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Preço da cesta básica diminui em 21 capitais; Acre e outras cinco cidades estão com pesquisa suspensas

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O custo dos alimentos que compõem a cesta básica caiu, no mês de agosto, em 21 capitais brasileiras pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

Apesar do relatório divulgado nesta terça-feira, 5 de setembro, mostrar queda na maioria das capitais, os estados do Acre (AC), Palmas (TO) e Teresina (PI) ficaram de fora da amostra.

Segundo o DIEESE ainda outras três cidades estão com a pesquisa suspensa: Macapá (AP), Boa Vista (RR) e Rondônia (RO) que estão sem coleta de dados desde o 1° dia do mês de setembro, totalizando, portanto, seis cidades sem amostra.

De acordo com os dados coletados, registrou-se queda em Campo Grande (-7,09%), Salvador (-7,05%), Natal (-6,15%) e no Recife (-5,84%). As altas foram registradas em Goiânia (0,04%), Maceió (0,91%) e Boa Vista (1,40%).

Tiveram as cestas mais caras as cidades de Porto Alegre (R$ 445,76), São Paulo (R$ 431,66) e Florianópolis (R$ 426,30). Os menores valores foram observados em Salvador (R$ 332,10), Natal (R$ 336,12) e no Recife (R$ 340,54). A maioria das capitais registrou queda de preços, principalmente do óleo de soja, açúcar, tomate, feijão, leite e carne bovina de primeira.

Nos últimos 12 meses, o valor da cesta caiu em todas as cidades pesquisadas. A principal queda ocorreu em Campo Grande (-19,46%) e a menor foi em Aracaju (-4,55%). Entre janeiro e agosto, o custo da cesta teve queda em 23 capitais, com destaque para Campo Grande (-12,98%), Cuiabá (-1,79%), Manaus (-9,39%) e Belém (-8,50%). A única alta foi registrada em Aracaju (1,19%).

Salário Mínimo – Com base no custo da cesta brasileira mais cara, a de Porto Alegre, o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3.744,83. O valor estimado corresponde a quatro vezes o mínimo vigente, que é R$ 937,00. No mês anterior, o piso mínimo necessário foi calculado em R$ 3.810,36. Em agosto do ano passado, o mínimo ficou em R$ 3.991,40. Com informações da Agência Brasil

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Vídeo de advogado com arma vaza no Whatsapp e OAB deve abrir processo administrativo

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Um vídeo do advogado Manoel Elivaldo Batista de Lima Júnior vazado na internet segurando uma arma que se parece com uma submetralhadora repercute nas redes sociais em todo o Acre. O vídeo circula no WhatsApp.

A reportagem falou por telefone com Manoel Elivaldo Batista e ele afirmou que não sabe a origem da divulgação das imagens e que arma era de brinquedo. “Essa arma é de um amigo, custou cerca de R$ 900, foi comprada em uma loja de Rio Branco. Ela é de pressão”, disse o advogado, minimizando o caso.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Acre, Marcos Vinicius Jardim Rodrigues, informou que a OAB, após ter tido acesso às imagens, deve instaurar um procedimento administrativo para que o advogado se explique e comprove a origem do armamento.

“Algumas situações têm que ser ponderadas: primeiro, averiguar com exatidão o calibre da arma, pra saber se são armas que o cidadão civil possa ter acesso, ou se são armas restritas às Forças Armadas. Independente disso, mas isso pode ter ilícitos diversos, só o fato de você ter acesso. Tem a situação de se averiguar se tem porte, registro. Tendo notícia e vendo essas imagens que o próprio advogado fez questão de gravar e publicizar, a OAB instaurará um procedimento próprio, administrativo, pra que o advogado se explique, comprove a origem desse armamento, sem prejuízo de eventual representação ou até acompanhamento de alguma investigação criminal a respeito desses fatos.”

Logo após a repercussão das imagens e do vídeo, a OAB divulgou nota afirmando ainda que “advogado que se presta à fanfarronice, bravatas, incontinências públicas e até a prática de ilícitos é um NÃO advogado e assim será considerado pela OAB/AC. O profissional que de forma incauta publiciza comportamento temerário, evidenciando conduta criminosa será chamado à responsabilidade de acordo com as normas da Instituição, sem prejuízo de chamamento próprio na seara do Poder Judiciário”.

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Relator da sugestão sobre a descriminalização do cultivo de maconha para fins medicinais, Petecão rejeita proposta

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Relator da sugestão sobre a descriminalização do cultivo de maconha para uso próprio, o senador Sérgio Petecão (PSD) deu parecer definitivo contrário à proposta, o que desagradou diversos representantes de organizações. Mais de 125 mil pessoas votaram no site do Senado Federal a favor da sugestão.

A presidente da Associação de Cannabis Medicinal (Cultive), Cidinha Carvalho, se manifestou por meio do YouTube contrária ao posicionamento de Petecão. Ela tem uma filha portadora da Síndrome de Dravet, que causa crises epiléticas. O uso do óleo de cannabis vem ajudando no tratamento da filha de Cidinha que, aliás, conseguiu na Justiça o direito ao plantio da erva em casa. 

“Nós vimos a nossa dor e o nosso sofrimento sendo ignorados plenamente. Pessoas doentes, senador, serão obrigadas a continuar usando maconha do tráfico. A sua decisão irá garantir esse monopólio. Um monopólio que mata e corrompe”, diz Cidinha Carvalho.

Na última audiência pública na Comissão dos Direitos Humanos no Senado, Petecão disse, diante de vários ativistas, que apesar de o tema assustá-lo, um caminho para o uso medicinal da cannabis poderia ser construído, mas mesmo com essa declaração manteve rejeição à proposta.

“Esse tema me assusta. Eu sinceramente não tenho as informações que vocês tem. Agora, uma coisa aqui me tranquilizou: Não vi ninguém aqui contra o uso de cannabis para uso medicinal. Não vi ninguém. Todo mundo a favor. Então eu acho que nós estamos num caminho aqui que poderemos construir, sim, uma proposta que possamos pelo menos nesse sentido aqui ajudar essas crianças e as mães aqui que tão sofrendo com seus filhos e com suas famílias.”

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Após reclamação, Marcus Viana volta atrás e prefeitura não vai alterar trânsito no bairro São Francisco

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Depois da pressão dos comerciantes, de moradores, da deputada estadual Doutora Juliana e do presidente da Câmara, Manuel Marcos, ambos dos (PRB), o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre Viana, resolveu voltar atrás nas alterações no trânsito na região do São Francisco.

Logo que soube da mobilização contra as mudanças, o prefeito esteve no local em reunião com os moradores e parlamentares, ao lado do superintendente da RBTrans, Gabriel Forneck, órgão responsável pelo trânsito na capital, e anunciou o cancelamento das alterações no local.

Mais cedo, assim que a prefeitura informara as mudanças, Doutora Juliana entrou em contato com o prefeito por entender que os prejuízos seriam grandes para quem mora na região, especialmente para o comércio.

A previsão era de que as ruas Joaquim Macedo e Luiz Gonzaga teriam sentido de circulação alterado a partir desta terça-feira, 21, quando passariam a funcionar com mão única.

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