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Ulysses: “com um ano mudo o panorama da segurança”

Luis Carlos Moreira Jorge

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A afirmação foi feita sábado último numa entrevista no programa de rádio do jornalista Astério Moreira, na FM-93, ao falar sobre os seus planos para acabar com o panorama da violência no Estado, notadamente, na Capital. O Coronel Ulysses Araújo (PATRIOTA), que defende a candidatura de Jair Bolsonaro à presidência e as suas bandeiras principais, prometeu que, com uma nova formatação da Polícia Militar, dando-lhe condições de trabalho para combater o poder do banditismo, em um ano derruba os índices da violência. -A PM trabalha hoje com condições mínimas para dar um combate efetivo ao crime, pontuou Ulysses (foto). Ele debita o crescimento da violência, além do descaso do Estado, ao grande índice de desemprego em todo Acre. Prometeu que, se ganhar a eleição para governador, criará políticas públicas para aumentar a oferta de emprego. Sobre desunir a oposição, descarta ser a sua candidatura este elo. -Vamos levar as candidaturas até Junho, as pesquisas é que dirão a condição de cada candidato. Não adianta ficar discutindo isso agora. O povo é que dirá se me quer ou não como candidato, enfatizou. Ulysses defende também o liberalismo e a livre iniciativa, sem um Estado que tutela. Num ponto, o Coronel Ulysses está correto: é cedo para avaliar sua candidatura ao governo do Acre. A campanha nem começou.

BOM PARA A POPULAÇÃO
Basta dar uma olhada nos candidatos a senador para se chegar rápido à conclusão de que, nas duas últimas décadas nunca tivemos tantos nomes qualificados como os que teremos na eleição do próximo ano. Isso abre um leque grande de sete postulantes para a escolha de dois.

ROCHA NO TORNIQUETE
O presidente do PSDB, Geraldo Alckmin, disse em entrevista pública pela grande mídia que, o momento é de convencimento, mas o deputado federal que votar contra a Reforma da Previdência receberá “punição” do partido. Pronto: colocaram o Major Rocha (PSDB) num torniquete. Tem declarado que é contrário ao Projeto.

ESQUEÇAM O BOCALOM
Não entendo o motivo ainda de se ficar alentando o Tião Bocalom (DEM) ser o vice da chapa do candidato ao governo, senador Gladson Cameli (PP), por um motivo mais do que relevante: já disse aos vários emissários que com ele foram conversar sobre a possibilidade de que, disputará uma vaga de deputado federal, pela coligação DEM-LIVRES-PATRIOTA. Entenderam?

AQUISIÇÃO DE PRIMEIRA LINHA
O médico e ex-vereador Carlos Beirute filiou-se ao PMDB. É uma bela aquisição do partido para a sua chapa de candidatos a deputado federal. Não somente por sua figura de qualidade, respeitabilidade, mas também porque está com uma campanha bem estruturada e entra no jogo para disputar de forma competitiva uma vaga de Federal, aumentando os votos da legenda da oposição. Levou junto o filho Rodrigo Beirute.

GAFE POLÍTICA
Foi de uma comicidade sem par o convite para o lançamento da “pré- candidatura da primeira dama”, moldado pelo PR. Claro que foi à revelia do PP e, um escorregão de quem redigiu o convite, mas veio á tona desta forma e assim deveria ser comentado. Faz parte das gafes. Mas surreal e uma peça de humor. Não foi também nenhum fim do mundo!

ISSO É O RELEVANTE
Não é relevante se o Pelé Campos é ou foi vereador pelo PMDB de Feijó. O relevante é ser a maior liderança do partido no município e que está saindo para entrar num partido da FPA. E que queiram ou não é um posição dissonante que trará prejuízos à oposição.O resto é mimimi.

PRIMEIRA SUPLÊNCIA FECHADA
Quem ainda tiver sonhando em ser primeiro suplente em uma das duas chapas de candidatos ao Senado do PMDB e PSD, esqueçam. Pelo lado do senador Sérgio Petecão (PSD) o convite foi feito à viúva do ex-governador Orleir Cameli e; do Márcio Bittar (PMDB), Vagner Sales indicará.

MUITO MAIS FORTE
Até na FPA o chapão da oposição para deputado federal é visto como muito mais forte do que a dos partidos que apóiam o governo. A oposição tem mais chance de eleger cinco nomes para  a Câmara Federal do que a FPA. Isso se levar em conta que, a coligação puxada pelo DEM poderá ficar com uma das vagas. A FPA se descuidou, não renovou com bons nomes.

NÃO CABE MAIS DISCUSSÃO
Não cabe mais discussão sobre esta questão do Pró-Saúde, porque os dois lados já apresentaram os seus argumentos. É esperar agora no próximo ano, o pronunciamento da justiça. Antes disso o veto oposto pelo governador Tião Viana será analisado pela ALEAC.

ESTÁ NA DISPUTA
Pela sua estrutura de campanha seria até inconseqüente se tirar o vereador Manuel Marcos (PRB) dos nomes mais competitivos para deputado federal dentro da chapinhas dos partidos nanicos da FPA. Esta mesma estrutura ajudou sobremaneira a eleição do deputado federal Alan Rick pelo PRB, hoje no DEM.

NÃO É UMA AMADORA
Aos que se admiram do fato da publicitária Charlene Lima (PTB) estar com uma campanha redonda para deputada estadual é bom explicar que, não se trata de nenhuma amadora na política. Charlene é calejada, como publicitária, no comando de várias campanhas majoritárias.

MELHOR QUE LHE ACONTECEU
Por questões partidárias, Charlene Lima não disputou a eleição para a prefeitura de Sena Madureira, onde aparecia sempre colada nas pontas das pesquisas. Mas foi melhor, porque teve mais tempo de solidificar e aumentar o seu grupo político em outros municípios.

NÃO SE VOTA EM PARTIDO
No Acre, o partido é irrelevante. Vamos a um exemplo mais recente: com a imagem do PT no fundo do poço, o prefeito Marcus Alexandre (PT) se reelegeu com uma votação histórica, sobre os nomes lançados pela oposição. No campo majoritário se vota no nome, não no partido. E assim deverá ser na eleição de 2018. Que tem mostrado um equilíbrio grande.

NÃO ADIANTA INSISTIR
Quem já foi candidato e na primeira tentativa para voltar perdeu novamente, melhor ficar como espectador da política. A política é como um ciclo: tem começo, meio e fim. Quando se leva o carimbo na testa de “validade vencida”, melhor não insistir, pois, perderá de novo.

FINAL DA NOVELA
Posso até errar, mas tudo está a mostrar este caminho: o PDT sairá para deputado estadual de chapa própria, com o presidente Luiz Tchê sendo candidato, e não fechará a aliança com o PRB e PODEMOS. A aliança PDT-PODEMOS-PRB fica cada dia mais distante de vir a acontecer.

BRIGA NO NINHO TUCANO
O clima não anda bom no ninho tucano, divergências de idéias, acabaram em ameaças e BO. É a velha briga revivida dos chamados “tucanos do bico mole” com os “tucanos do bico duro”.

DEPENDE DA ESCOLHA
Henrique Afonso é um nome que enobrece a política. Embora divergente de muitas das       suas convicções, não há como não reconhecer sua honorabilidade. Se ele voltará ao mandato de Federal tem que se olhar, dois prismas: pelo chapão do PT é bem complicado, na chapinha dos nanicos, a sua chance é bem maior. O resto é com a campanha e com o eleitorado.

MAIORIA É QUE DÁ O TOM
Também achei um absurdo, vereadores de Rio Branco, de abrirem mão de integrar o Conselho Tarifário. Mas no jogo político o que prevalece numa casa legislativa e a bancada majoritária. Quem tem mais vereador dá o tom. Resta nestes casos à oposição minoritária, o protesto.

APOSTANDO NO AREAL
O diretor do DETRAN, Pedro Longo, joga as suas fichas no ex-prefeito Nilson Areal, para sair de Sena Madureira, com boa votação para a ALEAC. Mas fora do poder, Areal perdeu muito da sua força, principalmente, se não for lhe dada uma grande estrutura de campanha.

FORTE NA CAPITAL
Em todas as pesquisas que são feitas um dado aparece claramente: o deputado federal Major Rocha (PSDB) é muito forte na Capital. Se solidificou, como um candidato contra o PT.

MÁXIMA DA POLÍTICA
Costuma-se dizer que segundo turno de eleição é bom para quem está no poder, porque compra os candidatos que perderam. Em tese, sim! Mas só se compra o que está à venda. E não é uma traição ou outra que conseguirá mudar o panorama do primeiro turno, mas o eleitor, candidato derrotado não é dono de votos. Não há nada mais difícil do que transferir votos quando se está com mandato, e muito mais difícil ainda é para o candidato que não conseguiu ganhar, pelo simples fato de não ter o que oferecer. Em suma: quem decide o segundo turno é o eleitor. Mágoa de candidato derrotado não move o moinho das urnas.

 

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