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BC projeta crescimento da economia em 1% este ano e em 2,6% em 2018

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O Banco Central (BC) aumentou a projeção para o crescimento da economia este ano e em 2018. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi ajustada de 0,7%, projeção de setembro, para 1%, de acordo com o Relatório de Inflação divulgado hoje (21), no site do BC.

Para 2018, a estimativa subiu de 2,2% para 2,6%, “em linha com a retomada gradual da atividade econômica ao longo do ano e com as perspectivas de sua continuidade nos próximos trimestres”.

Neste ano, a produção agropecuária deverá crescer 12,8%. A projeção para o desempenho do setor industrial é de queda de 0,3%. O setor de serviços deve apresentar crescimento de 0,3%.

A expectativa para os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) deve apresentar retração de 2,5%. A previsão para o consumo das famílias é 1,2%.

Indústria deve ter expansão de 2,9%

Em 2018, o BC projeta recuo de 0,4% na produção agropecuária, em linha com o primeiro levantamento de safra divulgado em novembro.

O crescimento da indústria é estimado em 2,9% e do setor de serviços em 2,4%. O consumo das famílias deve crescer 3%, com a melhora da renda, do crédito e sob efeito do “carregamento estatístico de 2017”, ano de recuperação da economia.

Para os investimentos, a expectativa de crescimento é de 3%, com a melhora esperada para o setor de construção civil.

Gente - Economia e Negócios

Justiça nega recurso contra liminar que suspende privatização da Eletrobras

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O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) em Pernambuco negou o pedido de suspensão de liminar, apresentado pela União, para incluir a Eletrobras e suas subsidiárias no Programa Nacional de Desestatização. O pedido foi indeferido pelo presidente do TRF5, desembargador federal Manoel Erhardt. A liminar foi concedida na última quinta-feira (11) pela 6ª Vara Federal da Seção Judiciária do estado.

Em sua decisão, o presidente do TRF5 diz que “não se visualiza, ao menos por ora, risco iminente ao insucesso do programa, dado que o próprio cronograma é algo indefinido”.

Na semana passada, o juiz Carlos Kitner, da Justiça Federal em Pernambuco, concedeu uma liminar para suspender o Artigo 3º da Medida Provisória (MP) 814, editada em 29 dezembro de 2017, que retirava de uma das leis do setor elétrico a proibição de privatização da Eletrobras e de suas subsidiárias.

A ação popular foi aberta na terça-feira (9) pelo advogado Antônio Accioly Campos. Ele questionou a revogação, pela MP, do Artigo 31 da Lei 10.848/2014, que excluía a Eletrobras e suas controladas (Furnas, Companhia Hidroelétrica do São Francisco, Eletronorte, Eletrosul e a Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica) do Programa Nacional de Desestatização.

*Com informações do TRF5

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Destaque 2

Para ficar pronta em 2018, ponte sobre o Rio Madeira depende de aprovação de projeto de suas cabeceiras até abril

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Prevista para ser inaugurada até o final de 2018, a ponte sobre o rio Madeira atualmente tem 69% de sua obra física pronta, mas a falta de revisão e aprovação de um dos projetos, ainda não garante a conclusão em definitivo até o prazo estabelecido. A construção da ponte que começou em 2014, mas há décadas sempre foi um sonho definitivo de ligação por terra do Acre ao restante do Brasil, teve seu orçamento inicial girando em torno de R$ 128 milhões, chegando a quase R$ 150 milhões em valores atualizados até o momento.

A ponte que tem uma área de projeção de 1084 metros sem os acessos chega a 1800 metros com as cabeceiras concluídas. Atualmente falta ser concluído somente um dos quatro ‘BES’ conhecidos popularmente como sustentação dos pilares, sendo que um está em fase de fundação. Já as vigas e Lages estão praticamente prontas e esperando somente a conclusão dos últimos pilares para o termino.

A obra é de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) de Rondônia que contratou a JDS Engenharia e Falcão Bauer como consórcio supervisor, além da empresa ArteLeste como construtora. O que garante uma execução da obra com mais qualidade e fiscalização intensas em cada etapa.

De acordo com o engenheiro de produção da construtora ArteLeste, Max Barbosa, neste período de chuva vem sendo feito o que é possível. “Tem dias que com as intensas chuvas não há como trabalhar, mas estamos dando seguimento dinâmico à obra garantindo sempre a total segurança. Atualmente temos toda a estrutura de lages e vigas prontas, faltando somente um dos BES para a construção de mais um dos pilares”, explica o engenheiro.

O engenheiro supervisor da JDS e Falcão Bauer, Fernando Arantes, destacou as principais dificuldades de se fazer a ponte sobre o rio Madeira. “Temos aqui uma região com suas situações climáticas totalmente diferente. O rio Madeira é muito perigoso pelo tipo de material que transporta em suas águas, as madeiras passam a todo instante pelo leito do rio, isso para trabalhar exigi uma atenção ainda maior. A região não tem produção do material que precisamos para a construção, tudo vem de outras fora. Estas são as principais dificuldades que estamos superando para concluir esta importante obra para esta região amazônica”, destacou Arantes.

Projeto para garantir a inauguração da ponte

Segundo os engenheiros as obras da ponte em sua parte física ficarão prontas até o final deste ano, mas um projeto que corresponde à parte dos acessos “cabeceiras” falta ser aprovado em Brasília, o que garantiria uma entrega completa da obra até o final deste ano. Mas o projeto precisa ser aprovado até o mês de abril para que as empresas tenham garantias de concluir o serviço até o final de 2018.

O engenheiro supervisor da obra, Fernando Arantes, destacou que por conta da ultima enchente do rio Madeira que atingiu parte da área de acesso da ponte “as cabeceiras” que estavam estipuladas a 94 metros do leito do rio foi modificada pelo DNIT para 100 metros depois da enchente de 2014. O que dentro do planejamento da obra acabou afetando o que estava definido para a região.

“Temos ainda a indefinição dos projetos, que falta a aprovação que estão em analise em Brasília. Havendo a autorização para a execução, daremos inicio as obras do acesso da ponte para garantir a entrega completa da obra”, explica o engenheiro.

Fernando destaca ainda que o projeto inicial dos acessos teve que ser modificado por conta da ultima enchente. “Foi verificado que estava estipulado no planejamento caso acontecesse uma nova enchente igual à de 2014 os acessos à ponte ficariam submersos. Por conta disso o projeto teve que ser modificado junto com a projeção dos acessos. Estamos aguardando a autorização para executarmos o serviço”, finalizou o supervisor.

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Cotidiano

57% dos empresários do comércio acreano ficaram satisfeitos com as vendas de Natal, diz pesquisa

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Ao menos 57% dos empresários do comércio local se deram por satisfeitos com as vendas de Natal de 2017, segundo pesquisa realizada junto a 150 empresários do comércio, entre os últimos dias 3 e 6 de janeiro, pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Estado do Acre (Fecomércio/AC), por meio do Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresariais do Acre (Ifepac). Ainda de acordo com o levantamento, porém, 25% dos entrevistados apontaram vendas inferiores ao esperado.

A pesquisa apontou, também, que 14% dos empresários entenderam que o resultado das vendas do Natal foi considerado ótimo (em 2016, essa avaliação foi de 10%). A maioria, de 73% avaliou o resultado como razoável (“bom” para 39% e “regular” para 34%); outros 9% disseram “não saber” informar; e 3%, afirmaram que as vendas foram ruins.

Para 57% dos empresários, o resultado das vendas do Natal teria relação com o excesso de endividamento da população de Rio Branco, enquanto outros 22% admitiram relação com a “falta de dinheiro na praça”. Além disso, a desconfiança da população foi apontada por 9% dos empresários, além de 13%, que fazem referência a outros fatores.

A pesquisa detalha, ainda, que para 37%% dos empresários, as vendas no Natal de 2017 superaram as do ano anterior, enquanto outros 35% admitiram igualdade na comparação. Para 29%, porém, as vendas foram menores no Natal.

Influência do desemprego sobre o resultado das vendas no Natal 2017

Para 69% dos empresários, o desemprego seria um relevante influenciador da queda de vendas apontadas para o Natal 2017. Dentre as demais manifestações sobre essa questão, a pesquisa destacou tão somente 1% dos empresários, que entenderam sobre grande influência negativa para os negócios de compra e venda para a data. Outros 21% se mostraram indiferentes à referência e, 9% não se manifestaram a respeito.

Além disso, 31% dos empresários a melhor estratégia para minimizar os prejuízos seriam as promoções. Outros 25% afirmaram que o aumento dos níveis de descontos para as vendas com recebimento à vista seria outra boa alternativa. Além disso, segundo a pesquisa, 23% dos empresários planejaram a redução de preços e, 21%, disseram que irão estudar meios para “criatividade” como estratégia de comércio. Apenas 1% manifestou intenção em “baratear crédito”.

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