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É Natal! Veja receitas simples e baratas sugeridas pelos repórteres do ac24horas

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É Natal. Muitas família já se preparam para a noite de troca de presentes, regada a muita fartura, vinhos, champagne, cerveja e alegria.

É Natal e não importa a sua classe social, pois esse simbolismo invade a casa de ricos e pobres, até mesmo em muitos locais onde pouco ou nada se tem para comer.

É Natal e, mesmo com todas as mudanças do mundo, a data continua presente, resistindo a todas as mudanças que o mundo enfrenta.

Neste dia de Natal temos a impressão de que tudo estar normal. Que todos somos felizes e que o bom velhinho vai lembrar de nós, muito embora ele não conheça uma grande maioria, que só tem a data festiva e não os presentes e banquete deste dia.

No Natal, sempre procuramos passar a data entre familiares. É nessa hora que ficamos pensando nas guloseimas de nossas mães e avós…

Hum… Como é bom o cheirinho da comida da mamãe.

Como é legal todo mundo reunido e torno da mesa farta.

Este ano a direção do ac24horas fez um desafios aos repórteres, que quase sempre não têm o direito de passar a Ceia de Natal com seus familiares em virtude das pautas inoportunas que teimam em acontecer exatamente no Dia do Natal.

O desafio é contar como elas, as mães deles, fazem os pratos baratos que eles mais gostam. É uma espécie de receitas para quem tem pouco dinheiro e também tem direito, assim como nós, a uma boa Ceia de Natal.

O editor do site ac24horas escolheu falar da Rabada da Dona Ângela, a sua mãe. Marcos conta com riqueza de detalhes como preparar. Já o nosso gordinho Luciano Tavares não esquece da receita do bolo de dona Nilda. Ray Melo mostra mais sofisticação, ao contar como a sua mãe dona Raimunda, faz uma lasanha que não deixa nada a desejar as feitas por puros italiano. “Arroz Maria Izabel”. É assim que o repórter João Renato chama a comidinha preferida dele no Natal feito por mamãe Rosângela Jácome. E garante: “Seja em casa, ou com os familiares, esse arroz faz sucesso. Simples de fazer e saboroso de comer”.

Vale lembrar que todos os produtos usados nas receitas de nossos repórteres podem ser encontrados na rede de supermercado Pague Pouco.

Dito isso, vamos as receitas. E feliz Natal.

O Arroz Maria Izabel

Por João Renato

“Arroz Maria Izabel”. É assim que chamamos o arroz feito com amor pela minha mãe Rosângela Jácome. Seja em casa, ou com os familiares, esse arroz faz sucesso. Simples de fazer e saboroso de comer, há que diga que não engorda “muito”, mas eu discordo, até porque ele deixa a gente com vontade de repetir.

Mas antes de passar a receita, que é bem simples e cai bem em qualquer época do ano, quero falar um pouco sobre o Natal, o dia que, simbolicamente, comemora-se o nascimento de Jesus, o Messias, filho do próprio Deus eterno. Aliás, Jesus nasceu homem para que nos tornássemos filhos de Deus, como ele é.

Nesse período, muita gente fica sensível às ações sociais e à vontade de retribuir boas ações ou apenas dar amor ao próximo. É isso que está por trás do natal: um amor tão grande de um pai que deu ao mundo o próprio filho, fazendo-o homem, carne, para sofrer e nos dá a salvação. Sigamos, portanto, essa mensagem.

RECEITA DE DONA ROSÂNGELA
*Vamos aos ingredientes:
-500g de arroz;
02 calabresas grandes;
03 bananas;
250g de uva-passas
01 Ovo frito

*Modo de fazer – Faça o arroz normalmente; deixe-o bem soltinho. Corte as calabresas em cubos e frite. Em seguida, vamos para as bananas: elas devem ser cortadas em cubos e fritas. Terminada a primeira etapa, vamos ao arroz novamente: separe-o em um recipiente a seu gosto; misture com as bananas, calabresas e passas. E pronto!

O mais gostoso em fazer o “Arroz Maria Izabel” é que ele pode ser servido com frango assado, ovos bem fritos ou molinhos, ou mesmo com uma carne de sol. A carne de porco também é um acompanhamento bacana.

Bom apetite! Feliz natal!

A Rabada do Tucupí da mãe do Marcos

Por Marcos Vinícios – Editor-chefe de ac24horas

Natal me lembra a minhã mãe, a dona Angela, e a fartura que ela faz questão de proporcionar todos os anos. É impossível não lembrar de algo que ela domina tão bem na cozinha, a famosa Rabada no Tucupí, que até mesmo o colega Luciano Tavares teve a oportunidade de provar e volta e meia vive se escalando para “filar” de novo. A iguaria faz sucesso, ainda mais quando é degustada com o molho de pimenta que ela faz manualmente. Tudo tem que ser muito limpo e organizado. Ela faz questão!

Na foto, eu mostro apenas um prato que registrei, mas lá em casa se cozinha no tacho. Não tem essa de panela pequena não, por isso repasso a receita para ser usada num tacho bem grande.

RECEITA DE DONA ÃNGELA
4 Kg de rabo de boi
10 litros de tucupi temperado
3 cebola grande
5 dentes de alho
10 pimentinhas de cheiro sem semente
60 maços de jambu
4 maços de chicória
2 maços de cheiro verde
Corante alimentício (ou colorau)
Tempero completo e pimenta-do-reino a gosto
1 kg de camarão limpo e seco

E o modo de preparo é tipico lá de casa.

Limpe bem o rabo e tempere com pimenta-do-reino, o corante, e o tempero completo, Deixe a carne temperada de um dia para o outro, para ficar bem apurado.

Leve ao forno até dourar, mais ou menos 2 horas, (certifique-se de que a carne não está crua)

Enquanto a carne assa lave bem o jambu, ponha água para ferver e escalde bem, tire da água e reserve.

Em uma panela grande coloque o tucupi com a cebola picadinha, o alho, as pimentinhas, as chicórias, o cheiro verde e o caldo de galinha.

Deixe ferver bem até cozer as verduras e acrescente o rabo já assado, o jambu e o camarão, se precisar acrescente sal.

Sirva com arroz, pode ser servido também com o charuto de couve.

O bolo de dona Nilda

Por Luciano Tavares – Jornalista do ac24horas

Pode faltar tudo numa data festiva em que minha mãe está presente, menos o bolo. E eu nunca entendi o porquê de dona Nilda gostar tanto de fazer bolo e ao mesmo tempo não ter tanta simpatia por coisas doces, ao contrário dos filhos. Eu ainda não perguntei o motivo. Mas imagino que seja por amor e pelo simples desejo de servir. Pois mães são assim. São uma mistura doce de amor, simplicidade e servir.

Os festejos de Natal este ano foram antecipados lá em casa. Teve Amigo Doce, oração e louvor. Tudo que remete ao nascimento do Menino Jesus.

A mesa seguiu aquele padrão normal das festas de fim de ano: vatapá, estrogonofe de carne, batatas fritas, farofa e arroz. Uma mesa farta para umas 30 pessoas, incluindo o bolo de minha mãe, de um quilo. Um bolo de chocolate com granulado por cima e umas poucas jujubas coloridas que umas crianças nada quietas resolveram comer na hora que todo mundo fechou o olho para orar.

A receita do bolo da mamãe:
–Um quilo de trigo
–Quatro colheres de manteiga
–Meia dúzia de ovos
–Uma pitada de sal e uma colher de limão (para não ficar com gosto e cheiro de ovo)
– Um litro de leite
– Dois copos e meio de açúcar de 200 ml

*Dica da minha mãe para o preparo do bolo: “Bate o ovo, a manteiga, o açúcar, uma pitada de sal e uma colher de limão, e depois de tudo coloca o trigo e em sequência o leite até ficar uma massa homogênea e grossa. Se o trigo tive fermento, não precisa fermento separado. Do contrário, coloque uma colher de fermento”.

A lasanha de dona Sebastiana Gomes

Por Ray Melo – Editor de política do ac24horas

O Natal é uma data que me faz lembrar que nem sempre fui um jornalista pobre, mas também fui um menino pobre que alimentava sonhos e dormia esperando a chegada do Papai Noel. Meu pai sempre foi o bom velhinho que não vinha apenas uma vez por ano, mas na verdade, ele passava todos os dias bem pertinho, educando, fazendo carinho, corrigindo minhas falhas e aplicando esporro quando necessário. Tudo na simplicidade de um homem que tinha pouca escolaridade, mas se revelou um sábio na faculdade da vida. Não posso esquecer de minha mãe, uma fantástica mulher que transformava comidas simples num verdadeiro banquete. Como todas que vinham do interior para cidade, nossa família é bastante numerosa. O prato mais sofisticado que tínhamos na nossa ceia de Natal era uma bela lasanha, preparada com o melhor dos temperos que minha mãe nunca deixou faltar: o amor. Claro, tínhamos a galinha assada (substituindo o peru), o arroz branco, a farofa, uma salada, mas a expectativa de todos ficava por conta do prato principal, a lasanha de dona Sebastiana Gomes.

RECEITA DE DONA SEBASTIANA
Lasanha
500 g de massa de lasanha
500 g de carne moída
2 caixas de creme de leite
3 colheres de manteiga
3 colheres de farinha de trigo
500 g de presunto
500 g de mussarela
sal a gosto
2 copos de leite
1 cebola ralada
3 colheres de óleo
1 caixa de molho de tomate
3 dentes de alho amassados
1 pacote de queijo ralado

MODO DE PREPARO

Cozinhe a massa segundo as orientações do fabricante, despeje em um refratário com água gelada para não grudar e reserve

MOLHO À BOLONHESA:
Refogue o alho, a cebola, a carne moída, o molho de tomate, deixe cozinhar por 3 minutos e reserve

MOLHO BRANCO:
Derreta a margarina, coloque as 3 colheres de farinha de trigo e mexa
Despeje o leite aos poucos e continue mexendo
Por último, coloque o creme de leite, mexa por 1 minuto e desligue o fogo

MONTAGEM:
Despeje uma parte do molho à bolonhesa em um refratário, a metade da massa, a metade do presunto, a metade da mussarela, todo o molho branco e o restante da massa

Repita as camadas até a borda do recipiente

Finalize com o queijo ralado e leve ao forno alto (220° C), preaquecido, por cerca de 20 minutos

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Na rede

Mais de 40 mil devem participar da Procissão de Nossa Senhora da Glória

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A presidente da Comissão Organizadora do 101° Novenário de Nossa Senhora da Glória, Lizane Negreiros, acredita que mais de 40 mil pessoas devem participar da festa religiosa, que tem como ponto central a Procissão no dia 15 de agosto em homenagem à santa, que é a padroeira de Cruzeiro do Sul.

“Considerando o fluxo na estrada, a fomentação do turismo e especialmente a tradição da festa, este número poderá ser superado, como acontece todo ano”, cita Lizane.

O novenário de 2019 será o primeiro do novo bispo da cidade, Dom Flávio, que está à frente da igreja católica Cruzeirense desde o início de Janeiro deste ano e lidera a organização do evento com o vigário geral da Diocese, padre Francisco e a Comissão Organizadora.

A festa religiosa inclui novenas e missas diárias, fogos, procissão e também a parte comercial, organizada pelo Sebrae, que inscreve e capacita os participantes da Feira realizada após as novenas. Na feira, realizada na Praça Orleir Cameli, em frente à Catedral, haverá 70 barracas com venda de comida e artesanato.

A abertura será no dia 5 as 19 horas na Catedral Nossa da Glória com uma missa celebrada por Dom Flávio, seguida pelo hasteamento das bandeiras e queima de fogos. As novenas começam no dia 6 e serão diárias, bem como as missas. Do dia 06 até o dia 14 as novenas começam as 18.30. No dia 15, a missa terá início às 17 horas e em seguida, a procissão, queima de fogos e show com a cantora Eliana Ribeiro.

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Notícias

Sergio Moro segue firme, o Glenn nem tanto

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Valterlucio Bessa Campelo

Todo brasileiro interessado em política acompanha pela imprensa e mídias sociais os desdobramentos da operação ACABA A LAVAJATO que, objetivamente, pretende criar condições para soltar o Lula e reorganizar a esquerda em torno do seu símbolo maior (único?), ele mesmo, ainda que decadente.

Não é pouca coisa o que foi feito no último mês contra os procuradores e o ex-juiz Sergio Moro. Considerada a hipótese de que não tenham sido criadas, montadas, editadas, falseadas, retiradas do contexto, enfim, submetidas a artifícios visando dar coerência à versão contra a Lavajato ou, se preferirem, a favor da corrupção, ainda assim, trata-se de algo inaceitável. A ninguém é dado o direito de invadir, sem ordem judicial devidamente fundamentada, o sigilo das comunicações interpessoais de quem quer que seja. Menos ainda, creio, quando se trata de autoridades públicas. 

No Brasil, amparado pela liberdade de imprensa, determinado sujeito, por ser titular de um diploma de jornalista e dono do jornal on-line The Intercept, praticamente monopoliza as atenções do parlamento, atemoriza o judiciário (quem hackeia Moro, hackeia qualquer um), radicaliza o debate político e pretende emparedar o governo com uma embiricica de mensagens criminosamente obtidas, supostamente trocadas entre procuradores e entre estes e o juiz. 

Se qualquer de nós comprar, por exemplo, um celular roubado, incorre em crime de receptação, inscrito no Art. 180 do Código Penal. “Adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou oculte: (Redação dada pela Lei nº 9.426, de 1996)”. Se, por acaso, desconhecemos a origem, ainda assim, a receptação é punível conforme o §4 do mesmo Art. 180. Menos, parece, se o receptador for o Glenn Greenwald, que recebeu e utiliza em proveito próprio e alheio, informações que, sabendo ou não a origem é, flagrantemente, produto de crime.

Os beneficiários do crime de Glenn sugerem que as os diálogos revelados desmascaram um complô entre Sergio Moro e a operação Lavajato, que estariam subvertendo a imparcialidade do Juiz com a finalidade de prender Lula, o que daria azo à sua desconstituição. Um tiro n’água, posto que qualquer prova obtida por meio ilícito é juridicamente imprestável, conforme o Art. 157 do CPP “São inadmissíveis, devendo ser desentranhadas do processo, as provas ilícitas, assim entendidas as obtidas em violação a normas constitucionais ou legais”. 

Obviamente, sabem disso os receptadores do The Intercept, portanto, não é por ai que acreditam derrubar o Moro e a Lavajato, mas pela desmoralização pública, pela tentativa de descrédito levada ao clímax através da divulgação a conta gotas dos supostos diálogos (supostos por inauditáveis). Revistas, jornais e TV`s praticamente constituíram uma artilharia diária contra a Lavajato. A vassalagem, de modo desabrido, dia sim, dia sim, publica nos jornais artigos e análises replicando as informações criminosamente obtidas. Seus aliados no parlamento disso aproveitam como pauta principal de seus discursos tão inflamados quanto falsos. No conjunto, parece uma fé cega em que “agua mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. Felizmente, não neste caso.

Neste caso, aliás, criaram e potencializaram um personagem político. Transformaram um ex-Juiz com legitimas ambições de chegar ao Supremo Tribunal Federal em um provável candidato à vice-presidência em 2022. Tanto que, antevendo o cenário, o presidente da Câmara, Deputado Rodrigo Maia, conhecido nas delações da Lavajato pela alcunha “botafogo”, já busca uma aliança com João Doria, propondo o que seria um retorno ao centro, emblematizado na aliança PSDB/PFL que governou o país por oito anos.

É de se perguntar por que o Moro não caiu, pelo contrário, sai maior de todo esse fuzilamento midiático. Em primeiro, creio que, de fato, não há ali algo suficientemente forte para justificar a sua desmoralização. Aparentemente, há uma tisna processual percebida pelos iniciados mas distante do senso comum de justiça. Enfim, ficamos no disse me disse, não há uma “bala de prata”.  Embora deteste os EUA, onde uma boca nervosa quase derruba o Presidente Bill Clinton, não é lá que vive o Glenn. No Brasil, a coisa é outra coisa. Se fuxicos derrubassem governos e ministros, FHC teria caído no escândalo do filho bastardo, Lula não teria realizado dezenas de viagens com a amante Rosemary, Gilmar Mendes já teria sofrido impeachment em vista de suas decisões de compadrio e Toffoli nem teria sido nomeado. 

Em segundo, porque a população brasileira, mercê dos blogs e mídias sociais, deixou de comer na mão do Jornal Nacional, jornalões e revistas semanais. Há hoje uma brutal desconfiança de tudo que se vê na TV. Tanto fizeram contra os valores da nossa sociedade que deixaram de ser o guia das famílias. Então, a base popular que validou a Lavajato desde o início resistiu à furiosa tentativa de dissolução pretendida pelo concerto Intercept-imprensa-esquerda. O povo banca Moro e a Lavajato e é melhor assim.

Já o jornalista-receptador do The Intercept, Glenn Greenwald, está com o dele na reta. Nas mãos de um hacker, seja ele quem for, não é um lugar confortável para ficar por muito tempo. Basta que a PF lhe ponha as mãos, o que pode acontecer a qualquer momento, e o criminoso poderá entregar numa bandeja a cabeça coroada do Glenn com Pulitzer e tudo o mais, aí nem a OAB inteira poderá livrá-lo de um merecido pé no traseiro.

Valterlucio Bessa Campelo é Eng.º Agrônomo, Mestre em Economia Rural, escreve todas as sextas-feiras no ac24horas. 

 

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