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Defesa de advogado preso após confessar pertencer ao Comando Vermelho diz que ele está sendo ameaçado de morte

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A defesa de Manoel Elivaldo Batista de Lima Júnior, o advogado que foi preso na semana passada após aparecer em um vídeo com uma submetralhadora e confessar que integra a facção criminosa Comando Vermelho, pediu à Justiça que seu cliente seja submetido a um exame de sanidade mental. O procedimento deve demorar pelo menos 45 dias, conforme prevê Silvano Santiago, que é o advogado de Manoel Elivaldo.

“É um procedimento que deve durar em torno de 45 dias. Primeiro verificar se ele deve ser punido ou não. Se é imputável ou inimputável. A gente tá suspeitando que ele tem sérios problemas no desenvolvimento mental. Se for verificado algum tipo de anomalia, algum tipo de psicose, algum distúrbio mental, aí ele vai precisar de um tratamento. Deixará de ser preso para se submeter a uma medida de segurança. Pode ficar internado ou num tratamento ambulatorial”, afirma.

Manoel Elivaldo teve sua inscrição na OAB suspensa preventivamente por 90 dias. Ele foi preso na sexta-feira da semana pela Polícia Civil e deve responder por crimes como porte ilegal de arma, disparo de arma de fogo e associação criminosa.

Depois de tornar público que integra o CV e citar os nomes dos chefões da facção no Acre em um vídeo que circulou nas redes sociais, o advogado Manoel Elivaldo estaria sendo ameaçado de morte por membros do próprio Comando Vermelho e do Bonde dos 13. Elivaldo está preso na sede do Batalhão Ambiental em Rio Branco.

“Ainda não fiz nenhum pedido de liberdade pra ele por causa da situação que é muito delicada no momento. Ele está sendo ameaçado pelo Comando Vermelho, da qual ele dizia participar, e pelo Bonde dos 13. E eu já conversei com a família e achamos por bem não pedir a liberdade porque ele tá mais seguro lá (na prisão), porque ele também não está no Francisco D’Oliveira Conde, do que aqui fora.”

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Decreto de Gladson cede petista Marcus Viana para prestar serviço por dois anos ao TJ

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Foi publicado na edição desta segunda-feira, 18, do Diário Oficial do Estado, o decreto assinado pelo governador Gladson Cameli (Progressistas), cedendo o engenheiro civil Marcus Viana, ex-prefeito de Rio Branco e candidato petista derrotado nas eleições ao governo do Acre em 2018, para prestar serviços no Tribunal de Justiça do Acre pelo período de dois anos, com ônus para o Estado. O documento não revela que função Viana ocupará no judiciário.

Marcus, que é servidor de carreira da Secretaria de Estado de Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano – Seinfra, no início do ano, havia negado essa hipótese de ser cedido para o TJ. Segundo apurou o ac24horas, a idéia é que Marcus evitasse desgaste com atual de gestão do Estado por ter sido candidato o principal opositor de Gladson Cameli no ano passado.

O ex-prefeito de Rio Branco estava de férias desde que foi derrotado nas eleições de 2018 e voltou ao trabalho na Seinfra em janeiro deste ano. Marcus teria articulado sua saída temporária da Secretaria junto ao Desembargador-Presidente do TJ, Francisco Djalma, de quem é amigo próximo.

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