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MPF/AC realiza consulta virtual para ouvir a sociedade sobre sua atuação

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O Ministério Público Federal no Acre (MPF/AC) realiza até o dia 20 de janeiro, em sua página na internet, consulta pública online com o objetivo de obter opiniões e contribuições para aperfeiçoar a sua atuação e ouvir a sociedade sobre demandas ou formas de atuar que possam colaborar com a prestação dos serviços públicos do órgão.

Por meio do preenchimento do formulário disponível na página do MPF/AC na internet, os cidadãos, representantes da sociedade civil, de entidades públicas e privadas e de organizações não-governamentais poderão se manifestar e contribuir com sugestões e/ou críticas relacionadas à estrutura física, acessibilidade, atendimento ao cidadão (presencial ou eletrônico), atuação institucional, transparência e proximidade com os cidadãos, dentre outros assuntos.

Quem não tem acesso à internet também pode se manifestar pessoalmente no órgão. O atendimento ocorrerá após o dia 8 de janeiro, no horário de 9h às 17h. Em Rio Branco a sede do órgão fica na Alameda Ministro Miguel Ferrante, 340, no Portal da Amazônia (3214-1400). Em Cruzeiro do Sul a unidade do MPF está situada na Cidade da Justiça no bairro Boca da Alemanha.

Durante a consulta pública o cidadão pode apontar mudanças, sugerir ações e destacar medidas que considere relevantes para a melhoria da atuação dos membros e da própria instituição. As sugestões serão analisadas por servidores e procuradores da República para verificar a possibilidade de implementação.

Entre as áreas de atuação do MPF estão: a cidadania, o acompanhamento de políticas públicas, o cumprimento das leis, o combate à corrupção e ao crime organizado, os direitos do consumidor e a defesa da ordem econômica, a proteção ao meio ambiente, a defesa dos patrimônios cultural, público e social, e a garantia dos direitos das populações indígenas, de comunidades tradicionais e de outras minorias.

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Cinco dos oito deputados federais do Acre assinam requerimento de CPI para investigar a Operação Lava Jato

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Os deputados federais do Acre, Flaviano Melo (MDB), César Messias (PSB), Raimundo Angelim, Léo de Brito e Sibá Machado, os três do PT, assinaram o requerimento para instalação de um Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que tem como principal objetivo investigar a Operação Lava Jato, deflagrada para desmontar o esquema de propinas criado entre empreiteiras e diretores da Petrobras, que financiava campanhas eleitorais em todo país.

Segundo informações de circulam nos bastidores políticos, o requerimento conta com 190 assinaturas de deputados federais que teriam como objetivo colocar um ponto final nas investigações que colocaram na cadeira figurões de diversos partidos, empresários e o ex-presidente Lula, do PT, condenado pela Justiça em primeira e segunda instância acusado de receber um apartamento tríplex no Guarujá, como propina por influenciar em negócios junto ao governo federal.

Os deputados que propõem a CPI da Lava Jato afirmam que o objetivo da comissão seria investigar esquemas de venda de proteção em delações premiadas por parte de advogados e delatores no âmbito da Operação Lava Jato e em investigações anteriores. O pedido de instalação da CPI depende do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para que comece a funcionar. O número mínimo de assinaturas para requerer comissões de investigação é de 171.

Dos oito deputados federais da bancada do Acre na Câmara dos Deputados, apenas Jéssica Sales (MDB), Major Rocha (PSDB) e Alan Rick (DEM) não assinaram o requerimento que conta com assinaturas suficientes para instalar a comissão e dar andamento aos trabalhos no âmbito do Poder Legislativo. A CPI também é vista como um tipo de resposta dos políticos descontentes com a investigação que revelou um dos maiores esquemas de corrupção no Brasil.

A lista dos nomes dos deputados que assinaram o requerimento da CPI foi publicada pelo O Antagonista.

 

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Sesp admite que omitiu informações sobre furto de armas e que Policial abriu janela para roubo em delegacia

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“Ele destravou a janela e trancou a porta para que os ladrões entrassem na sala e roubassem as armas”. Com esta declaração o delegado Karlesso Nespoli, titular da Delegacia de Brasileia, explicou a participação do policial Maicon César, apontado como facilitador da ação criminosa.

Durante coletiva de imprensa na manhã desta segunda feira(18), a cupula da Segurança Pública falou pela primeira vez sobre o episodio, ocorrido na semana passada na cidade da fronteira, de onde foram roubadas varias armas que estavam na Delegacia.

O arsenal foi encontrado por investigadores na tarde do último sábado, enterrados próximo a um hotel alugado pelo policial criminoso.

Nespoli disse ainda que as investigaçoes apontam para a participaçao ativa de Maicon César, que seria ouvido pelo delegado ainda no sábado, mas se recusou a prestar depoimento depois que as armas foram encontradas.

“Temos todos os indicios da participaçao dele no crime. Eu iria ouvi-lo no sabado, mas ele se recusou sob a alegaçao de que iria conversar com seu advogado. Desde então não sabemos o paradeiro dele”, disse Nespoli.

Tambem no sábado, do lado boliviano, ladrões roubaram um outro arsenal de um quartel da Marinha Boliviana. O roubo mobilizou todas as forças de segurança do pais vizinho, que adotou revista pessoal e blitz em Cobija, ações que raramente aconteciam.

Do lado brasileiro nao houve nenhuma mobilização. A fronteira continuou desguarnecida e nenhuma operação foi registrada. O sub-secretário de Segurança, Josemar Pontes, porém, disse que a policia incrementou ações na região, embora ninguém tenha visto.

Advogado diz que Maicon não o procurou

O advogado Sanderson Moura, que atua na defesa do policial civil Maicon Cesar no processo em que ele foi condenado a 7 anos de prisão por sequestro e carcere privado, disse que seu cliente não o procurou.

Moura falou que sequer sabia do roubo das armas tampouco do suposto envolvimento de Maicon no caso. ” Ele não me procurou. Estou sabendo desses fatos agora por você. Até porque eu atuo na defesa dele no processo do sequestro, neste novo caso não.”, disse o jurista.

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Motorista atropela e mata ciclista próximo a terceira ponte e foge em mototaxi

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Um ciclista de nome ainda não identificado morreu na manhã desta segunda-feira (18), após ser atropelado por um veículo na BR-364, nas proximidades da terceira ponte, em Rio Branco. A vitima teve traumatismo craniano e morreu antes de ser socorrida.

A informação é de que o motorista do veículo modelo Polo branco teria perdido o controle da direção e colidido contra a bicicleta da vítima que foi arremessada e caiu aparentando já estar sem vida.

Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel Urgência (Samu), foi acionada, mas só pode atestar o óbito. O motorista do veículo que foi parar em uma ribanceira foi visto por populares se evadido do local. Ele teria chamado um mototáxi e fugido,tomando rumo ignorado.

A Polícia Rodoviária Federal foi acionada e permanece no lugar até a chegada da perícia técnica.

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