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Microempreendedores apoiados pela Prefeitura da capital são apresentados a linhas de crédito

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A Prefeitura de Rio Branco, através do Departamento de Desenvolvimento Econômico da Secretaria Municipal de Finanças, promoveu nesta terça-feira, 10, um encontro entre empreendedores solidários e instituições financeiras estabelecidas no Acre, como os bancos da Amazônia, Banco do Brasil e Santander, para apresentação das linhas de financiamento destinadas ao microempreendedor individual (MEI). “Promovemos este encontro para esclarecer aos empreendedores as possibilidades de obtenção de crédito junto às instituições bancárias”, disse Aurimar França, diretor do Departamento de Desenvolvimento Econômico da SEFIN. A reunião ocorreu no auditório da Prefeitura.

São parceiros nessa iniciativa a Coordenadoria Municipal do Trabalho e Economia Solidária (COMTES) e o Fórum Estadual de Economia Solidária, no ato representado pelo seu presidente, Carlos Taborga. O coordenador da COMTES, Lira Morais, participou do encontro e ressaltou a importância desse trabalho: “os bancos tiraram todas as dúvidas que os empreendedores tinham”.

As instituições bancárias enviaram seus principais especialistas: Igor Mangueira, gerente-geral do Banco da Amazônia; Janderson Freitas, gerente-geral do Santander; Rafael Parazzi, superintendente regional do Santander para a Amazônia; Rosângela Reis, gerente de Pessoa Física do Santander; Renato Cardoso, assistente de Negócios do Banco do Brasil Setor Público; e Geandro Rodrigues, gerente de Relacionamento do BB Rio Branco.

A iniciativa foi bem aceita pelos empreendedores. “É sempre importante porque tiramos muitas dúvidas”, disse Sérgio França de Oliveira, que trabalha com a família na microempresa PET Petrus nas feiras de economia solidária de Rio Branco. A PET Petrus comercializa produtos para animais de estimação, como roupas, coleiras, camas e outros acessórios manufaturados pela própria família de Sergio.

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Com 11 projetos inscritos, MP do Acre recebe visita de consultora do Prêmio Innovare

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) está recebendo, nesta semana, a visita de uma consultora especializada do Prêmio Innovare com o objetivo de averiguar e coletar informações a respeito das práticas inscritas nessa premiação nacional.

No total, 11 iniciativas do MPAC estão inscritas: Galera do Bem, MP na Comunidade, Cidades Saneadas, Núcleo de Apoio ao Atendimento Psicossocial (Natera), Centro de Atendimento à Vítima (CAV), Comunicado de Atividade Atípica (Coaat), Grupo Especial de Apoio e Atuação para Prevenção e Resposta a Situações de Emergência ou Estado de Calamidade Devido à Ocorrência de Desastres (GPRD), Narco: Combate ao crime organizado e às rebeliões em presídios no Acre, Mutirão de inquérito policiais, Falar para empoderar as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, e Acolhimento institucional para mulher vítima de violência doméstica e familiar.

A advogada Vivian Andrade e Silva, natural de Rio Branco, está conhecendo as práticas do MPAC in loco através de entrevistas com os responsáveis pelas iniciativas, acompanhamento da rotina do trabalho concorrente, bem como a observação de pontos como eficiência, qualidade, exportabilidade (capacidade de reprodução em outros lugares), satisfação do usuário, alcance social e desburocratização.

“A visita dos consultores tem a finalidade de verificar in loco se a prática está em andamento. Os consultores têm a atribuição de verificar se a prática está se desenvolvendo conforme o narrado na inscrição, e para isso a visita é necessária. Devo mencionar também a preocupação do Instituto Innovare em nomear consultores que residem nos locais em que as práticas são inscritas ou, se isso não for possível, que o consultor resida na região, por estar este mais familiarizado com a localidade visitada”, destacou Vivian.

Depois da visitação, as práticas serão reunidas para apreciação pela Comissão Julgadora, composta por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ), desembargadores, promotores, juízes, defensores, advogados e outros profissionais. Os premiados serão conhecidos em dezembro, durante cerimônia no STF.

Prêmio Inovare

Criado em 2004, o Innovare tem o objetivo de estimular e disseminar práticas que colaboram para aprimorar a Justiça brasileira. A premiação é mantida pelo Instituto Innovare, uma associação sem fins lucrativos, em parceria com várias entidades públicas, de classe e empresariais. A edição desse ao dará destaque a iniciativas de prevenção e combate à corrupção ou que busquem dar mais transparência ao poder público.

Agência de Notícias do MPAC

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Direção da Fameta proíbe venda de alimentos no interior da faculdade e medida revolta

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Um comunicado emitido pela direção da Fameta em Rio Branco proibindo a venda de produtos dentro do prédio da instituição vem revoltando os alunos da instituição.

O aviso foi afixado no interior da unidade e informa a proibição da venda de alimentos, a partir desta segunda-feira, 18, como “bananinha, bolos, brigadeiro, torta e outros”.

Procurado na tarde desta terça-feira, 19, o diretor da Fameta, Dawerson Ramos, afirma que a prática “atrapalha as aulas” e que a instituição não é “comércio”. Há professores que reclamam, diz.

O diretor afirma ainda que outra razão da proibição é o fato de os alimentos à venda em sala de aula não possuírem “certificação da Vigilância Sanitária”. Ele sugere aos alunos que consumam os produtos comercializados na cantina da faculdade.

“Aqui é uma instituição de ensino, não é comércio. O que está sendo vendido não tem certificação da Vigilância Sanitária.”

Uma foto do comunicado se espalhou pelas redes sociais. A revolta entre os estudantes é grande.

“Ao proibir a venda dentro da instituição, mais uma vez a faculdade meta – FAMETA se compromete em ser uma empresa que visa unicamente o lucro, não levando em consideração a realidade da comunidade acadêmica. Proibir a venda é também acabar com o sonho de conclusão do ensino superior, tendo em vista que na sua grande maioria os vendedores usam do dinheiro pra complementar os custos de uma faculdade particular. A instituição não pode apenas proibir, mas desgastar o diálogo ao máximo a ponto de encontrar uma solução. Partindo desse princípio pedimos que a coordenação da instituição reavalie sua decisão e ajude a fortalecer esse sonho que é a conclusão do ensino superior”, afirma um texto atribuído aos estudantes de Engenharia Ambiental da Fameta.

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Presidente da Câmara do Quinari poderá devolver R$ 200 mil de sua empresa ao município

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Um parecer do processo administrativo da Secretária de Finanças do município de Senador Guiomard, o Quinari, solicitou da empresa do presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Gilson da Funerária (Progressistas), a devolução de pouco mais de 200 mil reais que teriam sido adquiridos na gestão do ex-prefeito James Gomes (Progressistas).

Os recursos, segundo o parecer assinado pelo secretário de Finanças Deusdete Cruz, foi obtido pela empresa Jucimar P. de Souza-ME registrada com o CNPJ 06122494/0001-63 sem qualquer tipo de contrato legal exigido pelas leis de contratação dos serviços de empresas privadas a órgãos públicos.

A documentação informa ainda que foram solicitados da empresa funerária a apresentação dos documentos que comprovam legalmente os serviços prestados ao município durante os oito anos da gestão James Gomes, tendo em vista que não foram encontrados nos arquivos da administração pública qualquer tipo de documentação nos termos da lei a respeito dos serviços realizados pela empresa do vereador.

O parecer destaca que durante oito anos a única empresa funerária do município vendeu R$ 107.190,00 que atualizados atualmente chega a R$ 208.375,08. Recurso que a atual gestão municipal quer de volta por não encontrar em seus arquivos documentos que legalize as compras de urnas funerárias da empresa na época.

O processo administrativo que o ac24horas teve acesso, informa que depois de 15 dias da notificação, e caso a empresa não devolva os recursos, será aberto um pedido de Ação Civil Pública contra a empresa do atual presidente da Câmara de Vereadores, Gilson da Funerária.

O presidente da Câmara ao responder a reportagem explicou que não iria se pronunciar no momento. Mas disse ainda que não fez nada ilegal e que a atual gestão não irá calar o seu mandato no parlamento. “Quando for notificado irei me pronunciar”, explicou o parlamentar.

 

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