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Estudioso marca data para início da “Grande Tribulação”: 15 de outubro

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O início fim dos tempos ocorrerá no dia 15 de outubro, insiste o estudioso que havia marcado o arrebatamento para 23 de setembro.

David Meade, que recebeu destaque da mídia secular quando escreveu um livro para provar que os eventos descritos em Apocalipse 12 ocorreriam em 2017, sempre afirmou ser um especialista em profecias.

Contudo, ao ser confrontado por teólogos conhecidos, passou a dizer que seus cálculos também se baseavam na numerologia, fazendo com que fosse chamado de “falso profeta” por diferentes líderes cristãos.

Mesmo criticado por ter gerado histeria com suas previsões, Meade voltou a fazer previsões. “Quando ocorre o nascimento de Júpiter de Virgem, também vemos o cumprimento de Gênesis 3:15 e Apocalipse 12:4, testificados pelos grandes e terríveis sinais nos céus”, disse ele ao Christian Post.

Refazendo seus cálculos astronômicos, ele aponta para 15 de outubro como início da “grande Tribulação”. Segundo ele, nesta data o planeta Júpiter, finalmente sairá da região do “útero” da constelação de Virgem.

“Se usamos apenas cálculos astronômicos e o Livro do Apocalipse, e nenhuma fonte extrabíblica, como visões ou profecias, isso nos leva à data mais importante deste milênio: 15 de outubro de 2017”, continuou Meade, que já deu entrevistas para os principais jornais do mundo sobre o assunto.

O especialista se defende, argumentando que suas palavras foram mal interpretadas pelos meios de comunicação, pois ele apenas apontou para “sinais importantes” aparecendo no céu dia 23. Sem conseguir explicar o que o fez divulgar que o Planeta X – também chamado de Nibiru – se chocaria com a terra, declarou que a humanidade verá coisas terríveis acontecendo no mundo a partir do dia 15 do próximo mês.

Pastores criticam quem marca datas

Parte dos argumentos de Meade, em especial os que se relacionam com a descrição de Apocalipse 12, foram replicados por diferentes pastores. Mas esses cálculos e previsões foram combatidos por líderes como Greg Laurie, pastor da Harvest Christian Fellowship.

No dia 23 de setembro, Laurie criticou o espaço dado para alguém que se chama “numerologista cristão”, algo que não existe, lembra. Citando textos bíblicos, como Mateus 24:36, apontou para as palavras de Jesus:” Ninguém sabe o dia ou a hora” do retorno de Cristo.

Ed Stetzer, influente pastor batista, autor de vários livros e responsável por pesquisas da Lifeway Reasearch, também fez duras críticas a Meade.

“Toda vez que previsões sobre o fim do mundo aparecem na mídia, é importante que nos perguntemos se isso irá contribuir com discussões úteis e significativas sobre o final dos tempos. Claro que a resposta na maioria das vezes é não”, escreveu Stetzer.

Ele acredita que esse tipo de argumentação, defendida por alguns pastores em sermões que podem ser assistidos na internet, são “uma vergonha para os cristãos e uma distorção da Palavra de Deus”.

Russell Moore, presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, a maior denominação evangélica do mundo, escreveu um longo artigo no Washington Post chamando a atenção dos cristãos para que a verdade não seja confundida com mentiras e boatos. Para ele, previsões falsas podem fazer, por vezes, que as pessoas deixem de acreditar no cristianismo por que não conhecem toda a mensagem e associam os alertas bíblicos a “boatos” e “falsas profecias que não se cumprem”.

A principal reclamação de Moore é que a igreja não está ensinando de maneira contínua e consistente o que as Escrituras falam sobre o final dos tempos, por isso as pessoas acabam se deixando levar por “meias verdades” e anúncios infundados de datas. Fonte de Gospel.prime.com.br

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Cotidiano

Jovem reinfectada por coronavírus achou que estava imune ao 1º diagnóstico

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Infectada duas vezes com a Covid-19, a técnica de enfermagem Gabriela Carla da Silva, de 24 anos, relata ter vivido uma falsa sensação de segurança quando voltou a apresentar sintomas da doença.

Com o segundo diagnóstico em 50 dias, entre maio e julho, a jovem que atua na rede pública de saúde de Ribeirão Preto (SP) conta que não acreditava na possibilidade de voltar a ter o novo coronavírus até fazer o teste por recomendação de colegas de trabalho.

“Eu estava com bastante dor de garganta, o nariz bem congestionado, bastante coriza, muita dor de cabeça, até mais do que a primeira vez e aí falei: ‘mas não pode ser Covid, porque eu já tive Covid’. Continuei trabalhando porque eu já tinha tido, não pensava que poderia ser”, diz.

A reincidência do vírus na jovem, considerada rara pelos médicos, será investigada pela USP de Ribeirão Preto (SP) e será levada à comunidade científica internacional. Segundo os pesquisadores, há registro de apenas outro caso semelhante ao de Gabriela, em Boston, nos Estados Unidos.

O médico infectologista Marcos Boulos, chefe da Superintendência de Controle de Endemias de São Paulo e ex-diretor da Faculdade de Medicina da USP, acredita ser “difícil” uma reinfecção pelo novo coronavírus em tão pouco tempo.

Primeira infecção

Em 4 de maio, Gabriela entrou em contato com um colega de trabalho infectado. Dois dias depois, começou a sentir mal-estar, febre, congestão nasal, dores de cabeça e de garganta.

“Eu trabalho em uma unidade de saúde, então já estava tendo contato, mas tive contato confirmado com esse colega de trabalho em uma segunda-feira. Na quarta-feira eu comecei com os sintomas”, afirma.

No quarto dia após o surgimento dos sintomas, a técnica de enfermagem passou pelo exame RT-PCR, que identifica o Sars-Cov-2 no organismo por meio de materiais coletados no nariz e na garganta. O resultado do primeiro teste, em 8 de maio, foi negativo, mas, como os sintomas persistiram, a paciente repetiu o exame cinco dias depois, em 13 de maio, quando testou positivo e foi afastada por duas semanas.

“O que mais me marcou nesse primeiro quadro foi a dor de cabeça e um pouco da dor de garganta, mas principalmente a dor de cabeça que se manteve por uns dez dias”, lembra.

Segunda infecção

Gabriela afirma que se recuperou completamente e voltou ao trabalho, na Unidade Básica de Saúde (UBS) Ribeirão Verde, na zona Leste de Ribeirão Preto, segura de que estaria imune.

Ela voltou a apresentar os mesmos sintomas 38 dias depois e, em um primeiro momento, os associou a um quadro gripal, mas foi orientada por colegas a fazer um novo teste para a Covid-19, que deu positivo em 2 de julho.

“Conversei com a equipe do trabalho e falaram que, mesmo assim, era importante coletar o teste. Foi quando coletei novamente e fui afastada até sair o resultado e veio positivo novamente”.

De acordo com ela, o novo período de afastamento foi mais difícil que o primeiro, com perda do olfato, do paladar, sensação de febre, e uma dor de cabeça mais forte, embora não tenha ficado acamada. “Eu me senti mal nos 14 dias de afastamento.”

Gabriela se diz recuperada pela segunda vez e já voltou ao trabalho, com todos os equipamentos de segurança, e determinada a ajudar os médicos a compreender o comportamento do novo coronavírus. “Pretendo entender o que realmente aconteceu e realmente ajudar na pesquisa”.

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Acre

Gladson alerta sobre falsa sensação de que o pior já passou

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Em pronunciamento divulgado nesta sexta-feira, 7, o governador Gladson Cameli alertou aos acreanos que os números atuais da Covid-19 podem passar a falsa sensação de que o pior já passou. “Mas não é tão fácil assim. Não podemos baixar a guarda”, alertou o governador.

A flexibilização, diz ele, não pode ser confundida com o fim dos cuidados higiênicos e de distanciamento social. “Nós estamos na bandeira amarela, perto de um resultado positivo, mas não podemos esquecer de tomar os devidos cuidados de prevenção contra a Covid-19. É hora de cada um redobrar o combate para evitar que o vírus ganhe força novamente, como ocorreu em outras regiões do país e do mundo”, disse Gladson.

De acordo com o chefe do Executivo estadual, os acreanos precisam ainda se cuidar por si próprios e pelas pessoas que amam. “Queremos que tudo passe logo e só com a união e colaboração de todos é que venceremos”, concluiu.

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Acre 01

Ex-miss Acre detalha problemas de visão que a fazem pedir vaga de candidatos com deficiência

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A ex-miss Acre Hyalina Lins Farias usou a ferramenta stories em seu perfil no Instagram para se posicionar acerca da polêmica de sua classificação na 3º chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para o curso de Medicina na modalidade L13, que reserva vagas a candidatos com deficiência, independente da renda, e que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas.

Recitando o versículo de Mateus 7:3: “Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho?”, a ex-miss se defendeu e pediu que “os interessados” buscassem saber dos dois problemas que ela sofre na visão.

“Baixa visão e ambliopia lateral são dois dos problemas que eu tenho. E isso está causando uma euforia grande porque as pessoas não estão aceitando. Eu não me orgulhei de ter nascido com isso, mas o foco não é esse! O foco é que vocês vão ficar mais esclarecimentos e informados. A trave do olho de vocês vai sair pelo menos 25%”, afirmou.

Em outro trecho, a Hyalina lamenta a repercussão do caso e pediu que Deus iluminasse todas as pessoas para que ninguém precise passar pelo que ela está passando. “Gente doente não aguentaria o que eu estou aguentando! É muito fácil eu colocar um filtro aqui e parece forte, mas você que tá do outro lado sabe que não é assim”, afirmou.

Entenda

No início do ano, a bela jovem, que já foi eleita a mulher bonita do estado em 2018, foi classificada em medicina através Sisu, por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). À época, Hyalina se inscreveu na modalidade L9, que é destinada a candidatos com deficiência, que tenham renda bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo e que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escolas públicas.

Nessa ocasião, a Universidade Federal do Acre (Ufac) indeferiu a matrícula, afirmando que além da análise de laudos médicos, fez entrevista para identificar as características da deficiência alegada e que a decisão foi baseada em um parecer profissional.

Veja ao vídeo:

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Acre

Acre é líder absoluto do isolamento social no país, diz agência

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FOTO: SECOM/ACRE

O Acre é o líder absoluto no ranking de isolamento social no Brasil 24 horas após o Estado evoluir para a fase amarela do risco de Covid-19. Neste 6 de Agosto, o feriado contribuiu para reduzir a mobilidade social, que é a menor do país apesar do Acre ampliar de modo substancial a flexibilização econômica.

No dia 6/8 o Índice de Isolamento Social do Acre calculado pela agência In Loco foi de 42,3%, ganhando de Estados que ainda vivem fases mais restritivas da quarentena.

A fase amarela é de atenção, segundo estabeleceu o Pacto Acre sem Covid. Nesta etapa é possível o funcionamento de bares, restaurantes, pizzarias e cinema com restrições e muitos cuidados com o distanciamento social. Os cultos podem ser realizados também com restrição de quantidade.

Veja o ranking:

 

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