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Postos de combustíveis do Acre apresentam redução no preço da gasolina

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Enfim, uma boa notícia. O Sindicato dos Postos de Combustíveis do Acre (Sindepac) confirmou nesta quinta-feira,01, após análise realizada junto ao mercado local e a ANP, que houve redução nos preços dos combustíveis repassado para os postos pelas distribuidoras (Petrobras, Ipiranga, Shell, Atem, Equador).

Em alguns postos, onde houve redução de até 20 centavos no preço da gasolina, o litro estava saindo a R$ 3,90 nesta quinta-feira, 01. Mas a redução varia. Há postos em que a queda no preço foi menor.

De acordo com o sindicato, a medida é vista com otimismo para o setor de revenda de combustíveis, pois confirma a nova postura da direção da Petrobrás em acompanhar a variação do mercado internacional, sem intervenções de natureza política. “A redução nos preços para o mercado é bom tanto para revendedor quanto para o consumidor final, pois impulsiona as vendas e estimular a economia local”, diz o Sindepac.

A entidade está orientando os consumidores a pesquisar o melhor preço e qualidade no atendimento, tendo em vista a grande concorrência no mercado local. “O mercado é livre e cada revendedor tem o poder de decidir o valor de seus produtos de acordo com seu custo operacional. E com isso, ressaltamos que o Sindepac não tem poder de formular, fiscalizar ou monitorar preços”, lembra a entidade.

Segundo o Sindicato dos Postos, “o reajuste na refinaria nem sempre significa mudança no preço nos postos, podendo na conjuntura econômica atual haver aumento ou redução nos preços de acordo com a política da estatal, bem como as diretrizes das Distribuidoras de Combustíveis que podem repassar ou não essa variação aos postos de combustíveis”.

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Gente - Economia e Negócios

Videomaker do ac24horas e Star Motos apresentam a Africa Twin 2020

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O ac24horas recebeu um convite pra lá de especial para conhecer o programa de relacionamento de clientes do Grupo Star, representante da Honda no Estado do Acre.

Quem quisesse participar do encontro bastava fazer a inscrição, está com habilitação em dia e pronto! As aulas teóricas e práticas aconteceram um dia antes da viagem, no pátio da empresa. E, assim como contava as regras, nosso videomaker, que já é motoqueiro no dia a dia, recebeu o sim, e se mandou, como dizem os antigos.

No percurso que contava com passagens por Senador Guiomard, uma parada em Capixaba, para descanso e comer um Quibe, finaliza na Fazenda Três Meninas, onde um almoço foi servido aos participantes, tudo de graça.

Dado o start, cada piloto recebeu seu kit de viagem, incluindo a Africa Twin, uma moto dinâmica, com sistema de freios ABS, e uma frenagem das mais sensíveis do mercado. A Moto é potente, preparada para regiões hostis e ambientes tranquilos, como o que fizemos com o grupo de homens e mulheres que participaram da confraternização.

A ideia da empresa que promove o encontro era falar das possibilidades turísticas que o grupo disponibiliza no decorrer do ano. Os interessados farão viagens nacionais e internacionais, como por exemplo: Argentina, Bolívia, Peru, Venezuela e Colômbia.
Oswaldo Dias, proprietário do grupo Star Motos Honda, participou do evento na companhia do filho, Marcelo Dias. que é gerente das lojas do grupo. Eles celebraram o encontro divulgando um pacote especial de desconto.

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Acre

Mercado não reage e preço da castanha despenca neste fim de ano

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Não se confirmou a expectativa da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista (Cooperacre) e da Cooperativa Agroextrativista de Xapuri (Cooperxapuri) de que haveria uma reação do preço da castanha neste mês de dezembro, motivada pelas festas de fim de ano. Com isso, o preço médio pago ao produtor está variando entre R$ 25 e R$ 30.

No fim da safra passada, a castanha estava sendo comprada do extrativista ao preço médio de R$ 55. Em 2018, a noz amazônica foi comercializada ao preço de médio de R$ 110, chegando a atingir R$ 160. Em 2019, a queda nas exportações acreanas passava dos 50% até o mês de agosto, o que representava mais de 4,3 milhões de dólares.

Com um total de US$ 3,99 milhões exportados, a castanha respondia por somente 19% do volume de exportações do estado até aquele mês. De janeiro a agosto do ano passado, o produto extrativista representava 38% do valor total das exportações do Acre, com 8,38 milhões de dólares.

Mesmo com a queda nas exportações do produto acreano, no período de janeiro a agosto deste ano, divulgada pelo Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a Usina de Beneficiamento de Castanha Chico Mendes, localizada em Xapuri, continuou a beneficiar castanha na espera da reação que não veio no fim do ano.

O presidente da Cooperxapuri, Sebastião Nascimento de Aquino, que também é membro do Conselho Gestor da Cooperacre, afirmou que o mercado da castanha continua em crise e que não há expectativa de melhora, uma vez que o produto, segundo ele, não consta entre as prioridades de compra dos consumidores.

“O mercado está em crise e entre as prioridades de compra do consumidor não está a castanha. Com isso, posso dizer que dificilmente vai reagir nessa safra. Hoje, o preço praticado – pago ao produtor – está entre R$ 25 e R$ 30, e não sei se vai reagir”, explicou.

A maior razão da queda do preço e das exportações da castanha em 2019 foi a supersafra do ano anterior, que atingiu a casa de 1 milhão de latas, abarrotando o mercado do produto. Ainda com a situação desfavorável, a oleaginosa responde pela segunda maior fonte de receita para a economia do município de Xapuri, depois do gado.

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