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Gladson pede respeito à posição de Bocalom

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Até que enfim, aconteceu um fato que exala prudência e inteligência política, neste mar de radicalismos, brigas e desatinos dentro da oposição. O candidato ao governo, senador Gladson Camelim (PP), emitiu ontem uma Nota que exala sabedoria e coerência ao jogar uma pá de cal nos seus militantes que pregavam o confronto e a desmoralização do presidente do DEM, Tião Bocalom, por apoiar outra candidatura da oposição para governador. “Devemos respeitar a decisão de Tião Bocalom, que, como sempre falei, é fundamental no processo político de 2018”, pontuou. Para Cameli, o fato de ter outro candidato não o tira da condição de aliado para tirar o PT do poder e que, isso tem de ser respeitado. – Repito, o meu adversário e o do Tião Bocalom é o PT, pontuou em certo trecho da sua Nota distribuída à imprensa. Dois pontos extremamente positivos na Nota do senador Cameli (PP): chamou para si as decisões maiores da campanha, que estavam ao sabor dos acontecimentos, e deixou a porta aberta para uma aliança com Tião Bocalom, num eventual segundo turno eleitoral. Política não se faz com intrigas e com o fígado, e a Nota incorporou exatamente isso. Pode ser que agora a oposição deixe de ser a velha Casa de Noca e faça uma campanha focando só no eleitorado.

CARTA PODE TER INFLUENCIADO
Uma “Carta Aberta” enviada pelo presidente do DEM, Tião Bocalom, ao senador Gladson Cameli, há dias, enumerando os seus sacrifícios pela oposição, com candidaturas majoritárias sem condições financeiras quando ninguém queria ser, reclamando contra a campanha de desmoralização que vem sofrendo de militantes da candidatura de Cameli e alertando que poderiam lhe tomar o DEM, mas não o levariam, deve ter colaborado para apagar o fogo.

CAMPANHA IDIOTA
Era de fato uma campanha idiota. Não seria tomando o DEM que mudariam a decisão de Tião Bocalom de apoiar a candidatura do Coronel PM Ulysses Araújo ao governo. Não o levariam.

SEGUNDA GRANDE BURRADA
Na cota política admite-se apenas uma burrada. O produtivo deputado federal Alan Rick (DEM) fez a sua ao tentar dar um golpe para se apossar de todo o PRB, fracassando e se desgastando. Se assumir a presidência do DEM ou colocar um preposto no lugar do Tião Bocalom na presidência, terá um desgaste político ainda maior, porque o fato seria vendido como traição.

RECUSO ACREDITAR
Por ser um jornalista bem conceituado, por não estar fazendo um mandato fraco, recuso acreditar que o Alan Rick vá, praticamente, no ano eleitoral,  criar um inimigo político para lhe perturbar na campanha, além de que, uma destituição seria  antipática perante a opinião pública.

NOVOS CAPÍTULOS
Aguardemos, pois, quais serão os novos capítulos desta novela da presidência do DEM.

FINANÇAS NO AZUL
O prefeito Marcus Alexandre chegou ao final de 2017, com as finanças da prefeitura no azul. Pagará o 13º salário e dezembro no ano, aos servidores efetivos, terceirizados , secretários e demais cargos de confiança. É obrigação. Mas num ano de crise econômica é um feito positivo.

PESO DOBRADO
O ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales, terá um peso triplo a carregar na campanha do próximo ano: reeleger a filha e deputada federal Jéssica Sales (PMDB), a mulher Antonia Sales (PMDB) á ALEAC e seu afilhado Márcio Bittar (PMDB) para o Senado. A última opção é onde pesa.

FALTA HUMILDADE
O maior peso para o ex-prefeito Vagner Sales (PMDB) é a candidatura do Márcio Bittar (PMDB) a senador. O Márcio é um nome de muita qualidades e sagacidade política. Mas tem um defeito grave: o da empáfia, achar que toda a oposição tem de, obrigatoriamente, entrar na sua campanha. Deveria ter aprendido que não é assim. E que não é o “Rei da Cocada Preta”. Uma pitada de humildade lhe faria bem demais.

FATO A SER ATENTADO
Há um fato que o Márcio Bittar (PMDB) e o seu padrinho Vagner Sales (PMDB), não atentaram na campanha do próximo ano: a oposição não tem só dois nomes para o Senado, mas cinco postulantes. A saber: Sérgio Petecão, Minoru Kinpara, Fernando Lage, Sanderson Moura e o próprio Márcio. Não há, então, o monopólio de duas candidaturas.

FRADE CAPUCHINHO
A estrela do REDE, Marina Silva, disse no lançamento da candidatura do professor Minoru Kinpara candidato a senador, que o partido fará uma “campanha franciscana”. O Minoru não entre na briga pensando que disputará a eleição num convento da Ordem dos Capuchinhos.

PODERIO ECONÔMICO
Na campanha do Senado, Kinpara vai enfrentar o poderio econômico tanto dos candidatos dos partidos tradicionais da oposição como do PT, todos municiados pela alta grana do Fundo Partidário. A próxima eleição no Acre continuará a ser pautada pelo poderio financeiro.

DIVISOR DE ÁGUAS
O grande divisor de águas na campanha presidencial do próximo ano será o julgamento do recurso do ex-presidente Lula contra a sua condenação a 9 anos de cadeia, a acontecer no TRF. Se mantida a condenação, mesmo com direito a recursos, complicará a sua vida política. Até porque até a eleição poderá sofrer novas condenações. A sua situação jurídica é delicada.

RESOLVE DE VEZ
Os políticos do PT consideram que a justiça está sendo célere no julgamento do recurso do Lula. Vejo por outro ângulo, coloca fim em uma agonia: define de vez se será mantida a condenação ou se será absolvido. A dúvida fica sendo um fardo muito pesado.

NÃO OFICIAIS
Informações de bastidores dão conta de que na última pesquisa da DATA-CONTROL o Coronel PM Ulysses Araújo (PATRIOTA) chegou aos dois dígitos. A pesquisa já está em mãos do PP, partido que encomendou a coleta de opinião. Será somente para o consumo interno.

TUDO O QUE PT SONHA
Na eventualidade do PDT sair só para a Câmara Federal é tudo o que o PT sonha. É que o PDT tem sido o grande articulador da formação de uma chapa com os partidos pequenos para a disputa de Federal. O PT trabalha para que todos os partidos da FPA estejam num chapão.

NÃO TERIA FACILIDADE
Amigos do deputado federal Alan Rick (DEM) revelam que o seu temor em continuar no DEM é pelo fato de achar que a legenda da chapa para Federal não será suficiente para eleger dois deputados federais. E neste caso ou ele ou Tião Bocalom embarcariam na balsa para Manacapuru.

SEM MISTÉRIO
Para deputado estadual o Pastor da IBB, Agostinho Gonçalves, não tem muito segredo, estará na campanha do candidato a deputado estadual do secretário de Saúde, Gemil Junior. Agostinho promete ficar fora da política, mas vem a eleição e entra de novo de corpo e alma.

OUTRO PONTO MARCADO
E para o governador está mais que claro que o seu candidato será o Marcus Alexandre que, inclusive, é seu pupilo na IBB. Agostinho é um dos Pastores que mais reverencia o Tião Viana.

CANDIDATURA ÚNICA
Para deputado federal o PSDB terá no chapão da oposição para a Câmara Federal, apenas o Major Rocha, buscando a reeleição. Para deputado estadual disputará com uma chapa própria, que tem nomes como o deputado Luiz Gonzaga e os vereadores Clécio Moreira e Célio Gadelha.

QUEM VAI QUERER IR?
O candidato ao governo, Coronel PM Ulysses Araújo (PATRIOTA), ao dizer que não quer nenhum político com mandato como seu vice, quer entrar naquela de aparecer ao eleitorado como uma candidatura distante dos velhos políticos. Mas quem é o deputado que vai querer ser vice de um candidato que é uma incógnita eleitoral?

GOVERNO PODERIA EXPLICAR
Afinal, a multa ao empresário Assuero Veronês por ter plantado soja é em razão de que? Não tirou licença ambiental para o plantio? Qual o motivo, então? O governo deveria explicar. Politicamente, o ato foi muito negativo entre os empresários do meio rural.

ATRAPALHANDO OS ALIADOS
Não é a primeira reclamação que recebo de dirigentes dos partidos nanicos de que assessores petistas estão investindo em nomes já comprometidos com chapas de aliados para deputado estadual e colocando pedras no trabalho dos nanicos. A mais recente queixa é contra o assessor do prefeito Marcus Alexandre, Manoel Lima, que estaria criando dificuldades e prejudicando o PSDC no movimento comunitário. A denúncia é dos dirigentes do PSD, José Afonso e Luiz Assis. Não me causa surpresa! Mas, confesso que, não sabia que o assessor Manoel tinha tanto força: dizem que chegou a cancelar uma audiência que os dois dirigentes teriam com o prefeito Marcus Alexandre. É uma tática canibal. Os petistas que assim agem deveriam estar buscando esvaziar a oposição e não esvaziar os aliados. E os assessores petistas deveriam saber que só estão nos cargos que ocupam pelos votos dos partidos nanicos. Se o PT ainda fosse o dono da bola o Marcas Alexandre seria candidato apoiado apenas pelo PT. Se estão pisando em aliados como PSDC antes da campanha começar, o que se imaginar, se ganharem a eleição? O abacaxi gigante foi jogado para descascar, no colo do Marcus Alexandre.

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