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Com uniforme rosa e veado como mascote, Filhos de Xapuri criam o Caxinguba Futebol Clube

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Xapurienses que residem fora de Xapuri decidiram criar um time de futebol tendo como mascote um veado, com uniforme rosa e batizado de Caxinguba FC.

Para quem nunca ouviu falar dessa fruta nem do folclore que envolve Xapuri e a caxinguba, vamos explicar.

A caxinguba é uma árvore que chega a atingir 25 metros e fornece um fruto amarelado. Na floresta é o alimento preferido do manzama americana, o veado mateiro, comum nessa região. Diz a lenda, que a região de Xapuri concentrava uma enorme quantidade de caxingubas, o que provocou a migração da espécie em busca do alimento.

Assim, Xapuri, apenas por zoação do que por qualquer forma preconceituosa,também era chamada de: a cidades dos veados (animais). Esse rótulo nunca incomodou quem nasceu na terra de Chico de Mendes, pelo contrário, foi mais uma forma de tornar a cidade conhecida. É o que afirma o jornalista Leônidas Badaró, profundo conhecedor do ¨causo¨ e integrante do novo clube de futebol.

¨ Essa estória nunca incomodou, pelo contrário, foi uma forma de enaltecer a cidade e mostrar que isso tem mais um fundo de brincadeira, de gozação, do que de preconceito¨, garante.

Para mostrar que de fato não existe nenhuma relação homofóbica entre Xapuri e o fruto, desportistas decidiram criar o Caxinguba FC, time de futebol amador, formado por xapurienses que residem foram da Princesinha do Acre.

Com uniforme na cor rosa e tendo um veado como mascote, o time está se organizando para fazer seu primeiro amistoso internacional.

No próximo dia 28, no Florestão, em Rio Branco, o Caxinguba recebe a seleção máster de Cobija(Bolívia), para um amistoso. Será a oportunidade para os conterrâneos conhecerem o time que leva o nome de Xapuri de uma forma bem humorada e tendo o futebol como pano de fundo para difundir ainda mais as estórias que fazem do Acre uma terra diferente.

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Direção da Fameta proíbe venda de alimentos no interior da faculdade e medida revolta

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Um comunicado emitido pela direção da Fameta em Rio Branco proibindo a venda de produtos dentro do prédio da instituição vem revoltando os alunos da instituição.

O aviso foi afixado no interior da unidade e informa a proibição da venda de alimentos, a partir desta segunda-feira, 18, como “bananinha, bolos, brigadeiro, torta e outros”.

Procurado na tarde desta terça-feira, 19, o diretor da Fameta, Dawerson Ramos, afirma que a prática “atrapalha as aulas” e que a instituição não é “comércio”. Há professores que reclamam, diz.

O diretor afirma ainda que outra razão da proibição é o fato de os alimentos à venda em sala de aula não possuírem “certificação da Vigilância Sanitária”. Ele sugere aos alunos que consumam os produtos comercializados na cantina da faculdade.

“Aqui é uma instituição de ensino, não é comércio. O que está sendo vendido não tem certificação da Vigilância Sanitária.”

Uma foto do comunicado se espalhou pelas redes sociais. A revolta entre os estudantes é grande.

“Ao proibir a venda dentro da instituição, mais uma vez a faculdade meta – FAMETA se compromete em ser uma empresa que visa unicamente o lucro, não levando em consideração a realidade da comunidade acadêmica. Proibir a venda é também acabar com o sonho de conclusão do ensino superior, tendo em vista que na sua grande maioria os vendedores usam do dinheiro pra complementar os custos de uma faculdade particular. A instituição não pode apenas proibir, mas desgastar o diálogo ao máximo a ponto de encontrar uma solução. Partindo desse princípio pedimos que a coordenação da instituição reavalie sua decisão e ajude a fortalecer esse sonho que é a conclusão do ensino superior”, afirma um texto atribuído aos estudantes de Engenharia Ambiental da Fameta.

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Presidente da Câmara do Quinari poderá devolver R$ 200 mil de sua empresa ao município

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Um parecer do processo administrativo da Secretária de Finanças do município de Senador Guiomard, o Quinari, solicitou da empresa do presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Gilson da Funerária (Progressistas), a devolução de pouco mais de 200 mil reais que teriam sido adquiridos na gestão do ex-prefeito James Gomes (Progressistas).

Os recursos, segundo o parecer assinado pelo secretário de Finanças Deusdete Cruz, foi obtido pela empresa Jucimar P. de Souza-ME registrada com o CNPJ 06122494/0001-63 sem qualquer tipo de contrato legal exigido pelas leis de contratação dos serviços de empresas privadas a órgãos públicos.

A documentação informa ainda que foram solicitados da empresa funerária a apresentação dos documentos que comprovam legalmente os serviços prestados ao município durante os oito anos da gestão James Gomes, tendo em vista que não foram encontrados nos arquivos da administração pública qualquer tipo de documentação nos termos da lei a respeito dos serviços realizados pela empresa do vereador.

O parecer destaca que durante oito anos a única empresa funerária do município vendeu R$ 107.190,00 que atualizados atualmente chega a R$ 208.375,08. Recurso que a atual gestão municipal quer de volta por não encontrar em seus arquivos documentos que legalize as compras de urnas funerárias da empresa na época.

O processo administrativo que o ac24horas teve acesso, informa que depois de 15 dias da notificação, e caso a empresa não devolva os recursos, será aberto um pedido de Ação Civil Pública contra a empresa do atual presidente da Câmara de Vereadores, Gilson da Funerária.

O presidente da Câmara ao responder a reportagem explicou que não iria se pronunciar no momento. Mas disse ainda que não fez nada ilegal e que a atual gestão não irá calar o seu mandato no parlamento. “Quando for notificado irei me pronunciar”, explicou o parlamentar.

 

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“Ilícitos” para descumprimento da Lei de Acesso à Informação são estabelecidos pelo governo

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O governo Sebastião Viana (PT) publicou na edição desta segunda-feira (18) do “Diário Oficial”, decreto com novas regulamentações para a aplicação da Lei de Acesso à Informação (LAI) pelo Executivo estadual. As alterações tratam dos incisos que estabelecem os ilícitos que serão considerados no descumprimento da legislação da transparência.

Recusar-se a fornecer informação requerida retardar deliberadamente o seu fornecimento ou fornecê-la intencionalmente de forma incorreta, incompleta ou imprecisa configuram-se infração por parte do servidor público.

O decreto também estabelece como ilícito divulgar ou permitir a divulgação ou acessar ou permitir acesso indevido à informação sigilosa ou informação pessoal. Pela norma, o agente que decretar o sigilo de uma informação de forma deliberada para obtenção de vantagem e “para fins de ocultação de ato ilegal cometido por si ou por outrem” também é crime.

Sancionada em 2011, a Lei de Acesso à Informação é considerado um dos maiores avanços na transparência da gestão pública. Com a LAI, os governos são obrigados a repassar todas as informações pedidas pelos cidadãos, tendo como exceção somente aquelas classificadas como sigilosas.

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