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Governo abre licitação para reformar o parque de exposições

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Quanto custa manter Parque Marechal Castello Branco? O que é mais barato, usar e manter ou deixar abandonado e reformar ano a ano? Essas são as perguntas ainda sem respostas, pois o governo do Estado do Acre abriu novamente o processo licitatório visando a contratação de empresas para a reforma do Parque de Exposições onde é realizada a maior feira agropecuária do Acre.

Conforme se verifica no aviso de licitação por tomada de preços N° 010/2017/CPL 01/SEOP, novamente o Estado busca a ontratação de empresa de engenharia para a execução dos serviços de reforma de espaços do Parque de forma a permitir a realização da Expoacre/2017.

Reformas na rede elétricas e instalações físicas
A licitação está dividida em dois lotes, sendo um para as instalações elétricas e outro para obras civis (instalações físicas). Para poder preparar o local para a festa, o Estado vai gastar recursos próprios do tesouro estadual (Fonte 100). O documento publicado não revela ainda os valores a serem utilizados.

Em outros Estados, onde este tipo de evento é gerido pelos sindicatos rurais e pela Federação da Agricultura local, principais interessados no fomento e divulgação para a agropecuária. No Acre o governo do Estado centraliza todas ações e define quem são os usuários e beneficiários, bem como os usos do espaço.

Agrishow: um evento privado
A Agrishow, por exemplo, foi idealizada pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e pela Sociedade Rural Brasileira (SRB). A organização fica à cargo de empresa privada (Informa Exhibitions).

A Agrishow é realizada em uma área de 440 mil m², conta com uma média 152 mil visitantes, em sua maioria, por produtores rurais de todo o território nacional e do exterior. Mais de 800 marcas são expostas e em 2016 o faturamento foi de R$ 1,95 bilhões (Fonte: https://www.agrishow.com.br/pt/a-feira.html).

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Cotidiano

Homem é assassinado a tiros em frente de casa no bairro Montanhês, na periferia de Rio Branco

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O ranking dos homicídios continua marcando pontos. Neste sábado, dia 21, Josemar Silva, de 30 anos, foi assassinado em frente de casa na Rua Flaviano Melo, no bairro Montanhês, em Rio Branco. O caso foi confirmado pelo Centro Integrado de Operações em Segurança Pública do Acre (Ciosp).

Segundo apurou o ac24horas, até às 14 horas deste sábado nenhum suspeito havia sido preso pelo crime. A vítima estava envolvida com alguns crimes que haviam ocorrido na comunidade. É possível que a morte tenha sido um acerto de contas.

À polícia, moradores informaram apenas terem ouvido os disparos e gritos, mas nenhum dos suspeitos teriam sido vistos no local. A família também não desconfia de quem pudesse ter cometido o crime contra Josemar.

Uma viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi até o local, mas como a vítima já estava morta, apenas removeu Josemar para o IML, no Bosque.

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Cotidiano

Matrículas abertas para os cursos de comissário de voo e piloto privado de avião da Altaneira Escola de Aviação

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A Altaneira Escola de Aviação Civil abriu as matrículas para os cursos de comissário de voo, aeromoça e piloto privado de avião. De acordo com os diretores da empresa, a Altaneira é a primeira escola de aviação civil homologada na ANAC do Estado do Acre.

Os diretores da empresa informam que as aulas terão início no próximo dia 06 de novembro e as vagas são limitadas. As aulas acontecerão nos dias de segunda, quarta e sexta-feira, das 18:30 às 22h e a duração é de quatro meses.

Contatos:

Telefone: 2102-7000
Rua Francisco Mangabeira, 23, Bosque. Próximo ao campo do Vasco.
Curta nossa página no facebook: https://www.facebook.com/AltaneiraAviacao/

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Cotidiano

Federação das Indústrias do Acre sedia encontro sobre segurança pública e segurança na fronteira

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Segurança pública é o principal tema em debate no Acre. E o assunto ganhou mais evidência ainda em virtude do grandioso evento nacional que o Estado sediará nos dias 26 e 27 deste mês – o 16º Fórum de Governadores da Amazônia Legal e o Encontro de Governadores do Brasil pela Segurança e Controle das Fronteiras.

Atentos e preocupados com essas pautas, um grupo de instituições, juntamente com a FIEAC, organizou, na noite da última quinta-feira, 20, na sede da FIEAC, um encontro com representantes de diferentes instituições que integram a Segurança Pública no Estado. Além de membros da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Federal, estiveram presentes o secretário da pasta no Acre, Emylson Farias, e o comandante-geral da Polícia Militar no Estado, coronel Júlio César.

“É um prazer recebê-los na Casa da Indústria. Nossa intenção é tomarmos conhecimento das ações que estão sendo desenvolvidas no nosso Estado. Pretendemos, com esse encontro, ter um norte de como podemos ajudar a segurança do Acre com ações que garantam resultados satisfatórios”, declarou o presidente em exercício da FIEAC, José Luiz Assis Felício, na abertura do evento.

Em seguida, Cézar Henrique, inspetor e superintendente da PRF-AC, falou sobre a atuação da Polícia Rodoviária no Estado. Segundo ele, a instituição tem atuação mais incisiva em Rio Branco, Sena Madureira, Assis Brasil, Brasileia e no trecho Porto Velho/Boca do Acre.

“A PRF está muito restrita a essa área, pois não temos ainda a estrutura necessária que o Acre precisa. Foi instituída a Superintendência recentemente, mas está em fase de estruturação. A ideia é criarmos delegacias em Cruzeiro do Sul, Brasileia e uma em Rio Branco. Estamos buscando a estrutura necessária para que isso aconteça. Vamos precisar de pessoal, que é o nosso grande problema nas áreas de fronteira (a falta de efetivo)”, analisou.

Já Flávio Henrique Avelar, delegado da Polícia Federal e coordenador da Operação Sentinela no Acre, assinalou que a extensa malha hidrográfica e viária do Acre dificulta muito a fiscalização e facilita a entrada irregular de bens e serviços. “Não temos um efetivo muito grande, são cerca de 120 policiais para atender a toda a Polícia Federal. É impossível destacarmos todos esses agentes para os postos de fiscalização na fronteira sem desfalcar as delegacias. Creio que a solução passa por um acordo de cooperação com a PM, por exemplo, para reforçar a vigilância nas fronteiras”, pontuou Avelar.

Em sua explanação, o secretário de Segurança Pública do Estado, Emylson Farias, fez um diagnóstico do cenário nacional, da situação atual do Acre e perspectivas sobre a segurança pública. Na visão do gestor, “o país vive uma situação de violência endêmica e o escritório do crime hoje é o presídio”. Ele ressalta que o Acre, que atualmente tem aproximadamente 7 mil pessoas encarceradas, é o Estado que mais prende no Brasil, proporcionalmente. “Mas isso não resolve o problema”, diz.

Farias salientou, ainda, que nos últimos anos o Acre era o único Estado do Norte que vinha conseguindo reduzir índices de homicídio, mas houve uma mudança na geopolítica do crime causada por uma disputa por territórios que começou com a execução de um traficante no Paraguai, encomendada por organizações criminosas brasileiras.

“Com isso, aumentou a criminalidade em todos os Estados. E para fazer frente a essas organizações, uma das nossas ações foi pôr fim à comunicação nos presídios. Só seis Estados tiveram coragem de colocar bloqueador de sinais. Instalamos os bloqueadores de celular no Presídio Francisco d’Oliveira Conde, onde estão as ‘cabeças’ mais perigosas do crime”, frisou.

Diante do cenário extremamente preocupante, o secretário destacou a importância de o país colocar a segurança pública como prioridade. “Precisamos colocar esse tema no centro do debate. A vida tem que ser colocada em primeiro lugar nesse país. Por isso é extremamente relevante o encontro que teremos no dia 27 no Acre com a presença dos presidentes da República, do Senado, da Câmara, do STF, 26 governadores, embaixadores de vários países e autoridades da América do Sul”, ressaltou Farias.

Após as apresentações das autoridades da segurança pública, os presentes ao encontro fizeram sugestões e análises sobre tudo o que foi discutido. O evento foi organizado e mobilizado por diversas instituições, como FIEAC, Fecomércio, Federacre, Acisa, FAEAC, Sedens, Sescap, Crea-AC, CRC-AC, CRA-AC, IBGE, IDHA, Creci-AC, Ascontacre, Sinduscon, Sindmóveis, Sindusmad, Sincepav, Sindoac, Sincon, Sindmineral, Sinpal, Sindpan e Sindgraf.

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