Conecte-se agora

Curiosos se aglomeram em frente à casa de casal que foi encontrado enforcado

Publicado

em

Ao que tudo indica os pais de Bruna Andressa Borges, o subtenente do exército Marcio Brito,e a esposa Claudineia Borges, teriam cometido suicídio. Eles foram encontrados mortos na tarde desta sexta-feira, dia 28, dentro da casa deles, localizada na Vila Militar da Rua Dom Bosco, em Rio Branco (AC).

Ainda nesta sexta, às 15 horas, o comandante do 4o BIS, Cel. Wellington Vallone, deve conversar com a imprensa na sede do batalhão. Nenhuma informação preliminar foi repassada à imprensa. Equipes da Polícia Técnica estão no local, para fazer a retirada dos corpos.

Informações extraoficiais dão conta que o casal foi encontrado no mesmo lugar em que Bruna Borges, a filha deles, cometeu suicídio na última quarta-feira. naquele dia, Bruna transmitiu toda a cena ao vivo, pelo Instagram. Ele foram encontrados enforcados com cordas no pescoço.

Propaganda

Destaque 3

MPF Acre abre inquerito para apurar possíveis deficiências em Escola Indígena Txana Bixati

Publicado

em

A Procurada da República Titular, do 5º Ofício, da Procuradoria da República no Acre, Luciana de Miguel Cardoso Bogo, do Ministério Público Federal do Acre, decidiu abrir um inquérito civil para “apurar possíveis deficiências” na estrutura e nos materiais ofertados para funcionamento da Escola Indígena Txana Bixati Hui Bai, localizada em Feijó.

De acordo com a publicação, datada desta segunda-feira, 19, por meio do Diário Eletrônico do MPF, o inquérito que foi aberto com o intuito de apurar fatos que digam respeito ou acarretem danos efetivos ou potenciais a interesses ou direitos defendidos pelo MP.

Devido ainda não haver informações suficientes para esclarecimentos dos fatos, o MPF decidiu instaurar o inquérito, pelo prazo de um ano, afim de apurar possíveis deficiências no funcionamento da Escola Indígena Txana Bixati Hui Bai, situada no Nova Esperança.

Continuar lendo

Destaque 3

Acre e estados da Amazônia Legal lamentam suspensão de financiamento europeu

Publicado

em

O Acre é um dos estados, ao lado Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, que compõem o Consócio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal.

Neste final de semana, insatisfeitos com a pouca habilidade diplomática do presidente Jair Bolsonaro que culminou com a suspensão de recursos por parte da Alemanha e Noruega para ajudar na preservação da Amazônia, o consócio resolveu emitir uma nota onde lamentam a suspensão dos recursos e diz que o bloco de estados brasileiros vai dialogar diretamente com os países europeus e já teria, inclusive, informado oficialmente à presidência da República e as embaixadas de Noruega, Alemanha e França.

Um outro assunto abordado na nota é a reformulação do Fundo Amazônia. O bloco de estados amazônicos quer participar das discussões e reivindica que o Bando da Amazônia passe a ser o gestor do fundo, no lugar do BNDES que atualmente tem essa função.

Leia a nota na íntegra:

Sobre a suspensão dos recursos da Alemanha e Noruega para o Fundo Amazônia, o Governador do Amapá, Waldez Góes, na condição de presidente do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, esclarece que:

1 – O bloco amazônico lamenta que as posições do governo brasileiro tenham provocado a suspensão dos recursos. Nós, governadores da Amazônia Legal, somos defensores incondicionais do Fundo Amazônia.

2 – Já informamos oficialmente ao Presidente da República, e às Embaixadas da Noruega, Alemanha e França, através de audiência e durante o Fórum em Palmas (TO), que o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal estará dialogando diretamente com os países financiadores do Fundo.

3 – No Planejamento Estratégico do Consórcio temos compromisso integral com o Desenvolvimento Sustentável. Somos radicalmente contra qualquer prática ilegal de atividades econômicas na região. No âmbito de nossas atuações, estamos firmes e vigilantes no combate e punição aos que querem atuar fora da lei. Por isso, estamos cobrando do Governo Federal o combate e a punição das atividades ilegais.

4 – Os governantes do bloco amazônico desejam participar diretamente das decisões para reformulação das regras do Fundo Amazônia, que estão sendo feitas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Queremos, ainda, que o Banco da Amazônia passe a ser o gestor financeiro do Fundo, em razão da proximidade da instituição financeira com os Estados, já que o Banco da Amazônia possui sede em todas as unidades do bloco.

5 – O Governo Federal sinalizou positivamente para uma agenda com os governadores dos Estados membros do Consórcio de Desenvolvimento da Amazônia Legal para tratar do Fundo Amazônia e outros temas relacionadas à política de Meio Ambiente.

Continuar lendo
Propaganda

Mais lidas

Copyright © 2019 Ac24Horas - Todos os direitos reservados.