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Após conseguir a cessão de área e R$ 1 milhão para obras, Jéssica Sales comemora início da revitalização do Igarapé Preto

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A deputada federal Jéssica Sales (PMDB), que foi a responsável pela liberação do termo de cessão de uso que transferiu a área do Igarapé Preto para a Prefeitura de Cruzeiro do Sul, junto a diretoria da Infraero, comemorou a assinatura da ordem de serviço no último final de semana, para o início da revitalização do balneário que é uma das principais atrações turísticas da segunda maior cidade do Acre.

Jéssica Sales destaca que o processo de cessão de uso da área do Aeroporto Internacional de Cruzeiro do Sul, que compreende a parte do balneário Igarapé Preto, tramitava na Infraero desde 2011. A peemedebista destaca ainda que, quando assumiu o mandato de deputada, iniciou as tratativas junto ao Ministério da Aviação Civil para municipalizar a área do igarapé para que as obras fossem iniciadas.

“O local é uma das principais atrações turísticas do Vale do Juruá. A municipalização da área facilitou a revitalização desse importante ponto de encontro da sociedade cruzeirense e de pessoas de outras cidades que viajam para Cruzeiro do Sul para apreciar as belezas naturais. A população esperava ansiosa pela obra que vai valorizar o cartão postal de nosso município e aquecer o setor de turismo em nossa região”.

A parlamentar apresentou uma emenda de R$ 1 milhão já assegurada para que a Prefeitura de Cruzeiro do Sul possa tornar realidade a execução do projeto de revitalização daquele ponto turístico que conta com investimentos da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), responsável pelos recursos da primeira fase do projeto para recuperar o Igarapé Preto.

Com os recursos extra emenda no Ministério do Turismo, já assegurados para apoio ao projeto de infraestrutura do balneário Igarapé Preto, Jéssica Sales acredita que é questão de meses que o projeto avance para que o município possa “oferecer aos cruzeirenses uma área de lazer e turística revitalizada que poderá aquecer a economia local e proporcionar a abertura de novos empregos na área de turismo”, finaliza.

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MP pede julgamento de processo de improbidade administrativa contra o porta-voz do governador Sebastião Viana

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O porta-voz do Governo do Acre, Leonildo Rosas, deve ser julgado nos próximos dias pela Vara de Execução Fiscal da Comarca de Rio Branco. O pedido foi feito pelo promotor Adenilson de Souza, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público. Oac24horas teve acesso à solicitação do membro do Ministério Público do Acre (MP/AC).

Leonildo Rosas foi processado por suposta prática de Improbidade Administrativa quando era diretor-presidente da Fundação Aldeia de Comunicação, em 2013. O então gestor utilizou recursos públicos para veicular nota oficial, em nome do Estado do Acre, contrapondo argumentos da Polícia Federal, no âmbito da Operação G7.

LEIA MAIS SOBRE O CASO:
>>> Juiz manda tirar do ar nota de esclarecimento do Governo
do Acre que refuta Operação G-7 da Polícia Federal

Rosas, segundo o processo, gastou R$ 87 mil dos cofres públicos para pagar as emissoras de televisão. Condenado em primeira instância, Leonildo recorreu e conseguiu a absolvição junto à 1ª Câmara Cível da Comarca de Rio Branco. O recurso teve como relator o desembargador Adair Longuini.

Ao solicitar que Leonildo Rosas seja julgado de forma antecipada, ou seja, sem a burocracia que retarda as decisões, o promotor diz que já há sentença favorável ao réu, comprovando que não houve crime ou prejuízo ao Erário. Para o promotor, isso evitaria também a existência de duas sentenças diferentes sobre uma mesma questão.

“Por todo o contexto fático-probatório constante da Ação Popular, com objeto idêntico ao presente feito, já devidamente julgada e arquivada, como forma de evitar a ocorrência descrita no brocardo (…) [o MP/AC vem] requerer o julgamento antecipado desta lide cível, sob o manto da coisa julgada material”, escreveu o promotor Adenilson de Souza.

Procurado, Leonildo Rosas disse desconhecer a ação judicial, e alega que nunca foi chamado ao menos para prestar depoimento. O porta-voz também afirma que nunca recebeu sequer uma notificação sobre abertura do procedimento da Promotoria e que antes já foi absolvido em processo semelhante.

“Eu estou muito tranquilo! Pra mim isso é uma novidade. Eu não conheço nada sobre essa ação. A única que foi movida nesse sentido, eu comprovei que agi no exercício da minha função. A condenação anterior eu reverti na 1ª Câmara, inclusive com parecer do Ministério Público favorável a mim”, comenta Leonildo Rosas.

Senador Sérgio Petecão foi autor da Ação Popular

A ação popular citada na petição do promotor Adenilson de Souza é a de autoria do senador Sérgio Petecão (PSD), que à época acusou o governador Sebastião Viana, e Leonildo Rosas, de lesão ao patrimônio público. Em um trecho da ação, o oposicionista destacou foram desrespeitados os preceitos legais ao veicular a nota contra a ação da Polícia Federal.

Na época em que o processo foi ajuizado, o advogado Fernando Melo, que hoje é secretário adjunto de Agropecuária do Acre, era um dos contratados pelo senador Sérgio Petecão para abrir a ação. Ele contou com a ajuda da também advogada Valdete Pinheiro.

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Gladson Cameli pede ajuda do MS para falta de medicamentos no Hospital do Câncer

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Embora a falta de medicamentos para pacientes do Hospital do Câncer em Rio Branco, seja, segundo assessoria da Secretaria de Saúde do Estado, por falta de fornecedores interessados em participar das licitações, o senador Gladson Cameli (Progressistas) pediu hoje (16), atenção do Ministério da Saúde para o problema que atinge centenas de acreanos que precisam do tratamento.

Em Ottwa, no Canadá, onde representa o Senado no Parlamento Jovem Mundial, Cameli falou por telefone como o ministro Ricardo Barros. “Este foi um dos assuntos debatidos com a bancada de vereadores em Rio Branco e que eu me comprometi de tentar resolver junto ao Ministério da Saúde. Falei por telefone com o ministro Ricardo Barros e ele me afirmou que vai verificar o problema e buscar uma solução” disse o senador.

A unidade de saúde está sem medicamentos para os pacientes que fazem tratamento contra o câncer. Além da falta de quimioterápicos, o aparelho de radioterapia do local não está funcionando.

“O que não pode acontecer é a interrupção do tratamento por falta de medicamentos essenciais que deveriam ser comprados com recursos previstos no orçamento. O meu apelo junto ao ministro, que neste caso, não pode ser responsabilizado, é no sentido de buscar uma solução junto como Estado” comentou o senador.

Para Cameli a ingerência está clara ou na falta do medicamento ou na máquina de radioterapia ou quimioterapia que quebram. “Hoje mesmo recebi informações da deputada estadual Eliane Sinhasique que falta o medicamento 5-FU, usado para fazer quimioterapia e que o aparelho de radioterapia do hospital do câncer também está quebrado” concluiu o parlamentar.

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