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Por 10 votos a 2, vereadores aceitam pedido de afastamento de Juruna por quatro meses para tratar de defesa

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O vereador José Carlos Juruna (PSL), foragido da Justiça há 23 dias, teve seu pedido de afastamento de 120 dias dos trabalhos da Câmara de Vereadores, sem ônus, aprovado por 10 votos a 2 durante sessão nesta quinta-feira, 20. A vereadora Lene Petecão (PSD) se absteve de votar. Roberto Duarte (PMDB) e Emerson Jarude (PSL) foram contra o afastamento do parlamentar.

No documento apresentado na Casa, Juruna pede afastamento para “tratar de sua defesa”, conforme lhe faculta o artigo 32, inciso III, da Lei Orgânica do Município de Rio Branco. Ou seja, uma estratégia para ganhar tempo e se livrar de uma eventual cassação. Por estar afastado, o processo do parlamentar no Conselho de Ética da Câmara fica parado.

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Juruna responde na Justiça por crimes de corrupção ativa e tráfico de influência. Segundo acusação, ele teria recebido propina nas vendas ilegais de lotes do complexo de camelôs de Rio Branco.

O parlamentar chegou a ser preso provisoriamente em fevereiro, mas 48 horas depois obteve uma liminar favorável à sua soltura pelo Superior Tribunal de Justiça.

Juruna virou pauta de debate

Antes da votação, colegas de parlamento de Juruna se manifestaram sobre a situação do parlamentar durante o grande expediente.

O oposicionista Nogueira Lima, do DEM, defendeu, da tribuna, o colega. “Só vou votar contra o Juruna quando esgotar todas as instâncias. Se ele tem o direito dele. Vamos dar o direito dele. O Juruna é um cidadão de bem, senhores.”

O relator do Conselho de Ética da Casa, Rodrigo Forneck, do PT, concordou com Lima. “Eu também sou a favor que se esgotem todos os direitos de qualquer cidadão. O que eu asseguro é que nós vamos sempre agir com justiça e sem pirotecnia.”

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Acre

Após prisão, empresária se desliga do “Quiosque da Bruna” e diz que foi “perseguida”

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Um ano após ser presa e alegar que teria sido injustiçada, a empresária Bruna Fernanda Silva, até pouco tempo dona do Quiosque da Bruna, um bar badalado de Rio Branco, anunciou oficialmente que está se desligando do empreendimento para seguir uma nova vida, possivelmente em São Paulo, como fez questão de anunciar aos amigos do facebook.

Ao avisar os amigos sobre a saída da empresa, Bruna deixou um depoimento que relembra o passado e fala do sentimento que tem ao deixar o empreendimento que já foi considerado uma dos mais procurados da capital acreana e região. Ela diz quer sofreu com a inveja de outras pessoas, teve falsos amigos e que foi perseguida por gerar emprego e renda.

“Nunca pensei q seria perseguida por trabalhar, por gerar renda na cidade. O quiosque chegou a um limite de todos os eventos terem fiscalizações nas portas, mesmo tendo todos os alvarás em dias! Tivemos blitz na porta do quiosque sem falar inúmeras denúncias de ter algo ilícito lá dentro!”, escreveu.

Ao destacar que foi abandonada por amigos, Bruna diz que ao administrar a empresa perdeu a paz e o sossego e que, agora, sente dor no coração ao se despedir de um sonho realizado por ela, o Quiosque da Bruna. A empresária diz que hoje consegue ver como são as pessoas.

“Hj deixo como exemplo a todos o preço do sucesso, da fama, tive amigos aliás que se diziam amigos que aplaudiam a minha desgraça, nunca na minha vida imaginei por passar por tantas coisas, tive minha vida exposta meus filhos foram expostos e ninguém quis saber se eu tinha uma família a zelar”, completa.

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Acre

Ex-mulher do cantor sertanejo Carlinhos deixa a cidade com a família; cantor está foragido

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A ex-esposa do cantor sertanejo Carlinhos, condenado por estupro de vulnerável, resolveu deixar Rio Branco pelo menos até que o ex-marido seja localizado e preso pela Polícia Civil, que já está em busca de encontrá-lo. Carlinhos está foragido desde a semana passada, quando soube da condenação em segunda instância.

Cláudia, que viveu com cantor por cerca de cinco anos, segundo pessoas próximas, está temendo represálias por parte de amigos e familiares do músico. Foi ela quem denunciou Carlinhos e pediu que uma investigação detalhada fosse feita para provar ou não se o cantor abusou da filha dela por pelo menos quatro anos.

Segundo a denúncia do Ministério Público, Carlinhos se aproveitava do momento em que a mãe ia à faculdade para praticar atos libidinosos com a criança que tinha cinco anos de idade à época dos fatos. A prática perdurou por mais de quatro anos até a separação entre a mãe e o denunciado. O cantor se diz perseguido por Cláudia.

Uma requisição de prisão foi expedida pelo juiz Romário Divino, da 1ª Vara da Infância e Juventude de Rio Branco, no último dia 18, quarta-feira, e remetido à polícia judiciária, órgão responsável pelo cumprimento desse tipo de mandado. Segundo apurou ac24horas, Carlinhos estaria fora da cidade, mas a polícia já tem informações importantes e o cantor pode ser preso a qualquer momento.

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Acre

Um ano após ataques, supostos líderes de facções transferidos já retornam para o Acre

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Há exatamente um ano, presos deflagravam uma rebelião dentro do Complexo Penitenciário Francisco d’Oliveira Conde, em Rio Branco, deixando quatro mortos e 19 feridos. Foram horas de confronto e muita tensão. Depois disso, um grupo de presos foi transferido para o Rio Grande do Norte, onde permaneceu até esse mês.

Como a medida foi para contar os ataques que saíram do presídio para as ruas das cidades acreanas, agora, depois de um ano, o juiz federal com ordem sobre o Presídio Federal de Mossoró determinou o retorno desses detentos ao estado acreano. De todos os remetidos para lá, nove já estão de volta.

Em setembro, ac24horas contou em primeira mão sobre o retorno dos detentos. Outros seis presos ainda estão no Rio Grande do Norte, e ainda não há data para retorno. O prazo mínimo é de um ano, e o máximo de dois anos. O setor de inteligência as polícias acreanas trabalham para impedir que a chegada dos presos cause novos ataques criminosos.

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