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Empresários do ramo de publicidade no Acre promovem palestras

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Com o Objetivo de dar uma contribuição para a evolução da indústria da publicidade no Acre, a MX Design, uma das principais empresas de comunicação do estado, única credenciada pelo Sebrae Nacional para prestar serviços de comunicação através do Sebrae para empresas do Acre e de Rondônia concebeu um projeto que está sendo realizado agora na segunda quinzena deste mês de Agosto,

A ideia é aproveitar a hora do almoço para um encontro de executivos e empresários acreanos, da indústria do comércio, de serviços, do agro negócios e do terceiro setor, para um diálogo apreciativo, precedido de uma palestra didática sobre como as empresas podem utilizar melhor os serviços de comunicação oferecidos pelas agências acreanas para a otimização de seus negócios.

Além da MX outras empresas somam para a realização deste projeto: TV Gazeta, Top Mídia, Center Publicidade e AC 24 Horas.

O evento acontece nas terças-feiras, dias 15, 22 e 29 de Agosto, ao meio dia
no restaurante La Nonna. O self service tem o valor de R$50,00.

15 de Agosto
Como as agencias de publicidade podem contribuir com o incremento de seus negócios?
Antônio Carlos Pinheiro, Maxtane Dias e Rodrigo Pires

22 de agosto
Como o Marketing digital pode contribuir com o fortalecimento da imagem e conquistar clientes para sua empresa?
Stael Maia e Veronica Pimentel

29 de Agosto
Como pesquisas podem contribuir para otimizar o desempenho de seu negócios?
Francimar Façanha de Almeida

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Destaque 6

O período de estiagem castiga a maioria dos municípios e ajuda de caminhão-pipa vai chegar a mais três cidades

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O período de chuvas chegou, mas isso não foi o suficiente para os níveis dos reservatórios d’água de Brasiléia, Rio Branco, Porto Acre e Bujari, esta última que passa pela pior crise hídrica de toda a história recente. Com isso, caminhões-pipa vão ajudar no abastecimento dessas cidades.

Bujari, que já vinha recebendo o apoio dos veículos, serviu como exemplo de trabalho pra o Departamento de Pavimentação e Saneamento (Depasa). Agora, com a liberação de R$ 420 mil, dinheiro enviado pelo Ministério da Integração Nacional, os trabalhos correrão com mais agilidade.

O prazo de execução é de 180 dias, a partir da publicação da portaria no Diário Oficial da União (DOU). Findado esse prazo, o Acre tem até 30 dias para prestar contas dos gastos. Esse é o reconhecimento da situação de emergência em que estão as cidades acreanas.

Como destacou o Depasa, outubro é o primeiro mês do inverno amazônico, caracterizado pelas chuvas torrenciais, mas até agora a precipitação pluviométrica só tem ocorrido em áreas isoladas e aquém do esperado.

Por dia, os caminhões-pipa realizam 32 viagens para levar água ao Bujari. Agora, o serviço será ampliado.

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Destaque 6

Após desistir de ser candidato ao Senado pelo Acre, Dr. Rey quer ser candidato à Presidência da República pelo PRONA

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Inspirado no lendário Enéas Carneiro, Dr. Robert Rey quer ser presidente do Brasil tendo com modelo os EUA, informou o jornal Folha de São Paulo. Ele está de olho no pleito eleitoral de 2018 e deve ser candidato pelo PRONA. Fala em seus discursos que quer livrar o país da esquerda socialista.

“Não consegui encontrar um partido que não tivesse a lama na Operação Lava Jato. Sou um brasileirinho que vai ser um grande presidente. Eu acredito no Brasil de Primeiro Mundo. Vamos arrumar a nossa casa. O país é uma piada aqui fora. A nação está de joelhos para o mundo. Saí daqui um comunistinha que tinha que roubar para comer. Quando cheguei aos EUA, eu vi um sistema que funcionava”, afirmou ele conforme publicação da Folha de SP.

Robert Rey tem uma clínica de estética no Acre. Por aqui, ele tentou empurrar a ideia de candidatura ao Senado pelo PEN, mas foi bastante criticado. Desistiu da ideia. Agora, Dr. Hollywood quer presidir o país.

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Destaque 6

Após cobrança por bagagem, preço das passagens aéreas sobe no País; o aumento gera discussão entre governo e setor

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Ao contrário do que se esperava quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) permitiu que as companhias aéreas passassem a vender passagens que não dão direito a despachar bagagem, o preço das tarifas tem subido desde que as empresas começaram a adotar a prática. Entre junho e setembro, essa alta chegou a 35,9%, segundo dados da FGV. De acordo com levantamento do IBGE, entretanto, a elevação foi mais moderada, de 16,9%.

O preço das passagens aéreas está no centro de uma discussão entre o governo federal e as companhias do setor. No fim de setembro, o Ministério da Justiça instaurou averiguação sobre um estudo da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) que apontou tendência de queda no preço das passagens nos últimos meses. Segundo o levantamento da entidade feito com base em dados preliminares, entre junho e o início de setembro, as tarifas recuaram de 7% a 30% nas rotas domésticas das companhias que adotaram a cobrança da mala despachada (Azul, Gol e Latam).

Os números da FGV e do IBGE, porém, mostram queda apenas em agosto, de 2,07% e 15,16%, respectivamente. A divergência de 13 pontos porcentuais entre os índices de agosto revela a complexidade que as entidades enfrentam para calcular o preço médio das passagens e as diferentes metodologias adotadas por cada uma – é também sobre a metodologia adotada que o Ministério da Justiça questionou a Abear.

De acordo com Fernando Gonçalves, gerente na Coordenação de Índices de Preços do IBGE, os preços de passagem aérea e telefonia estão entre os mais complicados de se analisar, pois variam muito. “São dados muito detalhados, que requerem cuidado na hora da coleta.” A divergência no acumulado de junho a setembro dos índices de passagem aérea da FGV e do IBGE chega a 19 pontos porcentuais, enquanto, no mesmo período, os índices de preço geral das entidades se diferem em 0,54 ponto porcentual.

Só lazer. Tanto os dados coletados pelo IBGE como os pela FGV são de passagens destinadas ao turismo de lazer, cujas tarifas costumam ser mais baratas, já que a compra é realizada com antecedência. Passagens corporativas, adquiridas próximo da data da viagem, acabam não sendo consideradas pelos índices das entidades. A FGV faz sua coleta de dados considerando o preço das passagens para uma viagem que ocorreria dentro de 30 dias, enquanto o IBGE utiliza o prazo de 60 dias.

Outra divergência importante entre as metodologias da FGV e do IBGE diz respeito à inclusão da bagagem nas tarifas analisadas. Enquanto a primeira optou por considerar tanto o preço da passagem com ou sem mala, a segunda considera sempre a inclusão da bagagem, mesmo no caso das tarifas mais baratas – nesses casos, o preço da mala é acrescido no final.

Rotas. As diferenças ocorrem ainda nas rotas dos voos cujos preços são analisados. A FGV coleta dados em sete pontos de partida e considera os destinos mais procurados pelos turistas brasileiros de acordo com uma pesquisa da Embratur. O IBGE, por sua vez, pesquisa 13 cidades como ponto de saída e os destinos foram definidos por um levantamento feito pelo próprio instituto entre 2008 e 2009 com famílias entrevistadas.

“É por causa dessa seleção de cidades que acontece de, às vezes, uma pessoa não se identificar com a variação (dos preços). Ela possivelmente mora em uma região que a pesquisa não alcança”, diz o coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da FGV, André Braz.

Discussão. A regra da Anac que permitiu a cobrança por bagagem atendeu a uma demanda antiga do setor aéreo, que defendia o fim da franquia da mala gratuita com o argumento de aproximar as normas brasileiras aos padrões internacionais. Hoje, apenas Venezuela, Rússia e México exigem que as companhias aéreas transportem pelo menos uma bagagem sem cobrar, segundo a própria Anac.

Antes de entrar em vigor, a medida foi questionada pelo Ministério Público Federal em São Paulo, que afirmou que o setor era pouco competitivo no País, “sem grande disputa por tarifas mais baixas”.

Procurada, a Abear informou que seu levantamento foi feito levando em conta as tarifas mais econômicas ofertadas entre junho e o início de setembro deste ano e de 2016. A entidade destacou que os dados foram apurados após as divulgações de pesquisa da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que mostrou queda de 2,56% no primeiro semestre deste ano e do IPCA-15 de setembro, do IBGE, que registrou recuo de 12,99% no acumulado do ano.

“Importante ressaltar, ainda, que as informações foram obtidas por meio das companhias em um período de custos estáveis durante o ano”, informou em nota.

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