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Rio Branco comemora Dia Mundial do Hip Hop com música, dança e graffiti

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União. Esse foi o sentimento que deu o tom do Dia Mundial do Hip Hop na noite de domingo, 12, em Rio Branco, quando os diversos movimentos da arte urbana subiram no mesmo palco, embaixo da Ponte Metálica, no Centro, para celebrar a data. Estiveram lá os manos do rap, graffiti, break e DJ – todos os elementos que constituem a cultura do hip hop.

As atrações musicais ficaram por conta do Rap Conexão Interna, T.H.L. Ratazanas, Unidade Popping, N.P.C. e Distrito 068. Dois grupos de 5 pessoas, cada, disputaram a Batalha de Breaking (dança urbana) e animaram o público, formado tanto pela velha guarda do hip hop quanto pelos mais jovens. Durante toda a programação, grafiteiros do Coletivo de Artes Urbanas Acreano (Caua) mostravam sua arte ao vivo em painéis distribuídos pelo evento.

Kinho Dubasse é DJ e um dos veteranos do hip hop em Rio Branco. Ele conta que no começo dos anos de 1990 só havia o breaking pelas ruas da cidade e que o seu sonho era ver os demais elementos acontecendo e coexistindo. “Quando nós, que estamos há mais tempo no movimento, nos deparamos com um evento como esse, com todo mundo unido celebrando o hip hop, a sensação é de conquista”, comemorou o músico.

O Caua, grupo que reúne grafiteiros da cidade, tem ajudado a pintar esse novo momento para o hip hop local. Junior TRZ, membro do coletivo, saiu satisfeito do evento e homenageou os representantes dos grupos com pinturas. “O Dia Mundial do Hip Hop em Rio Branco foi uma data muito especial, cuja mensagem principal foi a de que juntos somos mais fortes. Onde tiver hip hop, os grafiteiros do Caua estarão lá mostrando sua arte”, completou.

As celebrações do Dia Mundial do Hip Hop foram incluídas no calendário oficial de Rio Branco após projeto de lei de autoria do ex-vereador Marcelo Macedo, sancionado pelo prefeito Marcus Alexandre em 2013. Elas foram apenas um aperitivo para a 4ª Semana Municipal do Hip Hop, que acontece entre os dias 20 e 26 de novembro em diversos pontos da cidade. Neste ano, a programação tem como tema “Na Resistência Pela Paz”, em alusão aos índices de violência registrados nos últimos meses na capital acreana.

O Dia Mundial e a Semana do Hip Hop são uma realização dos movimentos de arte urbana da cidade e têm o apoio cultural da Prefeitura de Rio Branco, por meio da Fundação Garibaldi Brasil (FGB). O presidente Sérgio de Carvalho participou da celebração no domingo e ressaltou a importância do hip hop para frear problemas como violência e censura à arte. “No Brasil, que vem criminalizando diversas manifestações artísticas, é muito importante que os movimentos se unam em prol da cultura. Fiquei feliz de presenciar diversos grupos de hip hop unidos e coloco a gestão cultural à disposição do movimento. Contem com a FGB”, reafirmou Sérgio de Carvalho.

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Sindicato diz que Hospital de Assis Brasil está abandonado e restos humanos se mistura a lixo hospitalar; caso teria sido denunciado ao MP

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“Os servidores locais estão enterrando os restos de cirurgia, como placentas e outros, no fundo do terreno”, denuncia Adailton Cruz, presidente do Sintesac

A Assessoria de Comunicação do do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac) enviou nota à imprensa denunciando a precariedade que se encontra o Hospital de Assis Brasil, fronteira com o Peru.

Segundo a nota, a situação da unidade virou caso de polícia com direito a queixa registrada na delegacia local e pedido de investigação e providências encaminhado ao Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). O hospital estaria em condições totalmente insalubres e sem o recolhimento de lixo hospitalar há três meses, o que tem causado superlotaçao dos camburões destinados à coleta deste tipo de material.

Restos de cirurgia amontoados – “Por conta disso, os restos de cirurgias – partes humanas – e equipamentos usados nos atendimentos, como seringas, agulhas, luvas e outros estão amontoados, contaminando o local”, informou Adailton Cruz, presidente do Sintesac.

Para tentar minorar o problema, os servidores locais estão enterrando os restos de cirurgia, como placentas e outros, no fundo do terreno. Mas estes procedimentos têm atraído urubus, os quais desenterram e se alimentam dos dejetos.


Falta de segurança, ferrugem e mato

“A cerca em torno da unidade de saúde está caindo aos pedaços e há muito tempo o terreno não vê uma roçagem e limpeza. O esgoto também apresenta problemas e escorre a céu aberto.

Os equipamentos de metal, como camas, suportes de braço e de soro, estão enferrujados e são um riso para servidores e usuários”, denunciou Francinete Barros, secretaria geral do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac).


Caso foi encaminhado ao MP

Para complementar o caos no local, a ambulância vive quebrada e, quando funciona e necessita do acompanhamento do médico, o hospital fica sem poder atender por falta de profissional. Não há alimentação adequada para os servidores e as escalas são incompletas.

“Além disso, está havendo perseguições, ameaças e até agressões. Já teria inclusive sido feito um registro policial há poucos dias por conta da falta de condições e o caso agora encaminhamos o caso para o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC)”.

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Depasa quer contratar TV Corporativa por R$ 250 mil para divulgar ações do órgão

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O Governo do Estado do Acre terá disponível cerca de R$ 15 milhões para gastar com a mídia neste ano, mas mesmo assim, o Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento (Depasa) contratou empresa para serviços de TV corporativa mural eletrônico, com criação de conteúdo especifico. O valor contratado será de quase R$ 250 mil, de acordo com extrato Nº 001/2018 divulgado no Diário Oficial nesta sexta-feira (19).

Enquanto se precisa de infraestrutura nas áreas de saneamento em todos os municípios do Acre, além de estações de tratamento de água potável e esgoto, não esquecendo as ruas do programa ‘Ruas do Povo’ que se encontram totalmente destruídas pela qualidade do trabalho executado em diversas regiões do Estado. A direção do Depasa sob o comando do diretor presidente, pré-candidato pelo PCdoB a deputado estadual, Edvaldo Magalhães vai investir em divulgar as ações realizadas pelo órgão durante este último ano de Governo de Sebastião Viana.

O objetivo do contrato divulgado no Diário Oficial é utilizar a empresa especializada para prestação de serviço de TV Corporativa/Mural Eletrônico (Digital Signage), incluindo hardware, software, manutenção preventiva, corretiva, gestão e criação de conteúdo específico para divulgação, destinado atender as necessidades do Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento.

A assessoria de imprensa do Depasa informou que os técnicos responsáveis por este serviço estão em agenda de trabalho nos municípios isolados e ficaria comprometida ser passada às informações sobre a contratação do serviço de forma mais detalhada no momento.

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Promotor de show deve pagar multa de dez salários mínimos por infringir ECA

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Empresário que atua no ramo de show no Acre pagará multa no valor de 10 salários mínimos por ter infringido norma do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), não possibilitando a fiscalização da entrada de adolescente em show ocorrido na Expoacre de 2016.

O Juízo da 2ª Vara da Infância e da Juventude da Comarca de Rio Branco julgou procedente a denúncia feita no Processo n°0500909- 73.2016.8.01.0081 e condenou o promotor de eventos. Na sentença, publicada na edição n°6.042 do Diário da Justiça Eletrônico (fl.25), de quarta-feira (17), o juiz de Direito Manoel Pedroga estabeleceu que o valor da multa “(…) deverá ser recolhido ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente FMDCA”.

Entenda o caso

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) denunciou o empresário infringir o artigo 249 do ECA, quando descumpriu determinação Portaria n°009/2016 emitida pela unidade judiciária em questão.

Conforme é relatado nos autos, o promotor do evento não organizou entrada exclusiva para a equipe dos agentes voluntários de proteção à Infância e da Juventude conferirem documentação de quem entrava acompanhado de adolescentes.

Sentença

O empresário deixou transcorrer o prazo e não apresentou contestação, por isso, o juiz de Direito Manoel Pedroga, titular da unidade judiciária, observou ter restado claro “a incidência da revelia e seus efeitos, face a ausência de contestação dos fatos narrados”.

Assim, o magistrado concluiu pela procedência da ação, pois foi comprovado que o empresário “(…) descumpriu o que estava disposto na Portaria nº 009/2016 deste Juízo, quando da realização do evento, o trabalho dos agentes de proteção foram inviabilizados por conta da não adoção de providências para o cumprimento da referida portaria”.

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