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Conexão com a internet no Acre deve melhorar cerca de 20 vezes mais até o final deste ano

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O termo de cooperação para investimentos em infraestrutura de telefonia móvel e internet no estado foi assinado na manhã desta segunda-feira, 02, durante solenidade no Palácio Rio Branco, entre o presidente da Vivo, Eduardo Navarro, dirigentes da Claro e da Tim, o governador Sebastião Viana e o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros. A cooperação prevê a chegada da internet 4,5G a Rio Branco, além do aumento significativo, cerca de 20 vezes, em relação a atual conexão com a rede.

Essas empresas são responsáveis por quase 100% do atendimento dos serviços de telefonia e internet no Acre.

Sete em cada 10 telefones no Acre são da Vivo. Eduardo Navarro, presidente da empresa, lembra que atualmente oito cidades são atendidas com a conexão 4G. “Até o final do ano que vem serão 15”, garante.

Soraya Tupinambá, diretora da Claro prometeu trazer para o Acre, em breve, “a internet 4,5G para Rio Branco que vai proporcionar mais avanço na internet para o Estado”, diz. “A Claro está presente em todos os municípios. Cobrimos 60% do Acre com 4G”, lembra.

O relator da Política Nacional de Banda Larga no Senado Federal, senador Jorge Viana, um dos principais articuladores dessa agenda de investimentos, lembrou a necessidade de garantir serviços essenciais via telefonia e internet em todo estado.

“Sempre pautei meu mandato na defesa do consumidor, especialmente o consumidor do Acre e das regiões norte e nordeste que sofrem com alguns serviços essenciais, como é o caso das telecomunicações. Trabalhei com cada dirigente das companhias que atuam no nosso estado e com a Anatel para chegarmos a essas mudanças que estão sendo propostas”, destacou Viana.

Após fazer um resumo da história do processo de criação da internet e sua importância para a humanidade, o governador Sebastião Viana disse que esse é um benefício histórico para o Acre. “Uma ferramenta para a educação. Esse é um mundo novo que está sendo anunciado pra nós”, disse.

Parceria para educação via internet

Na solenidade foi assinado um termo de parceria entre a Fundação Telefônica e as prefeituras de Rio Branco e Xapuri que tem por objetivo capacitar pelo menos mil professores e alunos com serviços de aprendizagem por meio da internet. A meta segundo o presidente da Fundação, Américo Teixeira Matar Júnior, é ampliar o benefício para
nove mil educadores do Acre. “Nosso objetivo é a melhoria da educação, trazer a conectividade para dentro da sala de aula”, destacou.

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Com 11 projetos inscritos, MP do Acre recebe visita de consultora do Prêmio Innovare

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) está recebendo, nesta semana, a visita de uma consultora especializada do Prêmio Innovare com o objetivo de averiguar e coletar informações a respeito das práticas inscritas nessa premiação nacional.

No total, 11 iniciativas do MPAC estão inscritas: Galera do Bem, MP na Comunidade, Cidades Saneadas, Núcleo de Apoio ao Atendimento Psicossocial (Natera), Centro de Atendimento à Vítima (CAV), Comunicado de Atividade Atípica (Coaat), Grupo Especial de Apoio e Atuação para Prevenção e Resposta a Situações de Emergência ou Estado de Calamidade Devido à Ocorrência de Desastres (GPRD), Narco: Combate ao crime organizado e às rebeliões em presídios no Acre, Mutirão de inquérito policiais, Falar para empoderar as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, e Acolhimento institucional para mulher vítima de violência doméstica e familiar.

A advogada Vivian Andrade e Silva, natural de Rio Branco, está conhecendo as práticas do MPAC in loco através de entrevistas com os responsáveis pelas iniciativas, acompanhamento da rotina do trabalho concorrente, bem como a observação de pontos como eficiência, qualidade, exportabilidade (capacidade de reprodução em outros lugares), satisfação do usuário, alcance social e desburocratização.

“A visita dos consultores tem a finalidade de verificar in loco se a prática está em andamento. Os consultores têm a atribuição de verificar se a prática está se desenvolvendo conforme o narrado na inscrição, e para isso a visita é necessária. Devo mencionar também a preocupação do Instituto Innovare em nomear consultores que residem nos locais em que as práticas são inscritas ou, se isso não for possível, que o consultor resida na região, por estar este mais familiarizado com a localidade visitada”, destacou Vivian.

Depois da visitação, as práticas serão reunidas para apreciação pela Comissão Julgadora, composta por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ), desembargadores, promotores, juízes, defensores, advogados e outros profissionais. Os premiados serão conhecidos em dezembro, durante cerimônia no STF.

Prêmio Inovare

Criado em 2004, o Innovare tem o objetivo de estimular e disseminar práticas que colaboram para aprimorar a Justiça brasileira. A premiação é mantida pelo Instituto Innovare, uma associação sem fins lucrativos, em parceria com várias entidades públicas, de classe e empresariais. A edição desse ao dará destaque a iniciativas de prevenção e combate à corrupção ou que busquem dar mais transparência ao poder público.

Agência de Notícias do MPAC

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Direção da Fameta proíbe venda de alimentos no interior da faculdade e medida revolta

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Um comunicado emitido pela direção da Fameta em Rio Branco proibindo a venda de produtos dentro do prédio da instituição vem revoltando os alunos da instituição.

O aviso foi afixado no interior da unidade e informa a proibição da venda de alimentos, a partir desta segunda-feira, 18, como “bananinha, bolos, brigadeiro, torta e outros”.

Procurado na tarde desta terça-feira, 19, o diretor da Fameta, Dawerson Ramos, afirma que a prática “atrapalha as aulas” e que a instituição não é “comércio”. Há professores que reclamam, diz.

O diretor afirma ainda que outra razão da proibição é o fato de os alimentos à venda em sala de aula não possuírem “certificação da Vigilância Sanitária”. Ele sugere aos alunos que consumam os produtos comercializados na cantina da faculdade.

“Aqui é uma instituição de ensino, não é comércio. O que está sendo vendido não tem certificação da Vigilância Sanitária.”

Uma foto do comunicado se espalhou pelas redes sociais. A revolta entre os estudantes é grande.

“Ao proibir a venda dentro da instituição, mais uma vez a faculdade meta – FAMETA se compromete em ser uma empresa que visa unicamente o lucro, não levando em consideração a realidade da comunidade acadêmica. Proibir a venda é também acabar com o sonho de conclusão do ensino superior, tendo em vista que na sua grande maioria os vendedores usam do dinheiro pra complementar os custos de uma faculdade particular. A instituição não pode apenas proibir, mas desgastar o diálogo ao máximo a ponto de encontrar uma solução. Partindo desse princípio pedimos que a coordenação da instituição reavalie sua decisão e ajude a fortalecer esse sonho que é a conclusão do ensino superior”, afirma um texto atribuído aos estudantes de Engenharia Ambiental da Fameta.

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Presidente da Câmara do Quinari poderá devolver R$ 200 mil de sua empresa ao município

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Um parecer do processo administrativo da Secretária de Finanças do município de Senador Guiomard, o Quinari, solicitou da empresa do presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Gilson da Funerária (Progressistas), a devolução de pouco mais de 200 mil reais que teriam sido adquiridos na gestão do ex-prefeito James Gomes (Progressistas).

Os recursos, segundo o parecer assinado pelo secretário de Finanças Deusdete Cruz, foi obtido pela empresa Jucimar P. de Souza-ME registrada com o CNPJ 06122494/0001-63 sem qualquer tipo de contrato legal exigido pelas leis de contratação dos serviços de empresas privadas a órgãos públicos.

A documentação informa ainda que foram solicitados da empresa funerária a apresentação dos documentos que comprovam legalmente os serviços prestados ao município durante os oito anos da gestão James Gomes, tendo em vista que não foram encontrados nos arquivos da administração pública qualquer tipo de documentação nos termos da lei a respeito dos serviços realizados pela empresa do vereador.

O parecer destaca que durante oito anos a única empresa funerária do município vendeu R$ 107.190,00 que atualizados atualmente chega a R$ 208.375,08. Recurso que a atual gestão municipal quer de volta por não encontrar em seus arquivos documentos que legalize as compras de urnas funerárias da empresa na época.

O processo administrativo que o ac24horas teve acesso, informa que depois de 15 dias da notificação, e caso a empresa não devolva os recursos, será aberto um pedido de Ação Civil Pública contra a empresa do atual presidente da Câmara de Vereadores, Gilson da Funerária.

O presidente da Câmara ao responder a reportagem explicou que não iria se pronunciar no momento. Mas disse ainda que não fez nada ilegal e que a atual gestão não irá calar o seu mandato no parlamento. “Quando for notificado irei me pronunciar”, explicou o parlamentar.

 

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