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Ex-mulher de assessor da Juventude dá sua versão sobre confusão em festa da SAI

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“Ele não me agrediu fisicamente (não dessa vez). Ele estava descontrolado e ameacei chamar a polícia”

Rebeca Aguiar Rodrigues, a ex-mulher do assessor especial de Juventude do governo do Acre, Weverton Matias, resolveu, enfim, falar, depois que a confusão, durante uma confraternização da Secretaria de Articulação do Estado em um buffet local, no último dia 21, envolvendo ela sua irmã, Emily, e Matias, veio à tona no noticiário local.

Até então, a única versão era a de Weverton Matias, porque Emily não foi encontrada para comentar e Rebeca havia negado qualquer agressão física e evitava falar detalhes sobre o assunto. Neste sábado pela manhã, porém, ela resolveu desabafar por meio de um longo texto em sua página no Facebook, e recebeu inúmeros apoios.

“Ele não me agrediu fisicamente (não dessa vez) no episódio acontecido dia 21, porém foi uma agressão psicológica de um cara que por vezes eu tive medo do seu comportamento. Eu e o Matias temos um filho juntos, o nosso relacionamento foi rompido ainda na minha gestação na qual sofri diversas vezes agressões. Ele é só mais um pai de redes socais, que em partes tem arcado com as responsabilidades financeiras, isso vem ao caso, porque ele alegou que tudo o que queria era ficar com o seu filho, como se os cuidados com ele fosse sua prioridade, e que cumpre com tudo, MENTIRA”, diz Rebeca.

Rebeca acrescenta que “Matias tem sinalizado um comportamento descontrolado nos últimos dias. Acredito que seja pelo fato de eu ter assumido um outro relacionamento, e vem toda aquela história de sentimento de posse do homem”, diz.

Sobre a confusão ocorrida na festa da Secretaria de Articulação ela afirma: “Eu estava na confraternização do meu trabalho com o meu filho e o meu namorado, quando uma amiga do Matias veio do meu ouvido e disse: “o Matias disse que se você não atender ele, ele vai entrar e fazer confusão”.

Corri e peguei meu celular assustada, onde tinha diversas ligações e mensagens, uma delas ele me ameaçava da seguinte forma: com “Se quiser evitar constrangimento trás (sic) ele aqui na frente Se não eu entro e faço as honras. Confesso que fiquei com medo, levantei na mesma hora pedi que uma colega segurasse o José enquanto eu juntava as coisas dele e pegasse a mochila. Foi tudo muito rápido, quando coloquei a mochila no meu ombro ele arrancou. Já estava com o José no colo (o segurado de um jeito revoltante). Ele estava visivelmente descontrolado, descalço, ofegante. Pensei duas vezes, vou deixar ele levar o nosso filho, pra não gerar confusão, mas rapidamente meu instinto materno falou mais alto e percebi que o Matias estava transtornado e não podia sair com o nosso bebê daquele jeito. Corri atrás do Matias e pedi que ele não levasse o José, ele negou e eu ameacei chamar a polícia (porque a guarda do José é minha e o acordo é quando ele quiser ficar com o José, haja uma combinação antes, que foi diferente da situação). Eu na tentava pegar o nosso filho que ele segurava agressivamente, enquanto o José chorava muito, o Matias me empurrava”.

Emily Aguiar, acusada de agressão pelo assessor palaciano, tentou defender a irmã, segundo relatos da própria Rebeca.

“Minha irmã Emily Aguiar, entra na história quando viu toda a confusão, o José gritando, eu tentando pegar ele e o Matias descontrolado. Agradeço a Deus por ter tido a Emily ali, ela foi muito rápida, o Matias parou o carro no meio da rua, ligado, com a porta aberta, pra pegar o José correndo e entrar. A Emily entrou no carro e tirou a chave, foi quando tivemos tempo de tirar o José do braço dele. Acho importante deixar ciente todos vocês do caso de saúde do José Felipe, pra entenderem a gravidade do comportamento do Matias para com o José. Após o acontecido, à noite o José começou s pegar febre e depois de muitos meses que não acontecia, ele começou a apresentar tremores. Eu fiquei desesperada, fui parar na Urgil. Chegando na Urgil pra consultar o José que estava queimando em febre, ele não podia ser consultado, porque infelizmente o plano dele estava dando negado, o Matias não pagava o plano há dois meses. Esses são os fatos acontecidos no dia 21. Tentei diversas vezes não externar essa situação, como já fiz em outras ocasiões, mas o próprio registrou ocorrência e deu matéria para os jornais como vítima, o que chega a ser revoltante. Já tomei as providências que devia ter tomado a muito tempo, agora é só esperar pela justiça”. É o que diz Rebeca em seu texto.

O que disse Weverton Matias

A primeira notícia que começou a circular ainda no início da noite da última quinta-feira foi a de que Matias teria agredido a tapas Rebeca Aguiar Rodrigues.

Matias afirmou que houve um princípio de confusão com Emily, sua ex-cunhada, que o “arranhou” e rasgou sua camisa. Tudo teria começado depois que ele foi à festa buscar seu filho de um ano que estava com Rebeca e o atual namorado de sua ex-mulher.

“Eu estava me dirigindo pra minha casa e um amigo me ligou relatando que a mãe do meu filho tava lá nessa confraternização com meu filho de um ano. Eu liguei pra ela dizendo que iria buscar o meu filho e ela pôs resistência pra mim ir buscar. Mas na verdade ela colocou resistência porque ela tava lá com um namorado novo e ela não queria que eu visse meu filho do lado do namorado novo. E quando eu cheguei lá meu filho estava nos braços de outra pessoa. Peguei meu filho coloquei nos braço e disse: ‘Rebeca, eu já vou’. Ela fez um showzinho, eu continuei andando, não bati boca, até porque tinham mais de 80 pessoas lá, e quando eu entrei no carro, a Emily, a irmã dela, rasgou minha camisa, não foi ela. Ela me arranhou. Fiz exame de corpo de delito, fiz o boletim de ocorrência, e foi isso que aconteceu. Fiz até pra me resguardar, pois sabia que nessa história o elo mais fraco sou eu”, afirmou Matias.

O boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia de Polícia da 1ª Regional em Rio Branco. Emily e a irmã Rebeca constam como “supostas infratoras” e o assessor como “vítima”.

Acre

Estacionamento da Arena da Floresta, em Rio Branco, terá carnaval durante cinco noites, informa iniciativa privada

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Vai ter carnaval este ano no Estacionamento da Arena da Floresta. Um grupo de empresários locais se reuniu nesta terça-feira, 16, e definiu a estrutura que será disponibilizada durante os cinco dias de folia, entre os dias 09 (sexta-feira) e 13 (terça-feira) de fevereiro.

O “Carnaval da Família, Arena Família”, como foi denominado, terá uma estrutura cercada por grades e praça de alimentação e camarotes sob tendas. “Esperamos entre oito e dez mil pessoas por dia”, informa o empresário Neto Brito, um dos organizadores do evento.

A entrada será de graça. A festa terá trio elétrico e o palco fixo da arena. 15 cantores e bandas locais, além de blocos carnavalescos, vão comandar a folia nas cinco noites. “Muito Axé, samba, marchinha. Vamos mesclar de tudo um pouco”, diz o empresário.

A estrutura cercada terá duas entradas com rigorosa segurança e revista logo no acesso. Para garantir a segurança
do lado externo, o grupo que organiza o evento enviou ofícios à Secretaria de Segurança Pública solicitando a presença da Polícia Militar no local.
Uma reunião para definir o policiamento na parte externa da área deve ser realizada nesta semana.

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Destaque 7

Advogado ligado a facção criminosa Comando Vermelho destitui advogado e pede auxílio de defensor público

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O advogado Manoel Elivaldo Batista de Lima Júnior, que disse em um vídeo pertencer à facção Comando Vermelho, pediu na semana passada para ser defendido por um defensor público. Ele está, portanto, destituindo o advogado dele, Silvano Santiago, que até então o defendeu. Manoel está preso no quartel do BOPE, em Rio Branco.

Em uma carta escrita a próprio punho, remetida ao Juiz da 3ª Vara Criminal, onde corre o processo dele, Elivaldo deixa claro que não possui mais dinheiro para pagar os honorários advocatícios e, portanto, pede a designação de um defensor público.

Procurado, o advogado Silvano Santiago não quis comentar o assunto. Ele diz que estava viajando e que ainda não conversou com o colega advogado, a quem defende. “Não conversamos ainda. Não posso dizer nada a respeito”, limitou-se a dizer.

Manoel Júnior chegou a surtar dentro do Batalhão Ambiental, onde estava preso no ano passado. A defesa alega que o jurista tem problemas psicológicos e que por isso teria feito as declarações em vídeo. Exemplo disso seria o ataque de nervos que Júnior teve dento da prisão, quebrando o banheiro e móveis do local.

Júnior está com o registro de advogado suspenso na OAB, e responde processo administrativo e na Justiça por conta das declarações. O advogado preso pode pegar até 18 anos de prisão de acordo com denuncia do Ministério Público do Acre.

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Destaque 7

DNIT planeja elevação da BR-364 caso as águas do Rio Madeira invadam a estrada que liga o Acre a Rondônia

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A possibilidade de o rio Madeira provocar uma nova enchente idêntica a que transbordou a BR 364 deixando o Estado do Acre isolado por terra no ano de 2014, preocupa atualmente as autoridades federais que providenciam antecipadamente soluções imediatas, devido às intensas chuvas no interior da Bolívia que tem elevado o nível do principal manancial rondoniense. Em entrevista exclusiva a reportagem do ac24horas, que esteve em Porto Velho, o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), Claudio André Neves, informou que as tratativas com a direção da Usina Hidrelétrica de Jirau estão sendo realizadas para garantir que o rio não chegue a transbordar sobre a BR-364.

Durante a entrevista, o superintendente do órgão em Rondônia disse que já oficializou a direção da Usina de Jirau, para que o DNIT seja informado caso tenha a possibilidade das águas do rio Madeira transbordar sobre a BR que liga o Acre ao restante do Brasil.

O superintendente destacou que em 2014 viu pessoalmente os problemas enfrentados pelos acreanos na época, e que vem tomando todas providencias neste momento para que o DNIT, assim como a população, não venham a ser surpreendidos como ocorreu na época da cheia histórica.

Claudio destacou também que acabou o trabalho que foi feito em uma das margens da BR 364 do lado de Rondônia para conter a erosão que aconteceu há alguns dias e que engenheiros estão constantemente fiscalizando outras áreas para que não cause problemas no tráfego na BR 364.

O chefe do órgão em Rondônia revelou que a direção da Usina Hidrelétrica encaminhou uma proposta para a direção geral do DNIT para elevar o nível da BR 364 em mais de um metro na região que as águas do rio Madeira acabam ficando represadas. Claudio explicou ainda que o projeto ainda está em analise em Brasília, mas se caso venha ocorrer uma enchente, a direção da Usina afirmou ao DNIT que se compromete em aumentar o nível da BR nos pontos mais críticos que podem ser inundados pelas águas do Madeira.

Claudio André Neves – DNIT planeja elevação da BR-364 caso as águas do Rio Madeira invadam a estrada que liga o Acre a Rondônia

Confira a entrevista:

ac24horas – Superintendente Claudio André, o DNIT tem realmente procurado priorizar essa situação junto a direção da Usina de Jirau para controlar o nível do rio Madeira e não deixar que transborde sobre a BR 364.

Superintendente DNIT de Rondônia – A partir do momento que identificamos o risco de inundação na rodovia, nos oficializamos as Usinas, a Agência Nacional de Águas, a Companhia de Pesquisa de Recustos Minerais – CPRM e principalmente a direção Geraldo DNIT. As Usinas prontamente retornaram e a posição é que o monitoramente e operação se encontra tudo sobre controle não oferecendo risco. Mas destacou que é uma posição das Usinas. Estamos somente como observador no momento. Mas a partir do momento que a direção da Usina perceber que existe um risco vão nos emitir um alerta para que possamos fazer um plano de contingenciamento. Mas por enquanto, o que nos passaram é que está sendo monitorado e seguido os procedimentos necessários.

ac24horas – Quais as principais providencias serão tomadas caso aumente ainda mais o nível do rio Madeira provocando uma nova cheia?

Superintendente do DNIT – Estamos nesse contanto com a direção da Usina justamente para acompanhar essa situação. Se houver a possibilidade de nova enchente podemos autorizar a Usina a realizar os procedimentos de elevar a rodovia nos principais pontos que a água venha a inundar a BR 364.

ac24horas – Mas essa função de obras na rodovia não é atribuição o DNIT?

Superintendente do DNIT – Veja bem, as Usinas que tem um orçamento considerável já fizeram uma proposta junto ao Governo Federal para elevar o nível da rodovia em cerca de um metro ou mais. Tudo isso vem sendo analisado lá em Brasília. Mas no caso de uma possível enchente. Por conta de força de situação, podemos autorizar que seja feito a elevação da rodovia por meio de pedras e toda a estrutura necessária assim como foi feito da primeira vez que se aumento o nível da BR 364 na época da construção das usinas.

ac24horas – Como se encontra atualmente esse monitoramento a respeito das águas do rio Madeira?

Superintendente do DNIT – Olha, as informações que temos é que atualmente estão sendo contabilizados 27 mil metros cúbicos de água por segundo. Quando estiver em 32 metros cúbicos por segundo vai se começar a baixar o reservatório, já se programando para fazer a elevação da BR 364 com pedra nos pontos mais críticos que acabou inundando na última enchente. O objetivo é não deixar tanto o Acre como os demais municípios de Rondônia isolados por terra como na época acabou acontecendo.

ac24horas – Quais as garantias que o DNIT tem que não será pego de surpresa e que as águas não vão deixar o Acre e também os demais municípios de Rondônia isolados?

Superintendente do DNIT: Sabemos da legislação e tenho certeza que a direção das Usinas não quer que regiões do nosso país passem por problemas como aqueles vivenciados por todos nós. Inclusive estive no Acre durante este período de cheia do Madeira e sofremos muito com a falta de vários produtos alimentícios e outros. Estamos acompanhando e as medidas certas serão tomadas para garantir que todas as ações sejam feitas para a permanência do trafego na BR 364.

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