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PTB descarta aliança com o PMDB

Luis Carlos Moreira Jorge

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A presidente do PTB, publicitária Charlene Lima, descartou ontem em conversa com a coluna qualquer possibilidade de uma coligação com o PMDB, que está com sérios problemas para montar uma chapa completa para deputado estadual. O candidato ao Senado, Márcio Bittar (PMDB), estaria sofrendo pressão para trazer para uma aliança com o PMDB, partidos com os quais tem afinidade, como SOLIDARIEDADE, PTB, PEN, PPS e PSL. “Da parte do PTB a chance de uma aliança com o PMDB é nenhuma. O Márcio tem afinidade conosco, mas quem determina o rumo do PTB sou eu, ele não tem nenhum poder de mando no partido. Tenho carta branca da direção nacional para ser presidente sem ingerência”, enfatizou Charlene. A coligação que, segundo ela, está acordada é com o PPS-PEN-SOLIDARIEDADE-PTB e PSL. “Fora isso é boato falso. Não vou levar o PTB para servir de escada para o PMDB”. Assegurou que houve uma conversa preliminar com Bittar, em que ficou acertado que a hipótese de parceria com os peemedebistas é zero. Traduzindo para a popular: o PMDB que vá cantar em outra freguesia

CAMPANHA REDONDA
A posição da presidente do PTB, Charlene Lima, foi de inteligência e preservação da sua candidatura a deputada estadual, que está sendo tocada de forma redonda e a cada dia fechando novas parcerias. Jogar tudo isso fora para se aliar ao PMDB seria uma burrice.

ALIANÇA SERIA SUICÍDIO
Não é preciso conhecer muito de política para duvidar que, além do PTB, nem SOLIDARIEDADE, PPS, PEN e PSL levarão os candidatos a estadual para servir como bucha de canhão a uma chapa do PMDB que tem Antonia Sales, Eliane Sinhasique, Roberto Duarte e Meiri Serafim, todos com forte estrutura financeira e bases eleitorais. Só se o sujeito estiver lelé da cuca.

CHAGAS ROMÃO FOI PRAGMÁTICO
O deputado Chagas Romão (PMDB), campeão em ganhar eleição, anunciou em primeira mão pela coluna que não disputará a reeleição. Sabe que o PMDB saindo apenas com estes candidatos será uma disputa complicada. E ficou mais complicada com a sua saída de cena.

PREÇO QUE SE PAGA
Na política costuma se pagar um preço elevado quando se tem um grupo de candidatos com forte densidade eleitoral, porque afasta partidos para uma coligação. Este é o caso do PMDB.

‘VIROU DONO DA FPA”?
Foi a pergunta que recebi em mensagem de voz de um leitor sobre as ameaças de que se o PDT não indicar o nome do candidato a vice-governador na chapa, rachará com o PT. “O Luiz Tchê virou dono da FPA para impor o vice do Marcus Alexandre”? Tchê, com a palavra!

CONTAS DO PSB
Sempre encontro alguns amigos bem posicionados dentro do PSB e noto neles o sentimento que, quando assumir em abril, a vice-prefeita Socorro Nery vai abrir as porteiras da PMRB para os candidatos do PSB a deputado estadual e deputado federal. Acham que o PT tem de diminuir o seu tamanho na ocupação de cargos na prefeitura de Rio Branco. A conferir!

PEGAR OUTRO RUMO
O deputado Jamyl Asfuri, que se diz fã do prefeito Marcus Alexandre, terá que picar a mula do PEN, que apoiará o senador Gladson Cameli (PP) para o governo. Como candidato a Federal, Jamyl terá que procurar abrigo num partido da FPA, não se serve a dois senhores.

E NEM É BEM VISTO
E até para ser candidato a Federal pela oposição será difícil. A sua figura não bem vista e nem aceita na oposição, depois da guinada que deu nas últimas campanhas a favor do PT.

TEM COMO VOLTAR ÁS BASES
O deputado federal Léo de Brito (PT) é um que tem cacife para voltar às suas bases na disputa da reeleição e pedir votos, porque não as abandonou durante todo o seu mandato. Além de não ter sido uma figura apagada na Câmara Federal, onde sempre se posicionou nos debates.

NÃO ESTÃO EM DISCUSSÃO OS MAL FEITOS
Sobre o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB) não se pode levar a discussão para o campo dos seus supostos mal feitos, apontados numa delação premiada. O caso é jurídico. E não há base constitucional, neste caso, para o afastamento. Tanto é que ministros já se posicionaram que o Senado pode não acatar a decisão. E a legislação lhe dá este poder.

SÓ FALTA CHEGAR A ESTE EXTREMO
Só falta chegar a um ponto de saturação em que um senador antes de fazer um discurso terá que submeter o seu conteúdo à apreciação dos ministros. O ministro Gilmar Mendes definiu bem o afastamento do senador tucano: “impostura constitucional”. Foi uma prisão branca.

JUSTIFICATIVA RAZOÁVEL
O superintendente do DNIT, Thiago Caetano, deu uma justificativa razoável ao marcar para 26 de outubro sua ida á ALEAC para falar sobre a novela da rodovia 364. É que está focado nos trabalhos de melhoria que o DNIT está executando em vários trechos da estrada.

UMA OBSERVAÇÃO
Um deputado da oposição fazia esta semana numa conversa na ALEAC, a observação que, a questão de sérias dificuldades no tráfego da BR-364 em pleno inverno será uma realidade. Elogiou muito a garra, competência e determinação do superintendente do DNIT, Thiago Caetano, mas ressalvou não ter ele o principal ao seu dispor: os recursos suficientes.

TIRO CURTO
Como não houve mudança nas regras eleitorais do tempo de televisão, a campanha do próximo ano será de tiro curto, por isso é importante que os partidos já entrem em 2018 com as suas chapas para os cargos majoritários formadas, para não perder tempo em discussões estéreis. Até para não ficar o desgaste com perda de tempo para se discutir o vice.

PÚBLICO BEM MAIOR
A deputada Eliane Sinhasique (PMDB) está com um programa ao vivo na internet muito bem acessado, porque faz uma oposição sem a interferência de patrão. E neste novo formato para se comunicar com a população é muito mais ouvida do que quando estava no rádio. Além de ouvida, também é vista. Disputa a reeleição com uma boa chance de sucesso, no PMDB.

PRIORIDADE MÁXIMA
O inverno chegou. Não sei como o prefeito Marcus Alexandre vai fazer até abril, quando deve deixar a prefeitura, para tapar os buracos da cidade, que proliferam. Se novas frentes de serviço não forem abertas na cidade a coisa pode ficar feia no pique da época invernosa.

NÃO SE FICA NASCORDAS
O deputado Eber Machado (PSDC) cometeu um erro de estratégia quando foi atacado de forma virulenta na Assembléia Legislativa, pelo deputado Gehlen Diniz (PP): deveria ter respondido num tom dobrado, jamais na posição de vítima. Na política, não se fica nas cordas.

MÁXIMA APLICÁVEL
A velha máxima que pau que bate em Chico bate em Francisco vale também no debate político. Até porque ambos são deputados e nenhum tem prevalência sobre o outro. E o Eber foi atacado de forma gratuita, apenas por defender o sistema de segurança, certo ou errado um direito seu.

CONTINUA NO ZERO A ZERO
A CPI da SEHAB, na Assembléia Legislativa vai caminhando para o término do pedido de prorrogação de prazo sem ter ouvido ninguém. Acho até que devia ser encerrada, já que a investigação está num estágio avançado no MPF e na justiça. A CPI não acrescentaria nada.

NÃO DEFENDEU ILEGALIDADES
Quando o senador Jorge Viana (PT) se posicionou contra a decisão indevida do STF afastar o senador Aécio Neves (PSDB), não estava defendendo as suas supostas pilantragens, e sim contra um ato que atenta contra a soberania do Senado e por não ter amparo constitucional. A sua posição foi tão desprovida de ser política, já que não tinha necessidade de defender um algoz do PT. Jorge discutiu unicamente a validade jurídica da medida. Defendeu o certo.

NEM O DEDO MINDINHO
Não meto o dedo mindinho na defesa dó senador Aécio Neves (PSDB). O considero uma figura dissimulada e pode sim ter praticado as ilegalidades das quais é acusado. O que discuto é a validade do ato do STF, seguindo a linha dos ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio.

CHAPA PRÓPRIA
O PP terá chapa própria para deputado estadual. O deputado Gehlen Diniz (PP) já adiantou isso à deputada Eliane Sinhasique (PMDB), cortando a esperança de uma coligação para a ALEAC. O PMDB vai ter que se conformar que nenhum partido o quer numa coligação.

ELEIÇÃO EQUILIBRADA
Se a eleição para a disputa do governo fosse hoje seria dentro de um equilíbrio. E se no curso da campanha não acontecer algo novo que mexa na correlação de forças dos candidatos Marcus Alexandre (PT) e Gladson Cameli (PP), está igualdade pode perdurar por toda a eleição. Não creio que nenhuma candidatura alternativa venha quebrar esta polarização. E todas as pesquisas publicadas até o momento mostram um leve favorecimento ao candidato da oposição, mas numa aferição de empate técnico com o nome do governo. Também não esperem que o que acontece no cenário nacional possa ter influência para algum dos lados. No Acre, as eleições majoritárias sempre são decididas na empatia entre o eleitor e o candidato. O presidente Temer pode até chegar ao 1% de aceitação popular que não significará nada, não prejudicará a oposição. O Lula não perdeu no Acre e o PT regional ganhou a eleição? É isso.

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