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Um vídeo gravado por um internauta mostra imagens impressionantes da chuva e ventos fortes na tarde desta quarta-feira, 27, na rua Leblon, em Rio Branco. O vento derruba uma árvore em cima da rede elétrica. A chuva alaga parcialmente a o acesso.

O temporal também derrubou parte do muro do estacionamento da Secretaria da Cidade, no Centro da capital, em cima de alguns dos veículos estacionados no local. O terreno ficou complementarmente alagado.

Há registro de alagamento em parte da avenida Ceará nas proximidades do Parque da Maternidade.

O major Falcão, do Corpo de Bombeiros, informou que até o momento foram registadas 24 ocorrências de quedas de árvores em residências, via pública e prédios públicos. Todas essas ocorrências atendidas pelo Bombeiros.

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Portaria que autoriza curso de medicina em Cruzeiro do Sul provoca disputa entre Sebastião Viana e Alan Rick

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Uma portaria publicada no Diário Oficial da União na quinta-feira passada, assinada pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, autoriza o funcionamento de curso de graduação em medicina em instituição superior privada no município de Cruzeiro do Sul, a segunda maior cidade do Acre.

Mas, a autorização do Ministério da Educação acabou virando uma batalha política no Facebook entre apoiadores de Sebastião Viana e do deputado federal Alan Rick (DEM). Alan e Sebastião não querem dividir os méritos. Cada um afirma ser “padrinho” do curso.

Sebastião Viana postou: “Grande notícia para nosso Acre! MEC autoriza criação do curso de Medicina em Cruzeiro do Sul! Uma luta antiga de nosso governo, que sempre pediu esse avanço para a educação superior e para a querida cidade do Juruá”.

Por outro lado, uma reportagem veiculada na imprensa local informa que a pedido de Alan Rick o ministro da Educação autorizou o curso de medicina em Cruzeiro do Sul. Uma foto de Alan apertando a mão de Mendonça Filho reforça a informação.

“Essa é uma vitória não só para os estudantes do Acre, como também para a própria saúde do estado que carece de profissionais. E quem melhor nos atenderia que os próprios acreanos?”, disse Alan após a publicação da portaria.

O que chama atenção na publicação do Diário da União é que o curso será pago.

O porta-voz de Sebastião Viana, Leonildo Rosas, aproveitou esse detalhe para dizer que “no governo Dilma Rousseff, o governador Tião Viana encaminhou, com o então ministro da Educação, Aloizio Mercadante, faculdade de Medicina gratuita, na Ufac” e que “vieram os golpistas e aprovaram a faculdade, mas particular”.

Na postagem de Sebastião Viana, internautas disseram que o governador estaria “pegando carona” de Alan Rick.

“Graças ao nosso querido deputado Alan Rick Miranda. O desgovernador quer pegar uma carona. Petista sendo petista”, disse Herlynson Carvalho

“Parabéns Dep. Alan Rick Miranda pelo seu esforço e pela conquista junto ao MEC, e vamos ser justo, e vamos dar o mérito a quem fez, pois esse governo não fez nada e quer se aproveitar pra aparecer que foi o governo corruPTos”, comentou Gil Vieira.

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Marco Feliciano fala ao ac24horas: “Alguém está cooptando o Tiririca pra ser a voz do ex-presidente Lula”

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O pastor e deputado federal Marco Feliciano (SP) cumpre agenda no Acre desde esta sexta-feira, 08. Neste sábado, 09, ele prega em um evento evangélico no ginásio do Sesc/Bosque, na avenida Getúlio Vargas, a partir das 19h, organizado pelo seu amigo, o pastor assembleiano Maycon Gomes.

Logo após desembarcar no aeroporto de Rio Branco, Feliciano esteve na redação do ac24horas, na rua Plutão, bairro Morada do Sol, falando de sua agenda e respondendo sobre alguns temas polêmicos que passaram a fazer parte de sua rotina parlamentar.

Sem se esquivar de temas polêmicos, como ideologia de gênero, o deputado federal negou que seja “homofóbico”, condenou o que ele chama de “politicamente correto” e criticou seu colega de parlamento, Francisco Everardo, o deputado federal Tiririca (PR-SP), que nesta semana virou notícia nacional ao anunciar que estava deixando a vida pública durante discurso na tribuna da Câmara dos Deputados.

Para o parlamentar, a esquerda brasileira impôs uma pauta política nos últimos anos que conseguiu dividir o país e passou a censurar até o convívio em sociedade através do politicamente correto.

“A gente vive num país em que a felicidade foi roubada da gente. O Brasil tá dividido. Há dez, quinze anos atrás você sentava com amigos numa roda de fim de semana com amigos e tinha o ô branquelo, ô negão, ô gorducho, ô careca. Todo mundo levava na esportiva. Hoje, o politicamente correto destruiu até as nossas amizades. Hoje você não pode falar nada. Esse pessoal da esquerda quer reinventar a raça humana”, diz.

Feliciano rechaça a fama de “homofóbico” cravada pela esquerda. “Eu não sou homofóbico. Eles me chamam de intolerante e eles é que são intolerantes. Hoje nós temos aí essa ideologia de gênero que é uma desgraça. Eu fui o primeiro a anunciar isso em 2013. A minha luta nunca foi contra gays, eu tenho amigos que são gays. O que a pessoa faz entre quatro paredes é de foro íntimo delas.”

Atuação nos Direitos Humanos da Câmara

Em 2013, Marco Feliciano foi presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Naquele ano, o parlamentar trilhou, como diriam os religiosos, um verdadeiro calvário. Enfrentou inúmeros protestos de diferentes grupos defensores das chamadas minorias. Virou manchete nacional por suas declarações consideradas homofóbicas.

Marco comemora ao dizer que um de seus trabalhos mais relevantes na presidência da Comissão de Direitos Humanos foi “secar” os cofres da organizações LGBTs.

“A Comissão de Direitos Humanos há 20 anos mandava R$ 300 milhões pras ONGs gays, 267 ONGs gays. Por isso que faziam manifestação. Eu sequei os cofres deles, acabou. Pronto, eles não tem mais forças. A briga não era ideológica, era por dinheiro.”

Sobre a relação entre igreja e Estado, o deputado-pastor diz que foi o protestantismo responsável por essa separação a partir de Martinho Lutero e João Calvino, importantes teólogos e reformadores.

“A igreja é separada do Estado. A laicidade nasce com o protestantismo. É graças a nós evangélicos que existe o Estado laico. Porque antes disso o Estado era fundamentado numa igreja como a igreja católica. Foi Martinho Lutero, Calvino, que lutaram para que o Estado se separasse da igreja.”

Alfinetadas em Tiririca

Marco Feliciano não poupou críticas ao deputado federal Tiririca, que esta semana em discurso na Câmara dos Deputados anunciou que está deixando a vida pública decepcionado com seus pares e a política.

“O Tiririca é uma incógnita. Eu ficaria com vergonha no lugar dele. Imagine um parlamentar que recebe salário há sete anos e subir à tribuna e dizer que é a primeira vez que eu subo aqui pra falar e a última também. E de maneira demagoga falar de seus pares que ali estão. Chutar cachorro morto é muito fácil, quero ver apresentar uma solução”, critica Marco.

“Nunca vi o Tiririca ir pra um debate de coisas polêmicas, nunca vi ele fazer nada lá dentro, a não ser fazer a gente rir, que essa é a função dele como um bom palhaço que é. É um ótimo artista, mas como parlamentar deixou a desejar”, completa o pastor.

Feliciano opina que Tiririca estaria “abrindo caminho para seu filho Tirulipa” ou para ser “cabo eleitoral do ex-presidente Lula no meio dos pobres”.

Ele disse que Tiririca “saiu e foi dizer que o maior presidente que esse país teve foi o Lula. Isso já tá me cheirando a algum complô pela frente. Alguém já está cooptando o Tiririca pra ser a voz do presidente Lula”, conclui Feliciano.

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“As forças de segurança do Acre estão entre as que mais prendem e que mais elucidam homicídios no país”, diz delegado Cleylton Videira dos Santos, presidente da Adepol

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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As declarações do promotor de Justiça Rodrigo Curti, da 10ª Promotoria de Justiça Criminal da 1ª Vara do Tribunal do Júri, sobre os 461 homicídios que foram registrados até o mês de novembro no Acre, além da taxa de 55,5 homicídios para cada 100 mil habitantes no Estado, números que ele considera pior do que os apresentados em países em guerra, repercutiram entre os delegados de polícia civil. O delegado Cleylton Videira dos Santos, presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Acre (ADEPOL) procurou a reportagem de ac24horas para fazer um contraponto sobre os índices da criminalidade levantados por Curti. Videira acredita que a questão do aumento da violência não seja especificamente do Acre, mas de todos os estados brasileiros que sofrem com muitos homicídios motivados pela guerra pelo controle do tráfico de drogas

Segundo Clayelton Videira, o promotor de Justiça fez uma análise pelo próprio ponto de vista do momento de alta nos índices de violência, mas que, apesar das dificuldades, a Polícia Civil vem dando uma resposta positiva ao cidadão. “Infelizmente, o Brasil padece de inúmeros problemas sociais, dentre os quais a violência e a criminalidade são os que mais afligem o cidadão neste momento. Apesar dos esforços envidados pelos órgãos policiais ainda convivemos com índices negativos. Por outro lado, as forças de segurança do Acre estão entre as que mais prendem e que mais elucidam homicídios no país. É bem verdade que houve um aumento substantivo no índice de homicídios. No entanto, esta não é uma realidade apenas do nosso Estado”.

O presidente da Adepol destaca que atualmente acontece um fenômeno nacional, que teria como principal motivo uma luta das facções para controlar as rotas do tráfico nas fronteiras do país. O Acre, estaria entre os principais corredores disputados pelos criminosos. “Em todos os estados federados houve um aumento significativo da violência. Vivemos no centro da guerra do tráfico, pois, além de sermos consumidores de entorpecente também fazemos fronteira com países com fortes laços com o narcotráfico. Desta forma, além da briga pelo controle interno do comércio de drogas ilícitas sofremos as mazelas advindas da busca do controle da fronteira. Não por outra razão o Governo do Estado buscou trazer o debate para esse viés uma vez que o Governo Federal praticamente abandonou as fronteiras”, destaca Cleylton Videira.

Outra questão levantada pelo delegado é que os tentáculos das facções criminosas estariam espalhados pelas cidades do interior do Acre, da mesma forma que acontece nas demais cidades brasileiras. “A interiorização do crime também é uma realidade nacional. Antes restritas aos grandes centros urbanos, as organizações criminosas estão buscando novos territórios e, com isso, as sequelas da violência e da criminalidade deixam seus rastros sangrentos. Em momentos de crise muito melhor do que polemizar é, por meio do diálogo interinstitucional, buscar alternativas e encaminhar soluções. Alastrar o caos, comparar períodos que, por sua essência, são totalmente diferentes, beira à irresponsabilidade”, ressalta.

Cleylton Videira destaca que os problemas existem, mas as autoridades de segurança do Estado estariam travando uma luta incansável para combater a ação do crime organizado nos 22 municípios do Acre, estabelecendo estratégias, trabalhando com inteligência e organização, além de contar com um efetivo de agentes capacitados e esforçados que trabalham de forma incansável para garantir a segurança da população. “O problema existe e precisa ser enfrentado. Arregaçar as mangas é necessário. Talvez seja necessário sair da zona de conforto e se aliar a quem faz o bom combate diariamente. Fazemos parte de um mundo real, precisamos buscar caminhos novos e o empenho de todos será fundamental para sairmos vitoriosos”, finaliza.

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