, e vários veículos oficiais do ITERACRE foram utilizados para beneficiar a campanha eleitoral do responsável pelo Instituto, que foi candidato a deputado estadual.

A Polícia Federal conseguiu identificar que o grupo criminoso ligado a esse candidato era formado majoritariamente por servidores públicos e ocupantes de cargos em comissão do ITERACRE, e que cometeu diversos outros crimes eleitorais, organizando-se e transportando eleitores, desviando combustível do órgão para benefício eleitoral e oferecendo vantagens indevidas em troca de votos nas eleições do último dia 7 de outubro.

Estão sendo cumpridos 8 mandados de prisão, 22 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de condução coercitiva de testemunhas, expedidos pela Justiça Eleitoral do Acre. Até o momento a PF não divulgou o nome das pessoas presas.

 

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