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Grávida de nove meses perde o bebê e espera horas por ultrassom na Maternidade

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Uma jovem de 16 anos perdeu o bebê após 38 semanas de gestação. O caso ocorreu em Rio Branco, e foi confirmado na Maternidade Bárbara Heliodora, a principal da cidade. A família diz que houve erro no atendimento da garota e deve acionar o Ministério Público do Estado (MPE). O hospital especializado nega negligência.

Antonia Santos, mãe da garota, conta que chegou com a filha na maternidade na noite de quarta-feira, dia 30, mas como não tinha médico de plantão no local para fazer uma ultrassonografia, precisaram esperar até a manhã do dia seguinte para ter um diagnostico definitivo sobre o bebê.

“Eu tenho certeza disso [que o bebê estava vivo]. Ela diz que sentia. A gente fica nervosa, porque quer saber logo do resultado. Mas eles ficam demorando. Quando veio a notícia, foi que já estava morto. Eu acho que demorou muito. Minha filha está chorando muito, porque disseram direto para ela. Demorou muito para fazer isso”, denuncia a mãe.

Em nota, a Direção da Maternidade Bárbara Heliodora repeliu as acusações e afirmou que a menina já chegou com o bebê morto na unidade e que a primeira avaliação médica já apontou isso. Depois, o exame de ultrassonografia foi apenas para completar o diagnóstico inicial, ratificando a morte do bebê.

A paciente “deu entrada na unidade reclamando que não sentia movimentos do feto já há algumas horas. O médico responsável pelo atendimento procedeu com a realização de exame físico e também pelo aparelho, além de realizar, sem sucesso, estímulos para que o bebê respondesse. A paciente encontra-se internada em um dos leitos da unidade de saúde recebendo toda assistência necessária”, explicou a Direção.

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Destaque 7

Trecho da AC 40 foi recuperado, sinalizado e recebeu ciclovias

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Os transtornos enfrentados com a precária sinalização e falta de manutenção nos 20 quilômetros que ligam Rio Branco a Senador Guiomard chegaram ao fim neste fim de semana. O governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano (Seinfra), entregou esse trecho da AC 40 devidamente recuperado, sinalizado e com ciclovias.

Um investimento de mais de R$ 5 milhões, com grande impacto social, pois a obra beneficia mais de 10 bairros instalados às margens da rodovia estadual e garante o bom fluxo em um dos principais acessos à capital, inclusive a rota internacional para o Pacífico.

As comunidades da região reivindicavam as obras por mais de dois anos, alegando sofrimento com os perigos recorrentes pela falta de sinalização, transtornos com o matagal invadindo às margens da pista e canteiros.

O tráfego de bicicletas é intenso nessa região e com o mato tomando as margens, os buracos na via e a falta de sinalização a estrada se tornou um perigo para quem transita ali, conforme constantes reclamações feitas pelas comunidades ao poder público.

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Destaque 7

Acre e Amazonas se unem para destravar regularização fundiária

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Representantes dos governos do Acre e do Amazonas estiveram reunidos nessa quarta-feira, 19, em Brasília, na presidência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para mais uma etapa da proposta de agilizar o processo de regularização fundiária na Amazônia.

Estiveram reunidos o secretário de Produção e Agronegócio do Acre, Paulo Wadt, o secretário de Produção Rural do Amazonas, Petrucio Pereira de Magalhães, e o superintendente do Incra no Amazonas, João Batista Jornada.

Na ocasião foram tratados dois casos específicos do Acre que também envolvem o Amazonas: o Projeto de Assentamento Rio Juma e o Projeto de Assentamento Extrativista Antimary.

A situação de regularização fundiária do PAE Antimary foi uma demanda apresentada ao governador Gladson Cameli durante um evento no PA Tocantins no último dia 7. Mais de 200 famílias que vivem na região pediram uma solução para a regularização. Atualmente no Antimary há centenas de família acreanas que investiram seus recursos e trabalho por anos, mas que agora correm o risco de serem desapropriados em razão da ampliação de uma área de conservação ambiental vizinha.

De acordo com o secretário Paulo Wadt: “Embora a demanda envolva famílias de acreanos, está sob a jurisdição do Estado do Amazonas. Mas isto não tem sido um empecilho à medida que o governador Gladson Cameli construiu um bom relacionamento institucional com o governador Wilson Lima”.

O secretário Petrucio também se colocou à disposição para trabalhar intensamente numa agenda técnica para resolver este problema, que se arrasta há vários anos.

O superintendente do Incra em Manaus, João Jornada, também se comprometeu em fazer as tratativas para encontrar uma solução técnica para o impasse e na próxima segunda-feira, 24, agendou uma reunião na Federação de Agricultura do Amazonas para, junto com os governos do Acre e Amazonas, procurar apoio para o cumprimento desta agenda.

 

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