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Enem na Uninorte: aplicadora constrange estudante ao dizer que ele tem nome de pobre

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“Indignação me resume!”, diz o estudante universitário Jefté Dutra ao afirmar que foi constrangido publicamente por uma aplicadora de prova do Enem, neste domingo, 05, na Uninorte, que disse, diante de mais 70 pessoas, que o rapaz tem nome de pobre. A denúncia foi feita por Jefté em sua página no Facebook e causou indignação também em seus amigos virtuais. Ele não menciona o nome da mulher.

“Á má preparação de uma aplicadora de prova a nível Nacional (ENEM). Não convém mencionar o nome da mesma, porém ao olhar para um nome diferente, e bíblico (Jefté), e falar em alto e bom som perante o auditório da uninorte que é nome de pobre, me causou um enorme constrangimento e indignação diante de mais de 70 pessoas presentes. Será que até pra se ter um nome precisamos seguir algum tipo de padrão da sociedade?”, desabafa o acadêmico do curso de Nutrição da Ufac.

Nome bíblico

Jefté foi um um dos mais proeminentes juízes em um período caótico da história de Israel, 1380 a 1050 a.C. É considerado um importante personagem do Antigo Testamento e sua história é narrada no livro dos Juízes.

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Farinha produzida por presidiários será distribuída na ExpoAcre

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Nesta quarta-feira, 24, o diretor do Complexo Penitenciário Manoel Neri, Missael Lima, segue para Rio Branco levando farinha produzida pelos presos de Cruzeiro do Sul para distribuir na Expoacre, que terá início no sábado, 27. Serão distribuídas gratuitamente 600 amostras de 150 gramas para os visitantes da Expoacre e o artesanato será comercializado. A ideia é mostrar à sociedade a importância e o resultado do trabalho dos presos para ressocialização.

“Trabalhando o preso diminui a pena e tem uma pequena renda. O clima atual dentro do presídio melhorou muito com a maior inclusão de presos em atividades como a produção de farinha, horta, lavagem de veículos, corte de cabelo, limpeza e manutenção do presídio e na marcenaria” , cita o diretor.

Dos 870 presos do Complexo Manoel Neri, 102 trabalham, quantidade que vem sendo ampliada na atual gestão, bem como as atividades oferecidas. ” Trabalhando, eles se sentem cidadãos integrados à sociedade”, cita o diretor, que pretende implantar no local a piscicultura e serviços como de borracharia e serralheria.

Na Expojuruá, que será realizada em Cruzeiro do Sul nos dias 31 de agosto e 1° de setembro, também haverá a distribuição gratuita de farinha e a comercialização de artesanato produzidos no Complexo Penitenciário Manoel Neri.

Presos produzem uma tonelada de farinha por mês em Cruzeiro

Mensalmente os presos do Complexo Manoel Neri produzem uma tonelada de farinha. Além de fazer a farinha com a mandioca do presídio, também fazem o produto com macaxeira de produtores locais, por meio de parceria.

O trabalho garante farinha para o consumo interno e a venda no mercado local. A renda média mensal para o presídio é de R$ 2.600. Dinheiro, que segundo o diretor, Missael Melo, serve para a compra de itens como remédios ( os não fornecidos pela rede pública), roupas e artigos de expediente para o presídio. Caso a família do preso necessite, também pode acessar uma parte dos recursos.

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Homem é condenado por apresentar CNH falsa em blitz

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A 3ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco condenou Edileudo Castro Sampaio por apresentar carteira de habilitação falsa, em blitz realizada na Gameleira. O crime está previsto no artigo 304, combinado com artigo 297, ambos do Código Penal.

O réu alegou, em sua defesa, que tentou tirar a carteira mais de 20 vezes e, como não conseguiu, confessou que dirigia com documento falso. A pena arbitrada foi substituída por prestação de serviço à comunidade, com jornada semanal de seis horas, mais prestação pecuniária de um salário mínimo.

O policial que realizou a abordagem afirmou que o Edileudo entregou o documento e desde o início desconfiou que fosse falso, porque o papel era diferente. “Ele chegou a declarar que era autêntico, então fizemos a pesquisa e constatamos que ele não tinha habilitação”, depôs. A abordagem foi registrada em gravação audiovisual (que foi anexada aos autos processuais), seguida de prisão em flagrante.

O juiz de Direito Raimundo Maia prolatou a condenação. “Conforme os elementos de prova apurados, o acusado fez uso de documento público falso. A confissão colhida confirmou os fatos e o modus operandi, bem como os motivos que o levaram a praticar o ato ilícito”, pontuou o magistrado.

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