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Prefeitura instala 2º bueiro para duplicar vazão no desvio da Ponte da Estrada do Quixadá

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A Prefeitura de Rio Branco instalou na manhã desta segunda-feira, 13, mais um bueiro de aço no desvio da obra da ponte do Igarapé Fundo, na Estrada do Quixadá. O segundo bueiro tem também 10 metros de comprimento por 2m de diâmetro e, segundo o encarregado da Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco (EMURB), Raimundo Nonato, possibilita dobrar a vazão da água no desvio, uma ação preventiva à chegada do período chuvoso mais rigoroso. A EMURB é a responsável pelo desvio, cuja ampliação foi concluída às 10h30 restabelecendo completamente o trânsito de veículos e pedestres na região.

A Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito de Rio Branco (RBTRANS) enviou agentes ao local para monitorar o fluxo de veículos e orientar os motoristas. “Garantimos em operação o transporte coletivo pelo Ramal da Estrada Apolônio Sales. Tudo transcorreu com normalidade até a reabertura do trânsito no desvio”, disse Wilson César, coordenador de Fiscalização de Transporte da RBTRANS.

Além de Nonato, o trabalho foi acompanhado pelo secretário-adjunto de Obras Públicas de Rio Branco, Marcos Vinicius, que confirmou para dezembro a conclusão da obra da ponte. “Trata-se de uma ponte mista, em concreto armado e ferro, cuja parte de concreto está 100% concluída e as longarinas de ferro estão sendo feitas em São Paulo. Em breve elas chegam e serão instaladas, fazendo com a que obra avance bastante”, disse Marcos Vinicius.

A nova ponte acabará de vez com os problemas e transtornos próprios das pontes de madeira, que até então vinham sendo utilizadas para travessia do Igarapé Fundo. Ela terá, assim como a Ponte Juscelino Kubistchek, no Centro de Rio Branco, sustentação em vigas de aço. As fundações são em concreto armado que já estão prontas e aguardam as longarinas de ferro para que a obra entre em sua etapa de conclusão. São quatro longarinas de 23 metros cada.

A região do Quixadá é referência na produção de verduras e no local vivem mais de 300 famílias. A Associação de Moradores e Produtores do Quixadá sempre lembra que semanalmente saem da localidade mais de 60 mil maços de verduras e hortaliças para os mercados da capital. A importância daquela região é estratégica para o desenvolvimento rural e o abastecimento alimentar dos moradores da cidade.

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Eduardo Farias e Dankar estão em aperfeiçoamento fora de Fortaleza

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Ao contrário do que o portal de notícias ac24horas mais cedo, os vereadores Eduardo Farias (PCdoB) e Dankar (PT) não irão para Fortaleza participar do curso de aperfeiçoamento. Os parlamentares estão, respectivamente, em São Paulo e Brasília, com todas as despesas pagas pelos cofres municipais para o mesmo curso aperfeiçoamento.

A publicação dos decretos autorizando a viagem e o pagamento das diárias aos dois vereadores ocorreu no “Diário Oficial” desta quinta-feira, dias após o embarque. Eduardo Farias está fora da cidade desde o dia 17 e Dankar desde o dia 16.

Conforme informação obtida por ac24horas, o vereador Rodrigo Forneck desistiu da viagem para Fortaleza. Até o momento o vereador Célio Gadelha (PSDB) decidiu manter a ida para o Ceará.

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Em Tarauacá, Polícia prende em flagrante secretário de Marilete Vitorino por peculato

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A Polícia Civil em Tarauacá prendeu na tarde desta terça-feira (17) o secretário municipal de Agricultura, Gleicioney Fernandes, acusado de peculato, que é a apropriação ou desvio de bens ou recursos públicos por servidores.

Segundo o delegado titular da cidade, José Obetânio dos Santos, denúncia feita por dois vereadores dava conta de que um trator de propriedade da prefeitura estaria realizando serviços na fazenda de um parente do secretário.

Os policiais, segundo o delegado, chegaram quase que no mesmo momento do secretário. Feito o flagrante, Fernandes e o operador do trator foram presos. Os dois continuam detidos na delegacia à espera do julgamento do habeas corpus pelo Tribunal de Justiça.

A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. “Tudo está sendo apurado. Ainda é muito precipitado para fazer qualquer afirmação”, disse o delegado ao Ac24horas. Se denunciado e condenado, o secretário pode pegar pena de 2 a 12 anos.

Os vereadores foram informados sobre o uso do trator na propriedade de parentes do secretário a partir de queixas da comunidade, inconformada pela suposta apropriação de um bem público para fins particulares. O trator deveria estar fazendo serviços de mecanização agrícola de pequenos e médios produtores.

“Os parlamentares apenas cumpriram seu papel de fiscalizar, e, na oportunidade, informaram à policia local para que fosse averiguar tal situação.  O delegado, de imediato, enviou uma equipe da Policia Civil ao local que,  ao chegar na comunidade, foi constatado a veracidade da denúncia, com a confirmação dos fatos, a policia prendeu o Secretário de Agricultura Gleicioney em flagrante”, diz nota emitida pela Câmara Municipal de Tarauacá

A reportagem tentou entrar em contato com a prefeitura do município para obter o outro lado, mas os dois telefones fixos deram como inexistentes pela mensagem eletrônica.

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“É estarrecedora as condições de trabalho dos agentes e a estrutura do presídio de Rio Branco”, diz Eber Machado

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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Após denúncias da Associação dos Agentes Penitenciários do Acre, os deputados que integram a Comissão de Serviço Público da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) realizou uma visita e constatou as péssimas condições de trabalho dos agepens e a precariedade da estrutura do complexo prisional da capital. “É estarrecedora as condições de trabalho dos agentes penitenciários e a estrutura do presídio de Rio Branco”, disse Eber Machado (PDT) que esteve no local acompanhado dos deputados Luiz Gonzaga (PSDB) e Doutora Juliana (PRB).

“No dia de ontem fizemos uma visita ao presídio para vivenciar um pouco de tudo que relataram os agentes penitenciários sobre a situação do presídio. Sai profundamente triste. Apesar de quase o total dos agentes possuírem nível superior e serem pessoas que se prepararam, estudaram fizeram concurso e foram aprovados para cuidar de um importante setor, eles foram abandonados pelo pelos gestores da Secretaria de Estado de Gestão Administrativa e o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (IAPEN)”, diz Machado.

O parlamentar destaca que apesar de o IAPEN ter sido multado pelo MPT em meio milhão de reais por conta das condições de trabalho que os profissionais estão convivendo, nenhuma providencia foi adotada. “Esses profissionais estão em condições desumanas, condições inaceitáveis. Quando chegamos lá pudemos ver as condições e detectamos verdadeiramente o abandono que estão vivendo. É inadmissível o sucateamento da unidade e o baixo efetivo dos agepens. Nós não podemos compactuarmos com esta situação”, ressalta Eber Machado.

Segundo ele, os agentes penitenciários estariam em contato com fezes, esgoto à céu aberto, não teriam local para descanso e convivem com fios expostos e passando sob a cabeça de quem trabalha no local colocando em risco a vida dos profissionais. “Fui abrir a porta de um geladeira e ela caiu. Temos casos de agentes que pegaram tuberculoso por conta da situação. O próprio cheiro das instalações já convida a pessoa a sair. Imagina um agente que passa todo o dia no local desempenhando suas funções na proteção da sociedade”, ressalta.

Os agentes penitenciários estariam usando uma escola paralisadas nas dependência do presídio para passar suas horas de repouso. Os deputados constataram ainda que a obra de ampliação e melhoria do complexo penitenciário estaria parada. “Vamos propor uma audiência para trazer a esse poder os agentes responsáveis. Porque está um caos a situação do presídio. Eu cheguei a ter náuseas ontem por conta do que convivi ali. Pelo grande trabalho dos agentes o tratamento deveria ser diferente com a categoria”, diz Eber.

A defasagem do quadro de agentes penitenciários também foi denunciada por Eber Machado. “Dois agentes para cuidar de 200 presos. Em outro pavilhão, sete agentes para cuidar de 700 presos. A média recomendável é de um agente para cada grupo de 100 reeducandos, mas teria que ser um agente para cada cinco reeducandos. As obras estão paradas no local, mas para quê construir se não há profissionais para trabalhar no loca? – questiona o deputado, ao informar que os problema serão relatados em um documento redigido pela Comissão.

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