Conecte-se agora

Polícia Militar inicia Operação Segurança Máxima na capital

Publicado

em

No início da noite desta sexta-feira, 24, a Polícia Militar do Acre (PMAC) deu início a Operação Segurança Máxima, que visa proporcionar um policiamento dinâmico com mais agilidade no atendimento de ocorrências, principalmente nas áreas de maiores índices de criminalidade.

O coronel Glayson Dantas informou que a operação ocorrerá em caráter rotineiro e especial, onde serão utilizadas as modalidades de policiamento de radiopatrulha e Grupo de Intervenção Rápida e Ostensiva (GIRO), operando em apoio aos batalhões da capital, levando segurança aos cidadãos.

A operação marca a retomada do GIRO, que foi desativado temporariamente durante o período chuvoso, que impossibilitava o policiamento com as motocicletas. Com a proximidade do fim do inverno amazônico, o trabalho começa a ser retomado.

O GIRO é uma modalidade de policiamento baseado em doutrinas e técnicas desenvolvidas para que os agentes de segurança pública atuem utilizando motocicletas. Com a missão de intensificar o patrulhamento ostensivo, visando prevenir e reprimir crimes em lugares com trafegabilidade de difícil acesso para viaturas convencionais, tendo em vista a viabilidade que a motocicleta proporciona para a chegada mais rápida em locais de ocorrência.

O secretário de Segurança Emylson Farias falou sobre a importância da operação: “25 motocicletas chegando em um ambiente de descoesão social demonstra a força da segurança pública”, ressaltando a agilidade e mobilidade deste tipo de policiamento.

O Batalhão de Operações Especiais (Bope) estará presente em todos os dias de operação. “Nosso objetivo maior é identificar e coibir ações criminosas que colocam a população em risco”, destacou o tenente-coronel Souza Filho.

Propaganda

Destaque 7

IAPEN acaba com GPE e serviço será feito por agentes “despreparados” para o serviço

Publicado

em

O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (IAPEN) tomou uma decisão que preocupa os próprios policiais penais.

É que a direção do IAPEN acabou com o Grupo Especializado de Escolta. Cerca de 36 policiais penais passaram por treinamentos e se tornaram capacitados para esse tipo de serviço.

A preocupação, segundo um dos policiais, é que agora o serviço será feito por qualquer um policial penal. A falta de treinamento preocupa. “Acabaram com o grupo, onde todos os membros tinham treinamento na área de escolta. A partir de agora, essas escolas serão feitas pelos policiais que não tem o mesmo conhecimento. Para se ter uma ideia, quem não tem esse curso especializado, não sabe nem manusear o fuzil que é usado pela escolta”, afirma um Policial Penal que pede para não ser identificado.

O ac24horas teve acesso à conversas em um aplicativo onde os próprios policiais penais afirmam que não possuem treinamento específico e por isso não se sentem capazes de realizar o serviço com segurança.

Vale ressaltar que quase diariamente, os policiais fazem a escola de bandidos de alta periculosidade, alguns com cargos de chefia em organizações criminosas presentes no Acre.

Além disso, há outra preocupação. Com o fim do grupo, ocorre um questionamento sobre os motoristas das viaturas. É que há uma determinação de que para conduzir uma viatura de escola o policial precisa ter a CNH na categoria D. Muitos policiais não se sentem com condições de realizar o serviço. “Muitos dos próprios colegas que ficam no prédio não se sentem em condições de fazer o serviço. Agora eu pergunto, como é que vão colocar policiais sem capacitação, sem saber nem mexer com a arma, sem ter condições de dirigir uma viatura?”, pergunta

O IAPEN vive um dilema causado pelo pequeno efetivo que possui e a saída da Polícia Militar que deixou de auxiliar na segurança dos presídios do Acre

Continuar lendo

Destaque 5

Golpistas anunciam venda de vagas residuais da Ufac na internet

Publicado

em

Desde a semana passada um anúncio de origem, até então, desconhecida circula por meio das redes sociais informando supostas vendas de vagas residuais na Universidade Federal do Acre (Ufac). O informe destaca preços cobrados para quatro cursos: Nutrição, Jornalismo, Medicina e Engenharia Civil, cada um com um preço distinto e até com possibilidade de parcelamento.

O número que começou a divulgar a informação possui DDD de outro estado. Temendo que pessoas pudessem se atrair, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da instituição procurou a Pró-reitora de graduação e recebeu a confirmação de que o caso se trata de um golpe.

“Não existe esse edital, não existe essa cobrança, não sabemos de onde partiu. Inclusive algumas pessoas da Ufac já estão perguntando”, afirma o presidente do DCE na Ufac, Richard Brilhante.

Procurada pelo ac24horas, a professora responsável pela Pró-Reitoria de graduação disse que a orientação é que as pessoas, ao verem esse tipo de publicação, denunciem imediatamente, uma vez que a Ufac não faz esse tipo de cobrança. “Com certeza se trata de um golpe. A única coisa a se fazer é denunciar para a Polícia Federal”, diz Ednaceli Damasceno, responsável pelos editais de residuais.

Esta não é a primeira vez que a Ufac se torna alvo desse tipo de publicação. “Sempre surge algum tipo de tentativa de ganho em cima dos processos da universidade por estelionatários alheios a universidade. No ano passado denunciamos a PF um caso de uma pessoa que cobrava por supostas vagas de estágio e enganava jovens”, destaca Brilhante.

Vagas residuais fazem parte de um processo seletivo destinado a alunos da própria Ufac, alunos de outras instituições de ensino superior e aos portadores de diploma de nível superior que queiram fazer um curso de graduação na Ufac. Porém, o processo só ocorre a partir da publicação de um Edital específico no qual constam todos os procedimentos, como os relativos às inscrições.

Continuar lendo

Bombando

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required
Propaganda
Propaganda

Mais lidas