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O cirurgião plástico Robert Rey, que desistiu de ser candidato ao Senado pelo Acre, cogita disputar a Presidência da República pelo PRONA inspirado no lendário Enéas Carneiro, mas com propostas um tanto inusitadas e polêmicas, bem diferentes de seu inspirador.

Em um uma entrevista de 10 minutos veiculada no dia 02 de novembro no YouTube, Dr. Rey fala em trazer de volta a “sensualidade” do brasileiro, segurança e fala até em “chicote”.

“Vai ter segurança no Brasil. O gringo não é papo furado, a gente faz a pesquisa. As nossas decisões são empíricas. Eu fui na Fundação Casa, passei o dia na Fundação Casa e eu tenho muito respeito pelos profissionais. Mas o que é que eu vi na Fundação Casa? Pingue-pongue, classe de artes. Mas sabe uma coisa que eu não vi? Eu não vi remorso. Quando eu for presidente do Brasil, matou aos 8 (anos), será julgado como adulto.”

Na entrevista, ao dizer que cogita pré-candidatura a presidente da República, Rey diz ser formado em economia em Harvard nos EUA.

“Educação é importante, mas no Brasil o que falta é chicote. Eu aprendi medicina aos tapas. Hoje eu sou um cirurgião bom porque o gringo destrói você, e você reconstrói você (mesmo) como um robô.”

Em um momento meio bizarro, o médico se diz “culto” com “uma pegadinha violenta como Keneddy” e que vai “trazer de volta a nossa sensualidade.”

“Nós temos uma nação linda, nós somos inteligentes, nós somos sexy, gente. Eu quero trazer de volta a nossa sensualidade. O Brasil tá esfriando? Não, não, não. Quando eu estiver na capa da revista Time, o novo rosto do governo do Brasil: honesto, culto, uma pegadinha violenta como Keneddy, eu vou trazer de volta a nossa sensualidade.”

Dr. Rey esteve no Acre há dois anos inaugurando uma clínica de estética. Na oportunidade, ele causou alvoroço ao anunciar que seria candidato a senador pelo Estado pelo seu ex-partido, o PEN, porém meses depois desistiu da ideia.

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Ilderlei Cordeiro deve ter deixado de lado ações de combate à dengue; números de casos aumentaram em 125% em 2017

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Os números indicam que as ações de limpeza de prevenção contra a dengue parece que não foram rigorosamente trabalhadas no ano passado na gestão do prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro (PMDB). Os casos de dengue confirmados em 2016 foram 220, já no ano seguinte os números de casos confirmados chegaram a 496. Se comparado os dois últimos anos, houve um aumento de 125% de casos em 2017.

As notificações em 2016 foram de 1.447 pessoas que apresentaram os sintomas da doença. Em 2017 este número subiu para 1.791 notificações, com 496 confirmações da doença. Mas, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, 227 casos estão em investigação para saber se realmente se trata de dengue.

De acordo com as explicações que a coordenadora de vigilância epidemiológica, Marcicleide Oliveira deu a imprensa de Cruzeiro do Sul, os pacientes procuram as unidades de saúde para serem atendidos pelos médicos que notificam ou não os casos, sendo que os resultados são encaminhados para a vigilância epidemiológica. “Recolhemos essas notificações semanalmente e passamos para a coordenação de vigilância entomológica para darem prosseguimento com as ações de controle e combate à dengue”, explicou a coordenadora.

Segundo informações colhidas no site do Ministério da Saúde, em algumas regiões do Brasil as epidemias de dengue acontecem a cada quatro anos. Por isso, é feito uma propaganda intensa para alertar a população que fique atenta ao combate aos criadouros do mosquito transmissor da doença.

Para se ter uma ideia, em 2014, Cruzeiro do Sul passou por uma epidemia de dengue registrando mais de 30 mil casos da doença, com 26 mil confirmações.  Com um esforço intenso e um trabalho focado para resolver a questão a gestão anterior a de Ilderlei Cordeiro reduziu os casas. Mas no primeiro da atual gestão, as ações parece que não foram as mesmas, já que o número de notificações e confirmações ultrapassa em 100% o casos de 2016.

A coordenadora de vigilância disse ainda à imprensa que desde outubro foi observado um crescimento nas notificações por conta do período de chuva e existe toda uma mobilização para que não aconteça uma nova epidemia na cidade. Os bairros em Cruzeiro do Sul com maior número de notificações são João Alves, Cruzeirinho, Telégrafo, Cruzeirão e São José. A população deve procurar as unidades de saúde referência como Posto de Saúde da 25 de Agosto, Unidade de Saúde Jesuíno Lins, Posto de Saúde da Sanacre-João Alves e do Cruzeirinho.

Sintomas da dengue

– Após um período médio de 5 a 6 dias após a picada do mosquito, o paciente tem febre alta, de início abrupto, associada a dor de cabeça, dor retrorbitária (atrás dos olhos), dores musculares e articulares, falta de apetite e fadiga.

– O paciente pode apresentar, ainda, manchas vermelhas na pele, coceira, náuseas, vômitos, diarreia e manifestações hemorrágicas, como sangramento pelo nariz ou gengiva.

– Caso suspeite que esteja com dengue, evite a automedicação e beba bastante água. Faça repouso e mantenha uma alimentação.

Tratamento

Não há tratamento antiviral específico. O manejo adequado dos pacientes depende do reconhecimento precoce dos sinais de gravidade, uso de medicamentos sintomáticos e hidratação oral ou injetável, dependendo do quadro do paciente.

O uso de anti-inflamatórios e salicilatos é contraindicado, pelo risco de sangramento e síndrome de Reye.

Além disso, é importante manter repouso e hidratar-se constantemente.

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No Quinari, importante liderança do PSB pede desfiliação

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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O Partido Socialista Brasileiro (PSB) sofreu uma baixa importante no município de Senador Guiomard (o Quinari). Depois de 17 anos de militância, o empresário do ramo de farmácia e produtor rural, conhecido popularmente como Aurélio da Farmácia, entregou a carta de desfiliação da legenda que faz parte da Frente Popular do Acre (FPA), coligação comandada pelo Partido dos Trabalhadores.

Aurélio da Farmácia foi o primeiro dirigente do PSB no Quinari. Ele destaca que registrou o partido no município. Ele assumiu a direção do PSB em duas oportunidades. Na última eleição municipal seu nome foi definido como candidatura de prefeito. Chegou a ter 10% de preferência nas pesquisas, mas a direção estadual e municipal do partido não apoiou sua candidatura.

Desmotivado, Aurélio da Farmácia apoiou André Maia (PSD), que venceu a disputado contra o candidato apoiado pelo PSB. “Estamos abertos ao diálogo para filiação a um novo partido que possa projetar uma candidatura a deputado estadual”, disse o dissidente do PSB, que recebeu a visita de Eber Machado, que tem pretensões de disputar uma vaga de deputado federal esse ano.

“Escolheu Senado Guiomard para morar e faço política há 20 anos. Não quer mais ser coadjuvante, quero ajudar meu município a se desenvolver. Essa é a hora de protagonizar e fazer uma nova política. O momento político não é só de criticar, temos que colaborar. Estamos saindo do PSB com outros 25 filiados, mas pode chegar a 40. Essas pessoas apoiam a nova política”, diz Aurélio.

Ele destaca que saiu de forma cordial do PSB. “Vou procurar um partido que valorize minha presença e garanta autonomia para trabalhar e decidir os rumos políticos do partido no município. Apoiei André Maia, mas ele virou as costas para quem o apoiou. Boa parte das pessoas que apoiaram André estão se sentindo injustiçados porque o prefeito se distanciou”, afirma Aurélio.

Segundo Aurélio da Farmácia, são posicionamentos como o do prefeito André Maia, que nos faz querer construir novos caminhos. Continua o projeto político independe da administração André Maia. Saio do PSB, mas vou apoiar a candidatura de Marcus Alexandre, não pelo partido dele, mas por enxergar a disposição que ele tem para trabalhar pela população”, finaliza.

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Deputado estadual Antônio Pedro diz que Tião Bocalom não ‘combinou’ com ele a candidatura de Coronel Ulysses

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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A situação do Democratas, partido presidido no Acre pelo ex-prefeito de Acrelândia, Tião Bocalom, chega a lembrar a história bíblica da Torre de Babel, mencionada no Livro do Gênesis, quando um grupo de pessoas ambicionava chegar ao céu com a construção a edificação, mas foram castigados por Deus que, confundiu-lhes as línguas e o projeto fracassou. O mesmo acontece com o DEM, legenda onde ninguém se entende quando o assunto sãos as eleições 2018.

Depois do anuncio de Coronel Ulysses, que teria aceitado convite de Bocalom para disputar o governo do Acre pelo Democratas, o deputado federal Alan Rick disse que Bocalom não estaria autorizado pelo presidente nacional da sigla, o senador Agripino Maia. Agora foi a vez do deputado estadual Antônio Pedro. Ele procurou a reportagem de ac24horas para informar que o ex-prefeito de Acrelândia nunca conversou com ele sobre a candidatura do militar.

“Sou extremamente contrário à candidatura do Coronel Ulysses Araújo pelo Democratas. O Bocalom sempre fala que combinou com todo mundo, mas isso não é verdade, comigo não combinou até porque ele sabia que eu sempre fui contra a candidatura de terceira via”, diz Antônio Pedro, parlamentar que é simpatizante da pré-candidatura de Gladson Cameli (PP) ao governo do Acre. Ele defende que o bloco de oposição saia com candidatura única.

Demonstrando descontentamento com a falta de sintonia no Democratas, Antônio Pedro não descarta abandonar o partido, caso prevaleça a decisão de lançamento de candidatura própria. “Eu nunca concordei com essa terceira via que Bocalom anda defendendo. Não sou a favor da divisão das oposições em um momento que a união significa a vitória sobre a Frente Popular. Caso Bocalom insista com isso, eu vou seguir outro caminho “, finaliza o deputado.

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