Conecte-se agora

Destaque 5

PSD recebe filiados e amigos em almoço na chácara “Boi Cagão”

Publicado

em

Caravanas do interior, políticos, simpatizantes e familiares do senador reeleito Petecão, participaram da festa de confraternização do PSD, ocorrida ontem (15) na chácara Boi Cagão, em Rio Branco.

Anfitrião do evento, o senador teve que se desdobrar para dar atenção aos muitos convidados que prestigiaram o momento.

Na ocasião, Petecão foi homenageado pela direção do PSD e também rendeu homenagens.

Ele entregou uma placa ao publicitário Wagner, dono da produtora que conduziu a mídia de sua vitoriosa campanha.

Dezenas de prêmios foram sorteados e a animação ficou por conta da Banda Trio Furacão.

A deputada estadual mais votada, Meire Serafim e seu esposo, Mazinho Serafim, prefeito de Sena Madureira, foram alguns dos muitos políticos que fizeram questão de cumprimentar o grupo do senador.

Em seu discurso, Petecão voltou a agradecer a massacrante votação que recebeu (244 mil votos) e disse que vai redobrar o trabalho em favor do Acre neste segundo mandato.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Continuar lendo

Destaque 5

No Acre, 143 candidatos não prestaram contas com o TRE

Publicado

em

Sete dias após o prazo final, cerca de 143 candidatos a deputado federal e estadual não prestaram contas da campanha nas Eleições 2018 com Tribunal de Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC).

A lista com os nomes foi divulgada nesta quarta-feira (12). A entrega das contas deveria ter sido feita até o último 6 deste mês.

A lista completa com os nomes dos candidatos e respectivos partidos pode ser acessada no site do TRE-AC.

Sem a prestação, o candidato não recebe a certidão de quitação eleitoral por quatro anos, caso a conta seja julgada não prestada. Com isso, o candidato não pode concorrer nas próximas duas eleições.

Continuar lendo

Destaque 5

Indigenistas temem impacto sobre índios isolados do Acre

Publicado

em

Os indigenistas da Funai (Fundação Nacional do Índio) de um dos setores mais sensíveis do órgão, o responsável pelo tema dos índios isolados e de recente contato na Amazônia Legal, pediram em carta pública nesta quinta-feira (13) a permanência da fundação na estrutura administrativa do Ministério da Justiça. Eles chamaram a atenção sobre “garantir a vida” desses grupos indígenas.

Segundo a equipe de transição do governo Bolsonaro, a Funai deverá ser deslocada, depois de mais de 30 anos sob o guarda-chuva do MJ, para o recém-criado Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, a ser chefiado pela pastora evangélica Damares Alves. Na semana passada, ela declarou intenção de rever “política do isolamento” de indígenas, concordando com frases anteriores de Bolsonaro. “Já dá para a gente rever se isso é o melhor para o índio, a política do isolamento”, disse Damares.

A carta aberta dos indigenistas foi subscrita pelos coordenadores das onze frentes etnoambientais da Funai e pelos coordenadores da CGIIRC (Coordenação-Geral de Índios Isolados e de Recente Contato) em Brasília.

Essas frentes são postos avançados da Funai em diferentes pontos da Amazônia Legal, nos quais os servidores passam semanas e meses a fio. Localizadas nos estados de Amazonas, Mato Grosso, Rondônia, Acre, Roraima e Pará, são denominadas de Awá, Cuminapanema, Médio Xingu, Waimiri-Atroari, Yanomami, Madeira-Purus, Javari, Envira, Uru-Eu-Wau-Wau, Guaporé e Madeira.

Os indigenistas explicam na carta que a política de proteção dos povos indígenas isolados e de recente contato é executada pelas frentes “com princípios emanados de nossa Constituição de 1988”. “Essa política foi construída tendo por base as trágicas experiências de genocídio anteriores, passando a atuar por meio da proteção territorial e da política de não-contato”, diz a carta. Antes e durante a ditadura militar (1964-1985), grupos indígenas até então isolados sofreram grandes taxas de mortalidade a partir de contatos realizados pelo governo federal.

“A defesa do território é fundamental para a garantia da vida desses povos. As Frentes de Proteção Etnoambiental atuam de forma permanente na vigilância e fiscalização desses territórios. Tais ações já provaram desde há muito sua importância para a nação brasileira, na garantia da vida dos povos isolados, na proteção dos recursos naturais e na presença constante em áreas remotas de nosso território. A exploração ilegal destes territórios, sua destruição e a morte desses povos, podem causar enormes prejuízos à nação – desde sanções econômicas internacionais ao prejuízo à nossa imagem frente ao mundo”, diz o grupo de indigenistas, na carta.

Os servidores da Funai advertem que a atividade de proteção aos índios “não pode ser relegada a segundo plano ou a terceiros, nacionais ou estrangeiros”.

“Por conta da atuação da Funai, a política pública brasileira de proteção de povos isolados e de recente contato é hoje reconhecida como uma política pública de referência por outros países onde também há a presença destas populações. A efetividade dessa política faz com que o Brasil continue sendo o país com o maior conjunto conhecido de povos e grupos indígenas isolados no mundo. Diante dessa relevante responsabilidade, defendemos que o Ministério da Justiça é a instância mais apropriada para o comprimento da missão institucional da Funai, sem o desmembramento de suas atribuições, e para garantia da vida dos povos indígenas isolados e de recente contato”, diz a carta assinada pelos indigenistas.

*Com informações da Folha de São Paulo

Continuar lendo
Propaganda

Mais lidas

Copyright © 2017 Ac24Horas - Todos os direitos reservados.