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Obra inacabada prejudica o comércio e revolta moradores, em Cruzeiro do Sul

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A intensidade das chuvas está aumentando com o fortalecimento do inverno amazônico. Com isso, os problemas de infraestrutura em Cruzeiro do Sul estão a cada dia mais evidentes. Na rua Rio Grande do Sul, no bairro do Remanso, por exemplo, os moradores procuram a imprensa para pedir socorro.

Com a lama que permanece sobre a rua há vários dias, parte da rua está intrafegável para veículos, e aos moradores, que saem de casa com sacolas plásticas nos pés, resta a dificuldade e a revolta com os serviços de recuperação de vias que ainda não chegou ao bairro. É o que conta Erciene Oliveira, moradora da região, à TV Juruá.

“A gente não consegue nem entrar nem sair de casa, e até o nosso trabalho fica complicado, pois ninguém vem aqui. Aqui tinha asfalto, mas estava com buracos, então a prefeitura entrou com as máquinas deixou pior”, contou ao dizer que é dona de um negócio que só tem tido prejuízo por conta dos serviço não acabado.

A moradora Maria Edilina também reclamou e relatou que em mais de 20 anos vivendo no local, os serviços da prefeitura só pioraram o estado da rua que, agora, tem trecho intrafegável. “Vieram, fizeram isso, e nunca mais
voltaram, e só deixou ainda pior. Tinha uns buracos, mas dava para desviar, e agora é só lama”, critica.

A Secretaria de Obras de Cruzeiro do Sul informou que o trabalho realizado na rua Rio Grande do Norte foi para retirar os buracos e a obra não teve continuidade porque faltou asfalto. A pasta se comprometeu que tão logo o material esteja disponível, os serviços serão retomados e finalizados.

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Vereador de Rio Branco cai no “gemidão” do whatsapp durante sessão na Câmara

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Os vereadores debatiam o Código de Postura do Município quando N. Lima (sem partido), mexendo no celular na hora da sessão, acabou caindo na velha cilada do “gemidão”.

O famoso gemido do WhatsApp ecoou pelo microfone da Casa e provocou gargalhadas entre os parlamentares.
N. Lima rindo de vergonha e aparentemente nervoso se atrapalhou na hora de pausar o som, que continuou por uns cinco segundos. Rodrigo Forneck, que usava um aparte no discurso de Roberto Duarte, parou para ouvir e rir. Uma risada só no plenário da Câmara.

A barbeiragem da base

A sessão desta quarta-feira, 13, a penúltima do ano, foi longa, começou às 8h e terminou às 20h. Um total de 12 horas. Os intensos debates, a complexidade das matérias e a quantidade de projetos nas gavetas da Casa foram responsáveis pela demorada sessão.

O Código de Postura do Município entrou na ordem do dia para votação e o vereador Roberto Duarte apresentou 18 emendas.

A intenção da base, orientada por Eduardo Farias, o líder do prefeito, era derrubar todas as emendas do peemedebista.

Foi quando o cansaço parece ter se manifestado na bancada de situação. Como é de praxe numa votação, conforme o rito do Legislativo, ficar em pé é um sinal de que o vereador é contra a matéria. Ao permanecer sentado, o parlamentar indica que é a favor. Ocorre que, na hora em que o presidente da Casa, Manuel Marcos, fez a tradicional pergunta sobre quem era a favor ou contra, a base de Marcus Viana permaneceu sentada. Resultado: as 18 emendas de Duarte, ferrenho opositor de Marcus Viana, foram aprovadas.

A “sonolenta” base de Marcus percebeu que havia aprovado as emendas de Duarte, e Eduardo Farias protestou. Houve nova discussão entre os vereadores. A sessão se estendia. O líder do prefeito pediu para que a votação fosse realizada novamente, pois, para ele, a pergunta do presidente teve sentido dúbio e por isso confundiu seus pares na hora da votação.

Imagens de vídeo foram solicitadas e o procurador da Câmara Municipal, que foi chamado para tirar as dúvidas da votação, disse que a aprovação das emendas ocorrera de forma legal. As emendas do peemedebista Duarte ao Código de Postura, então, permaneceram aprovadas. Na sessão desta quinta-feira, porém, a última do ano, os vereadores governistas pretendem derrubar, em segundo turno, a maioria das emendas do oposicionista.

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Eber Machado concede o título de Cidadão Acreano ao médico Fabrício Lemos

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O diretor-geral do Huerb, Fabrício Lemos, que é considerados pelos pacientes e colegas de trabalho como um dos médicos mais dedicados do Estado do Acre, recebeu na manhã desta quarta-feira (13), das mãos do deputado estadual Eber Machado (PSDC), o título de Cidadão Acreano. Ele nasceu em Brasília em 1980, mas está no Acre desde 1982, quando seus pais se mudaram para trabalhar na cidade de Rio Branco.

“Sou acreano de coração. Aqui me criei, aqui e estudei do do ensino fundamental ao médio e aqui construiu o sonho de ser médico”, diz Fabrício Lemos, que considera uma honra e reconhecimento de sua dedicação profissional receber o título de Cidadão Acreano. Após se forma em medicina em Cochabamba, na Bolívia, Lemos trabalhou em em Capixaba, Brasiléia, Porto Acre e foi o primeiro diretor da Upa da Baixada.

Segundo o deputado Eber Machado, o médico foi indicado para direção geral do Huerb após a unidade de saúde enfrentar diversos problemas com gestores anteriores. “Ele ganhou a confiança e o apoio dos servidores e, apesar das dificuldades, resgatou a dignidade e humanizou o atendimento na maior unidade de saúde do Estado, demonstrando que não é apenas um bom médico, mas um gestor de mão cheia”.

Atualmente, Fabrício Lemos faz parte dos quadros do Huerb, Urgil e Unimed. Com vários cursos em emergência e urgência, o médico está sendo homenageado pelo quarto ano consecutivo na Assembleia Legislativa. As três primeiras homenagens aconteceram no Dia do Médico. Agora, Lemos recebe título de Cidadão Acreano, uma das mais altas honrarias concedidas pelo Poder Legislativo do Estado do Acre.

Dr. Fabricio ao lado da Esposa Elen Lemos

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Em greve por tempo indeterminado, auxiliares em saúde bucal protestam na Câmara de Rio Branco

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Em greve por tempo indeterminado, auxiliares em saúde bucal foram à Câmara Municipal de Rio Branco nesta quarta-feira, 13, dia em que os vereadores votam os PCCRs dos servidores da saúde, educação e da administração direta do Município. Eles afixaram cartolinas no vidro que separa o plenário da galeria fazendo cobranças ao prefeito de Rio Branco pelo cumprimento de uma promessa de reajuste feita em 2015 e que não foi cumprida até hoje.

A categoria pede isonomia entre auxiliares e técnicos em saúde bucal. Hoje, um técnico recebe salário mensal de R$ 1.260.

“A gente quer a mesma renumeração, mas como não foi possível, a gente pede R$ 1.150 no piso e o reajuste da gratificação. Abrimos um processo de negociação em 2015 e até agora nada foi cumprido daquilo que foi pactuado com o prefeito e o secretariado. A gente espera que eles voltem atrás e cumpram com o prometido com a categoria. Outras categorias de ensino médio e fundamental, hoje, tão ganhando mais do que a gente”, reclamou o presidente da Associação de Auxiliares e Técnicos em Odontologia, Carlos Gomes.

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