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Márcio Bittar flerta com o PMDB e tenta golpe no PSDB

Luis Carlos Moreira Jorge

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Quando todo mundo esperava que o ex-deputado federal Márcio Bittar (foto) estivesse arrumando as malas para entrar no PMDB, com cujas lideranças conversou e se acertou, eis que, por baixo dos panos, tentou com o resultado favorável da última pesquisa dar um golpe para retomar o comando tucano. Mostrou a pesquisa para as lideranças nacionais do PSDB, com este objetivo. A denúncia foi feita ontem à coluna pelo presidente do PSDB, Major Rocha, que o acusa de querer fazer sopa de letrinhas usando o PMDB e PSDB em proveito próprio, para ancorar a sua candidatura a senador. “Esqueceu de dizer à presidência nacional de que todas as eleições majoritárias que disputou não ganhou uma. E eu nunca fui derrotado nesta área”, lembrou Rocha. Para completar o quadro, ontem a justiça deu ganho de causa a uma ação impetrada pelo deputado federal Major Rocha, que obriga o PSDB nacional a tornar a atual executiva regional de provisória em definitiva. “Se o Bittar quer confronto, terá confronto”, avisou. A dedução que se chega é que a briga entre ambos ainda terá novos capítulos.

A esperteza cresce e come o dono
Não dá para entender o Márcio Bittar! Tudo certo para entrar no PMDB, ser o candidato a senador do partido, e parte para tentar retomar o PSDB, que coisa mais louca. A esperteza costuma crescer e comer o dono. Márcio, humildade e caldo de galinha não faz mal a ninguém.

Derrubar a fama de “paraguaio”
O Márcio Bittar (não sei se é do PMDB ou do PSDB) de fato se saiu bem nesta pesquisa para o Senado. Aliás, em todas as eleições que disputou para senador, prefeito, governador, sempre esteve nas cabeças, mas, como “cavalo paraguaio”, perdeu na chegada. Esta é uma maldição que o Márcio vai ter que tentar quebrar nesta eleição de senador. Que tal, banho de arruda?.

Não entro em discussão estéril
Eu não entro nesta discussão estéril sobre se a pesquisa da Vox Populis é verdadeira ou os números foram maquiados. É uma discussão tola que precede qualquer pesquisa. E pesquisa não elege ninguém. E realizada a mais de ano da eleição passa representar mero palpite.

Chamou atenção
O que chamou a atenção nesta pesquisa foi não ter sido pesquisada a Rejeição dos candidatos a governador e senador. Uma falha clamorosa. Este ponto é essencial em qualquer pesquisa.

Não estão nem postas
Não temos nem a chapa da FPA para governador e vice, ainda oficializada. Assim como a da oposição. Uma pesquisa agora serve apenas para dar uma sacudida nas discussões e só. E até porque eleição majoritária se decide no curso da campanha, na empatia candidato-eleitor.

Nome cotado
Um nome que circula nas rodas de comentários como suposta primeira suplente na chapa para o Senado do senador Jorge Viana (PT) é o da vice-governadora Nazaré Araújo (PT).

Sejamos práticos
Embora competência lhe sobre, a sua chance neste contexto de disputar o governo é zero.

Chapa puro-sangue
O candidato a governador da FPA será do PT, os dois candidatos a senadores são do PT, os primeiros suplentes do PT ou indicados pelo PT, só falta o vice ser do PT para a chapa da FPA ser puro-sangue petista. E eu não duvido nem um pouco que isso venha ocorrer.

Mesma choradeira
Na legislatura passada o que mais se ouvia era deputado reclamando dos secretários estaduais de usar a máquina estatal para se eleger. Nesta legislatura existem alguns desses secretários que foram eleitos. Voltou a cobrança dos deputados contra os secretários candidatos à ALEAC.

Jogo será bruto
O jogo será bruto, queiram ou não, os atuais deputados, vão ter que encarar candidatos apoiados pela máquina do governo e da própria prefeitura da Capital.

Não desistiu
Quem pensou que a última pesquisa da VOX POPULIS convenceu o Tião Bocalon (DEM) a desistir de disputar o Senado, enganou-se. Me ligou eufórico por aparecer bem no chamado “segundo voto” e garante que no momento que entrar na campanha seus números disparam.

Não arrisco
Sobre o Bocalon não arrisco palpite sobre que cargo disputará na eleição do próximo ano. Nem duvido se de última hora resolver ser candidato a governador. O Bocalon é imprevisível.

Mais ralo que caldo de piaba
A Assembléia Legislativa voltou ontem com um debate ao estilo caldo de piaba, ralo e sem substância. Esperava-se que depois do recesso os temas viriam mais apimentados.

Alto risco
É de alto risco o cidadão hoje comprar uma motocicleta, que passou a ser a cobiça das facções e o veículo usado nas execuções de rivais. Só ontem a polícia recuperou oito motos roubadas, que eram usadas nos crimes de encomenda. Ter uma moto é andar em perigo permanente.

“Falta experiência”
Na conversa ontem com uma importante figura da oposição sobre a chapa para o governo surgiu o tema da indicação de vice. O nome do vereador Roberto Duarte (PMDB) foi descartado pela inexperiência e não acrescentar maturidade. “Vem do TCE”, foi o que disse.

Não corra atrás para ver…..
O deputado Raimundinho da Saúde (PODEMOS) perde um precioso tempo na tribuna em ficar brigando com secretários estaduais que serão candidatos a uma vaga na ALEAC. Foram nomes pinçados como protegidos do governador e não adianta que não conseguirá reverter o quadro.

Na corda bamba
O presidente do PDT, Luiz Tchê, fala que, em princípio será candidato a deputado estadual, mas não descarta se mais na frente for indicado pela direção nacional para tentar uma vaga na Câmara Federal e aceitar, naquela de que é pau para toda obra.

Outros componentes
Que o deputado Jenilson Lopes (PCdoB) é um parlamentar com boa produção legislativa, sou testemunha, porque cubro os trabalhos da ALEAC. Mas ser vice na chapa do PT requerer outros componentes, entre eles, de integrar o círculo mais fechado do poder, que não integra.

Passou do ponto
O momento de bater o pé e exigir que o partido deveria manter o vice-prefeito passou. Aquela era a hora do PCdoB se firmar, mas acabou afinando e saiu à francesa do processo. No atual contexto é muito mais difícil conseguir emplacar o candidato a vice-governador.

Perdeu espaço
O PCdoB nitidamente perdeu espaço no governo da FPA para o PSB e para o PDT.

Caveira de burro
A administração do ex-prefeito Marcinho foi um desastre. A gestão do atual prefeito de Xapuri, Bira Vasconcelos, também até aqui não está com essa Coca-Cola toda, dizem até os petistas.

No cravo e na ferradura
O deputado Jairo Carvalho (PSD) deu uma no cravo e outra na ferradura. Ontem encheu o governador Tião Viana de elogios pelo seu projeto de titulação de terras. Jairo tem sido na ALEAC um dos mais duros críticos da atual administração estadual.

Candidatura confirmada
O senador Sérgio Petecão (PSD) confirmou à coluna que o presidente do BASA, Marivaldo Melo, deverá mesmo deixar o cargo para ser candidato a deputado federal. Na avaliação de Petecão é um nome com todas as chances de conquistar um mandato.

Ou mel ou cabaça
A equação é a seguinte: se o PMDB tiver candidato ao Senado está fora do páreo de lançar o vice na chapa da oposição ao governo. Ou mel ou cabaça.

Ninguém ganhou a eleição
A experiência me ensinou a ver como hilárias as comemorações antecipadas por conta de uma pesquisa fora de época. Não funciona como em tempo de Natal, em que peru morre de véspera. Eleição é algo complicado, um fato pode mudar todo o seu curso.

Rainha da Inglaterra
O PDT é a própria Rainha da Inglaterra. Tem quatro secretarias entre o governo e a PMRB e não manda em nenhuma delas. Não teve força nem para indicar o garçom do cafezinho.

A arca de Noé e a gameleira
Ao saber ontem da posição do PCdoB em lançar como opções para vice na chapa de governador da FPA, o deputado federal Moisés Diniz (PCdoB) ou o deputado Jenilson Lopes (PCdoB), liguei para três figuras importantes do PT e perguntei qual seria a chance de um dos dois emplacar. As respostas foram unânimes: “zero”. Um foi mais cômico: “no dia que a Arca de Noé ancorar na Gameleira”. E completou: “você acha que o Tião Viana, que vai comandar a eleição não terá a palavra final dessa escolha”? Perguntou. Uma questão nisso tudo é que o vice não se lança, vice é uma escolha consensual. Uma questão também é que o PCdoB deixou de figurar no letreiro principal da FPA, onde estão PT, PSB e PDT. Um exemplo foi não emplacar o vice do Marcus Alexandre, o Márcio Batista, uma figura política irretocável.

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