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“Gladson não é nem de longe o meu melhor candidato ao governo do Estado”, diz Bittar

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O ambiente dentro da oposição não é nem perto de um clima de harmonia e união. Em um áudio que circula nas redes sociais o pré-candidato ao Senado Federal pelo PMDB, ex-deputado Márcio Bittar diz que o senador Gladson Cameli (PP) não é nem de longe seu melhor candidato ao governo. Bittar também diz que o presidente Michel Temer se encontra todo enrolado, mas vem concertando o Brasil.

Ex-deputado diz em áudio para seus amigos se animar e que ficar ruminando os problemas da oposição não irá levar a a lugar nenhum.Bittar diz que o problema está na esquerda, que chamou de “merda”. “O Gladson não é nem de longe o candidato que eu gostaria de ter, mas é o candidato que eu tenho para derrotar o PT. E é o meu candidato. Eu vou pedir voto pra ele. Já estou pedindo voto. Já lancei o cara tem dois anos e meio. Vamos ganhar a eleição para o Senado”, destaca Márcio.

Bittar diz ainda que tem hora que fica achando que estão querendo baixar seu alto-astral, e ressalta que está feliz da vida. “A gente cresceu pra caramba. Estava sozinho há um ano e não tinha um partido político. Hoje temos cinco partidos políticos me dando apoio total e irrestrito. Nós vamos ganhar a eleição e é com o Gladson, e com essa oposição do jeito que vocês conhecem ai. Então, a gente ficar emulando isso 24 horas não ajuda, mas tudo bem é só uma observação. Estou de bom astral, estou animado como sempre, otimista, com o Acre e o Brasil”, diz pré-candidato.

O ex-parlamentar depois de criticar a capacidade de Gladson também faz elogios ao presidente Michel Temer mesmo afirmando que Temer está todo enrolado. “Esse Michel Temer todo enrolado está concertando o Brasil. À reforma trabalhista foi um marco no Brasil. Acabou com a legislação fascista dos tempos de Mussolini na Itália. Modernizou as leis trabalhistas”, afirmou Márcio.

O pré-candidato também disse que estar torcendo para passar os três itens da reforma da previdência e destaca que não tem cabimento coronéis, governadores, políticos, professores se aposentar com 50 anos de idade. Bittar diz ainda em áudio, que ninguém aguenta isso e que tem 54 anos e não tem aposentadoria nem pensão, e também não pretende parar de trabalhar.

“Não tem cabimento a esmagadora maioria dos servidores públicos brasileiros se lascando por conta de 10% ou 15% dos servidores que ganham mais de 30, 40, 50 e 80 mil. Isso é um absurdo. Temos que estabelecer limites, teto que são as três medidas que foram lá para ser votadas. Estou torcendo para serem votadas. Por que o Brasil precisa dessa reforma. O Brasil está melhorando. Este ano que vem o Brasil cresce acima de 3% acima do PIB”, ressalta Márcio.

No final do áudio Bittar acresenta que o Brasil saiu de uma recessão considerada a maior da história e que se encontra animado com os amigos e partidos. “O resto  a gente vai torando, ainda mais agora que vai chegando o natal”.

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Acre

Dupla de assaltantes rouba funcionários e pacientes de Urap

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No início da tarde desta terça-feira (17), uma dupla de criminosos realizou um assalto dentro de uma Unidade de Referência e de Atenção Primária (Urap), localizada no bairro Quinze. O fato aconteceu por volta das 12h47 como mostra em um vídeo de monitoramento daquela unidade.

Armados e de capacetes, eles chegam fazendo ameaças, apontando a arma para os funcionários e pedindo bens de valor aos pacientes que estavam ali buscando atendimento. Eles fugiram em uma moto levando alguns pertences pessoais entre celulares e dinheiro.

A Polícia Militar foi acionada e após a coleta de informações saíram a procura dos suspeitos. Veja o vídeo:

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Acre

Vereador tem mandato cassado pelo TRE por infidelidade partidária

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O vereador Marivaldo da Várzea teve o mandato cassado por unanimidade pelo plenário do Tribunal Regional Eleitoral por prática de infidelidade partidária. O parlamentar da segunda maior cidade do Acre trocou o MDB de Vagner Sales pelo Progressistas do prefeito Ilderlei Cordeiro, que rompeu com Sales.

A defesa do parlamentar alegava que o seu cliente havia tido o seu direito de defesa cerceado, o que foi rejeitado pelo Pleno. Os juízes destacaram que houve falta de razão justa para desfiliação.

Marivaldo deixou o MDB para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa e, também, para seguir aliado ao atual chefe do executivo. A vereadora Lucila Bruneta também está na mesma situação de Marivaldo. Ambos trocaram o MDB pelo Progressistas. A decisão ainda cabe recurso ao TSE.

Mantida a decisão da Corte acreana, Carlos Alves, o Carlinhos, ficará com o mandato. É terceira vez que ele assumirá como suplente.

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Acre

ROBERTO FERES – Município não é uma secretaria estadual

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Roberto Feres

Nesses muitos anos que o PT dominou o Acre, serviços tipicamente municipais foram transferidos paulatinamente para o controle do estado porque são a vitrine que dá visibilidade a qualquer administração. Foi assim com muitas das funções da RBTrans referentes à sinalização e fiscalização do trânsito, todo o sistema de saneamento do extinto Saerb, além dos programas habitacionais, os parques e até boa parte da iluminação pública.

Essa interferência do governo estadual sobre o município de Rio Branco subjuga a administração como um órgão acessório de seu organograma, fragilizando sua autonomia como ente da Federação, ao mesmo tempo que prejudica a adoção de soluções coordenadas e em conformidade com o sistema local de planejamento urbano, em especial o Plano Diretor.

Um dos exemplos mais evidentes dos transtornos causados ao cidadão é a buraqueira nos pavimentos, muitas vezes originada pela descoordenação entre os diversos órgãos que lidam com as obras na cidade.

Para piorar a situação, muitas das obras produzidas pelos órgãos estaduais, principalmente na área do Saneamento, além de mal executados, não passam por processos periódicos de manutenção e as sequelas sobram para o ônus municipal.

Atualmente a prefeita enfrenta uma crise com o sistema de drenagem e promete solucionar os constantes alagamentos até o final de seu mandato. Sem o domínio do restante dos serviços sanitários, que interferem significativamente nas drenagens, dificilmente ela terá sucesso.

Hoje as redes de esgoto doméstico e as águas pluviais se misturam e vão todas para os igarapés que cortam Rio Branco. Vide o Maternidade nos períodos de seca e a podridão da sua foz no rio Acre. Quase nada dos esgotos de Rio Branco é tratado.

Agrava a situação dos serviços de saneamento a precariedade gerencial atualmente estabelecida no Depasa, onde uma mera ligação domiciliar à rede de água ou esgoto demora mais que mês para ser atendida, levando muitos dos consumidores a optar por realizar o trabalho clandestinamente.

Da mesma forma é o Trânsito da cidade. Muitos se esquecem que o sistema local foi municipalizado com a criação da RBTrans, que tem equipes destinadas à sinalização viária e à fiscalização das infrações, como determina o Código de Trânsito Brasileiro:

CTB Art. 24

Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:

I – cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições;

II – planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas;

III – implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os equipamentos de controle viário;

VI – executar a fiscalização de trânsito em vias terrestres, edificações de uso público e edificações privadas de uso coletivo, autuar e aplicar as medidas administrativas cabíveis e as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de circulação, estacionamento e parada previstas neste Código, no exercício regular do poder de polícia de trânsito, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar, exercendo iguais atribuições no âmbito de edificações privadas de uso coletivo, somente para infrações de uso de vagas reservadas em estacionamentos;

Vários dos serviços realizados pelo Detran são, na verdade, da alçada da prefeitura que se habilitou para tanto. Ao órgão estadual acabem apenas as ações relativas ao licenciamento de veículos e habilitação dos motoristas e a fiscalização sobre esses dois temas.

Constantemente assistimos órgãos estaduais interferindo no trânsito e no sistema viário da cidade e prejudicando serviços do transporte público, por exemplo. Avenidas e projetos habitacionais são construídos afrontando as diretrizes locais de planejamento e encarecendo os demais serviços da administração municipal.

Em muitas outras áreas, como a manutenção de parques e a iluminação das ruas, tais delegações ao estado também acontecem deixando o cidadão sem saber a quem recorrer quando precisa. Hoje boa parte da iluminação pública se precarizou, por exemplo.

Já passou da hora da prefeita Socorro Neri denunciar os convênios que a amarram ao Depasa e Detran, entre outros órgãos, e assumir plenamente o que for de responsabilidade do município, lembrando que muitos desses serviços são geradores de receita, como a fiscalização do trânsito, e alguns podem ser facilmente terceirizáveis, como no saneamento.

Acredito que o ônus do aumento de trabalhos pela administração municipal será desprezível quando comparado com a qualidade dos serviços oferecidos e a simplificação de tantos relacionamentos entre parceiros que frequentemente se mostram sem nenhuma coordenação.

*Roberto Feres é engenheiro civil pela Universidade Federal de São Carlos, mestrado em Engenharia Urbana pela Universidade Federal de São Carlos (1998) e doutorado em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos (2002). É Perito Criminal da Polícia Federal. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em Mapeamento Geotécnico.

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