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Ex-prefeito do município de Plácido de Castro, Paulinho é condenado por desviar tijolos da cidade

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O ex-prefeito de Plácido de Castro, Paulo César (PR), o Paulinho, foi condenado a prestar de serviços à comunidade dois anos e seis meses, com carga horária da de 8 horas semanais, além de ficar inelegível às eleições. Ele teria emprestado 90 mil tijolos para um empresário local, sem empregar qualquer formalidade ou licitação.

A decisão é da juíza Isabelle Sacramento, que já mandou publicar a rubrica. Segundo a magistrada, Paulinho tem culpa, sim, “uma vez que se tratava de gestor público à época dos fatos, sempre à frente de cargos ligados ao Poder Executivo, de modo que era exigível que atuasse com maior cautela no trato do erário”.

O ex-prefeito foi denunciado por implantar cerâmica municipal, em 2008, mas não ter realizado qualquer controle, fiscalização ou registro contábil na empresa, e fazer contratação informal de trabalhadores para o lugar, além de não ter providenciado licenciamento ambiental para a olaria.

Sentença
A juíza de Direito Isabelle Sacramento, titular da unidade judiciária, relatou que o ex-prefeito foi condenado no âmbito civil por improbidade administrativa, e agora o requerido responderia por crime de responsabilidade na esfera criminal. As informações são do Tribunal de Justiça do Acre (TJ/AC).

O crime, explica a juíza, “(…) assemelha-se ao conceito de peculato de uso, na medida em que o gestor utiliza do erário fora de suas normais e regulares atividades, para atender interesses particulares ou de outrem, como é o caso dos autos”.

Portanto, após considerar todos os elementos contidos nos autos, a magistrada condenou o ex-gestor a dois anos e seis meses de reclusão, em regime aberto, e substituiu a pena privativa de liberdade por restritiva de direito, consistente com a prestação de serviços à comunidade.

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“Como é que um governador vai falar de segurança defendendo um bandido?”, diz vereador Emerson Jarude

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O ato a favor de Lula sexta-feira passada na frente do Palácio Rio Branco foi tema de debate na Câmara de Vereadores de Rio Branco na sessão desta terça-feira, 22.

Emerson Jarude (sem partido) criticou a postura de Sebastião Viana. Para ele, um governador que defende bandidos não pode promover políticas de segurança para um Estado. “Como é que um governador vai falar de segurança defendendo um bandido? Fazendo ato para um preso e condenado? Sinta o mesmo clima que a população está sofrendo. Sinta como é chegar em casa sem segurança à noite, governador!”, desafiou Jarude.

N. Lima protestou contra Sebastião Viana e os petistas. “Aquele Palácio ali é do Estado, é do povo. É uma palhaçada fazer um ato para ficar criticando o juiz Sérgio Moro. Um governador ficar rouco gritando Lula livre”, disparou.

O parlamentar também se disse decepcionado com a prefeita Socorro Neri (PSB), que durante a Conferência da Amazônia gritou “Lula livre!”. “E vem a Socorro Neri, que eu tinha uma confiança, gritando Lula livre!”.

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Colégio Militar do Acre é o único do país a possuir sala de atendimento educacional especializado

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João Vitor Almeida tem 11 anos, é morador do loteamento Santo Afonso e percorre o caminho de casa para a escola sozinho, desde que recebeu um novo vizinho, o Colégio Militar Dom Pedro II, gerido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC). Diagnosticado com mielomeningocele, hidrocefalia e pé torto congênito, sonha em se tornar bombeiro militar e conta com a ajuda de uma cadeira de rodas para auxiliar em seu deslocamento e tarefas diárias.

Sua mãe, a dona de casa Maria Erlande, não escondeu a emoção durante o primeiro dia de aula do filho na sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE) da própria escola, quando o colégio foi oficialmente inaugurado, na última quarta-feira, 16.

“A educação nos dias de hoje é muito importante para as crianças, com ou sem alguma necessidade especial. Não é fácil encontrar pessoas que cuidem tão bem dos nossos filhos e aqui nós encontramos. Vi que ele está se desenvolvendo muito bem com os cuidados e o ensinamento que recebe. Todos os dias ele chega em casa com atividades para fazer, está sempre ocupado com alguma tarefa da escola. Às vezes, alguém do colégio ou da própria Secretaria [de Educação] me liga para saber como ele está em casa. Vejo que a sala de AEE aqui é fundamental, tanto para mim quanto pra ele”, destaca a mãe.

O Dom Pedro II, construído no Acre, é o primeiro colégio militar do país a oferecer à comunidade estudantil uma sala exclusivamente destinada ao atendimento de crianças e adolescentes com necessidades especiais de aprendizagem.

A instalação da sala de AEE no Colégio só foi possível por meio do empenho do governo do Estado e da Secretaria Estadual de Educação e Esporte (SEE), que viabilizaram a assinatura do convênio para a construção dos dois colégios militares do Acre: Tiradentes, gerido pela Polícia Militar, e Dom Pedro II, gerido pelo Corpo de Bombeiros.

A instituição de ensino atende, atualmente, 12 alunos com necessidades especiais, entre surdez, Síndrome de Down, hidrocefalia, etc. Possui, ainda, cinco crianças em fase de observação. Ao todo, são 569 alunos matriculados na escola, destes, apenas 92 são filhos de militares. A coordenadora do colégio, Angélica Batista, considera a oferta do AEE na escola Dom Pedro II um marco na educação militar do estado.

“Esse é o nosso diferencial. Sabemos que é um modelo positivo, oriundo da parceria da SEE com o Corpo de Bombeiros, sendo exemplo a nível nacional. Achamos muito bem vindo inserir essa realidade do ensino especial na educação militar, já que o Acre é referência na educação inclusiva, dentro da nossa realidade”, afirma.

Todos os alunos de AEE são amparados por um cuidador especializado, como Antônio José, que acompanha o processo de ensino-aprendizagem de João Vitor no ambiente escolar. “Falo para ele, todos os dias, que ele é um aluno normal, como qualquer outro e tem todas as condições de seguir uma vida estudantil e profissional brilhante”, conta.

De acordo com a coordenação do Colégio Militar, todos os alunos de AEE, inclusive os que ainda não eram alfabetizados, apresentam significativa melhora no rendimento escolar. “Fazemos o possível para que eles sejam os melhores dentro do que eles podem ser. E notamos que eles se desenvolveram amplamente. Com a introdução das aulas do AEE, nossos alunos estão bem adiantados, se compararmos com a situação em que eles chegaram aqui. Isso para nós é gratificante”.

A introdução da educação inclusiva no âmbito militar garante a oportunidade a alunos com necessidades especiais também seguir uma carreira militar. Emocionado ao relembrar os desafios que já enfrentou para conseguir estudar, o pequeno João Vitor ressaltou sua paixão pelo aprendizado. “Estou achando muito legal estudar aqui, e o que mais gosto é de aprender coisas novas. Vim para aprender e não para ser excluído. Aqui me sinto mais a vontade e mais feliz. Não sinto diferença com os outros colegas e, como quase todos aqui, quero ser Bombeiro quando eu crescer”, assegurou.

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Conselho tarifário de Rio Branco fecha preço da passagem de ônibus em R$ 4,03

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O conselho tarifário de Rio Branco anunciou na manhã desta sexta-feira (18) que o novo preço da tarifa de ônibus na capital será de R$ 4,03. O valor foi definido a partir de dados analisados pela câmara técnica responsável por aprovar ou rejeitar o pedido de reajuste apresentado pelas empresas do setor. O sindicato dos empresários queria aumento para R$ 4,55.

Hoje a passagem em vigor é de R$ 3,80. Segundo Gabriel Forneck, chefe da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (RBTrans), os R$ 4,03 ainda não são o valor em definitivo, podendo vir a passar por alterações.

Segundo Forneck, a tendência é que a prefeitura arredonde a passagem para R$ 4,00. A perspectiva é que todo o processo de reajuste da tarifa esteja concluído até o fim do mês.

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