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Índice de endividamento entre acreanos ainda é muito alto, diz pesquisa da CNC

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As famílias continuam muito endividadas. O percentual, referente ao mês de maio, chega a 57,6%. O dado faz parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). No Acre, não é diferente: no mês que acabara de se encerrar, maio, um total de 24,1% das famílias deixaram de quitar débitos.

O levantamento, segundo divulgou a instituição, aponta uma queda de 1,3% ante abril , isso após três meses de alta. Diante dos números, ainda não há, na opinião do assessor da Federação do Comércio do Acre (Fecomércio/AC), Alex Barros, motivos para comemorações, tendo em vista que o número de famílias com dívidas em atraso permanece praticamente inalterado.

Na maioria dos casos, equivalentes a 24,2% da estatística, as famílias não fizeram os pagamentos de contas do cheque especial, cartão de crédito, financiamento do automóvel, carnê de loja e empréstimo pessoal no mês de abril. Já em maio, a baixo de 0,1% deixou a marca mensal em 24,1%, como explica o assessor:

“Um dos fatores que pode ter levado a essa redução é a política monetária – ainda restritiva – adotada pelo governo, que reduz a concessão de empréstimos e financiamentos”, afirma ao revelar que as famílias com renda acima de 10 salários mínimos apresentam um maior grau de endividamento.

Os maiores vilões do endividamento das famílias brasileiras, para o assessor, seriam o cartão de crédito (77%), seguido de carnês (15,6%) e crédito pessoal (10,4%). “Além do financiamento de carro, com 10,4% e de casa, com 8,1%.

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