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Marcus Viana e Gladson Cameli não temem rolo compressor do Coronel Ulysses

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As pesquisas eleitorais realizadas até o momento apontam um empate técnico entre os pré-candidatos ao governo do Acre, Gladson Cameli (PP) e Marcus Viana (PP), mas a igualdade entre os dois não estaria apenas na preferência do eleitorado. Procurados pela reportagem de ac24horas após as declarações do pré-candidato Coronel Ulysses (PATRIOTAS), que disse durante entrevista no Bar do Vaz que vai passar como um rolo compressor por cima dos adversários, eles compartilham da mesma opinião quanto a candidatura do militar.

Tanto Marcus Viana quanto Gladson Cameli acreditam que a terceira candidatura faz parte do processo democrático. “Compreendo a candidatura como natural na disputa de 2018. É preciso respeitar o processo democrático e os nomes que se colocarão à disposição para o próximo pleito. Tenho grande respeito pelo Coronel Ulysses e ele tem todo o direito de apresentar suas ideias e projetos para o povo acreano. O que importa é colocar o Acre e as pessoas em primeiro lugar”, diz Gladson Cameli.

O pré-candidato do PP evitou polemizar as declarações de Coronel Ulysses. “É um direito de ele fazer a apresentação ao eleitor da forma que acha mais adequada. Os votos serão conquistados com propostas, pé no chão e contato direto com o eleitor. Acredito que todos os candidatos terão oportunidade de olhar no olho dos eleitores e dizer porque desejam governar o Estado, mas tudo acontecerá no momento certo. Agora, cada pré-candidato tenta montar seu time para disputa”, enfatiza Cameli.

Para o prefeito de Rio Branco, Marcus Viana (PT), “temos que aguardar como a população vai receber a candidatura do Coronel Ulysses, mas é perfeitamente compreensível que ele coloque seu nome. Eu entendo ser do processo democrático para escolha do novo chefe do executivo estadual, mas estamos ainda finalizando o ano. Portanto é cedo para fazer qualquer tipo de avaliação sem consultar a população que é quem vota e elege seu representante nas urnas”, destaca o petista.

Marcus Viana afirma que Gladson Cameli aparece bem nas pesquisas porque colocou o nome há mais tempo no tabuleiro. “A gente tem a candidatura consolidada do Gladson. Naturalmente, ele aparece na frente nas pesquisas. A candidatura de Ulysses vai trazer um debate de uma área especifica por ele da Polícia Militar. Ele vai querer debater a segurança. Vou procurar fazer o melhor que puder, gastando sola de sapato, conversando e falando de minhas propostas como sempre faço”, ressalta.

O petista também minimizou o rolo compressor do Coronel Ulysses. ” É cedo para avaliar, mas nós tivemos quatro candidatos na eleição municipal do ano passado. Cada um falando e criticando da forma que achava adequado. Temos que aguardar a definição dos apoios. É cedo para avaliar. Eu respeito a candidatura e cada um tem que se preparar para fazer um bom debate sobre ideais e sobre o futuro. Acredito que nesse debate não tem espaço para ataques pessoais”, finaliza Viana.

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Gladson Cameli e Sebastião Viana iniciam processo de transição governamental  

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O senador da República e governador eleito para o quadriênio 2019-2022, Gladson Cameli (Progressistas) e o atual governador do Acre, Sebastião Viana (PT), realizaram nesta quinta-feira (18) a primeira reunião da equipe de transição governamental onde foram instituídos os nomes que participarão do processo para implementação do Poder Executivo a partir de 1 de janeiro do próximo ano.

Márcia Regina, secretária-chefe da Casa Civil; Flora Valadares, assessora especial pela Casa Civil; Maria Lídia de Assis, procuradora-geral do Estado; Giordano Simplício, controlador-geral do Estado; Lilian Caniso, secretária de Fazenda em exercício; Márcio Veríssimo, secretário de Planejamento; e Sawana Carvalho, secretária de Gestão Administrativa, são os nomes que compõem a equipe definida pelo governador Sebastião Viana para dar suporte técnico a equipe do governador eleito Gladson Cameli, por meio do decreto 9.763, publicado no Diário Oficial.

A equipe de Gladson Cameli para a transição tem o advogado José Ribamar Trindade como coordenador-geral e ainda a engenheira civil, Maria Alice de Araújo; o administrador Anderson Abreu de Lima; o economista Carlito Cavalcanti e o mestre em desenvolvimento regional, Joelson Dias, que participarão a partir da próxima semana de reuniões periódicas sobre a estrutura administrativa do Poder Executivo Estadual.

O governador eleito agradeceu a disposição e diplomacia do governador Sebastião Viana em recebê-lo para discutir o início da transição, que demonstrou gestos de humildade e total respeito a democracia. “Só tenho a agradecer ao governador Sebastião Viana pelo seu gesto de humildade, que como todos os governadores que passaram por aqui, cumpriu seu papel”, disse Cameli.

Já Sebastião Viana, agradeceu também ao senador Gladson Cameli pela visita e disse que o mesmo está instituído pela autoridade do voto, sendo seu papel desejar sorte ao novo governante do estado. “O sucesso dele é o sucesso do povo do Acre, e nós já iniciamos o processo de transição através de decreto”, salientou Sebastião, reafirmando transparência e cordialidade durante o processo.

O objetivo das equipes do atual governador e do governador eleito é manter todos os serviços públicos em pleno funcionamento, garantindo ainda transparência e planejamento das ações governamentais através de colaboração recíproca.

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Com PHS rebelde e vereadores fazendo ameaças, Câmara define dia de eleição da Mesa Diretora da Casa

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A eleição da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Rio Branco ocorrerá em uma sessão extraordinária no dia 09 de novembro. A data foi confirmada em reunião entre os vereadores nesta quinta-feira, 18, na Sala de Reuniões da Casa.

Quatro nomes no momento se colocaram na disputa: N. Lima (PSL) pela oposição; Emerson Jarude (sem partido) por uma tendência independente; Antônio Morais (PT), vereador da base; e Rodrigo Forneck (PT), também da base de sustentação da prefeita Socorro Neri. Antônio Morais, como está há mais tempo fazendo campanha entre seus colegas pelo cargo, é considerado o favorito.

Disputa pela secretaria pode definir a presidência

O PHS, presidido por Manoel Roque, pôs o pé na porta e quer a 1ª Secretaria da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Rio Branco. A pressão é sobre a base da prefeita Socorro Neri na Casa, que tem mais dois postulantes ao cargo: Elzinha Mendonça, do PDT, e Artemio Costa (PSB). O socialista é o nome preferido da prefeita, porém a escolha esbarra na pressão interna da base.

O PHS usa como argumento seu capital político dentro na composição da Câmara. Dos 17 vereadores, dois são do partido: Raimundo Neném e José Carlos Juruna. Neném é o nome de Manoel Roque para ser o 1º secretário, considerado o segundo cargo mais importante do Legislativo, pois é responsável por gerenciar, junto com o presidente, toda a estrutura da Câmara e seu orçamento, que é de R$ 26, 7 milhões [R$ 19 milhões é destinado para a folha de pagamento].

A posição de Raimundo Neném é clara e objetiva: se a prefeita e a base não aceitarem seu nome no cargo de secretário, ele e Juruna declaram apoio a N. Lima (PSL). Outra possibilidade é a de os dois vereadores do PHS apoiarem Railson Correia para a 1ª Secretaria.

“A gente só não quer que seja rifado o nosso mome base. Nós estamos disposto a conversar com a oposição. Claro que a nossa preferência é dentro da base, pois somos da base. Mas não aceitamos que atravessem nossa garganta.”

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Governo de Sebastião diz que cortes são necessários para processo de transição

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As dezenas de exonerações publicadas no Diário Oficial do Estado, redução em abastecimento de veículos, diminuição de viaturas das polícias e outros cortes nas diversas secretarias estaduais após as eleições são na verdade, segundo reportagem veiculada nesta quarta-feira, 17, na Agência de Notícias do Acre, portal oficial do governo, “medidas necessárias à conclusão dos trabalhos administrativos da atual gestão já estão sendo adotadas, para que se inicie o processo de transição, com a preservação da continuidade dos serviços públicos essenciais”.

De acordo com a notícia no portal do governo essas “medidas administrativas relacionadas ao custeio em todos os segmentos, inclusive de pessoal, serão adotadas, haja vista que a legislação é rigorosa ao não permitir a transferência de despesas de um governo para outro. Todos os direitos e deveres serão respeitados na estrita observância dos contratos pactuados”.

O Acre sofreu perdas de repasses federais, reduções que chegaram a mais de 1 bilhão e 200 milhões de reais, ao longo dos últimos 7 anos. Só em setembro deste ano, o corte do FPE foi de R$ 55 milhões.

Atualmente, o governo aporta cerca de 40 milhões de reais, mensalmente, para pagar servidores aposentados que ingressaram na administração pública, majoritariamente, na década de 1980.

Segundo a reportagem, a atual gestão deixará R$ 1,3 bilhão para investimentos em diversas áreas.

“O processo de transição é praxe em toda administração pública em uma mudança de governo. Vamos seguir todos os rituais legais e democráticos”, afirma a vice-governadora, Nazareth Araújo.

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