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Turma do ac24horas diz que CPI da BR-364 poderá influenciar nas eleições 2018

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Após denúncias, Hospital de Saúde Mental volta a agendar consultas de pacientes

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Os agendamentos de consultas voltaram à normalidade no Hospital de Saúde Mental do Acre (Hosmac), em Rio Branco, após uma série de denúncias veiculadas pelo ac24horas. Diante do problema, dezenas de pacientes estavam sem fazer consultas ou retirar remédios na farmácia do hospital, o que já prejudicava o tratamentos deles.

Desde a semana passada, quando iniciadas as queixas sobre o problema que já durava quase um mês, o secretário adjunto de Atenção à Saúde, Raicri Barros, não deu sequer uma palavra sobre o assunto com o portal. O gestor foi procurado no gabinete dele, mas também não foi encontrado.

Ana Ribeiro, que toma remédios para dormir e controlar os ânimos no dia a dia, chegou a reclamar por três vezes do problema, mas agora comemora que teve a consulta agendada para a primeira semana de novembro, quando poderá conseguir a receita do remédio que toma.

“Não consegui consulta com um psiquiatra, mas o clínico geral vai puder passar o remédio. Eu já estava desesperada. Só tenho cinco comprimidos, isso quer dizer que se eu não conseguir emprestado, vou ter que ficar uma semana sem a medicação. Se não fosse vocês, não tinha resolvido, o pessoal de lá mesmo falou”, conta.


A enfermeira Maria de Fátima Alencar, que acompanha o tratamento do marido, também diz ter conseguido o agendamento. Ela conta que chegou a ir também na Ouvidoria da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) para denunciar o problema, mas que nem assim ele foi resolvido.

“Graças a vocês eu consegui agendar a consulta do meu marido. Vai ser em novembro mesmo e a funcionária contou que saiu na imprensa e que eles arrumaram o sistema por causa disso. Graças a Deus agora deu certo e se der problemas de novo nós vamos denunciar para eles fazerem alguma coisa”, afirma.

PEDIDO DE INTERDIÇÃO

O Ministério Público Estadual (MP/AC) pediu, em janeiro desse ano, a interdição imediata do Hosmac. Entre os problemas percebidos, estavam a falta de condições de trabalho e clínica, sem médicos e medicamentos, além da falta de alimentos, segurança, iluminação e roupas para troca após o banho. Pacientes eram obrigadas a dormir no chão sem cobertores devido à falta de leitos e colchões.

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Médicos são homenageados na ALEAC em sessão solene proposta por Jenilson Leite

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Pelo terceiro ano consecutivo, os médicos do Estado são homenageados na Assembleia Legislativa do Acre (ALEAC) com uma sessão solene e comendas em alusão ao dia da categoria. A sessão desta quinta-feira (19), assim como as outras duas anteriores, foi realizada atendendo um requerimento do deputado Jenilson Leite (PCdoB), médico e membro da Comissão de Saúde do parlamento acreano.

O dia do médico é comemorado no dia 18 de outubro em alusão a data de nascimento de São Lucas, o santo padroeiro da Medicina. Além de ser um dos seguidores de Jesus, Lucas escreveu um dos quatro evangélicos do novo testamento.

O autor do requerimento destacou que a solenidade é uma singela homenagem aos profissionais que diariamente se dedicam a garantir o bem-estar da população. “A sessão é uma forma que esta Casa encontrou de homenagear esta brilhante classe de trabalhadores. Sou médico e sei das dificuldades diárias que encontramos para exercer nossas atividades e dos obstáculos que enfrentamos para vencer a árdua batalha do dia a dia”.

A sessão contou a presença do presidente do CRM-Acre, Dr. Vírgilio Prado, dos vereadores da capital Jackson Ramos e Eduardo Fárias, ambos são médicos, da diretora de atenção básica a saúde do Estado, Giza Lopes, dos deputados: Josa da Farmácia Jonas Lima e Eliane Sinhasique.

O vereador de Rio Branco e médico infectologista Eduardo Farias disse que é preciso avançar na construção de políticas públicas em saúde que beneficiem os mais pobres. “Quando você coloca o mapa da pobreza e o mapa das doenças infecciosas eles são semelhantes. E isso faz com que você venha para a política. Mais do que nunca nós precisamos influenciar as políticas públicas. O setor de saúde sofre muito com injustiças e com ataques diretos com cortes e acima de tudo temos que observar o quanto isso vai refletir no nosso dia a dia”, pontua.

Representando o Sindicato dos Médicos do Acre, o médico Guilherme Pulici disse o Brasil enfrenta um problema sério que é a má distribuição de médicos. A maioria está concentrada nos grandes centros, deixando regiões como Norte e Nordeste descoberta.

“Quero agradecer ao deputado Jenilson Leite pelo engajamento na luta pela carreira de médico no Estado. Nós precisamos de mais médicos na rede de atendimento. O número de faculdades no Brasil já é suficiente, o que precisa é distribuir melhor os médicos formados no nosso país”, comentou.

A diretora de Atenção à Saúde da Secretaria Estadual de Saúde, Giza Lopes, na ocasião representando o secretário Gemil Júnior, ressaltou a importância da união das categorias para garantir o fortalecimento dos serviços de saúde.

“Como enfermeira vejo que o momento pede a união das categorias, essas desavenças entre as classes não têm sentido algum, só atrapalham. Temos que lutar para conseguir unir esses polos, só assim conseguiremos fortalecer os serviços de saúde no Estado”, afirmou.

Giza falou ainda dos avanços que a saúde pública alcançou nos últimos anos e do esforço que o governador Tião Viana (PT) tem feito para garantir o bom funcionamento dos hospitais. “A Sesacre encarou um desafio imenso que é o de fixar especialistas no Estado. O serviço de Nefrologia é um exemplo disso, quando ele foi criado nós conseguimos repatriar os pacientes que tinham que sair do Acre para buscar tratamento de hemodiálise fora e isso é uma luta diária. Não é fácil, mas tem dado certo. O governo do Acre tem se esforçado para garantir o bom funcionamento dos hospitais e para garantir todo o suporte aos profissionais”, complementou.

O vereador e médico Jackson Ramos (PT) também destacou os avanços obtidos na medicina acreana e lembrou os médicos que atuaram como desbravadores em uma época de muitas dificuldades, onde simples exames tinham que ser feitos fora.

“Para mim é uma honra estar aqui hoje neste momento, ainda mais vendo médicos que conheço há décadas e representam várias gerações da medicina acreana. Deixo também meu respeito aos desbravadores da medicina no Estado, que atuaram no passado e enfrentaram as mais diversas dificuldades para exercerem suas funções. A medicina no Acre mudou muito e evoluiu bastante, tenho acompanhado esse processo e fico feliz com isso. Meus parabéns a todos os profissionais da medicina”, enfatizou.

Em seu pronunciamento, o presidente do Conselho Regional de Medicina do Acre, Virgílio Prado, destacou o comprometimento dos profissionais de medicina que, de acordo com ele, vai além da área profissional, abrangendo muitas vezes o lado pessoal de cada um.

É uma honra fazer parte desta sessão solene que prestigia os médicos, profissionais que fazem o possível e muitas vezes o impossível pelo bem do próximo, com um nível de comprometimento tão grande que chegam a internalizar os problemas de outras pessoas. Que toda a população possa entender a dedicação desse profissional. Meu abraço a todos os médicos e desejo de muita união para todos nós, assim venceremos todos os desafios”, destacou.

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Comissão do Congresso Nacional assegura verbas à proteção de índios isolados na Região Norte

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A Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas do Congresso Nacional aprovou quatro emendas parlamentares ao projeto de Lei Orçamentária para 2018. As propostas contemplam recursos para a demarcação e fiscalização de terras indígenas e proteção dos povos isolados na Região Norte, a recuperação e preservação de bacias hidrográficas, apoio à pesquisa e monitoramento da Amazônia Azul e para a implementação da política nacional sobre mudança do clima.

“No momento em que atravessamos uma crise econômica sem precedentes, com restrições impostas pelo governo federal a investimentos sociais, e tendo o desafio de alcançarmos as metas do Acordo de Paris, esses recursos são um instrumento importante para a política ambiental brasileira”, defendeu o senador Jorge Viana (PT-AC), presidente da comissão. As quatro emendas totalizam R$ 550 milhões e serão formalmente apresentadas à Comissão Mista de Orçamento do Congresso.

Além de Jorge Viana, as propostas de emendas parlamentares foram assinadas também pelos senadores Otto Alencar (PSD-BA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Regina Souza (PT-PI), Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE), Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e Pedro Chaves (PSC-MS), além do deputado Nilto Tatto (PT-SP). Para a maioria da comissão sobre mudanças climáticas, as emendas têm mérito e impacto direto no cumprimento das metas de redução da emissão de gases poluentes, estabelecidas pelo Acordo de Paris, firmado em 2015 por 195 países, inclusive o Brasil.

Uma das emendas vai destinar R$ 50 milhões para a demarcação de terras indígenas e proteção aos índios da Amazônia Legal. A emenda será incorporada ao Orçamento de 2018 da Funai. “É uma obrigação constitucional a proteção pelo Estado brasileiro aos povos originários”, lembrou Viana. Outros R$ 300 milhões serão destinados à recuperação e preservação das bacias hidrográficas, no âmbito do Ministério do Meio Ambiente.

Outra emenda no Orçamento do MMA, no valor de R$ 100 milhões, é destinada ao apoio à pesquisa e ao monitoramento oceanográfico e climatológico da Amazônia Azul. Por último, foi aprovada emenda no valor de R$ 100 milhões no Orçamento do MMA para implementação da política nacional sobre mudança do clima.

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