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Tchê não descarta chapa própria para federal

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O presidente do PDT, Luiz Tchê, se posicionou ontem à coluna que não descarta a possibilidade do seu partido sair com uma chapa puro-sangue para a disputa das oito vagas na Câmara Federal. “Em março, vamos nos sentar com os outros presidentes de partidos para que mostrem as suas chapas para Federal. Eu tenho mais de dez nomes, se vierem apenas com um candidato a deputado federal, não há como fazer uma aliança e o PDT então irá para a disputa sem coligação com ninguém”, advertiu. Para Tchê, o mesmo se aplica na questão da chapa para a Assembléia Legislativa. “Eu não posso queimar os integrantes da minha chapa,trazendo para uma coligação, partidos que só têm um ou dois candidatos fortes. Não vou fazer isso”, pontuou. Para Tchê, o que acontece é que ele vem trabalhando direto há dois anos na montagem das chapas de Federal e para a ALEAC e que, por isso não pode entregar tudo de mão beijada aos partidos que não trabalharam a formação dos seus quadros para a eleição. “Não podem chegar para coligar com um monte de nomes sem votos”, avisa o presidente do PDT.

CURTO E GROSSO
Traduzindo a fala do presidente do PDT, Luiz Tchê: não vamos aceitar coligar com partidos que chegarem com um ou dois medalhões para a chapa. Diz que tem sido muito claro nisso com os presidentes de outros partidos interessados em fazer alianças para a ALEAC e Federal.

TERÃO QUE CORRER
A posição do PDT deixa os demais partidos nanicos numa sinuca de bico de terem de correr para montar chapas próprias para a Câmara Federal e ALEAC, ou pelo menos conseguir umadúzia de nomes competitivos para serem aceitos na coligação com o PDT.

O QUE SEMPRE TEM DITO
O ex-prefeito Tião Bocalom (DEM) reiterou na sua última entrevista no AC24horas, o que tem dito aqui na coluna: que não aceita compor na chapa do senador Gladson Cameli (PP) como seu vice e disputará uma vaga de deputado federal. É perder tempo se tentar demovê-lo.

SÓ EFETIVOS GARANTIDOS
O governo só deve pagar o 13º salário e o mês de dezembro dos seus servidores efetivos. Os secretários e demais cargos de confiança somente receberiam o 13º, dezembro ficaria para o repasse do FPE do dia 10 de janeiro. Foram as informações passadas por fontes financeiras.

NÃO PODEM NEM CHIAR
Os secretários e outros ocupantes de cargos de confiança não podem nem chiar para não perder o bom salário que recebem. Mesmo porque estão nos cargos por deferência do governador, são demissíveis a qualquer hora. Quem come do pirão, prova do cinturão.

BURRICE TEM LIMITE
Na política existem as burradas. Mas, até as burradas têm limites. Tentar tirar o Tião Bocalom do comando do DEM, via golpe em Brasília, é a maior burrada que a oposição poderia fazer. Estariam vestindo a capa de perseguição que tanto condenaram na vestimenta do PT.

E POR QUAL MOTIVO É BURRICE?
Aplicar o golpe de tirar o DEM do Tião Bocalom é burrice por um motivo simples: até aqui é um mero adversário do candidato ao governo, senador Gladson Cameli e que, num segundo turno poderá ser aliado. Caso o golpe de demovê-lo seja aplicado, o Gladson deixará de ter um adversário, mas um inimigo político, falando mal dele. Este problema está sendo conduzindo com emoção por aliados, quando deveria sê-lo com prudência. Não se faz política com o fígado. Tem assessor que mais atrapalha do que ajuda a oposição.

ALAN RICK INTERESSADO
O que circula nos bastidores é que o deputado federal Alan Rick (DEM) estaria neste motim contra o Tião Bocalom. Digo “estaria”. É um moço que faz um bom mandato, produtivo, mas que, politicamente, anda perdido. Por acaso acha que será fácil eleger-se no chapão da oposição? É só olhar ao redor para ver ser uma parada encardida. Acha por acaso que o PSDB ficará de braços cruzados se não indicar o vice? Cautela e caldo de galinha, Pastor, não fazem
mal a ninguém.

ATINGE TODO GRUPO
Outro ângulo que precisa ser analisado é que o Tião Bocalom integra um grupo que tem como princípio não apoiar o golpismo político e com certeza vai reagir. Isso leva a um confronto interno que poderia ser evitado. Quem deve estar rindo com tanta lambança é o pessoal do PT.

VAMOS AGUARDAR
Ontem, conversando com um aliado do deputado federal Major Rocha (PSDB) este dizia que, a posição do partido é a de aguardar os acontecimentos sobre a questão do vice. “O Gladson Cameli (PP) disse de público ser a escolha uma indicação do PSDB. Acreditamos e vamos aguardar”, assinalou.

SÓ ÉTICO
A questão da nomeação do ex-senador Anibal Diniz (PT) para Vice-Presidente da ANATEL é legal e irreversível. O problema é ético: ocupar o cargo no governo que chama de “golpista”.

COMO DISSE CRISTIANA
O PMDB voltou ao nome antigo de MDB. Com Renan Calheiros, Romero Jucá e companhia limitada, jamais será o MDB de Ulysses Guimarães. Como bem disse em comentário a jornalista Cristiana Lobo, na GLOBONEWS:- não adianta mudar o nome, a carcaça sendo a mesma. E eu coloco: não adianta tomar banho e vestir a calça suja e cheia de buracos.

NÃO É O NOME
O que faz um partido não é o nome de fantasia, mas sim as pessoas que o integram.

PRINCIPAL ADVERSÁRIO
O Reitor da UFAC, Minoru Kinpara, foi anunciado ontem, oficialmente, como candidato ao Senado pelo REDE. O seu maior adversário será o tamanho do seu partido, sem estrutura e ausente nos 22 municípios, diferente dos partidos dos seus adversários. No Acre, o voto qualificado, não decide eleição, é minoritário, e sim os votos conquistados nos grotões. Este é o desafio do Minoru.

FOLHA ZERADA
Até o dia 29, o prefeito de Epitaciolândia, Tião Flores, pagará o 13º salário e o mês de dezembro, zerando a folha da prefeitura. Quando a gestão é séria, o gestor consegue cumprir todos os seus compromissos sem atrasar. E olhe que não pegou a prefeitura adimplente!.

OUTRA GESTÃO EFICIENTE
Também tem se mostrado eficiente na gestão a prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, que terminará o ano com dezembro e o 13º salário pagos. Pegou uma cidade arrasada no seu urbanismo e também inadimplente. A partir do próximo ano poderá deslanchar mais.

NOME Á DISPOSIÇÃO
O Dr. Raiz ligou para dizer que não será por falta de nomes que o PSB ficará sem chapa própria para deputado estadual. Colocou seu filho Mariano Luz, filiado desde os 19 anos, à disposição do partido para completar a chapa. Raiz é fervoroso cabo-eleitoral de Marcus Alexandre (PT).

CONSELHO DA EXPERIÊNCIA
Os assessores mais experientes do candidato ao governo, senador Gladson Cameli (PP), têm lhe recomendado que esqueça posições traumáticas de confronto com o ex-prefeito Tião Bocalom (DEM) e toque a sua campanha esquecendo que ele existe, porque ganhará mais.

MAR DE TRANQUILIDADE
Enquanto a oposição se enfraquece em brigas intestinas, o candidato ao governo, Marcus Alexandre (PT), vai tocando a sua campanha sem um arranhão dentro da FPA em relação à sua candidatura. Como é que se quer derrotar um adversário se não se consegue ficar na paz?.

SEGUNDO VOTO CERTO
Ontem, numa roda política em que se falava sobre candidaturas ao Senado, quando o nome do candidato do REDE, Minoru Kinpara, foi citado, ouvi essa frase: “esse é um segundo voto certo do Jorge Viana”!

CHAPA COMPETITIVA
PPS-PTB- SOLIDARIEDADE conseguiram montar uma chapa bem competitiva para deputado estadual, com meta de tentar ficar com duas cadeiras na ALEAC. Tem na publicitária Charlene Lima (PTB) um dos expoentes desta coligação. Conseguiu formar um forte grupo político.

VOTOS FIÉIS
É tolice se tentar derrubar o deputado Heitor Junior (PDT) com picuinhas. Vai para a disputa de vagas da ALEAC mais bem estruturado que quando disputou a última eleição. Tem votos fiéis.

PARA ONDE VAI A OPOSIÇÃO?
Com toda a minha experiência não saberia responder a pergunta acima. Não dá para se ter um raciocínio lógico quando se vê ao invés de construção de pontes para um eventual segundo turno, a quebra dessas pontes. Ter mais de uma candidatura ao governo na oposição não significa o fim do mundo. Quando o povo quer eleger um candidato a governador pode ter dez candidaturas. A questão é que ao Invés de cada um ir para o seu lado, ficam se confrontando muito antes de começar a campanha e passando para a opinião pública que virou bagunça. Ou eles imaginam que o eleitor não acompanha tudo o que está acontecendo neste festival de desencontros políticos? Por isso, não me pergunte para onde vai a oposição, porque não sei. Mas se continuarem nesta belicosidade, dá para se imaginar onde vão aportar, após 2018. Não se pode pensar em ganhar a eleição vivendo numa Casa de Noca, onde todo mundo berra, todo mundo se ataca, o feijão queima e ninguém consegue se entender. Quadro desalentador!.

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