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Oi comunica a Anatel que foi alvo de atentado no Acre

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A Empresa de Telefonia Oi comunicou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que foi alvo de sabotagem por bandidos, entre os dias 2 e 3 de dezembro. Segundo o comunicado publicado nesta quarta-feria, 6, na página oficial da Anatel, os assaltantes teriam provocado o rompimento do cabo de fibra ótica no trecho de Sena Madureira e Cruzeiro do Sul com o objetivo de evitar que o alarme da agência bancária de Sena Madureira fosse disparado.

A empresa de telecomunicações informou que o ataque ocorreu já na Regional do Juruá, no cabo que passa a margem da BR-364. O serviço foi interrompido duas vezes pelos mesmos acusados que voltaram ao local do reparo e tornaram a cometer o atentado, porque o assalto ainda estava ocorrendo.

A empresa informou ainda a Anatel que realizou o reparo ainda na manhã do domingo (3), mas meia hora depois os assaltantes cortaram novamente o cabo porque o assalto ainda estava em andamento.

A sabotagem teria ocorrido entre os quilômetros 19 e 20, deixando todo o Juruá sem comunicação por meio de internet e telefone por cerca de três horas.

Os bandidos teriam tentado assaltar o Banco do Brasil, realizando um buraco em uma parede até chegar ao cofre, mas houve um erro no planejamento e eles saíram em outra sala, distante do cofre. O crime teria ocorrido entre 4 horas e 6 horas. Com o sistema de comunicação cortado, a polícia soube do crime depois das 6 horas da manhã.

LINK DA ANATEL: http://www.anatel.gov.br/institucional/component/content/article?id=1844

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Juiz acreano flagrado com carro de Eike Batista é condenado a 52 anos de prisão por desvio e lavagem de dinheiro

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Conhecido por ser flagrado dirigindo o Porsche apreendido do empresário Eike Batista, o juiz federal Flávio Roberto de Souza foi condenado por peculato e lavagem de dinheiro em dois processos que respondia na Justiça Federal.
Em sua decisão, o juiz Gustavo Pontes Mazzocchi, da 2ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro determina que Flávio Roberto cumpra pena de 52 anos de prisão, além de perder o cargo de magistrado e pague uma multa de R$ 599 mil.
As decisões são dos dias 16 e 19 deste mês. De acordo com o Ministério Público Federal, em um dos processos, Flávio Roberto desviou para seu benefício dinheiro que estava apreendido na 3ª Vara Federal Criminal do RJ quando ele era titular da vara.

“Consequências gravíssimas, não apenas pelo desaparecimento de autos processuais — que acabaram por ser parcialmente restaurados —, mas pela desmoralização absoluta do Poder Judiciário como um todo e, especialmente, da Justiça Federal e da magistratura, decorrência dos atos criminosos perpetrados por aquele que deveria aplicar a lei. Poucas vezes se teve notícia de agente da magistratura que tenha conseguido achincalhar e ridicularizar de forma tão grave um dos poderes do Estado”, afirmou em sua decisão o juiz Gustavo Mazzocchi.

De acordo com um dos processos, enquanto era juiz da 3ª Vara Federal, Flávio Roberto desviou R$ 106 mil obtidos com a venda do carro do traficante espanhol Oliver Ortiz preso em uma operação da Polícia Federal. Por este caso, ele foi condenado por peculato – crime que é a subtração ou desvio, por abuso de confiança, de dinheiro público ou de coisa móvel apreciável, para proveito próprio ou alheio, por funcionário público que os administra ou guarda; abuso de confiança pública.

O MPF afirma que Flávio Roberto utilizou parte do dinheiro para comprar um carro em nome da filha. Para isso, transferiu R$ 90 mil para a conta da moça.

O outro processo tratou do desvio de R$ 290,5 mil que estavam em uma conta da Justiça Federal e foram desviados por Flávio Roberto para a compra de um Land Rover Discovery. O então titular da 3ª Vara Federal Criminal ainda se apropriou, segundo o MPF, de US$ 105,6 mil e 108,1 mil euros. Após convertidos em reais, os recursos foram usados para a compra de um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Na tentativa de esconder a manobra, segundo o MPF, Flávio Roberto lançou no sistema decisões falsas. Ele ainda destruiu provas e partes do processo para ocultar as irregularidades que praticou.
O G1 ainda não conseguiu contato com a defesa do juiz Flávio Roberto de Souza, que pode recorrer da decisão. Nos processos, seus advogados alegaram que ele possuía problemas mentais e sofria de depressão.

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Acre

TAC prevê 15 meses para Camioneteiros migrarem para outra área de atuação

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Um acordo feito entre taxistas e camioneiteiros intermediado pela ALEAC a partir de um projeto do Deputado Jenilson Leite, conseguiu junto ao Ministério Público Estadual, AGEAC e PRF um termo de ajustamento de conduta (TAC) que garante aos donos de caminhonetes de Tarauacá que realizam o transporte intermunicipal de passageiro o prazo de 15 meses para que eles atuem nas rodovias do Acre. Depois desse período, eles não podem mais exercer a atividade utilizando este tipo de veículo, contudo, poderão migrar para a profissão de taxista durante a vigência do TAC ou após o término.

Os caminhoneteiros como são chamadas as pessoas que realizam o translado de passageiros estavam proibidos de atuarem no Estado por não existir uma lei que regulamentasse a atividade trabalhista. Entretanto, Leite tinha conseguido junto com os órgãos acima citados que eles pudessem trabalhar até uma definição, algo que ocorreu nesta terça durante uma reunião na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac).

Leite apresentou um PL na ALEAC criando uma nova modalidade de transporte no Acre, porém, houve resistência dos sindicatos das empresas que realizam essa mesma atividade financeira, e também havia a possibilidade de inconstitucionalidade. A partir daí o parlamentar reuniu-se com os representantes da Agência Regulamentadora dos Serviços Públicos do Acre (AGEAC), do MPE, da PRF e do sindicato dos taxistas, além dos próprios beneficiados com as medidas da lei. Depois de algumas reuniões, nesta terça-feira (20) ficou acordado que os donos de caminhonetas que já atuam nessa área, terão o prazo de quinze meses para continuar exercendo essa atividade, dessa forma, podem honrar os compromissos assumidos mediante o lucro das viagens.

Para o deputado Jenilson Leite que abraçou a causa dos caminhoneteiros desde o início, solucionar um problema é sempre mais fácil quando existe o diálogo e que as partes mostram disponibilidade em chegar a um acordo. Destacando que o TAC foi uma vitória de todos, pois garantirá aos pais de famílias quitarem suas dívidas, além disso eles têm a possibilidade de migrarem para a profissão de taxista pelo que foi assegurado no acordo.

Já a promotora de justiça, Dra. Alessandra Garcia, ressaltou que essa profissão não está regulamentada na legislação trabalhista, contudo, é justo conceder estes quinze meses, dando uma oportunidade deles se adequarem ao sistema normativo de transporte coletivo intermunicipal.

O superintendente da PRF no Acre, César Henrique, destacou que a parceria ALEAC, MPE e os demais órgãos envolvidos foram fundamentais para celebrarem o acordo, porém, espera que a classe cumpra com o prazo estabelecido.

Esperidião Teixeira, presidente do sindicato dos taxistas, enfatizou que a reunião foi decisiva para concluir o processo de transporte intermunicipal em caminhonetas. Lembrou que na base do diálogo é possível vencer os obstáculos. Parabenizando ainda, a luta incansável do deputado Jenilson Leite em defesa desses trabalhadores.

O presidente da AGEAC, Wanderlei Valente, ponderou que o prazo concedido aos donos de camionetas não cria uma nova modalidade de transporte público, todavia, este prazo é para que estes trabalhadores se adequem a legislação.

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Nayara é a quarta eliminada do BBB18 com 92,69%

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Nayara é a quarta eliminada do BBB18 com 92,69%. A jornalista recebe o abraço de Lucas assim que ouve o resultado. Em seguida, ela cumprimenta os demais participantes, que desejam sorte e dizem foi bom conhecê-la.

Fonte:Gshow

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