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Mara Rocha deverá ser o nome apresentado pelo PSDB como opção à vice

Luis Carlos Moreira Jorge

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Com a decisão do senador Gladson Cameli (PP) na reunião ontem com o presidente do PSDB, Major Rocha, de que caberá ao partido a indicação do vice na chapa para o governo, outra definição está praticamente tomada: a jornalista Mara Rocha deverá ser o nome apresentado pelos tucanos. A dedução é simples: é muito improvável que dentro da votação a ser feita na Executiva Regional, comandada pelo seu irmão Rocha, para a escolha de quem vai ser indicado, que a Mara não tenha a maioria dos votos. O certo é que o ninho tucano virou ontem uma festa após o suposto anúncio de Cameli e já deve promover uma reunião interna para de forma oficial chancelar Mara Rocha como a vice do senador Gladson Cameli (PP). O deputado federal major Rocha (PSDB) já tinha revelado à coluna que havia o compromisso do PP com o PSDB.

O noivo não quer
O deputado federal Alan Rick (DEM) faz um mandato produtivo? Claro! Sem discussão. Como também não se discute a sua honorabilidade. Mas é maduro para saber que o noivo só casa com a noiva que quiser. É o nome do Alan não conseguiu ultrapassar os muros do DEM. Ouvi de importantes figuras da oposição rejeição à sua indicação, sob os mais variados argumentos.

Alguns argumentos que ouvi
Argumentos que fiquei mouco de ouvir: foi o último colocado para deputado federal. Não levaria o apoio da IBB. O Pastor Agostinho Gonçalves é da copa e cozinha do Tião Viana e do Marcus Alexandre. Não traria além do DEM, nenhum grupo político importante. E é recém chegado na oposição. A meu ver, faltou-lhe habilidade e humildade para quebrar as barreiras ao seu nome. Achou que pelo fato de ter se juntado à oposição esta teria que lhe incensar.

Caiu com uma bomba
A notícia da escolha do PSDB, como parceiro para vice na chapa de governador, caiu como bomba no DEM, que sonhava em ver Alan Rick (DEM) como indicado. O ex-prefeito Tião Bocalon se disse “decepcionado”, por saber da decisão pela imprensa. Falou que, vai esperar o anúncio oficial do senador Gladson Cameli (PP), para traçar o rumo do DEM na eleição

Tinha que quebrar os ovos
O certo é que o senador Gladson Cameli tinha que decidir para acabar com o desgaste, entre o DEM e o PSDB. Optou pelo PSDB. Não podia ficar postergando. E não há outra forma de fazer omeletes sem quebrar os ovos. Ao DEM cabe agora tratar das candidaturas proporcionais.

Não creio e não há espaço
Não acredito na hipótese do DEM lançar um dos dois únicos nomes mais visíveis que tem em seu quadro, Tião Bocalon ou Alan Rick, como candidato ao governo na busca de uma terceira via. Podem até ameaçar, seria como entrar numa aventura sem a mínima chance de sucesso.

Tenho com muita clareza
Esta questão da escolha de vice, eu tenho a clareza seja na oposição ou na FPA que, o nome a ser escolhido tem que ser da extrema confiança do candidato a governador. Vice não se empurra goela abaixo, vice não é decisão unilateral de quem quer ser o indicado. A oposição parece que não entende esta linguagem. A questão não se decide pelo eu quero ser.

Não dá como perdido
O DEM não dá o caso como perdido e enquanto o senador Gladson Cameli (PP) não der uma coletiva e anuncie oficialmente quem será o seu vice vai continuar este jogo de empurra.

O dinamismo da política
Leram as notas? Pois bem, depois de todo este sarau no PSDB, com declarações esfuziantes do deputado federal major Rocha (PSDB), que indicaria o vice, eis que surge o presidente do PP, José Bestene, com outra versão. A de que na reunião entre Rocha e Gladson, na sede do PSDB, não houve a promessa de que o PSDB indicaria o vice da chapa. E colocou mais água na cerveja dos tucanos, reafirmando que, a questão do vice somente será decidida em 2018, como tinha sido deliberado. Isso mostra ao leitor que na política os fatos mudam como as nuvens, segundo o velho ditado mineiro. E como dizia o filósofo do Abunã, Rapirrã e cercanias, ex-prefeito Luiz Pereira: “a política é dinâmica”. Não contaram ao Rocha!

Um adendo
Como quando estes fatos vieram à tona já tinha mandado a coluna para o jornal OPINIÃO, não deu para comentar a reviravolta. Fica a explicação.

Uma perguntinha e uma resposta
Uma perguntinha inocente: como fica o deputado federal Major Rocha (PSDB), na novela? O que se sabe é que ameaçou romper a aliança com o PP, depois do desmentido do presidente José Bestene, que não houve o convite para os tucanos indicarem o vice. Conheço o Rocha, não é de bom alvitre uma briga com ele. É um dos políticos mais destemidos do Acre.

Cheirinho no ar
Depois de assistir este capítulo da novela do disse e não me disse da questão do vice, começo a reforçar a idéia de que para não desagradar nem o DEM e nem o PSDB, o senador Gladson Cameli (PP) vai escolher um nome alternativo, que está fora da política para ser o seu vice. A decisão de só decidir em 2018 torna mais forte esta tese. Traduzindo em miúdos: nada decidido sobre a escolha do vice do senador Gladson Cameli (PP).

Não têm para onde ir
A questão é que se não for escolhido um vice nem do PSDB e nem do DEM os dois partidos não têm opção na eleição. Vão para onde? Para o palanque do PT? Jamais! É um aspecto.

É sacramentado
Na entrevista do ex-senador Nabor Junior (PMDB) ao ac24horas de que se a oposição não se unir perde a eleição para governador, até o porteiro do SBORBA sabe. E é só mirar no exemplo da FPA, que está coesa para disputar a eleição de 2018, sem uma rusga pública. Unidade é importante em qualquer disputa majoritária. E, principalmente, numa disputa bem parelha.

Plena convicção
O presidente do PDT, deputado Luiz Tchê, se diz tranqüilo quanto ao fato de que caberá ao seu partido indicar o vice na chapa da FPA. E joga suas fichas no nome do secretário Emylson Farias. Acho que o caminho deverá ser mesmo nesta direção, pode até ter alguma surpresa, mas numa escala mínima de possibilidade. O murro final é do Tião Viana.

Lógicas políticas existem para serem quebradas
A lógica política ensina que, quando se tem dois candidatos parelhas ao governo, cada lado fará um senador. E este quadro é o que se apresenta para as eleições do próximo ano. Mas, lógica na política, existe para ser quebrada.

Torcida dos nanicos
A grande torcida dos partidos nanicos é que nada mude na legislação eleitoral. É que nada mudando, a política do é dando que se recebe continuará reinando nas campanhas.

Como caminhão com melancias
Vou repetir o que ouvi ontem de uma importante liderança do PP. “É como um caminhão carregado de melancias, durante a viagem elas se acomodam”. Ou seja, acabam se entendendo sobre o nome do vice de Cameli. A eleição será duríssima com a oposição unida, quanto mais se fracionar. E buscarem a unidade é o único caminho.

Peso das costas
A decisão favorável do TCU, em anular uma decisão do DNIT, que aplicava uma multa milionária no prefeito Marcus Alexandre, por suposta má gestão das obras da BR-364, quando estava à frente do DERACRE, tirou da oposição uma bandeira que usaria na campanha.

Simples em direito
Os condutores do processo administrativo que levou a esta condenação do prefeito Marcus Alexandre se esqueceram de um princípio básico do Direito, de que ninguém pode ser condenado sem uma prévia defesa. E simplesmente não o ouviram Não restou outro caminho ao TCU ao não ser anular tudo.

Desafio ao Estado
O Estado nunca foi tão desafiado como em Sena Madureira. Assaltantes, em plena luz do dia, entraram ontem no núcleo da Secretaria de Educação, SEDUC, fizeram um arrastão e com os funcionários, a maioria professores, sob a mira de revólveres, levaram os celulares e outros objetos.

Enfim, filiado
O ex-deputado federal Márcio Bittar, enfim, conseguiu realizar o seu sonho de ser candidato a senador pelo PMDB. Foi ontem a sua filiação. É a segunda vez que entra no PMDB. Na primeira vez se elegeu deputado com a máquina peemedebista e saiu pela porta dos fundos do PMDB.

Bengala de molho
Conversava ontem com um velho peemedebista numa padaria aqui do Tropical e este fez a seguinte observação: “a filiação foi boa para o Márcio Bitrtar e ruim para o Flaviano Melo. Se o Márcio se eleger senador confirme o que vou lhe dizer: vai tentar tomar a presidência do PMDB do Flaviano”. E completou: “você duvida, Luis Carlos?”. Minha resposta: “em política até boi voa”. E nos separamos rindo, cada um para o seu canto. O Flaviano bote a bengala de molho.

Interessa a todos
Interessa não só aos deputados, mas a toda opinião pública que, o superintendente do DNIT, Thiago Caetano, tenha a oportunidade de ir à Assembléia Legislativa e abrir como prometeu a “caixa preta” da BR-364. Ninguém melhor do que ele tem condições para expor a real situação.

O primeiro a convidar
O deputado Luiz Gonzaga (PSDB), que vem sendo um dos críticos do que chama de “morosidade” das obras da 364, deveria ser o primeiro a pedir que fosse oficializado o convite.

Chuva ladeira abaixo
Na campanha para o governo, no próximo ano, duas figuras políticas estarão em evidência, além dos nomes que estarão na disputa. O governador Tião Viana, que será o comandante da eleição pelo lado da FPA e Socorro Nery, que estará como prefeita efetiva em plena efervescência de uma acirrada guerra eleitoral. Marcus Alexandre, que deve ser o ungido da FPA para governador, deixará a prefeitura em abril. A Socorro terá o mesmo pique do Marcus? Fará mudanças na equipe? Ou não mudará nada? São perguntas que os próprios petistas se fazem. A oposição terá contra a sua candidatura duas máquinas poderosas e que sempre foram jogadas com todo o peso nas últimas campanhas, a do governo e da PMRB. Mas, quem decide é o povo. Quando o eleitor quer votar no candidato é como chuva ladeira abaixo, vai de roldão. Exemplos: a primeira eleição do Marcus Alexandre e do Sérgio Petecão (PSD) a senador.

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