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Com uniforme rosa e veado como mascote, Filhos de Xapuri criam o Caxinguba Futebol Clube

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Xapurienses que residem fora de Xapuri decidiram criar um time de futebol tendo como mascote um veado, com uniforme rosa e batizado de Caxinguba FC.

Para quem nunca ouviu falar dessa fruta nem do folclore que envolve Xapuri e a caxinguba, vamos explicar.

A caxinguba é uma árvore que chega a atingir 25 metros e fornece um fruto amarelado. Na floresta é o alimento preferido do manzama americana, o veado mateiro, comum nessa região. Diz a lenda, que a região de Xapuri concentrava uma enorme quantidade de caxingubas, o que provocou a migração da espécie em busca do alimento.

Assim, Xapuri, apenas por zoação do que por qualquer forma preconceituosa,também era chamada de: a cidades dos veados (animais). Esse rótulo nunca incomodou quem nasceu na terra de Chico de Mendes, pelo contrário, foi mais uma forma de tornar a cidade conhecida. É o que afirma o jornalista Leônidas Badaró, profundo conhecedor do ¨causo¨ e integrante do novo clube de futebol.

¨ Essa estória nunca incomodou, pelo contrário, foi uma forma de enaltecer a cidade e mostrar que isso tem mais um fundo de brincadeira, de gozação, do que de preconceito¨, garante.

Para mostrar que de fato não existe nenhuma relação homofóbica entre Xapuri e o fruto, desportistas decidiram criar o Caxinguba FC, time de futebol amador, formado por xapurienses que residem foram da Princesinha do Acre.

Com uniforme na cor rosa e tendo um veado como mascote, o time está se organizando para fazer seu primeiro amistoso internacional.

No próximo dia 28, no Florestão, em Rio Branco, o Caxinguba recebe a seleção máster de Cobija(Bolívia), para um amistoso. Será a oportunidade para os conterrâneos conhecerem o time que leva o nome de Xapuri de uma forma bem humorada e tendo o futebol como pano de fundo para difundir ainda mais as estórias que fazem do Acre uma terra diferente.

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Destaque 5

Deputado federal Angelim denuncia desmonte das políticas sociais e agrárias no Brasil

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Em discurso no plenário da Câmara, o deputado federal Raimundo Angelim (PT-AC) condenou o desmonte das políticas sociais pelo governo de Michel Temer.  Ele lembrou que, por mais de uma década, o Brasil viu os resultados altamente positivos de um conjunto de políticas sociais de desenvolvimento humano implantado pelos Governos do PT, em parceria com os municípios, enfrentando a desigualdade e outras violações de direitos que atingem os mais vulneráveis.

Angelim alertou para o desmonte do Sistema Único de Assistência Social – SUAS, construído desde 2004, e que resultou numa das maiores redes de proteção social que se tem notícias no planeta. “Tiramos o Brasil do mapa da fome da ONU, combatemos o trabalho infantil, diminuímos a desigualdade e aumentamos a proteção aos mais
vulneráveis”, lembrou.

Segundo o deputado Angelim, esta imensa rede de proteção que atende pessoas em situação de violência, em situação de rua; adolescentes em cumprimento de ato infracional, está seriamente ameaçada.  Citou o congelamento de recursos para investimentos pelos próximos 20 anos, somado aos cortes orçamentários.

“Causa perplexidade que a proposta orçamentária encaminhada à Câmara Federal, para 2018, prevê um valor simbólico de R$ 78 milhões de reais, além do corte de 11% anunciado para o Programa Bolsa Família”, alertou.

Reforma Agrária – O deputado Angelim também denunciou que o processo de reforma agrária e de desenvolvimento da agricultura familiar, iniciados no governo do PT, estão sendo destruídos. “Insensível aos problemas que afetam os mais pobres, esse governo promoveu profundos cortes em ações essenciais para a reforma agrária e para a agricultura familiar, afetando, como decorrência, ações de maio ambiente e de proteção dos povos indígenas e das populações remanescentes de quilombos”.

Para o deputado Angelim, este é um governo que quer sepultar definitivamente a reforma agrária no Brasil. “Analisando o orçamento do INCRA, no item ‘obtenção de terra para a reforma agrária’ tivemos R$ 800 milhões em 2015 e agora, em 2017, temos uma previsão de apenas R$ 257 milhões, menos de um terço do gasto de 2015. E vai piorar ainda muito no ano que vem, com uma proposta de apenas R$ 34 milhões, um corte de mais de 95% em relação a 2015, o que seria ridículo não fosse trágico”, lamentou.

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Destaque 5

Comissão do Congresso Nacional assegura verbas à proteção de índios isolados na Região Norte

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A Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas do Congresso Nacional aprovou quatro emendas parlamentares ao projeto de Lei Orçamentária para 2018. As propostas contemplam recursos para a demarcação e fiscalização de terras indígenas e proteção dos povos isolados na Região Norte, a recuperação e preservação de bacias hidrográficas, apoio à pesquisa e monitoramento da Amazônia Azul e para a implementação da política nacional sobre mudança do clima.

“No momento em que atravessamos uma crise econômica sem precedentes, com restrições impostas pelo governo federal a investimentos sociais, e tendo o desafio de alcançarmos as metas do Acordo de Paris, esses recursos são um instrumento importante para a política ambiental brasileira”, defendeu o senador Jorge Viana (PT-AC), presidente da comissão. As quatro emendas totalizam R$ 550 milhões e serão formalmente apresentadas à Comissão Mista de Orçamento do Congresso.

Além de Jorge Viana, as propostas de emendas parlamentares foram assinadas também pelos senadores Otto Alencar (PSD-BA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Regina Souza (PT-PI), Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE), Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e Pedro Chaves (PSC-MS), além do deputado Nilto Tatto (PT-SP). Para a maioria da comissão sobre mudanças climáticas, as emendas têm mérito e impacto direto no cumprimento das metas de redução da emissão de gases poluentes, estabelecidas pelo Acordo de Paris, firmado em 2015 por 195 países, inclusive o Brasil.

Uma das emendas vai destinar R$ 50 milhões para a demarcação de terras indígenas e proteção aos índios da Amazônia Legal. A emenda será incorporada ao Orçamento de 2018 da Funai. “É uma obrigação constitucional a proteção pelo Estado brasileiro aos povos originários”, lembrou Viana. Outros R$ 300 milhões serão destinados à recuperação e preservação das bacias hidrográficas, no âmbito do Ministério do Meio Ambiente.

Outra emenda no Orçamento do MMA, no valor de R$ 100 milhões, é destinada ao apoio à pesquisa e ao monitoramento oceanográfico e climatológico da Amazônia Azul. Por último, foi aprovada emenda no valor de R$ 100 milhões no Orçamento do MMA para implementação da política nacional sobre mudança do clima.

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Bar do Vaz

Rio Branco tem feito muitas obras estéticas, mas por baixo as coisas estão abandonadas

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