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Acre terá Associação dos Cabos Eleitorais para brigar contra políticos caloteiros

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Uma entidade para defender o direito e interesse dos cabos eleitorais contra os políticos velhacos. Esse é o objetivo da criação da Associação dos Profissionais dos Cabos Eleitorais do Acre (Apcea). A proposta é do ativista político Josimar Tavares, fundador e presidente da entidade, que será lançada no dia 01 de novembro, no auditório da Assembleia Legislativa do Acre, em Rio Branco.

Josimar Tavares, fundador e presidente da Associação dos Cabos Eleitorais do Acre

“Toda sociedade está organizada através de associação e sindicato. Essa associação é bom pra ambas as partes. A gente tem vários casos tanto na Assembleia Legislativa como na Câmara Municipal de parlamentares que não cumpriram com cabos eleitorais. Muitas vezes você trabalha e o político promete colocar no seu gabinete ou contemplar com um emprego e nunca cumpre.”

Questionado pela reportagem se a associação não seria uma espécie de oficialização da compra de votos e trocas de favores entre eleitores e políticos, Josimar diz que não. Para ele, ao contrário, a associação vai defender os direitos de pessoas que “levam o nome dos políticos no período eleitoral”.

A fundação da Apcea segue padrões de entidades semelhantes criadas em outros estados do país, segundo Josimar. Ele lembra ainda que a organização também representará “responsáveis por carros de som, motos e bicicletas de som, apresentadores de comícios e de reuniões”.

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Deputado denuncia desvio de finalidade dos repasses do SUS para contratação de terceirizadas no Acre

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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A possível falta de filme no Raio X das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Rio Branco foi denunciada pelo deputado Nelson Sales (PP), na manhã desta quarta-feira (18) na Aleac. O parlamentar denunciou ainda o desvio de finalidade dos repasses do Sistema Único de Saúde (SUS), que deveria ser utilizado para compra de medicamentos e equipamentos para os hospitais, mas estaria sendo usado pelo governo do Acre para contratação de servidores terceirizados.

Para Sales, a proposta de terceiriza a gestão dos hospitais públicos defendida pelo líder do governo na Aleac, deputado Daniel Zen (PT) pode ser uma oportunidade para resolver a questão do desvio de finalidade de recursos e melhorar o atendimento nas unidades de saúde. “É uma ideia boa que deu certo no Juruá e deu certo por um determinando período em Sena Madureira. Com certeza é uma ideia que é boa para população”, destaca o oposicionista.

O deputado destaca que a descentralização de recursos é a maneira mais prática para gerir a saúde, principalmente no interior. “A gestão estadual já deu provas que não tem competência para gerir a saúde. É verdade que o governo contratou 300, mas propôs o concurso lá atrás, não está fazendo favor, é uma obrigação, mas em compensação aditiva um contrato e gasta mais R$ 9 milhões de recursos do SUS por ano com uma empresa terceirizada”, afirma Nelson Sales.

Ele afirma que não é contra a contratação de servidores e empresas terceirizadas, “mas que use o recurso 100. Não use os repasses do SUS, porque está faltando filme no Raio X de todas as UPAs e medicamentos e isso tudo é recurso do SUS para comprar, mas o governo desvirtua e usa os recursos do SUS para contratar, enquanto teria que usar recursos próprios para pagar servidores e as empresas terceirizadas que são contratadas constantemente”.

Nelson Sales acredita que há um grave equivoco na gestão da saúde pública estadual. “Há contratação de empresa para ensinar piloto de helicóptero a voar por instrumentos. A gestão é toda equivocada, o negócio é contratar empresa, construir e nunca dar manutenção. Na contratação das empresas, nós sabemos os favores que existem. Por alguma razão se contrata pesquisa quando está entrando o período de eleição. Fato muito curioso”, finaliza.

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Multas de trânsito poderão ser parceladas no cartão de crédito

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O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta quarta-feira (18) uma resolução que permite o pagamento de multas de trânsito com cartões de crédito ou débito.

O valor até poderá ser parcelado, mas com a devida cobrança de juros pela operadora financeira do cartão, como quando as compras a prazo não são parceladas pela própria loja.

A resolução já está em vigor, mas cada órgão de trânsito ainda precisa habilitar as operadoras de cartões para oferecer o serviço, que não é obrigatório.

Alguns Detrans e prefeituras já fazem parcelamentos por meio de documentos de arrecadação, geralmente com pagamento do primeiro boleto da dívida na hora da assinatura do termo de adesão.

De acordo com o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Elmer Vicenzi, muitos proprietários faziam este tipo de parcelamento apenas para regularizar o veículo, obter o licenciamento ou permitir a realização de transferência, mas depois não pagavam o restante das parcelas.

Com a nova regra, cada órgão de trânsito (Detrans, prefeituras, Polícia Rodoviária, Der e Dnit) poderá habilitar empresas financeiras para oferecer a alternativa de pagamento por cartão e quitar dívidas dos proprietários de veículos.

Como o parcelamento será totalmente entre a operadora do cartão e o proprietário, o órgão de trânsito continuará recebendo o valor à vista, e a regularização do veículo será imediata – não será necessário esperar até a última parcela.

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Estudante de medicina é preso com LSD, maconha e cocaína na fronteira do Acre

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A Polícia Militar, em Epitaciolândia, prendeu na noite da última terça feira (17), o estudante Antônio Manoel de Lima Castro Souza(22), por suspeita de tráfico de drogas.

Os policiais encontraram em poder do estudante, maconha, cocaína e comprimidos que seriam LSD e extase, drogas sintéticas alucinógenas.

No momento da prisão Antônio Manoel se identificou como acadêmico de medicina de uma faculdade na Bolívia, mas negou que os comprimidos encontrados dentro da geladeira em sua casa fossem as drogas sintéticas.

Ele foi preso na companhia de outras três pessoas, que segundo a polícia, possuem histórico de envolvimento com o tráfico de drogas.

A prisão dos acusados aconteceu depois de uma denúncia anônima. Com os acusados a PM ainda encontrou dinheiro, pés de maconha e material para embalar o entorpecente. Todos foram apresentados ao delegado de plantão em Epitaciolândia.

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