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Mais de 7,6 mil veículos foram financiados no Acre no primeiro semestre deste ano de 2017

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O estado do Acre totalizou 7.646 veículos financiados no primeiro semestre do ano, avanço de 8,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados incluem automóveis leves, motos e pesados, considerando unidades novas e usadas.

O levantamento é da B3, empresa resultante da combinação de atividades da BM&FBOVESPA, uma das maiores bolsas do mundo em valor de mercado, e a Cetip, maior depositária de títulos privados da América Latina. A B3 opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), base integrada de informações que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo o Brasil. O SNG impede que o processo de financiamento de veículos seja suscetível a fraudes sistêmicas.

Nos seis primeiros meses do ano, as vendas a crédito de automóveis leves somaram 4.739 unidades, crescimento de 14,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Já os financiamentos de motos totalizaram 2.800 unidades, alta de 3,2% na mesma base de comparação.

A região Norte somou 132.109 veículos financiados no primeiro semestre do ano, retração de 3,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Deste total, os automóveis leves foram responsáveis por 83.145 das operações, enquanto as vendas financiadas de motos somaram 45.081 unidades.

O total de veículos financiados no Brasil no primeiro semestre do ano atingiu 2.425.796 unidades, entre automóveis leves, motocicletas, pesados e outros, aumento de 7,4% em relação ao mesmo período de 2016. Desse total, veículos novos somaram 845.217 unidades vendidas a crédito, enquanto os usados chegaram a 1.580.579.

Acre

Walter Prado sugere investimento em drones para ajudar as polícias a combater o crime no Acre

Ray Melo, da editoria de política do ac24horas

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“Temos as melhores polícias. A nossa Polícia Civil já alcançou o título de a polícia com maior resolutividade de casos no país. Nosso policiais militares são dedicados nas ruas, mas falta investimento em tecnologia”, disse o delgado aposentado Walter Prado, que sugere a compra de drones para auxiliar investigadores a mapear e a identificar possíveis rotas de fuga nos bairros e pontos de venda de entorpecentes na cidade de Rio Branco.

Segundo Prado, as polícias estariam sem as devidas condições de trabalhar e apresentar um resposta positiva à população. “Visitei algumas delegacias e é visível o estado de abandono que se encontram. Conversei com delegados e eles são categóricos em afirmar que a Polícia Civil precisa investir em tecnologia para se colocar um passo à frente dos criminosos que atuam nos bairros de Rio Branco. O monitoramento com drones pode fazer a diferença.

Para o delegado aposentado, as polícias estão numa guerra desigual contra o crime organizado. “O drone é um recurso de guerra na cruzada contra o tráfico de drogas, já que o governo afirma que esse é nosso maior problema. Estamos falando de um investimento relativamente baixo, mas que pode mudar a forma de ação dos agentes públicos de segurança e das operações. Com o dinheiro da compra de uma viatura, o governo compraria vários drones”, diz Prado.

Walter Prado justifica que os drones são guiados a distância, facilitando a organização dos policiais durante operações e ocupações de localidades onde sejam executadas operações. “É um recurso de grande utilidade do ponto de vista econômico, menor e mais preciso. Principalmente para adentrarmos em áreas mais populosas. Muitas vezes, perdemos tempo procurando um determinado alvo em solo, quando poderíamos fazer isso pelo ar”.

Recursos para o investimento na compra dos drones não estaria faltando, segundo Walter Prado. “O governo não pode reclamar de falta de recursos para um investimento relativamente baixo. Apesar de informações contraditória, o governo federal tem contribuído com a área de segurança do Estado. Estamos falando do valor de uma viatura que daria para comprar as aeronaves não tripuladas. Em uma guerra, o uso da tecnologia pode fazer a diferença”.

Ele afirma que 30 drones fariam a cobertura de toda a capital. “O drone permite que as investigações avancem sem colocar em risco a vida dos agentes. Alguns estados já usam esse recurso. Chegou a hora do Estado fazer sua parte e dotar nossas boas polícias com recursos tecnológicos. É preciso estruturar as unidades de segurança, capacitar e valoriza os policiais. Os tempos são outros, a criminalidade evoluiu, as polícias também precisam se modernizar”, finaliza Prado.

 

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Acre

Nível do rio Acre chegou a 13 metros, mas baixou dois centímetros em três horas

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A Defesa Civil informou no começo da noite de sábado, 20, no boletim das 18h que o nível do rio Acre em Rio Branco é de 12, 98 metros. O manancial chegou a 13 metros na tarde de sábado, às 15h, mas baixou dois centímetros em três horas.

O rio está a 52 centímetros da cota de alerta que na capital é de 13, 50 metros.

“A tendência é de que o nível do rio baixe, caso não tenhamos chuvas significativas”, disse o coronel George, coordenador da Defesa Civil Municipal.

Já o Riozinho do Rola, principal tributário do rio Acre, em Rio Branco, subiu cinco centímetros nas últimas três horas e mede 10, 92 m.

O Plano de Contingência do Município segue, já que esse é um período em que normalmente ocorrem alagamentos na região.

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Acre

Ministério Público do Estado do Acre realiza primeira edição do “Prêmio MP Atitude”

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Com a intenção de reconhecer e valorizar práticas sociais de cidadãos, empresas e organizações governamentais e não governamentais que contribuíram de alguma forma, para o aprimoramento da cidadania, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, e da diretoria de Comunicação do MPAC, realizou nessa sexta-feira, 19, a primeira edição do ‘Prêmio MP Atitude – Pequenas ações transformam o mundo’.

O Prêmio Atitude contou com dez categorias de avaliação e os projetos foram avaliados por uma comissão julgadora, composta por membros do MP acreano, pessoas da comunidade, representantes de organizações governamentais, não governamentais, comunidade acadêmica e comunicadores /jornalistas.

Foram 32 projetos inscritos nas categorias “Personalidade, Destaque Comunitário, Responsabilidade social, Destaque Ambiental, Inovação, Educação, Infância e Juventude, Saúde e Direitos humanos”.  Entre os nove vencedores, dois deles receberam o Troféu Inspiração.

Oswaldo D’Albuquerque destacou que a iniciativa representa a premiação da cidadania, do respeito ao próximo, da igualdade e da diversidade.

“Nosso objetivo é incentivar a promoção do amor, da fraternidade, da união de esforços, para promover uma cultura de paz e incentivar as belas atitudes, que muitas vezes ficam anônimas, para serem reconhecidas, compartilhadas e replicadas pela nossa sociedade civil e cada um de nós. É para reconhecer o trabalho de cada um que ajuda seu semelhante, para incentivar que essas boas práticas sejam replicadas e compartilhadas por todos”, destacou o procurador-geral.


Os vencedores em todas as categorias

Na categoria “Personalidade”, o vencedor foi Foster Brown, pesquisador e defensor das causas ambientais no estado. Já o “Destaque Comunitário” foi para Marina Zago pelo “projeto Acolher, capacitar e promover”. Ausente no ato, ela foi representada por Aline Bastos. Na categoria “Responsabilidade Social”, o “projeto Maçonaria Solidária” foi o escolhido. O prêmio foi entregue ao representante, Valério Lourenço.

Na categoria “Destaque Ambiental”, o vencedor foi o projeto “Bichos de Cascos – conservação de quelônios do Vale do Juruá”, de Thiago Lucena, por hora representado por Francisco Gilvan. Já a “Inovação” ficou por conta do “Projeto Arte de Ser – Centro de Convivência”, de Fabiano Guimarães.

Na categoria “Educação”, o vitorioso foi o “Projeto Poesia na Escola”, da professora Edir Marques e do poeta acreano Mauro Modesto. A “Infância e Juventude” foi para a Casa Lar Ester, representada na ocasião por Lucas Morais. E na categoria “Saúde”, a “Casa do Seringueiro” de Edvaldo de Freitas foi a premiada.

A categoria “Direitos Humanos” teve o projeto “Acesso a terra e água: superação da violência” de Maria Braga, como vencedor.


MP Atitude Inspiração

O Prêmio MP Atitude Inspiração foi para a senhora Raimunda da Silva que toda quarta-feira distribui sopa para pessoas carentes na região do Bairro Sobral. A senhora Maria Júlia também foi premiada. Ela mantém uma creche em sua casa que atende mais de 300 crianças carentes.

O Prêmio MP Atitude será concedido a cada dois anos a pessoas físicas ou jurídicas de direito privado, com ou sem fins lucrativos, que mereçam destaque nas ações sociais que desenvolvem. A procuradora de Justiça, Patrícia Rego, falou de sua importância.

“Me relaciono constantemente na lida institucional com a grande maioria dos premiados. O professor Foster, a Cleísa e o Cleiver são algumas dessas pessoas. Esse casal levantou uma forte luta de conscientização sobre a Síndrome Alcoólica Fetal, que teve nossa parceria e resultou na sanção de uma lei municipal e estadual que trata a conscientização como política publica. Essa certificação é o reconhecimento da sociedade, é a gratidão em forma de certificado pela diferença que elas fazem na vida do próximo”, destacou a procuradora.


Encerramento e agradecimentos

Ao término da premiação, Oswaldo D’Albuquerque agradeceu a presença e colaboração de todos, além de parabenizar as atitudes vitoriosas e que são louváveis para o exercício da cidadania e o amor ao próximo. Agradeceu, ainda, a equipe da Diretoria de Comunicação do MPAC e a chefe do departamento de Relações Estratégicas, Socorro Camelo e o jornalista Fábio Gusmão, pela idealização do prêmio.

Em nome dos contemplados, a professora Edir Marques fez um discurso de agradecimento e congratulação ao MPAC e um apelo de conscientização aos poderes públicos, sociedade civil, imprensa e todos os cidadãos.

“Parabéns ao MPAC por essa linda homenagem que nos emociona e torna conhecida pela sociedade, as atitudes de tantas pessoas anônimas, que se não transformam o mundo, transformam alguém. São atitudes que fazem com que as pessoas se tornem melhores e se elevem nesse mundo sofrido e injusto. Com esta atitude do MPAC, com certeza teremos outras pessoas tendo coragem para assumir uma atitude para o bem. Peço à mídia, que diante de tantas desgraças e noticias que nos debilitam, que deem mais ênfase as atitudes positivas para que as pessoas conheçam o trabalho feito e que uma nova esperança ressurja, para que elas acreditem que não há somente coisas ruins, violência, maldade, mas que existem pessoas que fazem o bem e são muitas. Vamos conhecê-las e incentivá-las sempre. Parabéns a todos”, Finalizou a professora.

Ana Paula Pojo – Agência de Notícias do MPAC
Fotos – Tiago Teles

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