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Grávida de nove meses perde o bebê e espera horas por ultrassom na Maternidade

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Uma jovem de 16 anos perdeu o bebê após 38 semanas de gestação. O caso ocorreu em Rio Branco, e foi confirmado na Maternidade Bárbara Heliodora, a principal da cidade. A família diz que houve erro no atendimento da garota e deve acionar o Ministério Público do Estado (MPE). O hospital especializado nega negligência.

Antonia Santos, mãe da garota, conta que chegou com a filha na maternidade na noite de quarta-feira, dia 30, mas como não tinha médico de plantão no local para fazer uma ultrassonografia, precisaram esperar até a manhã do dia seguinte para ter um diagnostico definitivo sobre o bebê.

“Eu tenho certeza disso [que o bebê estava vivo]. Ela diz que sentia. A gente fica nervosa, porque quer saber logo do resultado. Mas eles ficam demorando. Quando veio a notícia, foi que já estava morto. Eu acho que demorou muito. Minha filha está chorando muito, porque disseram direto para ela. Demorou muito para fazer isso”, denuncia a mãe.

Em nota, a Direção da Maternidade Bárbara Heliodora repeliu as acusações e afirmou que a menina já chegou com o bebê morto na unidade e que a primeira avaliação médica já apontou isso. Depois, o exame de ultrassonografia foi apenas para completar o diagnóstico inicial, ratificando a morte do bebê.

A paciente “deu entrada na unidade reclamando que não sentia movimentos do feto já há algumas horas. O médico responsável pelo atendimento procedeu com a realização de exame físico e também pelo aparelho, além de realizar, sem sucesso, estímulos para que o bebê respondesse. A paciente encontra-se internada em um dos leitos da unidade de saúde recebendo toda assistência necessária”, explicou a Direção.

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Gladson Cameli desiste do nome Expoacre Rural Show

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Ao que tudo indica, o governador Gladson Cameli andou pensando melhor e desistiu da ideia de dar um novo nome à maior Feira de Agronegócios do Estado do Acre, a Expoacre 2019. No final do mês de maio, Cameli acenou, após visitar a maior feira de agronegócios da Região Norte, a Rondônia Rural Show, que também gostaria de alterar o nome do evento local para ‘Expoacre Rural Show’.

Entretanto, a ideia ficou somente na parte da programação mesmo, já que o nome permaneceu como era, o tradicional Expoacre. Questionada pelo ac24horas, a assessoria do governo negou que houve descontentamento ou desacordo entre as equipes organizadores do evento e garantiu que quem decidiu permanecer com a nomenclatura tradicional foi o próprio governador.

“A tradição do nome Expoacre é defendida pela população. E por isso, o governador optou por manter o nome devido à preferência das pessoas”, informou a assessoria governamental.

Anteriormente, Cameli pretendia mudar o atual projeto da feira do Acre, incluindo o nome, para torná-la mais parecida com a feira do estado vizinho. Agora, a equipe afirma que ele apenas “ventilou uma possibilidade de mudança”.

“O governador é quem toma as decisões, assim a decisão de manter Expoacre também foi dele”, reiterou a assessoria de imprensa.

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Destaque 7

Abastecimento de combustível é normalizado em cidades do Juruá

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Somente no final da tarde desta sexta-feira, 12, 38 dias depois do acidente de barco em Cruzeiro do Sul, que matou 6 pessoas, o abastecimento de combustível para as cidades de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo foi restabelecido.

O prefeito Zezinho Barbary, de Porto Walter, usou suas redes sociais, para agradecer aos envolvidos na solução do problema, como o governador Gladson Cameli, senador Sérgio Petecão, deputados Jesus Sérgio e Jéssica Sales, prefeitos Ilderlei Cordeiro e Isaac Piyãko, Antaq, Marinha e a imprensa.

“Agradeço a mobilização de todos e destaco em especial o trabalho da imprensa”, ressaltou o prefeito Zezinho Barbary na postagem.

Na postagem, Barbary também fez uma homenagem especial às vítimas da explosão do barco: 6 mortos e 12 feridos.

O abastecimento dos barcos, que estavam proibido desde o dia da explosão, só pode ser feito em um local determinado pela Agência de Transportes Aquários – Antaq e fica próximo à travessia de Rodrigues Alves. As empresas fornecedoras, distribuidoras e transportadoras terão 60 dias para se adequarem às regras e normas dos órgãos fiscalizadores.

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