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Bocalon: “não podemos ficar com uma alternativa”

Luis Carlos Moreira Jorge

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O ex-prefeito Tião Bocalon (DEM) defende que, a oposição precisa estar preparada com outro nome, caso por algum motivo, o senador Gladson Cameli (PP) não possa disputar o governo ou mesmo resolva desistir. Lembra Bocalon que, a aliança do PSDB-DEM não foi criada com exclusividade para lançar um nome alternativo ao governo. “Mas não implica que esta coligação não possa discutir outra candidatura ao governo. Ninguém sabe o que vai acontecer amanhã. Não podemos ficar desprevenidos na possibilidade do Gladson não ser o candidato”, alerta. A respeito da real intenção da aliança entre o DEM e o PSD, Tião Bocalon (foto) foi pragmático: “para não ficarmos fora do processo sucessório, é uma reação à tentativa dos outros partidos de deixar o DEM e o PSDB de lado nas discussões sobre as candidaturas ao Senado e sobre quem será o vice-governador na chapa para o governo. A sucessão passará por nós”, advertiu Tião Bocalon. Ressalta que a coligação ficará mais forte com a adesão do deputado federal Alan Rick ao DEM, e quanto à filiação, esta deverá acontecer, em muito breve.

Márcio não será candidato pelo PSDB
Para o deputado federal Major Rocha (PSDB) a situação dentro do PSDB está resolvida: “sou o candidato a senador do partido, isso é ponto pacífico”. Enfatiza que o ex-deputado federal Márcio Bittar (PSDB) só tem ao seu favor o diretório do Bujari e que não sabe até quando.

Trabalha para diminuir o PSDB
Na avaliação do Major Rocha (PSDB) o Márcio Bittar apenas está filiado ao PSDB, mas a sua prática política está centrada em fortalecer o SOLIDARIEDADE, presidido pela sua mulher, inclusive, tentando cooptar quadros do PSDB. Sair do PSDB é seu único caminho, prevê Rocha.

Como fica a CPI?
Com a decisão da justiça estadual de que julgar o escândalo da compra e venda de casas deve ficar no âmbito da justiça federal, não terá influência na continuidade da “CPI da SEHAB”, argumento o seu autor, deputado Gehlen Diniz (PP). “Continua normalmente”, assegura.

É bom lembrar
É bom lembrar que a SEHAB, que executa o programa “Minha Casa, Minha Vida”, inclusive, sendo responsável pelo trabalho de avaliação das condições sócio-econômicas dos candidatos a uma casa, é um órgão do governo estadual. Por isso, a CPI tem competência para investigar.

Respaldada pela justiça
O deputado Gehlen Diniz (PP) lembra que a decisão de instalar a CPI da SEHAB está amparada numa decisão judicial. Vamos investigar, se encontrarmos algo de ilegal encaminharemos para o MPF, se for o caso. Juridicamente a decisão da justiça estadual não invalida a CPI.

CPI aberta
O presidente da CPI, deputado Lourival Marques (PT) ainda não se pronunciou, mas espera-se que não crie problemas para que os depoimentos sejam abertos para a imprensa assistir. Fica bem mais transparente para a opinião pública. O Louro, com a palavra.

Atirar no vazio
O deputado federal Moisés Diniz (PCdoB), desde quando deputado estadual sempre foi um destaque positivo no parlamento. Mas vez por outra sai de órbita, como este seu pedido para investigar o desastre aéreo que matou o ministro Teori  Zawack, porque isso já ocorre. E não vai avançar mais do que avançou se não existir um fato novo no episódio. E não há.

Fato positivo
Como na semana passada a pau comeu solto contra o governo na Assembléia Legislativa por falta de ambulâncias do SAMU nos municípios, foi uma resposta positiva do governador Tião Viana e do secretário Gemil Junior, a entrega de dez novas ambulâncias ao sistema de saúde,

Sem comparação
Colegas que cobrem os trabalhos da Câmara Municipal de Rio Branco consideram esta legislatura superior na qualidade dos debates à da legislatura passada. Sem dúvida. A última legislatura funcionava como uma espécie de puxadinho da prefeitura de Rio Branco.

Oposição funciona
Pelo menos nesta legislatura da Câmara Municipal de Rio Branco existe uma oposição mais atuante. Na passada estava restrita às vereadoras Eliane Sinhasique (PMDB) e Lene Petecão (PSD). Casa legislativa tem de ter oposição ou vira armazém de secos e molhados.

A diferença
Uma diferença entre a oposição e a FPA. A oposição está envolta em brigas internas, com cinco candidatos a senador. A FPA está unida e com dois nomes para disputar as vagas de senadores. A oposição tem um bom candidato ao governo, mas age como se a FPA estivesse morta. Se finge de morta para comer o c* do coveiro.

Se mexendo nos bastidores
Não pense que o deputado Daniel Zen (PT), um dos pré-candidatos ao governo está parado, pelo contrário, reuniu com os dirigentes dos partidos nanicos e tem mantido contato com os segmentos sociais organizados para fazer uma explanação sobre a sua candidatura a governador. Zen é uma das gratas surpresas desta legislatura, na ALEAC.

Fazendo ninho
A deputada Leila Galvão (PT) tem seu principal reduto político nos municípios do Alto Acre. Como sabe que a eleição de 2018 será mais disputada, está se organizando na capital. A aliança com o ex-deputado Astério Moreira vai lhe render votos num nicho que não teria.

Chapa completa
O ex-prefeito Tião Bocalon (DEM) garante que já está com a sua chapa para deputado estadual formada e trabalha para montar uma chapa competitiva para a Câmara Federal. Para Federal deverá coligar-se com o PSDB. Foi é bela jogada política a aliança do DEEM e PSDB.

Pulando fora
Candidatos a deputado estadual estão pulando fora da chapa do PSB. O fator de medo é o deputado Manoel Moraes (PSB), que tem uma campanha estruturada, com prefeitos o apoiando e a cúpula partidária jogando tudo na sua reeleição. E PSB tende fazer um deputado.

Não pense que é assim
O presidente do PDT, Luiz Tchê, é outro com problemas. Se colocar na mesma chapa só cobras criadas como os deputados Heitor Junior, Maria Antonia e André da Farmácia, não vai achar quem queira servir de escada para os três. O PEN entrou neste jogo e não elegeu ninguém.

Guilhotina certa
Esta questão de escolha do partido para disputar uma eleição é essencial. O deputado Eber Machado (PSDC), que tentará uma vaga na Câmara Federal deve avaliar bem por onde disputará. Se o Eber entrar no chapão do PT cometerá um erro: o PT não respeita aliados. Fará o possível e o impossível para eleger os seus candidatos a deputado federal.

Acreditar na palavra
Até que se prove em contrário acredito na palavra do secretário de Segurança, Emylson Farias, de que os bloqueadores colocados nas unidades prisionais funcionam para todas as operadoras.

Polícia na rua
Já se vê mais carros da polícia nas ruas ou estacionados em locais estratégicos da cidade. Serve como inibidor para atos de violência. Precisa prender e mostrar para a sociedade os autores das execuções, que voltaram nos últimos três dias com força total, para não passar a imagem de impunidade.

Opinião de um petista
Ontem, um petista da velha guarda que trabalhou com o ex-governador Jorge Viana disse que, o que o diferencia de outros gestores é que não dava ordens aos secretários, mas “determinava” tarefas, e quem não cumprisse o acertado não continuava na equipe.

Fogo que se alastra em capim seco
O que queima por tabela um governante é quando este faz uma parceria política, escolhe um secretário para dar encaminhamento e não é dado e fica por isso mesmo. Essa queimação cresce como bola de neve e vira comentários negativos entre aliados. O que tenho ouvido!

Muro de lamentação
Quando vejo um dirigente de partido nanico de longe dobro a esquina para não ter que ouvir o muro de lamentações. Nunca levei a sério, porque estão apanhando há tempos e continuam dizendo amém e sim senhor. Toda peia para quem não tem vergonha é pouca.

Dinheiro só para meia-sola, BR-364 poderá fechar
O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) diz ser preciso jogar limpo nesta questão da BR-364 e que, só há dinheiro para ser usado na recuperação do trecho Rio Branco-Tarauacá, recursos na ordem de pouco mais de 220 milhões de reais, de cujo montante 70 milhões estão liberados. Como é que vai ficar o outro trecho, que faz a ligação entre os municípios de Tarauaca à Cruzeiro do Sul, que se encontra em piores condições, e para o qual não há um centavo alocado? É a pergunta que faz o parlamentar. Para o deputado tucano, caso não aconteça uma unidade da bancada federal para conseguir mais verbas para a rodovia 364, a tendência é que venha fechar no inverno ao tráfego. Para Luiz Gonzaga é chegada a hora de jogar limpo com as informações e conseguir urgente garantir recursos para a rodovia entre Tarauacá-Cruzeiro do Sul.

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