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Prefeito duro: PF faz busca e apreensão na casa de Marcus Viana e encontra apenas R$ 9,00

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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Bom dia! Boa tarde! Boa noite!

O impacto da crise econômica, financeira e social não vem atingindo apenas a população de renda baixa e média do Acre. Tá todo mundo liso. A quebradeira e a falta de dinheiro no bolso, na gaveta, no guarda-roupa, no cofre, no forro da casa e na cueca é geral. Tá todo mundo vendendo o almoço para comprar a janta. Um exemplo da quebradeira foi o que aconteceu com o prefeito de Rio Branco, Marcus Viana (PT), que foi alvo da Operação Buracos, deflagrada pela Polícia Federal. Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, os agentes federais encontraram apenas R$ 9,00 em seu poder após uma revista de baixo para cima, de cima para baixo na casa do Chame Chame.

A sorte do petista é que ele não precisa de dinheiro para tomar café, sai filando de quem carrega uma garrafa pelas ruas da capital. Detalhe, quando a Polícia Federal chegou para fazer o ‘baculejo’, Marcus Viana já tinha ‘capado o gato’ para atender um chamado de um morador que reclamava dos buracos — vejam só a ironia, meus três leitores — o mesmo nome da operação que resultou na condução coercitiva do gestor para prestar depoimento. Informações de bastidores dão conta que depois de Chame Chame esperar por horas na sede da PF, os agentes ficaram com dó do prefeito mais liso do país e fizeram uma cotinha e compraram uma marmita do restaurante do Pedro Porco.

O buraco é mais embaixo


Segundo os deputados de oposição, o buraco dos supostos desvios de recursos no Deracre é mais embaixo, ou seja, bem anterior a passagem de Marcus Viana pela direção do órgão que cuida das estradas e ramais do Estado. Eliane Sinhasique (PMDB) acredita que o PT e a Frente Popular começou usar os recursos federais destinados a pasta, ainda na primeiro mandato de Jorge Viana (PT) à frente do governo do Acre. Gerlen Diniz (PP) foi mais longe. Ele acusa os governos petistas de desviar mais dinheiro que o Gedel Vieira Lima (PMDB), que guardava mais de R$ 50 milhões num apartamento. Daniel Zen (PT) chutou o pau da barraca e deixou no ar que a família Cameli estaria enrolada também.

De quem é a arma apreendida pela PF?


Essa é a pergunta que vem sendo feita nas rodas de conversa. Os fofoqueiros de plantão querem saber quem é o proprietário do revólver apreendido durante a Operação Buracos que investiga o desvio de recursos no Deracre. Como a PF não costuma detalhar informações e nomes dos investigados em suas ações, as especulações fervilham. Ninguém sabe ainda a quem pertence os R$ 75 mil apreendidos. Marcus Viana só tinha R$ 9. Ele tratou ainda de afastar a suspeita de que seria proprietário da arma. Chame Chame afirma que as únicas armas que guarda em sua casa são as ‘baladeiras’ de seus filhos. O burburinho vai continuar até que alguém seja processado pelo porte do cospe fogo apreendido.

Bocalom fala sobre o chapéu e o guarda-chuva

Após a publicação da atualização anterior do blog sobre a briga dos líderes de oposição para formação de chapas proporcionais, quando este blogueiro disse que o mandato de deputado federal é um chapéu, e o cargo de governador um guarda-chuva, o ex-prefeito de Acrelândia, Tião Bocalom (DEM) ligou para fazer um contraponto. Ele voltou a dizer que seu partido poderá optar por uma chapa própria e explicou seus motivos. “Acreditamos que o PP não nos quer debaixo desse guarda-chuva. O que podemos fazer se os acordos não são cumpridos? Nos fizeram uma promessa que não foi cumprida, isso nos faz acreditar que não temos espaço para passar sequer um sereno debaixo desse guarda-chuva”.

Jairo Carvalho deu com os burros n’água”


O deputado Jairo Carvalho (PSD) deus com os burros n’água” quando tentou colocar seus colegas do bloco de oposição numa saia justa durante a sessão ordinária de terça-feira (31). Ele criticou os colegas que não compareceram ao encontro de governadores para debater a questão da segurança pública e o combater o narcotráfico. Nelson Sales (PP) pediu um aparte ao colega e o questionou quais foram as medidas que ficaram definidas no encontro de governadores para resolver o problema da falta de segurança no Acre. Carvalho gaguejou, remendou, tentou, mas não soube explicar foram definidas metas para pelo menos amenizar a onda de violência que vem sacudindo o Estado.

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