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Luzes de Natal são acesas em Rio Branco

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O Papai Noel chegou às 18h desta quarta-feira, 06, à Praça da Revolução para acender, ao lado do prefeito Marcus Viana, as luzes de Natal da região central de Rio Branco. A iluminação que marca a data alusiva ao nascimento do Menino Jesus foi inaugurada como parte inicial da programação de Natal da prefeitura da capital.

Por causa da dificuldade financeira nos cofres do Município, a prefeitura resolveu reaproveitar as réplicas dos anjos feitas de ferro e o presépio de anos anteriores. Já a iluminação natalina é toda nova e custou ao Município R$ 65 mil. São mais de 2.000 metros de mangueiras luminosas, refletores de LED RGB e refletores com lâmpadas verdes.

Dança, música e teatro com artistas profissionais e amadores são algumas das atrações da programação natalina, que segue até o dia 24 de dezembro.

Nesta quarta-feira, a programação foi aberta com o Maracatu Nação Pé Rachado, o Coral da Escola Jovem do Boa União, a Banda Furiosa da Polícia Militar e as Moças do Samba.

Ao lado da esposa Gicélia e dos filhos Ian, Caio e Alexandre, o prefeito participou da solenidade e e destacou que o Natal é um momento de estar mais perto da família e de valorizar os sentimentos de generosidade e relação de reciprocidade entre as pessoas.

“Esse é um mês que a gente tem que deixar aflorar os melhores sentimentos, o carinho, a solidariedade às pessoas. Esse é um ambiente singelo, mas é de todo coração, para os pais trazerem as crianças, as famílias se reunirem, fazer a foto que quiser”, disse.

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Destaque 3

Prêmio de Jornalismo do MPAC: Inscrições encerram na próxima quarta-feira (20)

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As inscrições para os trabalhos que concorrerão ao 8º Prêmio de Jornalismo do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) serão encerradas na próxima quarta-feira (20). A cerimônia de premiação da oitava edição está confirmada para o dia 12 de janeiro.

O Prêmio de Jornalismo do Ministério Público do Estado do Acre surgiu em 2010 com a finalidade de incentivar a inserção de notícias positivas na mídia, reconhecendo e estimulando a atuação da imprensa como difusora de informações e formadora de opinião.

O convidado desta edição é o jornalista e historiador Fábio Menegatti. Jornalista profissional há 17 anos, Menegatti atua na Rede Record de Televisão em São Paulo e já participou de coberturas especiais na China, México e Haiti, além de ter feito a cobertura especial sobre a cheia do rio Madeira e o isolamento do Acre em 2014. Foi finalista do Prêmio Esso em 2015 e vencedor do Prêmio Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho em Direitos Humanos (Anamatra) em 2014.

Prêmio Atitude
No mesmo dia, o MPAC também apresentará os vencedores do ‘Prêmio Atitude – Pequenas ações transformam o mundo’, que tem o objetivo de reconhecer, na comunidade acreana, atitudes de cidadãos, empresas, organizações governamentais e não governamentais (cidadãos e comunidades organizadas) que, de alguma forma, contribuam para o desenvolvimento da comunidade em diversas áreas.

O prêmio está em sua primeira edição e tem a intenção de identificar, divulgar e difundir práticas que contribuam para o aprimoramento da cidadania e reconhecer e criar referências quanto às melhores ações ou práticas sociais desenvolvidas.

 

 

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Esporte

Independiente cala Maracanã, segura empate contra Fla e leva Sul-Americana

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Não faltou apoio das arquibancadas, nem empenho nos mais de 90 minutos de bola rolando, mas o Flamengo não conseguiu reverter a vantagem imposta pelo Independiente na final da Copa Sul-Americana. O empate em 1 a 1, na noite desta quarta-feira (13), no Maracanã lotado de rubro-negros, garantiu o título do torneio continental aos argentinos.

Ao ser derrotado por 2 a 1 na partida de ida, quarta-feira passada, na casa do adversário, os rubro-negros precisavam de uma vitória por dois gols de diferença para ficar com a taça e não depender das penalidades – não havia a vantagem do gol qualificado para o visitante. Não deu. No placar agregado (3 a 2), o Independiente deixou o Rio de Janeiro como campeão.

Maior campeão da história da Copa Libertadores, com sete taças, o clube de Avellaneda conquista a Sul-Americana pela segunda vez – o primeiro título veio em 2010. Já o Flamengo mantém o jejum de troféus continentais, que perdura desde a campanha vitoriosa na Copa Mercosul de 1999.

Os gols saíram da partida saíram no primeiro tempo. Lucas Paquetá abriu o placar para Fla. Antes do intervalo, o meia Barco, cobrando pênalti, empatou.

As confusões e a tensão do lado de fora do Maracanã deram lugar ao apoio incondicional dos rubro-negros nas arquibancadas. A torcida do Flamengo proporcionou um belo espetáculo de apoio ao time. Contrariando os avisos mostrados nos telões do estádio, houve também o uso de sinalizadores, o que é proibido, mas a partida não precisou ser interrompida por conta da fumaça. No segundo tempo, outra ocorrência: o Independiente reclamou de objetos arremessados na direção do banco de reservas. Na plateia, algumas presenças ilustres, como o ex-tenista Gustavo Kuerten. O reconhecimento da equipe ao papel da torcida foi simbolizado na reverência de Lucas Paquetá na comemoração do gol.

Treze minutos de intensidade

Dos 12 aos 25 minutos do primeiro tempo, Flamengo e Independiente criaram boas oportunidades para abrir o marcador, com vantagem para os brasileiros. Começou com Everton, que ficou cara a cara com Campaña, mas chutou em cima do goleiro, e terminou com Diego, que procurou espaço dentro da área e chutou forte, mas Amorebieta rebateu antes de a bola chegar até a meta argentina.

Um gol em cinco toques

O Flamengo abriu o placar aos 29 minutos da primeira etapa. Diego cobrou falta na área. Juan desviou de cabeça para a segunda trave, Réver se esticou (e se machucou) para colocar a bola na pequena área, a zaga do Independiente cortou erado e Lucas Paquetá, quase em cima da linha, empurrou para o gol. Com o placar agregado em 2 a 2, a decisão do título da Sul-Americana esta indo para a disputa por pênaltis.

Sem medo de decidir

Ezequiel Barco, 18 anos e 1,67 metro de altura, se agigantou diante da pressão da torcida e do lance decisivo que tinha em seus pés no Maracanã. Em contra-ataque armado pelo Independiente, Meza ganhou na corrida de Cuéllar e foi derrubado na área. O árbitro colombiano Wilmar Roldan assinalou a penalidade – confirmada após consulta aos árbitros de vídeo. Aos 39 minutos, Barco cobrou com categoria, deslocando César, e empatou a final, devolvendo a vantagem aos argentinos.

Tudo ou nada

Precisando de dois gols para ser campeão, o técnico Reinaldo Rueda lançou o time ao ataque. Aos dez minutos do segundo tempo, sacou o lateral-esquerdo Trauco e colocou o atacante Vinicius Júnior em campo. Xodó da torcida, o garoto de 17 anos criou uma oportunidade em seu primeiro lance, mas arrematou para fora. Aos 17, a chance veio de cabeça, mas ele errou o alvo.

Depois, foi a vez de o meia Éverton Ribeiro preencher a vaga deixada pelo volante Trauco. Mas o Flamengo, mesmo armado para atacar, deixou o desespero prevalecer e não conseguiu se organizar em campo.

Ministro da Defesa
Aos 38 anos, Juan segue com vitalidade de garoto. Com a defesa exposta após a primeira substituição promovida por Rueda, o Independiente achou espaço para contra-atacar e quase complicou ainda mais a situação rubro-negra aos 13 minutos. De frente para César, o atacante Gigliotti esperou a saída do goleiro e mandou de cavadinha para o gol. O experiente zagueiro não desistiu do lance e, em cima da linha, tirou para escanteio.

Susto com César

A tensão rubro-negra aumentou quando o goleiro César, ao sair da meta para interceptar um cruzamento, bateu a cabeça no chão e apagou por alguns segundos. Os jogadores pediram urgência no atendimento médico. Ele, no entanto, seguiu no jogo e ainda fez excelente defesa em cabeçada de Gigliotti à queima-roupa.

FLAMENGO 1 x 1 INDEPENDIENTE-ARG

Data e horário: 13 de dezembro de 2017 (quarta-feira), às 21h45 (de Brasília)
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro
Público: 54.963 pagantes
Arbitragem: Wilmar Roldan, auxiliado por Alexander Guzman e Cristian de la Cruz (todos da Colômbia)
Arbitragem de vídeo: Daniel Fedorczuk, auxiliado por Nicolás Taran (ambos do Uruguai) e Roberto Tobar (Chile)
Cartões amarelos: Vinicius Júnior (Flamengo); Albertengo e Meza (Independiente)
Gols: Lucas Paquetá, aos 29 minutos do primeiro tempo; Barco (de pênalti), aos 39 do primeiro tempo

Flamengo
César; Pará, Réver, Juan e Trauco (Vinicius Júnior); Willian Arão, Cuéllar (Everton Ribeiro) e Diego; Lucas Paquetá, Everton e Felipe Vizeu (Lincoln)
Técnico: Reinaldo Rueda

Independiente-ARG
Campaña; Bustos (Gastón Silva), Franco, Amorebieta e Tagliafico; Domingo, Rodríguez, Meza (Sanchez Miño), Benítez (Albertengo) e Barco; Gigliotti
Técnico: Ariel Holan

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Destaque 2

AME protesta contra reajuste de R$ 200 mil no orçamento da PM; “O governador tem duas polícias: uma que ele gosta e outra que ele detesta. Nós somos a que ele detesta”, diz presidente da Associação Militares

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O presidente da Associação dos Militares do Acre, Joelson Dias, protestou na tarde desta quarta-feira, 13, durante assembleia que reuniu dezenas de militares e bombeiros ativos e inativos, na frente do quartel da PM do Acre, no Centro de Rio Branco, contra o reajuste de R$ 200 mil no orçamento da instituição aprovado pela Assembleia Legislativa para o exercício 2018. Orçamento da PM é de R$ 7, 9 milhões. Quase a metade do que é destinado à mídia do governo.

Joelson Dias afirmou que a atualmente a Polícia Militar precisaria de no mínimo R$ 14 milhões para manutenção de despesas principalmente de estrutura. “Temos sérios problema de estrutura nos quartéis do interior. Em Marechal Thaumaturgo e Porto Walter, e em Porto Acre. Para se ter uma ideia, somente os cursos do ano que vem custará R$ 1, 4 milhão”, alertou.

O presidente da entidade também mostrou insatisfação a diferença de tratamento entre as polícias Militar e Civil. Ele pediu isonomia na carreira dos militares. “O governador tem duas polícias: uma que ele gosta e outra que ele detesta. Nós somos a que ele detesta”, disse.

Durante a assembleia, Joelson propôs aos colegas que “tirem os pés do acelerador”. Em outras palavras, o presidente da associação sugeriu aos PMs que trabalhem dentro das possibilidades oferecidas pelo Estado.

“Vamos mostrar pra sociedade aquilo que o governo vem fazendo com as instituições militares e com o Corpo de Bombeiros também. Por que a gente se encontra nesse caos que a gente está hoje. Falta investimento em segurança pública, e isso foi demonstrado agora no orçamento que foi aprovado na Assembleia Legislativa, lamentavelmente aprovado pela maioria do governo. A gente a partir de agora vai trabalhar dentro dos limites legais, tirar o pé do acelerador. Um policial militar muitas das vezes ia atender uma ocorrência em disparada e até ocasionava um acidente, mas agora o policial militar vai passar a trabalhar com um pouco mais de prudência. Respeitando os limites de velocidade e trabalhar de modo a oferecer segurança pra gente depois segurança pro cidadão.”

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