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Estudante Bruno Borges não está em casa; família teria ido para casa de parente

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A casa de Bruno Borges está fechada, e com apenas um carro estacionado na garagem. O rapaz, que reapareceu nesta sexta-feira, dia 11, não estaria em casa, segundo apurou o portal. Repórteres da imprensa local já começam a chegar em frente à residência em que ele vive com os pais e irmãos.

Por volta das 11h10, uma mulher chegou à casa, entrou, mas saiu minutos depois sozinha. Antes dela, a irmã de Bruno também deixou a residência. O que se sabe, até o momento, extraoficialmente, é que Bruno teria sido levado à casa de um familiar, onde teria mais discrição para ficar com a família.

Nesta sexta-feira, o pai de Bruno, Athos Borges, conversou com o portal por telefone. Sem gravar entrevista ou dar muitas informações sobre a volta do filho, o pai demonstrou estar feliz com o retorno, mas foi seco e direto nas palavras: “Sim. Voltou. Está aqui em casa. Nós não vamos falar nada agora, só mais para frente. Ele não vai falar nada!”, disse antes de encerrar a ligação.

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Decreto de Temer poderá converter multas ambientais em prestação de serviços

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O presidente da República, Michel Temer, assinou no sábado, dia 20, decreto que permite a conversão de multas ambientais não quitadas em prestação de serviços de melhoria do meio ambiente, como o reflorestamento de áreas degradadas.

A medida autoriza que mais de R$ 4 bilhões em multas aplicadas por órgãos federais como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) sejam convertidas em investimentos ambientais.

O decreto estabelece que o autuado interessado em converter uma multa deverá se responsabilizar por todos os serviços necessários para recuperar uma área degradada definida pelo Ibama. As informações são da Agência Brasil.

O serviço pode ser empregado em projetos de recuperação ambiental do interesse público definidos pelo Ibama ou pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Nesses casos, os autuados obterão descontos no valor inicial da multa.

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Domingo deve ter chuva de granizo e temporais no Acre; máxima de 27°C na capital

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A semana começa com muita chuva em todo o Acre, especialmente em Rio Branco, onde os termômetros marcam neste domingo, dia 22, mínima de 19°C e máxima de 25°C. O tempo fica bastante fechado, com possibilidade de chuva forte a qualquer hora do dia. A umidade fica em 90% na maioria da cidades acreanas.

Segundo o portal O Tempo Aqui, existe uma alta probabilidade de ocorrência de temporais, com chuvas fortes, raios, ventanias e queda pontual de granizo. Isso já tem ocorrido algumas outras vezes, principalmente no Vale do Iaco. Os ventos, a partir da tarde, sopram, entre fracos e moderados, ou seja, sem risco de vendaval.

Em Senador Guiomard, Bujari e Porto Acre, mínima de 19°C e máxima de 25°C. Já em Sena Madureira e Manuel Urbano, mínima de 22ºC e máxima de 28ºC. E o termômetros continuam nessa média em Brasileia, Epitaciolândia, Assis Brasil, Xapuri e Capixaba, onde a mínima será de 20ºC, e máxima de 25ºC;

Na outra ponta do estado, ao Norte, Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Rodrigues Alves e Porto Walter, terão mínima de 22ºC e máxima de 28ºC. Já na região mais central, Tarauacá, Feijó e Santa Rosa do Purus, terão máxima que não ultrapassa os 29°C.

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Tarifa de energia deve ficar no patamar 2, se escassez de chuva continuar; entenda

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Se o cenário hidrológico permanecer desfavorável, com o registro de chuvas abaixo da média histórica, a tarifa elétrica em novembro poderá permanecer no patamar2, que adiciona R$ 3,50, a cada quilowatt-hora (Kwh) consumido.

“A continuar com o desenho que temos até agora, aponta-se para a manutenção da bandeira vermelha patamar 2”, disse hoje (20) o presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino.

O assunto será tema da reunião da agência na próxima terça-feira (24). Na ocasião, a agência deverá lançar uma consulta pública para discutir a metodologia de acionamento das bandeiras, que, atualmente se baseia no valor do Custo Marginal de Operação (CMO) para o próximo mês.

Isso significa que, se houver um grande volume de chuva nos próximos dias, o modelo toma essa precipitação para constituir o valor futuro, mesmo que as chuvas diminuam.

A Aneel avalia a possibilidade de que também seja considerado o nível de armazenamento dos reservatórios no cálculo da tarifa. Se a fórmula que será debatida estivesse em vigor, a agência poderia ter acionado antes as bandeiras amarela e/ou vermelha durante o período seco, quando já se esperava uma hidrologia desfavorável e diminuição acima da média do volume dos reservatórios.

Na quinta-feira, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) disse que vai reforçar o pedido para a Petrobras para “viabilizar” combustível para as termelétricas operacionalmente disponíveis, mas que estão paradas por falta do insumo. No início do mês, diante da previsão de que o armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas fique abaixo do verificado em 2014, ano mais crítico do histórico recente, o comitê já havia decidido acionar a petrolífera para fornecer combustível para algumas termelétricas movidas a gás.

Por conta do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas, o governo tem que acionar as usinas térmicas para garantir o fornecimento de energia. Na reunião, o comitê reiterou que não há risco de desabastecimento de energia e, após análise de custos e benefícios, o voltou a descartar o acionamento das usinas termelétricas mais caras, cujo custo está acima do preço da energia no mercado à vista, o chamado “despacho fora da ordem de mérito”.

Com essa decisão, permanecerão desligadas as térmicas cujo custo da energia supera o preço no mercado de curto prazo. O tema, entretanto, será debatido novamente na próxima semana. Além disso, o comitê também reiterou, se necessário, o aumento da importação de energia elétrica da Argentina e do Uruguai “na medida em que for possível”.

De acordo com o comitê, o cenário hidrológico para os próximos sete dias tem previsão de “anomalias negativas de precipitação na região central do Brasil”, área de abrangência das bacias de maior relevância para a geração de energia elétrica e de precipitação acima da média no extremo Sul, o que aponta para um atraso na transição para o período úmido em relação ao histórico de chuvas.

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