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MPF/AC realiza consulta virtual para ouvir a sociedade sobre sua atuação

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O Ministério Público Federal no Acre (MPF/AC) realiza até o dia 20 de janeiro, em sua página na internet, consulta pública online com o objetivo de obter opiniões e contribuições para aperfeiçoar a sua atuação e ouvir a sociedade sobre demandas ou formas de atuar que possam colaborar com a prestação dos serviços públicos do órgão.

Por meio do preenchimento do formulário disponível na página do MPF/AC na internet, os cidadãos, representantes da sociedade civil, de entidades públicas e privadas e de organizações não-governamentais poderão se manifestar e contribuir com sugestões e/ou críticas relacionadas à estrutura física, acessibilidade, atendimento ao cidadão (presencial ou eletrônico), atuação institucional, transparência e proximidade com os cidadãos, dentre outros assuntos.

Quem não tem acesso à internet também pode se manifestar pessoalmente no órgão. O atendimento ocorrerá após o dia 8 de janeiro, no horário de 9h às 17h. Em Rio Branco a sede do órgão fica na Alameda Ministro Miguel Ferrante, 340, no Portal da Amazônia (3214-1400). Em Cruzeiro do Sul a unidade do MPF está situada na Cidade da Justiça no bairro Boca da Alemanha.

Durante a consulta pública o cidadão pode apontar mudanças, sugerir ações e destacar medidas que considere relevantes para a melhoria da atuação dos membros e da própria instituição. As sugestões serão analisadas por servidores e procuradores da República para verificar a possibilidade de implementação.

Entre as áreas de atuação do MPF estão: a cidadania, o acompanhamento de políticas públicas, o cumprimento das leis, o combate à corrupção e ao crime organizado, os direitos do consumidor e a defesa da ordem econômica, a proteção ao meio ambiente, a defesa dos patrimônios cultural, público e social, e a garantia dos direitos das populações indígenas, de comunidades tradicionais e de outras minorias.

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Antônia Lúcia nega qualquer interesse da família Câmara em poder e caixa da Assembleia de Deus no Acre

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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Após a publicação de denúncia de um dos obreiros mais antigos da Assembleia de Deus (AD) do Acre, que relatou em entrevista exclusiva ao ac24horas, que um dos motivos que estariam por trás da decisão do Pastor Luiz Gonzaga, de desligar-se da Convenção Estadual de Igrejas e Ministros das Assembleias de Deus no Acre (CEIMADAC) e da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), seria a o interesse na arrecadação e o controle das igrejas no Acre pelo grupo da família Câmara, a ex-deputada Antônia Lúcia (PR), esposa do deputado federal Silas Câmara (PRB) e cunhada do pastor Samuel Câmara, presidente da Convenção das Assembleias de Deus do Brasil (CADB), resolveu falar sobre o assunto a apresentar a versão do grupo religioso.

Segundo Antônia Lúcia, “a denúncia do obreiro não passa de difamação feita contra Luiz Gonzaga, Samuel Câmara e Silas Câmara. Não tem procedência alguma essas informações. Acredito que essas denúncias estão partindo de alguém que tem como objetivo ofender meu marido, minha pessoa e minha família, lamento essas ilações maldosas que tentam fazer sobre uma questão interna da Assembleia de Deus, que não acontece apenas no Acre, mas em todos os estados brasileiros. Contudo, devo imaginar que de onde vem essa difamação, no mínimo, é de quem tem mandato dentro da Igreja Assembleia de Deus e que pensava se perpetuar no poder”, disse a missionária, sem citar nomes, mas pode ser um recado direcionado ao pastor Pedro Abreu, da CEIMADAC.

Ela destaca que a decisão do pastor Luiz Gonzaga não contou com incentivo ou participação do deputado federal Silas Câmara. “Ele está se dedicando ao mandato e aos problemas levantados pelos seus eleitores. Jamais esta decisão dependeria do meu marido. As soluções para os problemas da Assembleia de Deus no Acre são exclusivos dos pastores acreanos. Já com o pastor Samuel Câmara, não posso dizer que não, afinal é um líder nacional que vem sendo seguido por milhares de pastores em todo o Brasil. Como tal, ele age e trabalha pelo reino de Deus. As mudanças são naturais, principalmente quando em relação à renovação de seus líderes que têm como objetivo o conforto espiritual dos fieis nos templos espalhados pelo nosso país”, destaca Antônia Lúcia.

Sobre um possível apoio da igreja para sua campanha eleitoral no Acre, Antônia Lúcia afirma que não pertence a denominação religiosa Assembleia de Deus. “Espero que me deixem de fora dessa discussão, pois pertenço a outra denominação e o deputado Silas Câmara a outro estado. Não é verdade que temos interesse no caixa de igreja alguma. Somos missionários e como tal, semeamos a obra de Deus pelo país afora. Esse relato é bem conhecido de épocas ruins e humilhantes que passei nas mãos de quem certamente são os autores dessa matéria descabida. Esse vocábulo e pensamento eu conheço muito bem. Quem se incomoda com a mudança é porque está doendo muito saber que o futuro mudou dentro da nova instituição”, destaca a missionária.

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Para ficar pronta em 2018, ponte sobre o Rio Madeira depende de aprovação de projeto de suas cabeceiras até abril

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Prevista para ser inaugurada até o final de 2018, a ponte sobre o rio Madeira atualmente tem 69% de sua obra física pronta, mas a falta de revisão e aprovação de um dos projetos, ainda não garante a conclusão em definitivo até o prazo estabelecido. A construção da ponte que começou em 2014, mas há décadas sempre foi um sonho definitivo de ligação por terra do Acre ao restante do Brasil, teve seu orçamento inicial girando em torno de R$ 128 milhões, chegando a quase R$ 150 milhões em valores atualizados até o momento.

A ponte que tem uma área de projeção de 1084 metros sem os acessos chega a 1800 metros com as cabeceiras concluídas. Atualmente falta ser concluído somente um dos quatro ‘BES’ conhecidos popularmente como sustentação dos pilares, sendo que um está em fase de fundação. Já as vigas e Lages estão praticamente prontas e esperando somente a conclusão dos últimos pilares para o termino.

A obra é de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) de Rondônia que contratou a JDS Engenharia e Falcão Bauer como consórcio supervisor, além da empresa ArteLeste como construtora. O que garante uma execução da obra com mais qualidade e fiscalização intensas em cada etapa.

De acordo com o engenheiro de produção da construtora ArteLeste, Max Barbosa, neste período de chuva vem sendo feito o que é possível. “Tem dias que com as intensas chuvas não há como trabalhar, mas estamos dando seguimento dinâmico à obra garantindo sempre a total segurança. Atualmente temos toda a estrutura de lages e vigas prontas, faltando somente um dos BES para a construção de mais um dos pilares”, explica o engenheiro.

O engenheiro supervisor da JDS e Falcão Bauer, Fernando Arantes, destacou as principais dificuldades de se fazer a ponte sobre o rio Madeira. “Temos aqui uma região com suas situações climáticas totalmente diferente. O rio Madeira é muito perigoso pelo tipo de material que transporta em suas águas, as madeiras passam a todo instante pelo leito do rio, isso para trabalhar exigi uma atenção ainda maior. A região não tem produção do material que precisamos para a construção, tudo vem de outras fora. Estas são as principais dificuldades que estamos superando para concluir esta importante obra para esta região amazônica”, destacou Arantes.

Projeto para garantir a inauguração da ponte

Segundo os engenheiros as obras da ponte em sua parte física ficarão prontas até o final deste ano, mas um projeto que corresponde à parte dos acessos “cabeceiras” falta ser aprovado em Brasília, o que garantiria uma entrega completa da obra até o final deste ano. Mas o projeto precisa ser aprovado até o mês de abril para que as empresas tenham garantias de concluir o serviço até o final de 2018.

O engenheiro supervisor da obra, Fernando Arantes, destacou que por conta da ultima enchente do rio Madeira que atingiu parte da área de acesso da ponte “as cabeceiras” que estavam estipuladas a 94 metros do leito do rio foi modificada pelo DNIT para 100 metros depois da enchente de 2014. O que dentro do planejamento da obra acabou afetando o que estava definido para a região.

“Temos ainda a indefinição dos projetos, que falta a aprovação que estão em analise em Brasília. Havendo a autorização para a execução, daremos inicio as obras do acesso da ponte para garantir a entrega completa da obra”, explica o engenheiro.

Fernando destaca ainda que o projeto inicial dos acessos teve que ser modificado por conta da ultima enchente. “Foi verificado que estava estipulado no planejamento caso acontecesse uma nova enchente igual à de 2014 os acessos à ponte ficariam submersos. Por conta disso o projeto teve que ser modificado junto com a projeção dos acessos. Estamos aguardando a autorização para executarmos o serviço”, finalizou o supervisor.

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Reunião em Porto Velho vai cobrar medidas das usinas no controle do nível do Madeira

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Os representantes dos órgãos ligados ao controle e monitoramento da bacia do rio Madeira, vão se reunir em Porto Velho para cobrar dos responsáveis pelas usinas de Santo Antônio e Jirau, medidas que auxiliem no controle do nível do rio para evitar uma grande enchente.

O encontro acontece na próxima segunda-feira (22), na capital rondoniense e terá como representante do governo do Acre, o coronel Carlos Batista, comandante do Corpo de Bombeiros.

Batista foi o oficial que comandou todas as ações do Acre durante a histórica cheia de 2014 e conhece a fundo a região que foi inundada naquele ano e se especializou em atuação de grandes desastres naturais.

Ele vai se juntar a representantes da Agência Nacional das Águas (ANA), Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Departamento Nacional de Infra Estrutura(DNIT), para cobrarem medidas de controle das comportas das usinas, que possuem o poder de aumentar ou diminuir o nível do rio.

Batista disse que esse encontro vai servir para que o governo do Acre apresente um relatório de danos que o estado pode sofrer com uma nova enchente, levando em conta a inundação da BR-364, por onde passam todos os insumos que abastecem o estado.

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