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Defesa de advogado preso após confessar pertencer ao Comando Vermelho diz que ele está sendo ameaçado de morte

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A defesa de Manoel Elivaldo Batista de Lima Júnior, o advogado que foi preso na semana passada após aparecer em um vídeo com uma submetralhadora e confessar que integra a facção criminosa Comando Vermelho, pediu à Justiça que seu cliente seja submetido a um exame de sanidade mental. O procedimento deve demorar pelo menos 45 dias, conforme prevê Silvano Santiago, que é o advogado de Manoel Elivaldo.

“É um procedimento que deve durar em torno de 45 dias. Primeiro verificar se ele deve ser punido ou não. Se é imputável ou inimputável. A gente tá suspeitando que ele tem sérios problemas no desenvolvimento mental. Se for verificado algum tipo de anomalia, algum tipo de psicose, algum distúrbio mental, aí ele vai precisar de um tratamento. Deixará de ser preso para se submeter a uma medida de segurança. Pode ficar internado ou num tratamento ambulatorial”, afirma.

Manoel Elivaldo teve sua inscrição na OAB suspensa preventivamente por 90 dias. Ele foi preso na sexta-feira da semana pela Polícia Civil e deve responder por crimes como porte ilegal de arma, disparo de arma de fogo e associação criminosa.

Depois de tornar público que integra o CV e citar os nomes dos chefões da facção no Acre em um vídeo que circulou nas redes sociais, o advogado Manoel Elivaldo estaria sendo ameaçado de morte por membros do próprio Comando Vermelho e do Bonde dos 13. Elivaldo está preso na sede do Batalhão Ambiental em Rio Branco.

“Ainda não fiz nenhum pedido de liberdade pra ele por causa da situação que é muito delicada no momento. Ele está sendo ameaçado pelo Comando Vermelho, da qual ele dizia participar, e pelo Bonde dos 13. E eu já conversei com a família e achamos por bem não pedir a liberdade porque ele tá mais seguro lá (na prisão), porque ele também não está no Francisco D’Oliveira Conde, do que aqui fora.”

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Destaque 2

Homem forte da Segurança Pública de Sebastião Viana que era diretor da Seplan é exonerado

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Com a exoneração de Raphael Bastos do cargo de secretário estadual de planejamento, a equipe montada pelo o agora ex-secretário começa a ser desfeita.

O Diário Oficial desta quinta-feira, 25, traz a exoneração de Rennan Biths de Lima que era diretor da Seplan.

A nomeação de Rennan sempre foi muito criticado pelos aliados que defenderam e defendem a “despetização” no governo Gladson Cameli.

Biths foi diretor executivo da secretaria de segurança pública durante o governo de Sebastião Viana, era homem de confiança de Emylson Farias, que foi gestor da segurança pública no Acre e candidato a vice-governador do petista Marcus Viana.

A exoneração, a pedido do próprio Rennan, segundo a publicação, foi assinada pelo governador em exercício, Nicolau Júnior, presidente da Assembleia Legislativa, que assumiu o governo com as ausências de Gladson e seu vice Major Rocha.

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Destaque 2

Cohab: 64,8 mil pessoas moram em conjuntos e loteamentos do governo em Rio Branco

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O relatório divulgado na segunda semana de abril pelo Governo do Estado, mostra que 64.855 pessoas moram nos 24 conjuntos e loteamentos administrados pela Companhia de Habitação do Estado do Acre (Cohab). De pouca visibilidade, a Cohab mostra em seus balanços ativos superiores em cerca de R$ 12 milhões sobre os passivos.

Ao fazer uma retrospectiva de 2018, a diretoria diz que a regularização fundiária não deve significar apenas a existência de um título registrado em cartório, mas deve ser compreendida como uma solução integrada que envolve os gestores públicos de diversos órgãos no empreendimento de esforços para exercer a cidadania e justiça social no Acre.

“Vale ressaltar, o quanto foi imprescindível, ao longo do exercício financeiro de 2018, o fortalecimento da parceria da Companhia com os demais órgãos públicos, tais como: Iteracre, Prefeitura Municipal de Rio Branco e o Ministério Público Estadual. As intervenções da Cohab sempre foram legítimas, respeitando a ética, a moral e os bons costumes, e sempre fez parte de nossa gestão pública e de uma política de regularização fundiária. Foram estabelecidas diretrizes e ações estratégicas que se desenvolveram, sempre sob uma perspectiva de fazer o bem aos mais desprovidos da sorte em nossa sociedade”. O documento é assinado pelo ex-presidente Carlinhos Santiago.

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