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Circula da rede imagens fortes gravadas por câmeras de segurança que mostra o exato momento em que a mãe de uma aluna da escola Lourival Sombra, no bairro Tangará, em Rio Branco, agride com soco e pontapé uma coordenadora pedagógica. A agressão ocorreu nos corredores da escola na última terça-feira (26).

A mulher teria sido identificada por Lay Viana de Freitas, de 32 anos. Após a cena de agrassão, a mulher ainda buscava aproximar-se da vítima novamente e, apesar, das imagens não terem captado o áudio, a agressora não parou por aí, ela ainda desferia palavras contra a vítima em tom de ameaça.

Após a agressão, a servidora foi orientada a registrar um Boletim de Ocorrência (B.O). A direção da escola chegou a acionar a polícia, porém a agressora se evadiu do local acompanhada da filha, provavelmente menor de idade.

Segundo relato do delegado Pedro Resende, responsável pelo caso, a vítima só recobrou os sentidos depois que assistiu o vídeo tamanha a força contra seu rosto.

Segundo relato de testemunhas, a mãe da menor teria procurado a coordenadora para questionar a realização de um evento cultural no momento em que a filha passava mal. A polícia irá intimar a mãe agressora para prestar esclarecimento e deverá responder por lesão corporal e desacato a funcionário público.

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Distribuidores de remédios do Acre ficam com menor fatia do bolo em licitação de R$ 5 milhões

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As compras públicas devem levar em conta aquilo que for mais vantajoso para o poder público e, por conseguinte, para a sociedade. Nessa linha, tudo indica ter a Prefeitura de Rio Branco (PMRB) aprendido a lição e buscado ampliar a base de fornecedores. Mas, com isso, os distribuidores locais de medicamentos foram praticamente alijados de uma licitação da Secretaria Municipal de Saúde (Semed).

Conforme se verifica no extrato da Ata de registro de preços Nº 050/2017, referente ao processo CEL/PMRB Nº 189/2017 (Nº 22532/2017/ PREGÃO Nº 055/2017), a prefeitura de Rio Branco buscava fornecedores para uma enorme variedade de medicamentos, dos mais simples aos mais complexos.

Ocorre que diferentemente das licitações efetuadas pelo governo do Estado via Secretaria de Saúde do Estado do Acre (Sesacre) ou Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre), onde as empresas locais são as maiores fornecedoras, a PMRB “abriu a porteira” e a licitação de quase cinco milhões de reais chamou a atenção de distribuidoras de medicamentos em todo o país. Com isso, o preço baixou, mas empresas locais ficaram de fora da venda.

Todas as ações citadas nesta reportagem são públicas e estão devidamente publicizadas no Diário Oficial do Estado do Acre (DOE), edição desta terça-feira (17), edição Nº 12.160, páginas 90 a 93.

Guerra de preços e vantagens para usuários do SUS

Com a atenção das demais distribuidoras, a guerra pelos preços mais baixos se iniciou. Isso proporcionou situações onde o preço praticado para com a municipalidade fosse extremamente reduzido se comparado com o praticado nas farmácias. Ponto para o usuário final.
Esse foi o caso do antialérgico Loratadina, que nas farmácias chega a custar mais de R$ 19,00, mas para a prefeitura da capital acreana uma empresa do Rio Grande do Sul ofertou por dez vezes menos: R$ 1,94.

Outro ponto de destaque é a compra do creme vaginal Nistatina, cujo menor preço de mercado é de R$ 5,67, podendo chegar a R$ 17,04, mas para a PMRB o preço foi de apenas R$ 4,45 na oferta de uma empresa de Manaus/AM.

Empresas locais ficam com menos de 13%

Mas, se por um lado houve ganhos para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), de outro houve quase um alijamento dos empresários locais. Das 13 empresas habilitadas para vender nesta licitação, apenas quatro – menos de um terço – são localizadas no Acre.

A maior venda ficou com empresa sediada no Rio Grande do Sul, com quase 40% de um total de quase R$ 4,7 milhões. As demais empresas são sediadas em Goiás (4 distribuidoras e 22,6% do total), Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná e Amazonas, todas estes estados com uma empresa cada.

Gigantes locais sem preços competitivos

Nessa exclusão, a poderosa Labnorte, uma das principal fornecedoras de diversos produtos para a Sesacre e, dentre os quais, estão medicamentos e produtos hospitalares, ficou com pífios 0,03% e uma venda de apenas R$ 1,6 mil.

A Recol medicamentos, com toda a sua estrutura e peso no mercado local farmacêutico, ficou com apenas 7,02% (R$ 326.566,00) do total comprado pela prefeitura da capital.

Em termos porcentuais, o somatório das vendas feitas por distribuidoras do Estado somam aproximadamente 13% do total de recursos, totalizando menos de R$ 150 mil.

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Casal em uma motocicleta aterroriza frequentadores do Parque Nova Estação

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Nas ultimas 24 horas, três pessoas, todas mulheres, foram assaltadas por um casal que usa uma motocicleta para abordar e assaltar os frequentadores do Parque Nova Estacão.

Na noite da ultima segunda feira(17), uma missionária de uma igreja foi atacada pelos criminosos. Ela contou que havia acabado de chegar na pista de caminhada e o casal se aproximou. A mulher, que estava na garupa puxou uma faca e a vitima entregou todos os pertences.

O parque da Nova Estação tem uma extensão de 1,5 km e se estende entre a Avenida Antonio da Rocha Viana até a Rua Isaura Parente. O local tem uma pista para caminhada e espaços para recreação.

Centenas de pessoas frequentam o parque diariamente, mas a onda de assaltos tem afastado muitos frequentadores.

Segundo moradores da região, o casal vem agindo a mais de três meses, sempre abordando mulheres no período da noite.

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Sesacre quer fazer compra emergencial de medicamento para o Hospital do Câncer

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Após denúncia sobre a falta do medicamento Bleomicina Sulfato 15 UI, o que já ocorre há cerca de um mês no Hospital do Câncer, em Rio Branco, a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) resolveu fazer uma compra emergencial do produto, mas aguarda, para isso, um parecer de autorização da Procuradoria Geral do Estado (PGE/AC).

A falta do medicamento está prejudicando o tratamento de quem sofre com uma das doenças mais severas da atualidade, o câncer. Dois desses pacientes conversaram com o ac24horas para relatar o drama que é aguardar pelas reposições de estoque do hospital estadual. O problema é cotidiano na unidade de saúde, segundo contam os usuários.

“Agora, a gente espera que comprem remédio suficiente. Eu já estou com a minha quimioterapia prejudicada. Ontem era o dia de tomar a outra doze e fechar o ciclo, mas não tinha lá e não tenho dinheiro para comprar. Isso que dizer que vou começar tudo de novo, o médico me disse”, reclama uma paciente.

Em nota, a Direção do Hospital do Câncer informou que em duas licitações realizadas, ambas ficaram desertas, ou seja, ninguém apareceu para vender o produto ao Governo do Acre, o que tornou impossível adquirir o medicamento e mantê-lo em estoque suficiente para o repasse aos pacientes.

“Se as autoridades tivessem câncer, ou um parente deles, duvido que deixassem morrer à mingua aqui nesse hospital, esperando um remédio essencial para o tratamento. E se eu morrer? Se esse câncer aqui piorar? Quem vai se responsabilizar? O Ministério Público a gente denuncia e não faz nada”, dia um paciente com câncer no sistema linfático.

A reportagem esteve na Superintendência do Hospital das Clínicas, onde funciona a gestão de todo o complexo hospitalar, mas a chefe do setor, enfermeira Juliana Quinteiro, não estava no gabinete dela. Ninguém da Administração está autorizado a falar sobre falta de serviços ou medicamentos.

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