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Prefeitura da capital renovou contrato com as empresas de ônibus sem certidões negativas

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Os representantes das empresas de ônibus de Rio Branco admitiram nesta segunda-feira, 05, em depoimento na CPI dos Transportes da Câmara de Vereadores que não apresentaram as certidões negativas de débitos à prefeitura no ato da renovação do contrato com o Município em 2015. Os débitos com impostos e ações trabalhistas chegam a R$ 150 milhões. Foram ouvidos os empresários Marcelo Cavalcante, representante da Viação Floresta, que representa mais de 60% do transporte coletivo da capital, e Aloísio Abade, pelas empresas São Judas Tadeu e Via Verde.

Proponente da CPI dos Transportes, o líder da oposição na Casa, vereador Roberto Duarte, do PMDB, disse que o Município “não pode renovar contrato de quem possui débitos com impostos” e que simples justificativas verbais não servem ou pelo menos não deveriam servir como desculpas para o poder público.

“Confirmaram aquilo que nós já sabíamos, que não tinham as certidões dos impostos estaduais e federais. Então eles não poderiam renovar os contratos. Eles mesmos confessaram aqui que não tinham certidões, que tinham justificativas. A justificativa não é salutar para o poder público. Não se pode renovar contratos ou fazer contratos com quem tem débitos com impostos estaduais e federais. Que há irregularidades há e nós provamos hoje”, disse o vereador.

Duarte também considerou que a prefeitura cometeu omissão ao negar o envio à CPI de documentos com informações sobre as empresas.

“Houve mais irregularidades. Nós pedimos termos aditivos desses contratos e o seus anexos, e a prefeitura não enviou nenhum anexo. Tá tudo errado. Se houve algum erro, houve por parte da prefeitura de Rio Branco.”

O líder do prefeito na Câmara e membro titular da CPI, Eduardo Farias, do PC do B, lembrou que um Termo de Ajustamento de Conduta “gerou um ambiente” que propiciou a continuidade dos serviços das empresas de ônibus para evitar um “caos” social com demissões de trabalhadores e sérios problemas no transporte público de Rio Branco.
“O que nós buscamos foi um ambiente de segurança na renovação. Foi feito um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) no sentido de sanearem essas dívidas em tempo definido pra que eles tivessem todas as condições de saneamento em relação aos impostos estaduais e federais. Isso permitiu que nós tivéssemos segurança pra renovação. A contrapartida disso, ou seja, o contrário disso seria você cassar as empresas, ao cassar as empresas nós teríamos um caos.”

Logo após a oitiva, Roberto Duarte sugeriu a convocação do prefeito de Rio Branco, Marcus Viana, para prestar depoimento à CPI, mas os vereadores Eduardo Farias, Railson Correia, do PTN (presidente da Comissão) e Artemio Costa, do PSB, que é (suplente), não aprovaram o pedido do peemedebista.

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Acre

Bocalom reafirma fala e diz que se baseou em artigo científico

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Até então escondido e se manifestando por meio de porta-voz, o candidato Tião Bocalom (Progressistas) publicou um vídeo neste sábado, 28, para se manifestar acerca das declarações que deu em entrevista recente ao jornalista Washington Aquino, da TV 5, onde afirmou que as crianças não têm tanto problema com a Covid-19.

Na entrevista à TV 5, Bocalom também defendeu a imunização de rebanho para Rio Branco se livrar da Covid-19. “A gente sabe que precisamos pegar covid também pra poder ficar imunizado”, afirmou.

No vídeo deste sábado, 28, o progressista reafirmou a fala sobre a covid-19 em relação às crianças, mas destacou que se baseou em um artigo científico para tal assunto. “Eu não sou homem de fugir das minhas responsabilidades e dos meus atos. Agora eu defendo a verdade, eu falo a verdade, e essa frase do covid foi dito por mim, mas eu apenas me embasei em um artigo científico escrito por pediatras de São Paulo. E o nosso adversário, está usando a força da máquina distorcendo todos os fatos”, destacou Bocalom.

Por fim, Bocalom afirmou que nessa situação se sente vítima e que não acredita que as pessoas realmente acham que ele colocaria a vida de crianças e idosos em perigo.

“Eu estou sendo vítima, sinceramente, não posso acreditar em sã consciência, que alguém acha que eu seria a favor de colocar a segurança das nossas crianças e famílias em risco. Saúde é um tema que trato com muita responsabilidade afinal estou a mais de 5 anos lutando pela saúde da minha esposa, que se encontra na UTI além é claro de ter perdido o meu filho que tinha apenas 12 anos de idade com leucemia por tanto meus amigos, eu sei muito bem o que é lutar contra doenças”, encerrou.

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Acre

Bocalom e Socorro Neri votam no mesmo horário neste domingo

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As respectivas assessorias dos candidatos à prefeitura de Rio Branco que disputam neste 2º turno, Tião Bocalom e Socorro Neri (PSB) divulgaram na manhã deste sábado, 28, o local de votação e o horário em que cada um vai votar na capital.

Às 9 horas deste domingo, 29, a candidata à reeleição pelo PSB, prefeita Socorro Neri (PSB), irá votar na Delegacia do Ministério do Trabalho, no Centro de Rio Branco. Neri estará acompanhada do governador Gladson Cameli e do candidato a vice-prefeito Eduardo Ribeiro (PDT).

O candidato Tião Bocalom (Progressistas) vai votar na Escola Serafim da Silva Salgado, na Baixada da Sobral, às 9 horas.

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Acre

Gladson pede aprendizado de convivência com a Covid-19

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O governador Gladson Cameli aproveitou a entrevista coletiva do Pacto Acre Sem Covid nesta sexta-feira (27) para mandar um recado aos integrantes do comitê que coordena as ações contra o novo coronavírus no Acre.

Segundo a assessoria do governo, Gladson pediu que toda a população aprenda, neste momento, a conviver com o vírus, sem abrir mão das medidas sanitárias de proteção, como o uso de máscaras, limpeza das mãos e distanciamento social.

Durante este momento do avanço da pandemia em todo o mundo, o governo do Acre, com o apoio do governo federal, realizou um investimento que considera “histórico” na área de saúde pública, com a criação de 90 leitos de UTI e 352 leitos clínicos destinados ao combate da Covid-19, junto a dois hospitais de campanha, além da oferta atual de ampla testagem.

“Entretanto, mesmo com tamanho avanço em tão curto tempo, os cuidados pessoais e coletivos seguem necessários para que o sistema não corra risco de no futuro entrar em colapso”, diz o governo ao avalizar a mudança de fase de amarela para verde no risco da Covid-19 no Acre.

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Acre

Renovação com empresa gestora do Into depende de decreto estadual

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A presidente do Conselho Regional de Medicina do Acre, Leuda Dávalos, se reuniu nessa quinta-feira (26) com o secretário de Saúde, Alysson Bestene para tratar sobre a situação da administração do Instituto de Traumatologia do Acre (INTO) e também sobre as irregularidades constatadas durante fiscalização no Hospital do Idoso.

Durante a reunião, o CRM demonstrou a preocupação em como vai ficar a gestão do Into, hospital de referência para atendimento de pacientes com Covid-19 em Rio Branco, após o término do contrato com empresa Medial, em 31 de dezembro. Essa informação foi repassada ao CRM pelo médico oncologista Hilton Rinaldo Sales Picclei, diretor da empresa, em reunião no último dia 19 de novembro.

Alysson disse que existe recurso para a manutenção do contrato com a Medial e que tudo vai depender da prorrogação do decreto de situação de emergência por conta da pandemia de Covid-19, que tem a validade até o final deste ano.

Segundo ele, o recurso é referente à verba emergencial para o combate à pandemia e, quando houver a prorrogação no decreto estadual, o contrato também deve ser renovado.

Outro ponto discutido na reunião foi com relação às diversas irregularidades encontradas no Hospital do Idoso durante fiscalização do CRM ocorrida no último dia 13 de novembro. Entre as falhas encontradas pela equipe está a falta de vaga de UTI para os pacientes intubados; várias enfermarias da unidade que estão com problemas no ar-condicionado e, por isso, não estão sendo utilizadas, deixando o hospital sem vaga para internação; balas de oxigênio vazias e problemas nas instalações e banheiros.

Após ouvir o relato da presidente, o secretário afirmou que a unidade de saúde é vinculada à Fundação Hospitalar do Acre, que recebe recurso do governo do Estado para fazer a manutenção e devida administração do hospital. Por isso, ele propôs que uma reunião seja marcada o quanto antes com a gerência da Fundhacre para debater o assunto.

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