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Primeiro Supermercado 24 horas do Acre, Pague Pouco recebe milhares de clientes em inauguração

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A manhã deste domingo, 1º de outubro, ficou marcada pela inauguração de um dos principais Supermercados do Acre, o Pague Pouco, o primeiro e único do segmento que funcionará nas quintas, sextas e sábados durante o período de 24 horas. Localizado na avenida Getúlio Vargas, o novo empreendimento do Grupo Recol conta com a terceira loja que prima por economia e comodidade. Mais de 160 empregos diretos foram gerados somente com esta loja e junto com as outras duas, ultrapassa a casa dos 340 postos de trabalho.

O empresário Marcello Moura, sócio proprietário do novo Supemercado, chegou por volta das 6h da manhã deste domingo, 7, no estabelecimento para preparar os últimos detalhes da inauguração.

Em entrevista ao ac24horas, Marcello ressaltou a importância do novo serviço disponibilizado. “O Pague Pouco vem de cara com um atributo que não existe na cidade ainda que é o fato de na quinta, na sexta e no sábado ele abre durante 24 horas. Nós vamos entender a necessidade de nossos consumidores a partir destes dias para saber se a gente decide abrir 24 horas durante todos os dias. Isso é apenas a primeira fase, um teste. A gente vai impulsionar esse serviço e manter esse serviço. A gente entende que aqui não tem essa cultura ainda, mas estamos apostando que dará certo. Vamos impulsionar isso para dar ao consumidor que tem horários de compras diferentes uma maior comodidade, sem aquela correria do dia a dia”, disse.

Clientes se aglomeraram do lado de fora da Loja

Moura explicou também sobre a demora para que o empreendimento ficasse pronto e a consolidação da marca com a inauguração do terceiro Supermercado. “Demoramos o tempo necessário para que tudo ficasse pronto por questões legais , por questões de obra, e depois por definição de marca e definição de atuação até a gente entender o que tinha que ser o Pague Pouco. O Grupo Recol já está nesse segmento de supermercados há 11 anos. Essa terceiro Loja do Pague Pouco é a consolidação do segmento de varejo alimentar e a partir de agora a nossa responsabilidade é maior, nós já atendemos um público muito maior do que estavamos acostumados a atender. O momento pós inauguração é um momento de muito estudo, muito trabalho para que a gente consiga atender a necessidade do consumidor”, enfatiza o empresário.

Loja que abriu suas portas às 9h da manhã deste domingo ficou tomada por clientes

Para ficar amplo, funcional e apresentando o slogan “Mais Barato Sempre”, o Grupo Recol investiu cerca de R$ 15 milhões na nova Loja que contará com 17 caixas em pleno funcionamento e estacionamento amplo para melhor atender os clientes. A inauguração contou com uma vasta lista de produtos em promoção, música ao vivo, distribulção de churrasquinho e refrigerante. De acordo com direção do Pague Pouco, o consumidor pode esperar grandes ofertas para as madrugadas também.

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Destaque 5

Direção da Fameta proíbe venda de alimentos no interior da faculdade e medida revolta

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Um comunicado emitido pela direção da Fameta em Rio Branco proibindo a venda de produtos dentro do prédio da instituição vem revoltando os alunos da instituição.

O aviso foi afixado no interior da unidade e informa a proibição da venda de alimentos, a partir desta segunda-feira, 18, como “bananinha, bolos, brigadeiro, torta e outros”.

Procurado na tarde desta terça-feira, 19, o diretor da Fameta, Dawerson Ramos, afirma que a prática “atrapalha as aulas” e que a instituição não é “comércio”. Há professores que reclamam, diz.

O diretor afirma ainda que outra razão da proibição é o fato de os alimentos à venda em sala de aula não possuírem “certificação da Vigilância Sanitária”. Ele sugere aos alunos que consumam os produtos comercializados na cantina da faculdade.

“Aqui é uma instituição de ensino, não é comércio. O que está sendo vendido não tem certificação da Vigilância Sanitária.”

Uma foto do comunicado se espalhou pelas redes sociais. A revolta entre os estudantes é grande.

“Ao proibir a venda dentro da instituição, mais uma vez a faculdade meta – FAMETA se compromete em ser uma empresa que visa unicamente o lucro, não levando em consideração a realidade da comunidade acadêmica. Proibir a venda é também acabar com o sonho de conclusão do ensino superior, tendo em vista que na sua grande maioria os vendedores usam do dinheiro pra complementar os custos de uma faculdade particular. A instituição não pode apenas proibir, mas desgastar o diálogo ao máximo a ponto de encontrar uma solução. Partindo desse princípio pedimos que a coordenação da instituição reavalie sua decisão e ajude a fortalecer esse sonho que é a conclusão do ensino superior”, afirma um texto atribuído aos estudantes de Engenharia Ambiental da Fameta.

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Cidades

Aleac aprova doação de 14 mil ações da Dom Porquito para cooperativas

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Sob protestos dos deputados do bloco de oposição, o governador do Acre, Sebastião Viana, do PT, aprovou na manhã desta terça-feira (19), um Projeto de Lei que permite a administração petista fazer a doação de 14 mil ações da empresa Dom Porquito para duas cooperativas instaladas na região do Alto Acre. Os parlamentares de oposição afirmam que o projeto é uma forma de o chefe do executivo arrebanhar votos dos cooperados em ano eleitoral.

O projeto aprovado por 13 votos favoráveis da base de governo autoriza o Poder Executivo a realizar a doação de ações que estariam em poder da Agência de Negócios do Estado do Acre (ANAC), para a Central de Cooperativas de Alimentos do Acre (AMAZON) e para a Cooperativa de Produtores de Suínos do Alto Acre (COOPERSUÍNOS). A oposição afirma que a matéria estaria favorecendo os deputados Lourival Marques e Leila Galvão, ambos do PT.

Segundo informações do PL, o Estado fará a doação de 5 mil ações para a Amazon e 9 mil para a Coopersuínos. O oposicionista Gerlen Diniz diz que “infelizmente o governo tenciona a aprovar um projeto com caráter unicamente eleitoreiro. Doa ações em busca de votos. Doando milhões de reais dos acreanos para um grupo reduzido de pessoas. Até o final do ano vai praticar atos piores do que abrir mão de algo que não lhe pertence em busca de garantir votos”.

Leila Galvão afirma que Gerlen estaria equivocado. “Eu gostaria de dizer que não é meia dúzia que esse projeto vai beneficiar. Essa Casa teve todas as condições para conversar com produtores, fomos aquela região, conversamos com empresários, comerciantes. Desde o ano passado que essa matéria fica bolando pra cima e pra baixo. Isso vai mexer com a vida dos produtores da região e liberdade para deliberar e discutir o que é melhor para cadeia produtiva”.

Para Jairo Carvalho, o governo petista não teria prioridades e estaria colocando um projeto que traz apenas benefícios políticos para o PT em detrimento de investimentos nas áreas de saúde e segurança. “O governo do PT precisa ter é prioridades. Essa não prioridade no momento. Prioridade é saúde aonde uma criança toma soro deitada em uma cadeira. Faltam de leitos e medicamentos para pacientes sem contar os graves problemas na segurança”, destaca.

O petista Lourival Marques, um dos supostos beneficiados pelo PL, fez questionamentos aos oposicionistas. “Uma pergunta e uma dúvida, a economia de um Estado não é importante? Como podem pensar no crescimento se não for através da economia? O que o governo está fazendo é uma doação para que os produtores possam acessar o crédito, colocar dinheiro nas mãos dos produtores. O projeto criado em 2011, já previa a doação”, afirma o líder do PT.

O oposicionista Nelson Sales (Progressistas) afirma que “é a hora da xepa. Vamos liquidar o que tiver de ativos do Estado, vamos nos desfazer de 14 mil ações representam 400 mil para cada cooperado. Por que esses recursos não podem ser devolvidos ao Estado? O Estado já deu as condições de iniciar. Enquanto no hospital de Juruá que estão comento salsicha não recebe nenhum franguinho e nenhum porquinho de lá”, justifica o voto contrário o oposicionista.

O líder do governo, Daniel Zen (PT) afirma que o PL foi objeto de debate e visita de campo. Visitamos os cooperados e a indústria. Não se está falando de dinheiro, mas de ações de uma empresa. O investimento foi integralizado ao projeto em forma de ações. Não é dinheiro novo, não são reais, ele está doando ações para cooperativa que vai utilizar o ativo. É claro que ele vale o correspondente em real. São ativos imobiliários para captação de crédito”.

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Destaque 2

TCU recomenda cancelamento de contrato e devolução de R$ 40 milhões da obra do Linhão do Juruá

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O deputado estadual Luiz Gonzaga (PSDB) informou na manhã desta desta terça-feira (19), que o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou que a Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte) cancele o contrato com a MAVI Engenharia, empresa que ganhou a licitação para construção do Linhão que vai integrar os municípios de Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Feijó e pediu a restituição de R$ 40 milhões de recursos que já teriam sidos repassados à empresa

Segundo Luiz Gonzaga, o Linhão deveria ter sido inaugurado em janeiro de 2017, mas depois de mais de um ano, um novo acordo teria sido celebrado e a Eletronorte pediu um parecer do TCU. “Infelizmente, no dia 15 de maio um acordo foi assinado em Brasileia para reiniciar a construção dessa obra. A empresa MAV engenharia esteve em Brasília, assinou, mas o Conselho da Eletrobras dependeria de um parecer do TCU que foi negativo”.

“Quando veio o parecer foi pedindo uma multa para MAV Engenharia e o cancelamento do contrato. Nós do Vale do Juruá temos que continuar lutando pela construção do Linhão pela importância que ele tem para a população que depende de energia gerada por geradores a diesel. Precisamos estar interligados para termos uma energia de melhor qualidade”, destaca Gonzaga, que também denunciou uma manobra para retirada de um sina termelétrica da Capital.

“Agora, querem desativar a usina que tem em Rio Branco, com duas turbinas, que poder atender até 25% da população caso haja problema com o Linhão. Ela existe para atender os órgãos essências que não podem ficar sem energia. Querem retirar do Acre para mandar para Roraima. Não é concebível que isso aconteça. Cadê o governo desse Estado que tem que brigar e se manifestar pela permanência da usina no Capital?”, questiona Luiz Gonzaga.

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