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Angelim sai em defesa do “Sistema S” ameaçado por medidas de Temer

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É com preocupação e contrariedade que o deputado federal Raimundo Angelim (PT-AC) tem acompanhado o desenrolar da tramitação de uma série de emendas que foram apresentadas à Lei de Diretrizes Orçamentárias 2018 (LDO) que pretendem vincular o orçamento do “Sistema S” ao Orçamento Fiscal da União e suprimir a prerrogativa das instituições que o compõem de realizarem a arrecadação de forma direta, dentre outas propostas. Nesta quinta-feira (10), Angelim subiu à tribuna da Câmara para alertar sobre a situação.

“Se o governo Temer adotar tais medidas, é iminente o enfraquecimento destas instituições que prestam enorme contribuição ao desenvolvimento do nosso País. Suas atividades de formação, capacitação, assessoramento aos trabalhadores e às micro e pequenas empresas tem feito a diferença. É grande a importância que tem desempenhado no Acre, por exemplo, melhorando a produtividade de nossos trabalhadores, promovendo a empregabilidade, orientando e fomentando os pequenos negócios, além de oferecer opções de lazer, saúde e cultura para os trabalhadores e seus familiares”, disse Angelim.

O “Sistema S” é nome dado ao conjunto de organizações das entidades empresariais voltadas para o treinamento profissional, assistência social, consultoria, pesquisa e assistência técnica. Fazem parte do “Sistema S” o SESI e o SENAI, entidades da indústria; o SESC e o SENAC, do comércio; o SENAR, do setor rural, o SESCOOP, ligado ao cooperativismo e o SEST e SENAT do setor de transportes e o SEBRAE.

Angelim alerta que as referidas emendas à LDO 2018 afrontam a Constituição Federal e todo um marco legal que entende os serviços sociais autônomos como não integrantes, estruturalmente, da Administração Pública Direta ou Indireta. O deputado explicou também que ainda que a compulsoriedade das contribuições das empresas ao “Sistema S” possa ser discutida e questionada, a verdade é que esses recursos são de origem privada, e se amparam no Art. 149 da CF, sendo utilizados em benefício dos trabalhadores brasileiros e auditados pela Controladoria Geral da União e pelo Tribunal de Contas da União.

“Defendo o “Sistema S”, por sua importância social e econômica, pelo suporte que têm dado ao desenvolvimento do nosso Acre e espero que tais emendas, que são uma tentativa de desconstruir estas organizações, não prosperem, na esperança de que possamos achar alternativas que não impliquem em ameaças à continuidade da sua importante missão”, justificou o deputado ao citar números dos atendimentos realizados pelas instituições.

Angelim concluiu acrescentando que a superação do impasse não se dará pelo enfrentamento político e propôs o diálogo como melhor caminho. “As costumeiras críticas de ambos os lados só fragilizam as relações. A solução e o devido encaminhamento dar-se-á pelo entendimento. O momento exige maturidade, cooperação e decisão pelo que for melhor para a sociedade brasileira. E o “Sistema S”, através de seus trabalhadores e usuários, podem contar com meu apoio”, reafirmou.

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Acre

Número de endividados aumenta no Acre e supera a média do Brasil, revela Acisa

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Acre apresentou um aumento de 0,22% no volume de inadimplentes entre setembro deste ano e o mesmo período de 2016. O levantamento faz parte do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e foi divulgado pelo site da Associação Comercial e Industrial do Acre (Acisa).

O resultado acreano é superior ao verificado na média de toda a Região Norte (-2,59%) e do valor verificado em todo o país (-5,06%). Quando o último resultado é comparado com agosto, a quantidade de devedores aumenta a 1,39%.

O levantamento da Acisa apontou que as contas de luz e água (17,8%) apresentam o maior nível de inadimplentes, seguido pelo setor de comunicação (12,06%) e bancos (3,61%). As informações estão no Jornal A Tribunal deste domingo, 22.

Os maiores devedores são as pessoas que estão na faixa etária de 85 anos a 94 anos (15,53%), seguidos pelos idosos de 65 anos a 84 anos (10,53%). O terceiro lugar ficou com o grupo de idade que vai dos 40 anos aos 49 anos (8,11%).

Segundo a Acisa, para cada acreano que devia existiam 1.975 contas em atraso. O número foi menor que a média da Região Norte, que é de uma pessoa com nome sujo com 1.987 contas, e acima da média nacional.

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Acre

Operação no município de Santa Rosa do Purus tem droga e dinheiro apreendidos

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Uma operação da Polícia Civil em Santa Rosa do Purus, neste domingo, dia 22, teve no primeiro balanço drogas e dinheiros apreendidos. Os trabalhos são parte da Operação Acre Integrado, deflagrada na semana passada. Ainda não se sabe até quando os trabalhos vão continuar.

Os trabalhos da Acre Integrado também envolvem a Polícia Militar. São ações contra o crime ocorrendo simultaneamente na Capital e interior. Os trabalhos ocorrem nas zonas urbana e rural, e visa coibir a prática de crimes pelas rodovias que cortam o estado.

“Esta operação tem o objetivo maior de fomentar uma integração de esforços das unidades operacionais na capital e no interior, fortalecendo de forma natural a sensação de segurança a nossa sociedade acreana”, afirmou o coronel Sousa Filho, diretor operacional da PMAC.

Apenas em Santa Rosa do Purus, foram mais de trouxinhas de cocaína, além de várias notas de dinheiro em espécie. Valores que seriam utilizados no comércio da droga.

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Acre

Polícia Federal investiga carta racista deixada à aluna da Ufac no município de Cruzeiro do Sul

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A Polícia Federal investiga a fundo a carta deixada em sala de aula para a uma acadêmica do curso de Pedagogia da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Cruzeiro do Sul, nesta sexta-feira, dia 20. O caso se tornou público neste sábado, quando a acadêmica procurou a polícia para denunciar o fato.

Em nota, Ufac lamentou o ocorrido e disse não compactuar com esse tipo de postura entre a comunidade acadêmica. Ao citar a aluna, a nota diz que a universidade se solidariza com a discente. “Nesse sentido, a Universidade tomará as medidas legais cabíveis”, informa na página oficial no facebook.

Segundo apurou ac24horas, em caso extremo, o aluno que deixou a carta para a colega pode ser expulso da instituição. A garota foi chamada de “caboca”, “nojenta” e “imunda”. Também na carta, a pessoa diz à estudante que não sabe quem “teve a brilhante ideia de misturar pessoas normais com índios”.

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