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Pré-Congresso de Mulheres da Igreja Batista do Bosque

Charlene Carvalho

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Todos os anos um evento, o Congresso Estadual de Mulheres, movimenta – e muito – a Igreja Batista do Bosque. É tempo de festa, celebração e também do agir de Deus na vida de cada uma delas. Um Congresso que tem a frente a pastora Valéria Marques e várias pastoras da IBB. Faz bem ao corpo e ao espírito estar com essa turma. Sempre.

Na terça-feira à noite tivemos o pré-congresso de 2017, com ministração da querida pastora Adriana Batistela da Igreja Regaste (Porto Velho). Foi um tempo precioso do compartilhar daquilo que Deus vem fazendo na vida de milhares de mulheres por todos os lugares. A decoração da igreja, dentro do tema do Congresso deste ano (A Protegida), nos remetia ao Palácio do Rei Xerxes (Assuero) e à história da rainha Ester.

A história de Hadassa (seu nome persa era Ester, mas o hebraico era Hadassa), sempre me comove e me move. Uma menina órfã que se tornou rainha da Pérsia, a preferida do rei. Mas Ester passou por duras provas antes de ser aprovada. Quando titubeou na decisão em proteger seu povo do decreto real que mandava exterminar toda o povo judeu), seu tio Mordecai (Mardoqueu) a lembrou: não imagines porque, por estar na casa do rei, tu te livrarás dentre qualquer outro judeu. Ester entendeu a mensagem, orou, jejuou e foi à presença do rei, mesmo correndo o risco de morrer se ele não estendesse para si seu cetro de justiça. Suas palavras antes de ir ao seu encontro sempre falam muito ao meu coração: “se perecer, pereci”. Graças a Ester o povo não pereceu e os judeus sobreviveram.

Na vida, há momentos que precisamos fazer escolhas difíceis como a de Hadassa. Escolhas que podem nos custar a vida. Não só a vida do ponto de vista do corpo físico, mas principalmente do espírito. Nestas horas sempre lembro de Ester. E se tiver que perecer, ok, mas seja feita a vontade de Deus. Quando fazemos essa escolha, ainda que morra, viveremos. A escolha de Ester resultou em uma das mais belas festas judaicas, a festa do Purim. Foi esta a primeira festa dos judeus, um memorial do dia em que a tristeza se transformou em alegria, e o luto em festa. No Purim (sorte no original) se celebra a salvação do povo judeu das garras de Hamã.

Ser protegida é uma dádiva. Ser a preferida, a predileta, menina dos olhos de Deus é um regalo que não tem preço. Pastor Cirilo expressou muito bem o significado disso tudo na música cetro de justiça. Os céticos podem dizer que isso é um absurdo em pleno século XXI. Não para mim. Quero sempre ser protegida, amada… menina dos olhos de Deus.

Porque se já comi pão sem fermento, habitei em tendas e atravessei o deserto, hoje o que mais quero é estar na presença do rei que há muito estendeu seu cetro de justiça sobre mim. E isso não é privilégio meu. Está disponível a todo aquele que crer.

Deixo com você algumas fotos do Pré-Congresso feitas pelo meu bom amigo Vinícius Charife.

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